Estudantes de design criam baralho interativo ilustrado com ícones de Alagoas

Um baralho diferente, que serve como objeto de diversão e decoração capaz de estimular o aprendizado sobre personagens, fatos históricos e curiosos de Alagoas, é a mais nova criação dos estudantes do curso de design da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Rubens Santos e Catarina Novaes.

Desafiados a criarem um objeto souvernir kitsch (espécie de produto que mantém em si a função para que foi desenvolvido) para a disciplina História do Designer, eles produziram o jogo de cartas com a temática Desembaralha Alagoas.

Educativo e interativo, o Desembaralha Alagoas é um projeto que envolve um baralho físico com 54 cartas – sendo 52 entre naipes e números e 2 coringas – que possui interação direta com uma página na internet onde constam informações sobre as ilustrações e os ilustradores.

Confira aqui a página do projeto Desembaralha Alagoas

“Cada uma das imagens que ilustram as cartas fazem referência a um ícone de Alagoas. A ideia é que as pessoas brinquem com o baralho e ao se interessarem pelas imagens vasculhem no site a representação. Lá estar tanto os dados sobre a imagem como dos ilustradores”, conta Rubens Santos.

Nas ilustrações das cartas dos baralhos estão representados algumas personalidades de Alagoas, a exemplo dos músicos Djavan e Hermeto Pascoal, dos escritores Graciliano Ramos, Lêdo Ivo e do dicionarista Aurélio Buarque de Holanda; como também imagens dos folguedos e de outros elementos representativos do estado como a Mulher da Capa Preta, o Sururu, o Farol da Pajuçara, a Garça Torta e a Sereia do Mirante.

“Com a ideia definida convidamos amigos ilustradores para fazerem suas representações. Participaram do projeto colaborando gratuitamente 17 ilustradores que utilizaram técnicas diversas de desenhos que vão de produção feita a grafite à pintura digital, de aquarela e nanquim à tipografias e renderização em 3D”, explica Catarina Novaes.

Fonte: G1

Orquestra Sinfônica da Bahia se apresenta no Teatro Castro Alves, em Salvador, nos dias 12 e 19 de setembro

A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) se apresenta nos dias 12 e 19 de setembro, às 20h, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador.

Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). As entradas podem ser adquiridas na bilheteria do tratro, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou pelo site do Ingresso Rápido.

No dia 12, a OSBA recebe como convidado, na Série Carybé III, o pianista Leonardo Hilsdorf, que se junta aos músicos Priscila Plata Rato e Francisco Roa (violinos), Sergei Iurcik (viola) e Thomaz Rodriguez (violoncelo), todos integrantes da OSBA, numa apresentação que destaca composições de Franck e Puccini.

Já no dia 19, na Série Carybé IV, a OSBA se apresenta com o seu Quinteto de Sopros num programa que destaca variadas possibilidades estéticas para a formação de quinteto de sopros com a interpretação de obras como “Kleine Kammermusik, Op.24 nº 2”, do alemão Paul Hindemith, “Quinteto, Op. 43”, do dinamarquês Carl Nielsen, e ainda “Le Tombeau de Couperin”, do francês Maurice Ravel, com arranjos do norte-americano Gunther Schuller.

A apresentação traz como solistas os músicos Lucas Robatto (flauta), Paulo Pinto Júnior (oboé), Pedro Robatto (clarineta), Jean Marques (fagote) e Josely Saldanha (trompa).

SERVIÇO

O que: Apresentaçoes da OSBA – SÉRIE CARYBÉ III e IV
Quando: 12 e 19 de setembro (quarta-feira), 20h
Onde: Sala do Coro do Teatro Castro Alves
Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Vendas: Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves, nos SACs do Shopping Barra e do Shopping Bela Vista ou pelos canais da Ingresso Rápido. Acesse página de vendas em http://site.ingressorapido.com.br/tca.
Classificação: Livre

Fonte: G1

Grupo é detido com armas e drogas no Grande Recife

Três pessoas foram detidas na noite de sexta-feira (31), na rodovia PE-15, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife, por porte ilegal de armas e tráfico de drogas.

