No rádio, Fernanda avalia 2017 como positivo para o Legislativo de Mauriti

Juazeiro do Norte. A presidente da Câmara Municipal de Mauriti, Fernanda Martins (PSDB) apresentou, durante entrevista concedida à uma emissora de rádio em Juazeiro do Norte, um amplo balanço das atividades desenvolvidas pelo Poder Legislativo daquele município, durante o ano passado. Na avaliação da parlamentar, além de produtivo, 2017 foi um ano em que se discutiu, com amplitude, questões que visam melhorar a qualidade de vida da população daquele município.

A parlamentar ressaltou a política de economia de gastos desenvolvida na Câmara no ano passado, que resultou na possibilidade de reforma e construção de novas dependências na estrutura física do prédio onde funciona a Casa, além de programas que estreitaram a distância entre a sociedade e o próprio Poder, como o Câmara na escola, por exemplo.

Ela afirma que a Câmara vem cumprindo sua principal função constitucional, discutindo, votando e aprovando temas importantes à população. “Vários projetos e resoluções foram apreciados, votados e aprovados pelos vereadores. Todos os colegas eleitos em 2016 têm participado intensamente da vida da cidade, seja acompanhando as ações do executivo, fiscalizando obras, sugerindo e cobrando melhorias, apresentando projetos e debatendo temas de relevância para o desenvolvimento de Mauriti”, avalia a presidente do Legislativo.

Conforme informou, as Comissões permanentes da Casa – de Legislação, Justiça e Redação Final, Comissão de Orçamento, Finanças e Fiscalização, Comissão de Obras, Serviços Públicos, Agroindústria, Comércio e Turismo, Comissão de Educação, Saúde, Assistência Social, Trabalho, Meio Ambiente, Cultura e Desporto, trabalharam para agilizar votações importantes no ano passado.

Os vereadores aprovaram a criação do Sistema de Controle Interno da Câmara Municipal, que tem a função de acompanhar e analisar as informações geradas pelos setores responsáveis para que se cumpra as metas estabelecidas, funcionando, portando, ao mesmo tempo, como ferramenta gerencial para o administrador público e como instrumento de proteção e defesa do cidadão.

“O volume de discussões, votações, debates e aprovações de matérias tanto do Legislativo como do Executivo foi extremamente satisfatório. Questões que estavam engavetadas foram destravadas e colocadas ao debate no Plenário. A sociedade teve participação ampla na discussão de vários assuntos e isso possibilitou a construção de uma forma mais democrática e participativa de se fazer política. A expectativa para 2018 é das melhores possíveis”, avaliou a presidente.

Fonte: Roberto Crispim

Crato: Educação do Município promove Curso de Formação de Mediação de Conflitos para gestores

O Governo do Crato, através da Secretaria Municipal de Educação (SME), realizou nos dias 12 e 19 de janeiro, no auditório do Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), o Curso de Formação de Mediação de Conflitos.

Na oportunidade, participaram coordenadores pedagógicos da rede pública de ensino, juntamente com um profissional educacional com perfil de mediador.

Segundo o Coordenador do Núcleo de Mediação de Conflitos da SME, Moisés Otávio, a realização deste curso é o pontapé inicial de um trabalho que irá ajudar na multiplicação das orientações discutidas e apresentadas pelo núcleo.

No primeiro encontro, que aconteceu dia 12, foi abordado como tema a justiça restaurativa e os círculos de construção de pais. Já no segundo encontro, foi trabalhado a questão da mediação de conflitos e de comunicação não violenta.

Para o gestor Cláudio Gregório, da Escola José do Vale, localizada na comunidade do Barro Branco, participar de encontros que tratem dessa temática, faz com que possamos discutir sobre o que muitas vezes dificulta o andamento das atividades na escola, tanto para os alunos como para os professores. “Com orientações conseguiremos mediar os conflitos. Essa iniciativa fortalece bastante os vínculos entre todos que fazem parte da escola, traz também uma reflexão acerca do respeito entre todos”.

assessoria de imprensa

Acidente entre dois caminhões deixa um morto na Zona da Mata de Pernambuco

Um acidente entre dois caminhões provocou a morte de um motorista na madrugada desta segunda-feira (22), na Zona da Mata de Pernambuco. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão ocorreu no quilômetro 52 da rodovia BR-232, em Vitória de Santo Antão.
Segundo a PRF, a colisão ocorreu por volta da 1h40. Um dos caminhões atingiu a traseira do veículo que estava na frente. O condutor, de 46 anos, morreu no local. O outro motorista não sofreu ferimentos.
No momento do acidente não estava chovendo, conforme informações da Polícia Rodoviária Federal. A pista, no entanto, encontrava-se molhhada. Os nomes dos motoristas envolvidos não foram divulgados pela corporação.
Segundo a PRF, o motorista que sobreviveu foi submetido ao teste de alcoolemia. O resultado do exame do bafômetro mostrou que ele não havia ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. Os veículos acidentados ficaram no acostamento da estrada. A Polícia Civil esteve no local do acidente.

