Nova Olinda recebe certificado “Estratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa”

 

A Prefeitura de Nova Olinda recebeu o certificado “Estratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa” pela adesão do município ao projeto do Governo Federal que tem como objetivo a maior qualidade de vida as pessoas da terceira idade, por meio de ações que promovem o envelhecimento saudável da população.

Na quinta-feira (09/05), aconteceu na cidade, o atendimento individualizado com a Célula de Programas e Projetos da SPS do Estado em orientação ao projeto. Dentre os membros da comissão estão Andréia Vidal e Ereni Gomes. O prefeito Afonso Sampaio (PSD), foi contemplado com a placa trazendo a primeira estrela do munícipio que já trabalha para fortalecer a política de melhoria à vida da pessoa idosa.

A Estratégia Brasil Amigo da Pessoa Idosa é desenvolvida pelo MDS em parceria com os ministérios da Saúde e dos Direitos Humanos, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ao aderir à estratégia, Estados e municípios assumem o compromisso de garantir o direito dos idosos e de desenvolver ações voltadas a essa população.

Destaque no SPAECE: Prefeito de Nova Olinda ressalta empenho da educação no município

Após a Secretaria de Educação do Ceará apontarNova Olinda como a primeira colocada na CREDE 18, e a quarta no estado, o prefeito Afonso Sampaio se pronunciou através das redes sociais para agradecer e parabenizar o empenho e esforço de todos que compõem a equipe de educação na cidade.

O Gestor destacou os desafios enfrentados desde 2005, em seu primeiro mandato, para alavancar os índices em Nova Olinda. “Em 2005 nós tiramos a nossa educação do último lugar, do fundo do poço em nosso estado. E em 2012 levamos ao primeiro, recebendo o prêmio das mãos do ministro na época, Fernando Haddad”, ressaltou Afonso.

Ele relembra ainda que em 2016 o ranking saltou do 3º para o 110º lugar, enfatizando que “no ano de 2017 a equipe de educação, comprometida com o futuro de Nova Olinda, ficou entre os vinte colocados no Ceará, e em 2018 conseguiu chegar até aqui, com muito orgulho de cada um que faz parte desse time”, explicou.

O SPAECE (Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará) é uma iniciativa do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Educação (SEDUC), com o objetivo de diagnosticar a qualidade da educação pública cearense, servindo para a implantação de políticas públicas educacionais e de práticas pedagógicas inovadoras nas escolas estaduais e municipais.

 

 

Governador reúne bancada federal e reitores para discutir corte de recursos de universidades federais

Preocupados com o corte de recursos para o ensino superior anunciado pelo Governo Federal, o governador Camilo Santana, deputados federais do Ceará, o senador Cid Gomes e reitores das quatro instituições federais de ensino superior no estado se reuniram na manhã desta segunda-feira (13), no Palácio da Abolição. Durante mais de duas horas, foram discutidas ações que possam reverter esse bloqueio de recursos.

Camilo Santana aguarda que o Governo Federal possa manter os recursos disponíveis para que as instituições mantenham investimentos e custeios de suas atividades sem prejuízo para alunos e servidores. “Esperamos sensibilidade do presidente da República para rever essa decisão de imediato. Estive pessoalmente com ele na semana passada, junto com os governadores do Nordeste, e falei sobre a importância da educação ser colocada como prioridade absoluta; inclusive o ensino superior. Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para que esse bloqueio de verbas das universidades seja revisto o mais rápido possível”, enfatizou o governador.

Foram definidas algumas estratégias durante o encontro. Uma das ações acordadas é de que a bancada cearense fará requerimentos em cada uma das comissões que os parlamentares participam para convocar o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a dar explicações sobre a decisão. Além disso, uma audiência pública também será realizada na Assembleia Legislativa dia 31 de maio para discutir o assunto.

O senador Cid Gomes destacou a necessidade de se manter os investimentos no setor pela sua importância junto à sociedade. “A gente foi testemunha nas últimas duas décadas do processo de expansão das matrículas de ensino superior no país e de modo muito especial no Ceará. O Instituto Federal tinha apenas quatro bases e hoje está presente com 32 centros. Nós tivemos duas novas universidades, a Universidade Federal do Cariri (UFCA) e a Unilab (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira). A gente sabe a importância que elas têm para o nosso desenvolvimento, nossa economia e nosso futuro. Então, é importante que nós estejamos solidários a elas e que o Governo (Federal) perceba que se quer fazer ajustes tem que mexer com outros setores que já vêm lucrando ao longo do tempo”, ponderou Cid.