De acordo com informações da Polícia Militar de Pernambuco, os suspeitos foram abordados em uma ronda do Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) quando o veículo em que estavam passava pela área.

Os policiais encontraram com o grupo dois revólveres de calibre 38 com 12 munições de mesmo calibre. Além disso, os passageiros do veículo estavam com 40 pequenas embalagens de maconha, também chamadas de “big big”.

Segundo a PM, quando o veículo foi parado, o condutor do grupo se identificou como motorista de aplicativo de transporte. Ele e uma das passageiras foram liberados, após revista.

Ainda segundo a polícia, quando foi solicitado que os passageiros do veículos saíssem do automóvel para serem revistados, um deles tentou fugir, mas foi capturado pelos policiais. Os três suspeitos foram encaminhados para a Delegacia Policial de Paulista.

Em nota, a Polícia Civil informou que um adolescente de 17 anos estava entre os detidos e agora o trio aguarda audiência de custódia.

Fonte: G1

Greve de caminhoneiros: governo agravou incertezas, dizem executivos

Três meses após a paralisação dos caminhoneiros, empresas relatam efeitos negativos duradouros do movimento sobre a demanda e o investimento.

Medidas tomadas pelo governo para pôr fim à manifestação, como a tabela do frete, têm pressionado custos e ampliado a incerteza causada pela indefinição eleitoral.

“O Brasil ter ficado de joelhos por causa da greve dos caminhoneiros foi um fator de desestabilização muito forte”, diz Robson Campos, diretor-executivo financeiro e de novos negócios da Camargo Corrêa Infra.

Segundo Campos, isso afetou a confiança na retomada e fez com que a disposição de empresários para novos investimentos em infraestrutura –importante motor do crescimento, que dava sinais de tímida melhoria– entrasse de novo em “modo de espera”.

Embora a produção no país tenha voltado a crescer após a paralisação, empresários sentem efeitos negativos permanentes, como a elevação nos preços de fretes, resultado do tabelamento negociado entre governo e caminhoneiros.

“Nosso ponto de preocupação em relação aos efeitos da greve é a tabela de fretes. Estamos buscando ações de mitigação desse expressivo impacto em nossos custos”, afirmou Gustavo Werneck, principal executivo da Gerdau.

Entre as soluções estudadas pela siderúrgica, segundo ele, estão a ampliação do transporte por ferrovias, cabotagem e frota própria.

Outro setor muito afetado pelo tabelamento foi o de cimento. O frete representava 25% das vendas líquidas do setor. Após a paralisação, a fatia ultrapassa 50%.

“A recessão foi como uma queda do cavalo. Aí veio o coice da greve dos caminhoneiros”, diz Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento) e da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

Penna relata que, das 64 fábricas de cimento existentes no Brasil, 15 encontram-se fechadas –seis em São Paulo.

No período de crescimento mais forte da economia, o setor aportou recursos para aumentar a oferta. Muito do novo investimento ficou pronto em plena recessão. Com a retomada lenta, o segmento deverá encerrar 2018 com capacidade ociosa recorde.

Com a indefinição eleitoral –e a consequente falta de clareza sobre as reformas e a perspectiva de retomada–, muitas empresas têm preferido esperar para investir.

“No nosso caso, o grande desafio não é financiamento nem caixa. É captação de novas encomendas”, diz Campos, da Camargo Corrêa Infra.

Segundo especialistas, a paralisação agravou esse cenário de incertezas.

Após amargar forte queda em junho, ecoando os efeitos do movimento dos caminhoneiros, o índice de confiança do consumidor do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) esboçou leve reação em julho. O dado de agosto, no entanto, voltou a recuar.

“Tirado o elefante da sala, houve um alívio, e a confiança aumentou um pouco. Mas, passados quase três meses, não tem ocorrido um retorno para o patamar anterior”, diz Aloisio Campelo Jr., superintendente de estatísticas públicas do Ibre/FGV.

Na indústria, a confiança ficou estável em junho e julho, mas, em agosto, recuou para o menor patamar desde janeiro.

Segundo especialistas, ao elevar custos e chamar a atenção para os riscos de instabilidade no país, a paralisação fortaleceu a tendência de postergação de decisões de consumo e investimento.