Três irmãos são mortos após ataque a bar na Bahia

Três irmãos foram mortos quando estavam em um bar na tarde de domingo (21), em Ribeira do Pombal, cidade a cerca de 300 quilômetros de Salvador. De acordo com a Polícia Civil, um deles foi decapitado e a cabeça não foi encontrada.
A quarta vítima foi atingida na virilha quando saía do banheiro. Ela foi identificada como Alaelson Santos, de 27 anos. Segundo a polícia, o rapaz não era alvo dos atiradores. Não há detalhes do estado de saúde dele. A polícia não especificou se há grau de parentesco entre o quarto baleado e os irmãos mortos.
Os autores dos disparos ainda não foram identificados, mas segundo a polícia, três homens chegaram armados em um carro e ordenaram que as pessoas que estavam no bar se afastassem.
Em seguida, o trio começou a disparar contra os irmãos. As vítimas foram identificadas como Reures dos Santos Matos, de 29 anos; Cláudio José dos Santos Matos, de 27 anos, e Bruno José dos Santos Matos, de 27 anos.
A polícia detalhou que Claúdio morreu no bar, Reures morreu próximo ao local e Bruno conseguiu fugir. Entretanto, ao ser perseguido, ele foi atingido e depois decapitado. Segundo a polícia, a cabeça dele não foi encontrada.
Após o crime, os três homens que efetuaram os disparos fugiram do local. As testemunhas que presenciaram a ação não identificaram os autores.

Fonte: G1

Ascensão de bilionários no Brasil foi recorde em 2017

Em relatório divulgado nesta segunda-feira (22) pela ONG britânica Oxfam, não é possível compreender este boom de bilionários sem observar uma questão de fundo: um sistema econômico que recompensa mais a riqueza que o trabalho

No ano passado, 233 pessoas entraram para o clube dos bilionários do mundo, o minúsculo topo do topo da pirâmide socioeconômica global onde já se espremiam 1.810 ultrarricos. Nove a cada dez deles são homens, 43 são brasileiros. Trata-se da maior alta no número de indivíduos com patrimônio acima de US$ 1 bilhão desde que a revista “Forbes” iniciou a célebre lista, em 1987.

O fenômeno tem múltiplas causas: melhor desempenho da economia global, alta histórica das bolsas, distribuição de lucros e dividendos cada vez mais vultosos, isenções fiscais, sonegação e a captura de políticas públicas pelas elites econômicas.

Em relatório divulgado nesta segunda-feira (22) pela ONG britânica Oxfam, não é possível compreender este boom de bilionários sem observar uma questão de fundo: um sistema econômico que recompensa mais a riqueza que o trabalho.

A hipótese dá título ao documento “Recompensem o trabalho, não a riqueza” previsto para sair na véspera do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), que reúne boa parte do PIB global. “Para nós é importante discutir com grandes corporações porque muito da desigualdade tem a ver com a atuação delas, que estão maximizando os lucros de seus acionistas enquanto precarizam salários e condições de trabalho”, diz Katia Maia, diretora-executiva da Oxfam Brasil.

Segundo ela, o setor da moda é emblemático dessa dinâmica. O conglomerado que abriga a marca Zara, por exemplo, pagou cerca de US$ 1,5 bilhão em dividendos a Amancio Ortega, seu fundador e um dos homens mais ricos do mundo. Fornecedores do setor, no entanto, pagam US$ 4 por dia por longas e insalubres jornadas de trabalho.

Entre as recomendações da Oxfam estão políticas empresariais que limitem retornos para acionistas, promovam o coeficiente de remuneração de altos executivos ao teto de 20 vezes o salário médio de seus empregados e garantam a representação de trabalhadores em seus conselhos, apoiando negociações coletivas.

ALTA DAS BOLSAS

O relatório destaca que 82% de toda riqueza gerada em 2017 ficou nas mãos do 1% mais rico do mundo, enquanto a metade mais pobre, ou seja, 3,7 bilhões de pessoas, não ficou com nada e vive com renda que varia de US$ 2 a US$ 10 por dia.

“As pessoas mais ricas têm acesso a serviços mais sofisticados para fazer o dinheiro render e para pagar menos impostos”, afirma o economista Sérgio Firpo, professor do Insper. “Mas não está claro o quanto isso corrobora para elevar a desigualdade”, diz.