Da bancada federal cearense estiveram presentes os deputados Antônio José Albuquerque, Mauro Filho, José Guimarães, André Figueiredo, Leônidas Cristino, Eduardo Bismark, Robério Monteiro e Domingos Neto, coordenador da bancada. Para ele, “esses cortes atingem a todos os setores da sociedade e é necessário que os deputados façam uma forte pressão” para que haja um recuo do corte.

Afetados diretamente

Os quatro reitores presentes – Henry Campos (Universidade Federal do Ceará), Virgílio Araripe (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará), Ricardo Ness (UFCA) e Alexandre Cunha (Unilab) – foram unânimes em dizer que o bloqueio dos recursos vai inviabilizar a oferta atual de serviços e investimentos realizados pelas instituições.

Na UFC as dificuldades já podem ser sentidas, de acordo com o reitor. “Nós já começamos a desempenhar algumas coisas para poder efetuar pagamentos. O nosso corte é da ordem de 38% e é semelhante nas universidades. Isso inviabiliza o funcionamento se não for revertido. Nós não temos tempo de esperar que (o Governo Federal) só vai rever se a reforma da Previdência for votada”, disse Henry Campos.

Virgílio Araripe, do IFCE, corroborou com Henry Campos no tocante à inviabilização dos serviços na atual conjectura. “Se não houver uma situação contrária não dá para fazer com esse valor uma questão de realinhamento interno, a matemática não bate. Isso está nos preocupando. Esses efeitos já estão acontecendo agora. É importante ter toda a sociedade envolvida, lutando conosco para que a gente reverta essa situação. Não tem outro caminho”, ponderou.

Ações cotidianas que vão ser afetadas pela decisão foram pontuadas por Alexandre Cunha. “Eu concordo com tudo que os colegas colocaram aqui. Muitas das universidades federais e institutos já manejam dinheiro do seu funcionamento para assistência estudantil. Não tem como garantir o bandejão, as bolsas. O clima fica péssimo na gestão. O fornecedor acha que não vai receber mais”, citou o reitor da Unilab.

A falta de abertura para tentar solucionar os problemas na base da conversa foi citada pelo reitor da UFCA como um dos principais entraves encontrados pelas instituições na atualidade. “A nossa Universidade nasceu em meio a uma certa crise, mas gente sempre conseguiu contornar e avançar com muito diálogo e é o que não está acontecendo. A gente sempre teve uma boa interlocução com o MEC e esse bloqueio a gente foi notificado pelo sistema, não teve nenhuma nota do MEC, não houve uma reunião”, informou Ricardo Ness.

Também acompanharam o encontro a vice-governadora Izolda Cela, o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Inácio Arruda, o presidente da Assembleia Legislativa, José Sarto, e o líder do Governo na AL, deputado Júlio César Filho.

‘Minha vida vai ser aqui’, diz auditora fiscal venezuelana que virou garçonete no Brasil

Jackeline Rivero era auditora fiscal na Venezuela e trabalhava em San Juan de Los Morros, distante cerca de duas horas de Caracas. Há cerca de um ano, ela buscou uma vida fora de seu país. Foi para Lima, no Peru, e há seis meses está no Brasil, onde trabalha como garçonete, em um restaurante de Natal.

Diante do quadro de fome que via em seu país, ela conta que buscou fugir da situação, mesmo tendo que mudar completamente o estilo de vida. Antes, ela conta, gastava o equivalente a R$ 800 diários com alimentação. Atualmente, vive com um salário mínimo.

A venezuelana conta que foi sincera, ao ser entrevistada para a vaga de emprego. “Eu disse que nunca servi ninguém, só em casa. Fui aprendendo. Às vezes, era engraçado, quase deixava cair as coisas nas pessoas. Acredito que de agora em diante minha vida vai ser aqui”, diz ela.

Com uma crise política e econômica e a fome de espalhando no país vizinho, muitas pessoas como Jackeline buscaram, pelos seus próprios meios, grandes centros urbanos no Brasil. Outros fazem parte de programas de interiorização, promovido pelo governo federal.

Em Caicó, distante 280 quilômetros de Natal, os venezuelanos foram acolhidos por um Organização Não Governamental. Na medida em que vão conseguindo emprego e condições de recomeçar a vida, outros vão chegando para ocupar o lugar deles no programa.