Os efeitos negativos desse impacto têm sido sentidos na produção de alguns setores, como o automobilístico, o que afeta a demanda por insumos, como o aço.

“Tivemos um crescimento expressivo na produção de veículos no Brasil no primeiro semestre. Mas, para o segundo, os baixos níveis de confiança do consumidor, principalmente após a greve dos caminhoneiros, devem impactar produção do setor”, diz Werneck.

Para o executivo, o segundo semestre será desafiador, o que se traduziu em uma revisão para baixo das projeções feitas pelo Instituto Aço Brasil.

Apesar disso, Werneck ressalta que as previsões para o setor em 2018 ainda são de crescimento sobre 2017 e que a indústria, de forma geral, voltou a crescer.

“O viés para o mercado interno é positivo. Por isso, seguimos otimistas com as perspectivas do Brasil para os próximos anos”, diz Werneck.

Luis Fernando Martinez, diretor-executivo da CSN, também ressalta pontos positivos.

“A produção física industrial está subindo. Isso significa que vamos vender mais aço. É um fato positivo se comparado com os últimos três anos, que foram uma draga”, diz.

Para o executivo, o cenário de baixa confiança na recuperação tem relação com as dúvidas sobre a eleição.

“Esse ambiente caótico e desorganizado traz incerteza, que leva à postergação de qualquer decisão mais importante que você pode tomar na sua vida, tanto pessoal quanto empresarial”, diz.

Enquanto esperam dias melhores, as empresas tomam medidas para aumentar a eficiência e buscar mercados mais dinâmicos.

A Gerdau aposta na inovação. Segundo Werneck, esforços para tornar a gestão mais ágil e a ampliação do uso de ferramentas digitais têm garantido um crescimento da receita líquida inferior à expansão dos custos.

Ele afirma que a diversidade de mercados –já que a empresa tem forte atuação no exterior– ajuda a contrabalançar o cenário doméstico.

Campos, da Camargo Corrêa Infra, diz que a companhia busca oportunidades em setores com regras mais estáveis, como o de energia elétrica.

Empresários afirmam que há segmentos domésticos com reação mais forte, como o de moradias para baixa renda.

Todos ressaltam, porém, que a retomada de projetos de infraestrutura é essencial para a economia entrar em um ciclo de crescimento virtuoso.

“Os investimentos mais pesados são a única forma de reverter a crise atual, que, no caso do cimento, é a pior da história”, diz Penna. Com informações da Folhapress.

Fonte: notícias ao minuto

Alta de 14% no combustível mobiliza caminhoneiros e ameaça eleições

Os grupos de mensagem de caminhoneiros no WhatsApp voltaram a ficar ativos desde o anúncio da alta de até 14% no preço do diesel na última sexta-feira (31).

O caminhoneiro Salvador Edimilson Carneiro, o Dodô, que administra a página UDC – Brasil (União dos Caminhoneiros do Brasil), no Facebook, com 800 membros, afirma que já há uma movimentação para que os caminhoneiros voltem a parar.

 

Carneiro é membro do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado da Bahia. Ele é caminhoneiro há 30 anos e participou dos protestos de maio, quando criou a página no Facebook e passou a gravar vídeos sobre os protestos.

As redes sociais e o WhatsApp foram os principais meios de mobilização usados pelos caminhoneiros durante a paralisação de 11 dias em maio. A UDC -Brasil divulgou nota afirmando que iniciariam uma paralisação após o feriado de 7 de Setembro.

Segundo Carneiro, o comunicado foi uma iniciativa isolada de um dos membros do grupo, mas ele confirma a disposição da categoria em discutir uma nova manifestação.

“Se fosse pela empolgação, hoje íamos amanhecer parados em vários pontos”, afirma.

Ele conta que várias lideranças que tiveram participação na paralisação de maio -como Gilson Baitaca e Wallace Landim (Chorão)- acalmaram os ânimos e tentam organizar um ato na sede da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

No início da noite deste sábado, a ANTT já tinha uma nota em seu site afirmando que, por conta da variação no preço do diesel irá promover os ajustes na tabela do frete, conforme previsto na lei sancionada por Temer.

