Homem morre e outros quatro são presos em confronto com policiais na Bahia; quarteto é suspeito de participar da morte de agente penitenciário

Um suspeito de tráfico de drogas foi morto e outros quatros foram presos em flagrante durante um trabalho preventivo feito pela Polícia Militar na tarde de sábado (18), no bairro Marechal Rondon, em Salvador. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), existe indícios da participação do quarteto na morte de um agente penitenciário, em Pirajá, no dia 5 de agosto deste ano.

Segundo informações da SSP, uma equipe formada por 20 policiais da 9ª Companhia Independente ds Polícia Militar (CIPM/Pirajá) cercaram a localidade denominada como Inferninho e iniciaram o processo de abordagens a pessoas, veículos e estabelecimentos. Os PMs apreederam 528 porções de maconha, cocaína e crack, além de um revólver calibre 38, munições e um simulacro de pistola.

Conforme a Secretaria de Segurança Pública, cinco homens, que seriam revistados em uma das ruas da localidade, reagiram atirando nos policiais e, após confronto, um deles, ainda não identificado, terminou ferido. O suspeito foi socorrido para o Hospital do Subúrbio, mas não resistiu aos ferimentos.

Ainda de acordo com a SSP, os suspeitos presos foram identificados como Edmar de Santana Silva, 30 anos, Alan Alcântara dos Santos, 23, Edney Ferreira Costa, 22, e Ednilson Melo de Jesus, 35.

O quarteto foi encaminhado para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)

Fonte: notícias ao minuto

Após perseguição, carro bate em poste e homem procurado pela polícia é preso na Zona Sul do Recife

Dois homens de 23 e 32 anos foram presos e um jovem de 17 anos foi apreendido na madrugada deste sábado (18), em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, após uma perseguição policial. Segundo a Polícia Civil, o trio pretendia assaltar uma casa lotérica e um dos adultos era procurado por envolvimento em homicídios, assaltos e tráfico de drogas. (Veja vídeo acima)

A ocorrência teve início quando a Polícia Civil recebeu uma denúncia a respeito de um assalto a uma lotérica em Jardim Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. A Polícia também foi informada de que um dos homens que participariam da ação estaria utilizando um veículo roubado.

Depois de buscas na região, policiais encontraram o carro em uma rua perto de um conjunto residencial e esperaram o embarque dos homens. Por volta das 2h30, três pessoas entraram no veículo e foram seguidas pela viatura.

A abordagem policial foi realizada na Rua Ribeiro de Brito, em Boa Viagem. As equipes ordenaram a parada do veículo por três vezes, mas o condutor não obedeceu.

Ao emparelharem os carros, suspeitos atiraram duas vezes contra a viatura, segundo a polícia. Os policiais revidaram e atingiram o pneu traseiro veículo perseguido, o que fez com que o motorista perdesse o controle e atingisse um poste.

Carro roubado pelos criminosos ficou com marcas dos disparos efetuados pela polícia (Foto: Reprodução/WhatsApp)Carro roubado pelos criminosos ficou com marcas dos disparos efetuados pela polícia (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Carro roubado pelos criminosos ficou com marcas dos disparos efetuados pela polícia (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Após o acidente, os policiais socorreram as três pessoas que estavam no carro, de acordo com a Polícia Civil. O homem de 23 anos não teve lesões e apresentou resistência à ação dos policiais. Os três seguiram para a Unidade de Pronto Atendimento da Imbiribeira, na Zona Sul do Recife.

O homem de 32 anos e o adolescente de 17 anos foram transferidos para o Hospital da Restauração (HR), na área central do Recife. Aos policiais, o jovem confessou que era foragido da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase).

No carro, foram encontrados um revólver de calibre 38 carregado com três munições e uma arma de brinquedo. A delegacia de Boa Viagem está responsável pelo caso.

Fonte: notícias ao minuto

Saiba qual cenário econômico espera o próximo presidente

A retomada do crescimento econômico será um dos principais desafio do próximo governo. Tanto que o tópico tem sido recorrente nas sabatinas, debates e campanhas eleitorais para a presidência da República. Mas, afinal, como vai a economia do Brasil?

Além do rombo nas contas públicas, o baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e as altas taxas de desemprego preocupam analistas.

Já o setor externo tem números positivos impulsionados pela saldo da balança comercial. As reservas internacionais elevadas também proporcionam proteção para a nossa economia.