Uma placa improvisada na parede dá boas vindas aos estrangeiros. Para o mototaxista Edwin Jesus, porém, a mensagem mais acolhedora não veio com palavras e sim com um abraço.

“Faltava muito o abraço, porque, quando eu estava lá em Roraima, minha família estava na Venezuela, tinha muito tempo que uma pessoa não dava um abraço em mim. É uma coisa que emociona, porque em Boa Vista, como há muitos venezuelanos, o pessoal discrimina muito a gente”, lembra.

Edwin deixou a Venezuela em setembro de 2018 e andou a pé mais de 100 quilômetros até chegar a Roraima. Vendeu casa e carro para conseguir trazer a mulher, Tereza, e os três filhos para o Brasil. Atualmente, a família divide uma casa de três quartos, cedida pela Ong, com outra família venezuelana. As crianças estão matriculadas na escola e os pais, à procura de emprego.

“Necessitamos de algo melhor, um emprego para meu esposo e para mim, algo que nos ajude a superar para amanhã, quando tivermos chance de voltar à Venezuela, ter uma coisa melhor”, diz Tereza Ramos, que é cabeleireira.

Para ajudar na adaptação e na procura por um emprego, alunos e professores do curso de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) criaram um projeto voluntário e dão aulas de Português semanalmente aos refugiados. A professora Márcia Rejane conta que se emociona mais que os alunos, ao fim das aulas. “É tudo muito especial”, diz.

Fugindo da fome na Venezuela, cerca de 50 imigrantes chegam a Teresina

Um grupo formado por cerca de cinquenta venezuelanos chegou nesse domingo (12) a Teresina. Eles contaram ao G1 que saíram da Venezuela há cerca de um ano e meio fugindo da crise que atinge o país, que deixa famílias sem emprego e passando fome. O grupo tem pelo menos 10 crianças, entre bebês de poucos meses até crianças de cerca de 10 anos. Todos precisam de ajuda principalmente para comer.

“Deixamos pai e mãe e outros familiares. Saímos da Venezuela porque estávamos passando fome, sem emprego, sem roupas, estávamos passando necessidade, as crianças com fome, tudo por conta da crise, as pessoas morrendo. Por isso entramos no Brasil e agora estamos aqui”, contou um dos venezuelanos.

Um dos homens do grupo, que preferiu não se identificar, disse que há várias famílias entre os viajantes. A maioria trabalhava com a pesca e agricultura em Tucupita, no estado de Delta Amacuro, na região Leste da Venezuela, e pertencem à tribo Warao.

O grupo passou a noite de domingo no chão da Rodoviária Rural, localizada no Centro de Teresina. Na manhã de segunda-feira (13) as famílias conseguiram alugar uma casa. Eles não decidiram ainda por quanto tempo irão permanecer na cidade.

Mulheres e crianças do grupo ficam nas casas lotéricas do Centro, pedindo ajuda às pessoas. Eles contaram que precisam de dinheiro porque comeram pela última vez no domingo, e não têm previsão de quando farão a próxima refeição.

Os venezuelanos viajam juntos e buscam trabalhos e ajuda a cada cidade em que chegam. Parte do que conseguem ganhar no Brasil em dinheiro eles enviam para os parentes na Venezuela.

A viagem começou há cerca de um ano e meio. O grupo morou durante quase um ano em Belém, no Pará. Depois viajou por semanas em cidades do Maranhão, antes de chegar ao Piauí.

Parte do grupo fala que pretende trabalhar para economizar dinheiro em Teresina e conseguir voltar para a Venezuela. Outra parte pretende seguir viagem por outros estados brasileiros, mas não informam para onde.

“Pretendemos voltar, estamos buscando dinheiro, pedindo para as pessoas, para viajar [para a Venezuela]. Eu quero ajudar meu pai e minha mãe, que ficaram por lá, levando roupas e comida. Não vejo eles há um ano e meio e quando consigo algo, mando para lá”, conta.

Eles contam que temem as ações das prefeituras nas cidades onde chegam, que muitas vezes os impedem de se manter na cidade.

“Eles até falam com a gente, pegam nossos nomes, das crianças, mas colocam a gente em abrigos muito longe do Centro, não temos como trabalhar nem comprar as coisas. Queremos ficar onde conseguimos trabalhar e comprar roupas e comida”, explicou.