“Patrimônio gera riqueza que gera patrimônio de volta, ciclo que só pode ser quebrado com políticas públicas de redistribuição”, diz Rafael Georges, coordenador de campanha da Oxfam Brasil.

As bolsas globais nunca subiram tanto como em 2017, engordando algumas das fortunas que despontaram. A alta tanto aponta para a retomada da economia quanto levanta suspeitas de uma bolha especulativa como a que levou à crise de 2008.

“Uma das consequências da melhora das bolsas é o aumento da concentração de riqueza e do número de bilionários”, diz Raphael Figueredo, sócio-analista da Eleven Financial. “Mas anuncia a retomada do crescimento global em 2018, o que tende a diminuir a desigualdade.” Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao Minuto

Caixa não precisa de mais dinheiro para operar, dizem analistas

Capitalização de R$ 15 bilhões do banco com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) teria como objetivo apenas elevar o crédito em ano eleitoral

A Caixa não precisa de dinheiro novo para continuar emprestando neste ano e, talvez, nem mesmo em 2019, dizem especialistas e integrantes do próprio governo.

Segundo fontes que acompanham de perto a questão, a capitalização de R$ 15 bilhões do banco com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) teria como objetivo apenas elevar o crédito em ano eleitoral.

O presidente Michel Temer sancionou o socorro ao banco com recursos dos trabalhadores no início de janeiro.

De lá para cá, a discussão sobre a liberação foi encoberta pelo escândalo envolvendo parte do comando do banco, acusado de corrupção.

O episódio acabou expondo o embate entre aliados do governo, que pressionam pelos recursos em ano de eleição, e membros da equipe econômica, contrários à capitalização, mesmo após mudança do estatuto do banco, que endurece as regras para a escolha de seus dirigentes.

“Olhamos os números e temos convicção que a Caixa não precisa de recurso nenhum”, diz fonte do governo.

Analistas da agência de risco Fitch, Claudio Gallina e Esin Celasun, concordam. “Provavelmente a Caixa não precisará de aporte em 2018, mesmo que não venha o dinheiro do FGTS.”

AJUSTE

Em longo relatório sobre a Caixa ao qual a reportagem teve acesso, a Fitch diz que, mesmo em 2019, quando o banco terá que se ajustar às regras de Basileia 3 (acordo internacional que busca dar mais solidez ao sistema financeiro), a necessidade de aporte não é dada como certa.

Ela dependeria de variáveis como rentabilidade do banco, apetite por crédito, revisão de custos e volumes de dividendos pagos à União.

Consultada, a Caixa disse que se esforça para elevar seu capital próprio, mas, segundo indicadores atuais, não se enquadraria na regra externa. Por esse motivo, afirma, o governo editou o projeto de lei que autoriza o repasse.

Segundo a Fitch, lucros futuros e amortização de empréstimos existentes podem ajudar o banco a se enquadrar. Caso tenha problemas para atender exigências externas em 2019, diz, a Caixa tem ativos que poderia vender para reforçar o capital, como participações em subsidiárias como a de seguro.

No imbróglio, além das interferências político-partidárias, está em jogo a redefinição do tamanho da Caixa.

Fonte do governo garante que a Caixa não precisa de recursos novos, desde que deixe aos poucos de atuar em linhas como crédito a veículos e privilegie a sua maior vocação: o crédito imobiliário.

O financiamento imobiliário tem 60% da carteira de crédito da Caixa, seguido por saneamento e infraestrutura (11,4%), que ganha relevância ano após ano, e pelo consignado (9%), dentre outros.

BAIXA RENDA

Historicamente, a Caixa tem sido crucial na execução de políticas econômicas e sociais relacionadas à concessão de crédito para a população de mais baixa renda.

Justamente por focar créditos com menor risco – como o imobiliário-, a rentabilidade da Caixa é, em geral, menor que a de outros bancos grandes, explica a Fitch.

Após dois anos muito difíceis, o lucro líquido do banco subiu 80% para R$ 6,2 bilhões em 2017, até setembro.

A Fitch não descarta, porém, que calotes de empresas ameacem o lucro do banco.Em março de 2017, o maior empréstimo da Caixa equivalia a 18% do seu patrimônio líquido, de R$ 65 bilhões.

A consultoria GO Associados lembra que a Caixa não tem apresentado prejuízo contábil, mas algumas operações resultaram em perdas.

Em 2016, a Caixa provisionou R$ 700 milhões para cobrir o risco de calote da Sete Brasil, criada para fornecer sondas para exploração do pré-sal. Além disso, funcionários e aposentados da Caixa têm entrado com ações na Justiça pela má gestão da Funcef, fundo de previdência dos servidores da estatal. Um dos piores investimentos foi justamente a Sete Brasil. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao Minuto