Outros indicadores que vivem bons momentos são a taxa básica de juros, que estão num patamar mínimo histórico de 6,5% ao ano, e a inflação, que está controlada.

Para te ajudar a compreender o cenário atual, o ‘G1’ compilou os principais índices econômicos. Confira:

Contas públicas

As contas do governo devem registrar o seu quinto ano consecutivo de déficit em 2018.

A meta fiscal para este ano é de um déficit primário -despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública- de até R$ 159 bilhões. Em 2017, foi de R$ 124 bilhões. O déficit fiscal pode ficar em R$ 148 bilhões, abaixo da meta do ano.

Dívida pública

Em crescimento, a dívida pública atingiu o patamar de R$ 5,165 trilhões em junho, ou 77,2% do PIB, um novo recorde histórico, de acordo com dados do Banco Central.

Segundo o critério utilizado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para comparação internacional, esse endividamento estava maior ainda em junho, atingindo 86,5% do PIB. A média dos países emergentes é de cerca de 50% do PIB.

PIB

Após o país sair da recessão, em 2017, com uma expansão do PIB de 1%, o índice cresceu 0,4% no 1º trimestre de 2018, na 5ª alta seguida na comparação com os três meses anteriores, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, a recuperação econômica segue em ritmo considerado lento pelos economistas.

Desemprego

A taxa de desemprego continua elevada. Somou 12,4% no trimestre encerrado em junho deste ano, o que equivale a 13 milhões de brasileiros desempregados, embora tenha apresentado queda em relação ao recorde histórico de 13,7%, do primeiro trimestre de 2017.

Contas externas

Os saldos da balança comercial brasileira -exportações menos importações- têm sido positivos. A conta de transações correntes, formada pela balança comercial, pelos serviços e rendas, vem apresentando déficits menores, que têm sido financiados integralmente pelo ingresso de investimentos estrangeiros diretos nos últimos anos. O Brasil também possui reservas internacionais de 380 bilhões de dólares, que ajudam a segurar o conter crises cambiais.

Taxa básica de juros

Atualmente, o Brasil tem a menor taxa básica de juros da história. Depois de 12 cortes consecutivos, a taxa Selic está em 6,5% ao ano, o menor nível da série do Banco Central, que teve início em 1986. No entanto, os juros bancários seguem elevados.

Inflação

A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2017 em 2,95%, abaixo do piso da meta fixada pelo governo, de 3%. Esta foi a primeira vez que isso acontece desde que o regime de metas foi implantado no país, em 1999.

Dólar

A cotação da moeda norte-americana está em crescimento e já atingiu o patamar próximo de R$ 4 com a corrida eleitoral e tensões internacionais. O lado bom é que o dólar mais alto favorece as exportações, tornando-as mais rentáveis. No entanto, dificultam as viagens ao exterior e compra de produtos importados.

Fonte: notícias ao minuto

Se aprovado, reajuste de 16,38% do STF irá aumentar desigualdade social

Se prosperar, o reajuste de 16,38% a juízes e procuradores deverá aumentar o abismo entre ricos e pobres no Brasil.

Especialistas em distribuição de renda ressaltam que esses funcionários públicos fazem parte do grupo mais abastado do país, com renda mensal próxima ao 1% mais rico.

Segundo dados do Imposto de Renda de 2016, os mais atuais disponíveis, o rendimento total de procuradores e promotores do Ministério Público, membros do Poder Judiciário e de integrantes de tribunais de contas é próximo a R$ 52 mil mensais.

A média de renda do 1% é R$ 59 mil mensais, segundo contas do economista Marcelo Neri, coordenador do FGV Social, que combina informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do IR.

O valor inclui, além dos vencimentos, limitados ao atual teto de R$ 33.763 –que os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) pretendem corrigir para R$ 39 mil-, benefícios como auxílio-moradia e verbas indenizatórias.

 

Isso os coloca entre as três ocupações mais bem remuneradas do país, à frente da média recebida por médicos, artistas, atletas e operadores do mercado financeiro.

Elevar a renda desse estrato é alargar o fosso entre ricos e pobres, mais sujeitos às dificuldades com a economia crescendo pouco.

“Aumentar a renda dos pobres reduz a desigualdade, e aumentar a renda dos ricos faz crescer a desigualdade”, afirma Rodolfo Hoffmann, professor da Esalq/USP, especialista em estudos de distribuição de renda.

Projetar a abertura da brecha é tarefa complexa, pois demandaria simular o que aconteceria em todos os estratos de renda.