G1 entrou em contato com a prefeitura de Teresina, para saber que providências poderão ser tomadas sobre a situação das famílias. A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) informou que ainda vai buscar informações sobre o grupo para saber quais medidas serão adotadas.

Longa crise política, econômica e social

Há mais de 15 anos, a Venezuela enfrenta uma crescente crise política, econômica e social. O país vive agora um colapso econômico e humanitário, com inflação acima de 1.000.000% e milhares de venezuelanos fugindo para outras partes da América Latina.

Em abril, diversas interrupções no fornecimento de energia e água ameaçaram uma catástrofe sanitária. A ONG norte-americana Human Rights Watch disse que a saúde do país está sob “emergência humanitária complexa”.

Fonte: G1.com

Militar aposentado põe fogo na própria casa na Zona Sul de Teresina e foge, diz polícia

Um militar aposentado colocou fogo em sua própria casa na manhã desta segunda-feira (13) no bairro Monte Castelo, Zona Sul de Teresina. O incêndio destruiu um dos quartos da casa, e foi apagado por uma equipe do Corpo de Bombeiros. O militar aposentado fugiu do local. Ninguém ficou ferido.

Segundo o capitão Mabil Cardoso, do 1º Batalhão da Polícia Militar, o suspeito fugiu em uma motocicleta quando avistou as viaturas chegando ao local. A Polícia Militar continua em diligências para encontrar o suspeito.

Vizinhos do militar aposentado contaram aos policiais e bombeiros que o suspeito, que morava sozinho, estava sob efeito de bebida alcoólica quando quebrou os objetos dentro da casa, e em seguida começou o incêndio.

O caso foi registrado na delegacia da região. Segundo o delegado Mamede, do 6º Distrito Policial, uma equipe de investigação foi até o local. Um inquérito policial pode ser aberto para apurar os riscos causados pelo incêndio.

Fonte: G1.com

Boletim câmara de Juazeiro do Norte

Na sessão ordinária de quinta-feira (09/05), os parlamentares da Câmara Municipal de Juazeiro do Norte enviaram ofício ao Presidente da República, cobraram relação de reformas e construções feitas durante 2017/2018, cobraram manutenção e melhorias em bairros da cidade e efetivaram ações em prol da população Juazeirense.

Presidente da República – Deputados – Senadores – Ministro da Educação

O Vereador Tarso Magno (PRP), solicitou que fosse remetido ofício ao Presidente da República, Ministro da Educação, Deputados Estaduais, Federais, e Senadores, para que se engajem e que seja reconsiderado o bloqueio sofrido pela UFCA. Disse ainda com muita preocupação que a Câmara Municipal possa atuar para expressar o sentimento de angústia
por esse corte de orçamento.

Infraestrutura

O Vereador Tarso Magno (PRP), solicitou ofício para o Prefeito Municipal, secretaria de Administração, Secretário de Infraestrutura, setor de Licitação, requerendo relação de todas as reformas e construções realizadas durante os anos de 2017/2018 e até a presente data em que os recursos foram exclusivamente de dotação própria, detalhando valor, tipo de licitação, se dispensada as que foram concluídas ou que estão em andamento.

Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos

A vereadora Rita Monteiro (PDT), encaminhou ofício ao secretário de Meio Ambiente e Serviços Públicos, Luiz Ivan Bezerra de Menezes, solicitando a limpeza da Basílica de Nossa Senhora das Dores. Ela pediu ainda capinação e a substituição de lâmpadas queimadas, por LED. A vereadora cobrou também atenção ao Bairro São José, mais precisamente por trás do Max Atacado. Requereu drenagem, poda de árvores e limpeza geral, estendendo seu apelo à secretaria de infraestrutura, por se tratar de um “bairro populoso e carente desses melhoramentos, com terrenos tomados pelo mato alto que servem para depósito de lixo e ajuda na proliferação de animais peçonhentos”, ressaltou.

Ação do Legislativo

Sensibilizada com a dificuldade de abastecimento histórica dos moradores da Vila 2000 a vereadora Auricélia Bezerra (PDT), se engajou na luta para solucionar o problema aproveitando um poço existente na localidade, disponibilizado desde a gestão do prefeito Raimundo Macedo, mas não colocado em uso. Agora a água poderá chegar às
residências, via canalização.

