Enquanto a cura da aids não vem

Mais de 30 anos após o pânico inicial, a aids é uma velha conhecida que anda meio sumida da boca do povo. Essa situação preocupa os profissionais que lidam de perto com a doença. Para eles, não há dúvida: ainda vivemos uma epidemia. “Incomoda ver que hoje podemos tratar direito quem tem HIV, mas não conseguimos reduzir o número de novos casos, que seguem ao redor de 2 milhões ao ano pelo mundo”, relata o infectologista Ricardo Vasconcelos, responsável pela Casa da Aids do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Não que as estratégias para conter o problema tenham arrefecido. Pelo contrário. Em 2014, a Unaids, vinculada à Organização das Nações Unidas, lançou as metas 90-90-90, as mais ambiciosas na história do combate à epidemia. O plano é que 90% dos infectados conheçam sua condição, 90% dos soropositivos sejam tratados e 90% dessa população tenha a carga viral zerada. Tudo isso até 2020.

Além de impedir a transmissão do HIV, é no grupo do meio que reside o principal desafio. “O Brasil já praticamente bateu a primeira meta, com 87% de diagnósticos estimados, mas só 65% dessas pessoas se tratam”, contextualiza Georgiana Braga-Orillard, diretora da Unaids no país. O dilema não é nem tanto a falta de adesão, mas levar assistência a quem, de fato, precisa dela — trabalho que tem de vencer também os preconceitos que continuam rondando o assunto.

Para quase meio milhão de brasileiros em tratamento, 2017 foi um ano de conquistas. Em janeiro, o Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou uma nova geração de medicamentos, mais eficiente e com menos efeitos colaterais. E olha que remédios por vir pretendem revolucionar (de novo!) a terapia. Para barrar o contágio, autotestes e outras táticas já se unem ao bom e velho preservativo. Isso sem falar nas perspectivas de uma vacina… e da tão sonhada cura. É hora de percorrer os avanços e vislumbrar essas promessas.

Coquetel em um só remédio

Reunir os princípios ativos que combatem o vírus no menor número de pílulas. Eis a tendência da vez para facilitar a vida do cidadão com HIV. Já existe um comprimido que combina três antirretrovirais, mas entre eles está o efavirenz, que pode provocar danos renais em longo prazo.

Tanto é que ele foi substituído como primeira opção de tratamento pela classe dos inibidores de integrase, que impedem o DNA do vírus de se fundir ao da célula humana. “Eles são mais bem tolerados e ficam menos concentrados nos rins”, explica a infectologista Anita Campos, diretora para a América do Sul da Gilead, farmacêutica que anunciou um comprimido que une três desses antirretrovirais mais modernos. O medicamento já está em análise pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Uma injeção mensal (ou até bimestral)

Em um futuro não tão distante, os comprimidos podem ceder lugar a injeções aplicadas a cada mês ou dois meses. É o que sugerem os resultados de um estudo internacional recém-publicado. Ele avaliou o efeito de injeções espaçadas de dois antirretrovirais em mais de 200 pacientes.

Após dois anos, 87% dos que receberam a dose uma vez ao mês suprimiram o vírus. Em quem foi picado a cada bimestre, a taxa de eficácia subiu para 94%. Em comparação, 84% do grupo que seguiu tomando as pílulas diárias conseguiu domar o HIV. A investigação continua, mas os experts estão otimistas.

“As injeções poderão evitar esquecimentos que acarretam falhas na ação do remédio, além de diminuir o surgimento de mutações virais que geram resistência ao tratamento”, diz Roberto Zajdenverg, gerente médico da GSK, laboratório que criou uma das injeções.

Além da camisinha

O preservativo segue como o melhor instrumento de prevenção, só que nem sempre é utilizado. Atento a isso, o Ministério da Saúde investe em táticas adicionais de contenção do vírus, caso da profilaxia pré-exposição (PrEP), que será ofertada na rede pública a grupos mais vulneráveis — por ora, homens que fazem sexo com homens sem parceiro fixo, profissionais do sexo e usuários de drogas injetáveis.

“Trata-se de um comprimido que combina dois antirretrovirais e tem eficácia comprovada para impedir a transmissão com poucos efeitos colaterais”, conta o médico Mario Peribanez, da Sociedade Paulista de Infectologia. Alguns estudos mostram que o esquema pode funcionar também se adotado antes e depois da possível exposição, mas a taxa de adesão tende a cair.

A chegada do autoteste

Em agosto deste ano desembarcou nas farmácias brasileiras o primeiro teste rápido para fazer em casa — ele tem uma eficácia de 99,9% e custa cerca de 70 reais. Basta uma gotinha de sangue extraída da ponta do dedo e o resultado sai em 20 minutos. “Uma parcela das pessoas prefere realizar o teste em um ambiente mais privativo, seja pelo receio de serem discriminadas no serviço público, seja pelo desejo de saber junto com o seu parceiro se estão infectadas”, expõe Grangeiro.