A ideia dos caminhoneiros é pressionar os órgãos reguladores responsáveis por fazer valer o acordo acertado com o governo em maio.

“Nós vamos juntar dez caminhoneiros de cada estado do país e vamos para Brasília, para a frente do prédio da ANTT. Sem baderna. Vamos fazer igual aos sem-teto, vamos invadir o prédio e só sair de lá quando atenderem a gente”, afirmou.

Os caminhoneiros pedem por mais fiscalização da ANTT sobre as transportadoras que não cumprem a tabela do frete, além de pedir pela definição final sobre a lei, que hoje está em análise pelo STF.

“Também queremos que o [ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz] Fux dê logo uma canetada a nosso favor, e aprove a lei”.

Após o decreto assinado por Temer em junho, associações e empresas entraram com ações contrárias à imposição do preço mínimo para o transporte de mercadoria. Fux decidiu então por uma audiência pública que irá ocorrer no próximo dia 27. Em agosto, ele ouviu as partes envolvidas.

A lei que estabeleceu a nova política de frete prevê revisão dos pisos mínimos caso o combustível tenha oscilação superior a 10%, como ocorreu na sexta-feira, para acomodar o aumento de custos dos caminhoneiros.

As demandas divulgadas em nota da União dos Caminhoneiros do Brasil foram espalhadas pelos vários grupos e redes sociais. Carneio diz que, ao contrário do que está no comunicado, ainda não existe consenso sobre uma data para o possível início dos protestos.

Outra liderança surgida durante os protestos de maio, o caminhoneiro autônomo Wallace Landim, conhecido como Chorão, também convoca a categoria para ir a Brasília cobrar a ANTT.

“A ANTT tem a obrigação de soltar um novo piso, que está na lei”, continua, marcando a manifestação para o dia 12 de setembro e ameaçando com paralisação caso o pleito não seja atendido. A agência divulgou que promoverá os ajustes.

Carneiro diz que se não houver acordo com a ANTT, os caminhoneiros irão para as estradas, sem prazo para saírem. “E se parar, a gente vai parar as eleições”, afirma.

De Mato Grosso, Gilson Baitaca, líder do Movimento dos Transportadores de Grãos, faz coro com os outros caminhoneiros e diz que se a ANTT não se posicionar até o dia 7 ou 8 de setembro, é grande o risco de haver novas paralisações.

Baitaca também afirma que as transportadoras não estão cumprindo os preços tabela do frete e não há fiscalização a respeito. “Queremos ver a lei chegar na ponta, nos caminhoneiros que estão nas estradas”, afirma.

No comunicado da UDC-Brasil, o grupo pede a dissolução da diretoria da ANTT e que haja um representante dos caminhoneiros autônomos no novo corpo diretivo do órgão.

Fonte: notícias ao minuto

Caixa começa a oferecer consignado com uso do FGTS

CRISTIANE GERCINA  – A Caixa Econômica Federal vai começar a oferecer, a partir do dia 26 deste mês, o crédito consignado com uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como garantia.

O consignado é um empréstimo cuja parcela é descontada diretamente do salário do trabalhador e costuma ter juros menores.

A medida está prevista na lei 13.313, de julho de 2016, que não foi colocada em prática até agora. Pela legislação, o trabalhador interessado oferece como garantia o dinheiro que está parado no fundo: são 10% do saldo do FGTS mais toda a multa de 40% em caso de demissão.

 

A quantia ficará separada na conta do Fundo de Garantia do trabalhador até que o empréstimo seja quitado, mas continuará a render normalmente, segundo informações do governo.

A data de liberação foi acertada ontem entre a Caixa e o Ministério do Trabalho. As estimativas são de que aos menos 36,9 milhões de trabalhadores poderão ter acesso ao crédito.

Na semana passada, o Ministério do Planejamento anunciou que os bancos privados também poderão adotar o crédito, mas precisam fechar convênio com a Caixa, que é a gestora do FGTS.

Especialistas não têm sido favoráveis à medida, que pode aumentar o endividamento do brasileiro.

Procurada nesta sexta (31), a Caixa informou que as condições da operação “vão ser divulgadas oportunamente”. Com informações da Folhapress.

Fonte: notícias ao minuto