Ondas de calor da menopausa são mais intensas em mulheres obesas

Uma pesquisa acaba de destacar as dificuldades que a obesidade pode trazer à vida de mulheres acima dos 40 anos. Conduzida na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) pelo ginecologista Sylvio Saccomani, ela sugere que, quanto maior o peso na balança, maior a intensidade dos fogachos — aquelas ondas de calor típicas da menopausa.

Para chegar a essa conclusão, foram entrevistadas 749 mulheres entre 45 e 60 anos de idade, vindas de 19 municípios diferentes. “Verificamos que existe uma progressão na intensidade do sintoma de acordo com o crescimento no IMC [índice de massa corporal]”, explica Saccomani, em entrevista ao Jornal da Unicamp. “As queixas já pioram com o sobrepeso”.

As participantes obesas também relataram sofrer mais de problemas urinários e secura vaginal. Tudo isso, junto, chegava a afetar o trabalho, o lazer e a vida sexual.

A notícia contraria a hipótese de que a obesidade protege as mulheres diante de dificuldades típicas do avançar dos anos. De acordo com essa tese, a maior quantidade de hormônio feminino no corpo de quem está acima do peso evitaria os fogachos. “[Esse] é mais um trabalho sugerindo que a teoria da piora das ondas de calor na obesidade é mais predominante hoje em dia”, opina Lucia Costa-Paiva, ginecologista e orientadora da tese, também no Jornal da Unicamp.

Fonte: Editora Abril

Pabllo Vittar fura ida ao Faustão, diz colunista

Pablo Vittar deu um bolo na produção do “Domingão do Faustão” no dia 17 de setembro, segundo o colunista Leo Dias.

Um dia após se apresentar ao lado de Fergie no Rock in Rio, a cantora não apareceu para gravar o quadro Ding Dong.

De acordo com Leo Dias, os produtores do Faustão ficaram sem notícias durante toda a manhã do dia 17. Apenas duas horas antes do programa começar é que eles conseguiram falar com um produtor de Pabllo, que lamentou mas avisou que a cantora não estava em condições físicas para comparecer ao programa.

Cientistas desvendam o mistério da construção das pirâmides

ientistas sabem quais foram os métodos utilizados pelos egípcios para transportar os blocos de pedra de muitas toneladas do sul ao norte do país para construção das grandes Pirâmides de Gizé, disse em entrevista ao jornal árabe Asharq al-Awsat o famoso arqueólogo Zahi Hawass.

Há pouco, o jornal Daily Mail publicou um artigo sobre um grupo de arqueólogos ter descoberto o mistério da construção das pirâmides com ajuda de um papiro antigo. O documento descreve em detalhes o modo usado pelos egípcios há mais de 4.600 anos para transportar blocos pesados de granito e calcário a longas distâncias [mais de 800 km: de Assuã no sul do Egito até Gizé para construir a grande Pirâmide de Quéops]. Por exemplo, no papiro está escrito que foram usados canais especiais de água para transporte dos blocos.

Segundo Hawass, não há nada de novo

“O transporte era realizado do porto especial no local da exploração da pedra em Assuã em barcos de madeira que iam pelo Nilo, e depois pelos canais de construção até o porto especial perto das pirâmides”, disse ele.

O complexo das Pirâmides de Gizé está situado na margem ocidental do Nilo ao lado do Cairo. As três pirâmides mais conhecidas do mundo têm aproximadamente 4,5 mil anos de idade: Quéops, Quéfren e Miquerinos. Com informações do Sputnik News.