A pedido da reportagem, o economista foi ao passado para tentar demonstrar os efeitos de um reajuste dessa magnitude para juízes e procuradores na distribuição de riquezas em toda a pirâmide de renda do país.

Simulação feita com os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2015 mostra que um aumento de 16,38% na remuneração de juízes, desembargadores, promotores e defensores públicos faria com que o Índice de Gini (uma medida de desigualdade) daquele ano subisse de 0,485 para 0,487.

Na escala, quanto mais perto de 1, mais desigual é o país.

“O aumento é pequeno, pois se trata de uma categoria que corresponde a menos de 0,03% do total de quase 90 milhões de pessoas ocupadas, mas não foi considerado o efeito cascata”, diz.

Ele se refere aos aumentos que se sucederão com o reajuste do teto do setor público. O vencimento dos ministros do STF limita as remunerações no funcionalismo e evita que servidores acumulem, por exemplo, salários e aposentadorias em valores acima dos atuais R$ 33.763. Se o teto subir, as remunerações também subirão.

O efeito sobre o Gini, no entanto, não é tão irrelevante quando se comparam os movimentos anuais do índice.

Entre 2014 e 2015, o Gini da população ocupada (olhando apenas a renda dos trabalhadores) caiu de 0,491 para 0,485.

Hoffmann usou os dados da Pnad de 2015 porque têm números estatisticamente mais robustos das categorias contempladas pelo reajuste.

Para o economista Carlos Góes, autor de estudos sobre desigualdade, o reajuste aos juízes no atual contexto econômico joga contra a agenda da redução da desigualdade.

Ele afirma que a brecha entre os trabalhadores ricos e pobres diminuiu nos anos 2000 graças a fatores como o aumento da formalização do mercado de trabalho e da expansão de programas focados nos mais pobres, como o Bolsa Família.

“No momento atual não temos essas forças compensando a pressão de aumento da desigualdade provocado pelo aumento [dos rendimentos] do funcionalismo”, afirma.

Neri afirma que o setor público deveria dar o exemplo no comprometimento com o ajuste fiscal, assumindo parte dos custos da limitação de gastos provocada pelo déficit bilionário nas contas públicas, de R$ 103 bilhões nos 12 meses encerrados em junho.

Alegando falta de espaço orçamentário, o governo reajustou o Bolsa Família neste ano em 5,67%. No ano passado, a correção foi de 12,5%, após um ano (2015) sem aumentos nos benefícios.

Já os ministros do Supremo tiveram o último reajuste em 2015, de 14,6%, e agora pleiteiam aumento de 16,38%.

“O ajuste fiscal é necessário e tem de ser generalizado”, afirma Neri. “O Judiciário tem sido um símbolo para o país, é importante sinalizar que a restrição é para todos.”

Para valer, o reajuste dos juízes tem de ser aprovado pelo Congresso, mas o Ministério do Planejamento já adiantou que, para contemplá-lo nos salários do funcionalismo em 2019, será necessário fazer uma nova LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).

Isso demandaria um novo projeto de lei e uma nova votação no Legislativo. Com informações da Folhapress.

 

Fonte: notícias ao minuto

Trump reafirma que seu país tem feito ‘grandes acordos comerciais’

A frente de uma semana importante de negociações comerciais entre os EUA e a China, o presidente dos EUA, Donald Trump, reafirmou que por muito tempo seu país fez acordos comerciais “horríveis”, mas que agora grandes acordos têm sido feitos, levando ao retorno de muitas empresas para os EUA e, consequentemente, avanço na criação de empregos.

Em um vídeo divulgado em sua conta no Twitter, Trump disse que agora “temos muitos acordos justos com o mundo” e que, antes, muitos países tinham muitas vantagens “sobre nós”. “Perdemos empregos, impostos, mas isso agora acabou porque temos feito grandes acordos comerciais”, disse Trump.

 

Nos dias 22 e 23 de agosto, uma delegação de nove autoridades chinesas liderada pelo vice-ministro de Comércio, Wang Shouwen, terá encontros com oficiais americanos liderados pelo subsecretário do Tesouro, David Malpass.

De acordo com fontes da Dow Jones Newswires, os negociadores dos EUA e China estão traçando um planejamento para que os diálogos comerciais culminem com uma solução em reuniões entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, em cúpulas multilaterais em novembro, com o intuito de encerrarem a disputa comercial.

Fonte: notícias ao minuto