A novidade à venda no país pode ser uma saída, então, para diminuir a estimativa de que 112 mil indivíduos carregam o vírus sem sequer saber. “Muita gente ainda tem medo não só de descobrir mas de contar para os outros e, depois, começar o tratamento”, observa Georgiana. Este é um dos gargalos por trás da persistência da epidemia.

Não é tarde para cortar o mal

Falamos da profilaxia pós-exposição, ou PEP, um recurso para impedir que o vírus se instale no organismo se por acaso teve acesso a ele — é o contrário da PrEP. Tem se ampliado o rol de pessoas que podem lançar mão desse expediente, antes restrito a casos de violência sexual e profissionais de saúde que se acidentam com agulhas contaminadas.

“Quem fez sexo de maneira desprotegida também pode procurar o serviço de saúde até 72 horas depois do fato e solicitar a medicação antirretroviral, que deve ser tomada por 28 dias”, explica Beto de Jesus, porta-voz no Brasil da Aids Healthcare Foundation. A organização desenvolveu em 2016 a mandala da prevenção combinada, que une estratégias como a PrEP e a PEP. “Não adianta ter um modelo único de proteção, pois as pessoas são diferentes”, raciocina De Jesus.

Vacina à vista

Embora haja ceticismo entre alguns especialistas, há uma linha de pesquisa promissora rolando lá na África do Sul, país que sofre com mil novas infecções por HIV todo dia. O experimento envolve mais de 5 mil homens e mulheres e testa dois imunizantes, fabricados pela GSK e pela Sanofi Pasteur.

As duas vacinas já tinham apresentado uma taxa de proteção de cerca de 31% em estudos anteriores e agora foram modificadas para aumentar sua potência. Elas não são feitas com o inimigo em si: uma utiliza pedaços da proteína gp120, presente no próprio HIV, e a outra uma versão atenuada do pox vírus, que ataca pássaros. “O problema é que o envelope do HIV sofre mutações constantes, então fica difícil isolar uma partícula que estimule imunidade duradoura”, pondera Peribanez.

Corrida para a cura

O sonho persiste. Apesar de os medicamentos já zerarem a carga viral em circulação, condição em que a aids não se manifesta e o agente transmissor não passa para outras pessoas, é complicado falar em uma remissão completa da infecção.

É que o vírus se esconde em reservatórios pelo corpo, esperando algum vacilo no tratamento para voltar à ativa. “Os trabalhos científicos mais promissores usam uma estratégia chamada de kick and kill, ou chutar e matar, para tirá-lo desse esconderijo e, então, eliminá-lo de vez. Ocorre que as drogas utilizadas atualmente para esse fim são muito tóxicas”, desvenda Anita.

Outra dificuldade é que o DNA do HIV se une ao de algumas células e ainda não há tecnologias capazes de “recortar” com segurança o código genético para tirar o pedaço invasor. Sim, a luta continua.

Fonte: Editora Abril

‘Roberto Carlos cantou olhando nos meus olhos’, diz Carla Diaz

O especial de fim de ano da Globo com o cantor leva o título de “Esse Cara” em 2017 e contou com a participação de Isis Valverde, Tiago Iorc, Djavan e Érika Ender.

Após o sucesso de Carine, rival de Bibi, papel de Juliana Paes, em “A Força do Querer” (Globo), a atriz Carla Diaz ainda colhe os frutos da personagem. Além de estampar campanhas publicitárias, Diaz foi homenageada pelo rei Roberto Carlos durante a gravação do Especial Roberto Carlos, que será exibido no dia 22 de dezembro.

A atriz foi convidada para assistir o especial em comemoração aos seus 27 anos, completados no dia da gravação, na última terça (28). Ela conta que não tinha como celebrar seu aniversário de uma forma “tão especial e incrível como essa”. No dia da gravação, a atriz mostrou em seu Instagram que ganhou a famosa rosa que o Rei distribui em seus shows

O especial de fim de ano da Globo com o cantor leva o título de “Esse Cara” em 2017 e contou com a participação de Isis Valverde, Tiago Iorc, Djavan e Érika Ender. Iorc, por sinal, completava 32 anos na data, e Diaz comemorava seu 27º aniversário.

“Foi um grande presente de aniversário que a Globo me deu. Foi uma maneira inusitada e diferente de passar o aniversário e super emocionante. Ele cantou olhando nos meus olhos e, depois, me entregou uma flor. Foi um show para guardar na história.”

A atriz também contou que conversou com Roberto Carlos sobre a novela de Glória Perez. “Ele veio falar comigo que adorou a novela. Ele é super noveleiro e carinhoso. Isso tudo não tem preço”. Ela disse ainda que brincou com o rei: “Roberto, você é o Cara”.

“Ele é incrível. É uma pessoa grandiosa, um grande artista, que representa o Brasil para o mundo. Uma pessoa super humilde. Ele é apaixonante”, afirmou Carla Diaz, emocionada.