Paraíba deve perder 80 médicos pelo programa Mais Médicos, aponta levantamento

A Paraíba deve perder 80 médicos que atuam no estado pelo programa Mais Médicos, do governo federal. O levantamento, feito por Felipe Proença, tutor do Mais Médicos da UFPB, apontou que nove municípios devem perder médicos porque os contratos não vão ser renovados. João Pessoa, que é uma dessas cidades, deve perder 48 médicos.

Em nota enviada ao G1, o Ministério da Saúde não confirmou números de redução, mas destacou “que vem mantendo a renovação os profissionais no programa apenas em cidades mais vulneráveis, em geral pequenas, além dos distritos sanitários indígenas”.

Felipe Proença explicou que, de acordo com o estudo prévio feito por ele, a redução dos 80 médicos pelo programa deve afetar uma população estimada de 273.907 habitantes. O cálculo é feito com base na média de 3.450 pessoas atendidas por equipe de saúde da família.

“Desde o último edital eles deixaram de renovar a contratação de médicos em capitais e regiões metropolitanas. Isso tem um grande impacto na periferia de cidades grandes. Essas cidades podem até apresentar uma densidade maior de médicos, mas não conseguem profissionais para atenção básica na periferia”, comentou o tutor.

Ainda de acordo com o tutor do Mais Médicos, a saída dos médicos vai ser gradativa até o final de 2020. Cada um dos médicos que atualmente estão vinculados ao programa, mas que não vão ter seus contratos renovados, estão sendo notificados por email. Atualmente a Paraíba conta com 316 médicos pelo programa Mais Médicos.

Uma audiência pública foi realizada no dia 6 de maio deste ano na Assembleia Legislativa da Paraíba debater os impactos da saída dos profissionais do programa Mais Médicos. O debate foi proposto pela deputada Camila Toscano (PSDB).

“Se é para ter um corte, é para ser justificado. Nós temos que saber o porquê, como vai fazer e atender. E o mais grave é que a maioria dos médicos que está no programa atende a periferia, as pessoas mais pobres e carentes, onde há uma dificuldade imensa para que os médicos cheguem até esses locais”, comentou a deputada.

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde informou por meio da nota que a “pasta também está trabalhando novas ações para reposição dos profissionais e a elaboração de um novo programa para ampliar os serviços de atenção básica à saúde”.

O MS publicou uma portaria em abril prorrogando para seis meses o prazo de pagamento da verba de custeio repassada às unidades básicas de saúde que perderam profissionais do Mais Médicos.

A regra anterior cortava o repasse para o posto se ele ficasse sem médico por mais do que dois meses. “Essas localidades que perderam profissionais do Mais Médicos poderão utilizar os recursos também para contratar seus próprios médicos”, informou em nota o MS.

Fonte: G1.com

Musical com as canções de Lulu Santos recebe inscrições de participantes em Fortaleza

Até a próxima quarta (15), a produção do espetáculo musical “Meu Destino é Ser Star, ao som de Lulu Santos” recebe material de pessoas interessadas em participar das apresentações em Fortaleza. As sessões acontecerão neste sexta (17) e sábado (18), no palco do Theatro Via Sul.

Cada candidato deve enviar sua inscrição para o email sejaumstar@aventuraentretenimento.com.br. Um dos pré-requisitos para participar é nunca ter feito parte de um espetáculo de teatro musical antes, como profissional.

Para se inscrever, é preciso enviar por email uma cópia do currículo, e ainda nome completo, nome artístico, telefones, endereço, data de nascimento, gênero, RG, CPF, línguas estrangeiras que tenha fluência, números da camisa e do calçado, peso, altura, manequim e se pertence a alguma agência. Os interessados devem escrever, também, em cerca de três linhas, sobre a sua relação com o teatro musical e mandar um vídeo cantando alguma música de Lulu Santos.

Espetáculo

Os selecionados participarão de audições ao vivo. A audição compõe a sequência do espetáculo. “Meu Destino é Ser Star, ao som de Lulu Santos” reúne cerca de 40 canções do cantor e compositor carioca. Dirigida por Renato Rocha, a montagem ainda traz direção musical de Zé Ricardo, curador do palco Sunset do megafestival Rock In Rio.

O elenco conta com nomes como Jéssica Ellen, Myra Ruiz, Gabriel Falcão, Helga Nemetik e Victor Maia.

Fonte: G1.com