Ela também comentou sobre a participação da dupla sertaneja Simone e Simaria, que subiram ao palco para cantar com Roberto Carlos em um momento emocionante. Para a atriz, as histórias da dupla com a dela são parecidas.

“Admiro muito a história delas porque, assim como eu, elas começaram muito cedo e são batalhadoras. Elas são mulheres guerreiras, lutadoras. E, independentemente da situação, não deixaram de correr atrás de seus sonhos. Me identifico muito com elas e faço questão de aplaudir. Eu as amo”.

Fonte: Notícias ao Minuto

Excesso de tecnologia provoca danos cerebrais, aponta estudo

Um estudo recente pode preocupar aqueles que são viciados em smartphones. A Sociedade de Radiologia dos Estados Unidos afirmou que o vício pode causa danos ao cérebro dos seres humanos. Tudo foi comprovado graças a uma espectroscopia por ressonância magnética.

Segundo informações do Olha Digital, para constatar a declaração, foi realizado esse exame em 19 adolescentes diagnosticados com dependência em celular e internet e de 19 jovens saudáveis. Foi medida a composição química do cérebro dessas 38 pessoas. Depois do teste, ficou comprovado que os viciados têm mais tendências para depressão, ansiedade, insônia e impulsividade.

Além desses problemas apontados, também ficaram evidentes alterações nos níveis de um determinado neurotransmissor, chamado GABA, e que inibe ou retarda os sinais cerebrais. Por causa disso, o público pode sofrer danos na visão, controle motor, e na regulação de várias funções cerebrais.

Fonte: Notícias ao Minuto

Eunício e Camilo assinam ordem de serviço para construção do Hospital Regional do Jaguaribe

O presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) participa da assinatura da ordem de serviço para construção do Hospital Regional do Jaguaribe, nesta sexta-feira, em Limoeiro do Norte. A solenidade, que contará com a presença do governador Camilo Santana, está agendada para as 16h, na Praça da Catedral. Na ocasião, também será lançada a implantação da Areninha de Limoeiro do Norte.

Eunício teve um papel fundamental para que a construção do hospital pudesse se tornar uma realidade. Foi ele que articulou a aprovação, no Senado Federal, da autorização para o Governo do Estado contrair empréstimo de R$ 400 milhões destinados ao Hospital Regional do Jaguaribe e ao Hospital da Região Metropolitana de Fortaleza.

“A despeito de opiniões políticas, todos os representantes do povo devem se unir em favor de um bem maior. É o que espera a sociedade cearense e é este meu compromisso com a população do meu querido Ceará”, declarou Eunício. Nesse sentido, o parlamentar tem atuado também em prol da liberação de recursos para os municípios cearenses, sem restrições político-partidárias, colocando como prioridade a melhoria da oferta de serviço público.

Cariri

Eunício também participa de outras duas solenidades neste sábado, desta feita, na região do Cariri. Pela manhã, ao lado do governador Camilo Santana, ele entrega 982 unidades habitacionais do residencial Filemon Lima Verde, além de participar da assinatura da ordem de serviço para implantação da Areninha do Município de Crato. O evento começa às 9hs, na Estrada Baixio, no Barro Branco, Bairro Vila Lobo, no Crato.

Já à noite, Eunício prestigia a inauguração da 1ª, 2ª e 3ª etapas do Anel Viário de Juazeiro do Norte, além da assinatura das ordens de serviço da última etapa do Anel Viário e da implantação da Areninha. A solenidade acontece às 19h, na Av. do Contorno com Av. Leandro Bezerra, em Juazeiro do Norte.

Secretária de Educação de Juazeiro do Norte entre as 100 melhores do Brasil

A Secretária de Educação de Juazeiro do Norte, Maria Loureto de Lima, foi escolhida como uma das 100 melhores Secretárias Municipais de Educação do País. A divulgação do resultado foi realizada nesta quinta-feira, 30. A área, uma das prioridades da administração do Prefeito Arnon Bezerra, tem sido trabalhada de forma intensa, desde que o atual gestor municipal assumiu a Prefeitura de Juazeiro do Norte.

A qualificação docente, melhoria das escolas, que terão reformas iniciadas na próxima segunda-feira, 04, parcerias com institutos de educação e universidades, têm sido trabalhadas, com a finalidade de possibilitar maiores condições de estudo. Essa realidade busca melhores índices para a Educação no Município, uma das grandes preocupações da atual gestão, na qualificação de todo o processo educacional de Juazeiro do Norte.

Critérios

A pesquisa foi realizada pela União Brasileira de Divulgação (UBD). Foram avaliados aspectos como transparência, responsabilidade fiscal e compromisso social.

A Professor Loureto de Lima será agraciada com o Certificado de Qualidade Total e a Medalha Brasil – Suíça. O prêmio será entregue no dia 15 de dezembro de 2017, em solenidade a ser realizada no auditório do Recife Palace Hotel, às 10h da manhã, na capital Pernambucana.

Fotos: Samuel Macedo/Assessoria de imprensa