Eunício recebe prefeitos e discute projetos na educação e segurança hídrica

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), recebeu prefeitos cearenses nesta-quarta-feira (09), na presidência do Senado e discutiu projetos que necessitam de recurso federal para serem implantados nas cidades.

O prefeito de Tianguá, Luiz Menezes, apresentou estudo para construção de um açude na localidade. De acordo com ele, a obra trará alívio para a população local que vem sofrendo com os efeitos da estiagem. “Trouxemos a demanda da água. É um problema sério no Ceará, sempre foi, e nós fizemos um projeto para construção de um açude com capacidade de 12 milhões de metros cúbicos para que possa atender aquela região”, defendeu.

O prefeito também solicitou apoio para que as obras de recuperação da BR 222, no trecho urbano que passa pelo município, sejam retomadas. Também participou do encontro o vice-prefeito da cidade, Aroldo Portela.

Eunício também recebeu o prefeito da cidade de Mombaça, Ecildo Filho. Eles discutiram o projeto de instalação de um Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) no município. Para Ecildo, o projeto já foi elaborado e está em discussão no ministério da Educação. “Muitos estudantes de Mombaça se deslocam diariamente para outras cidades em busca de uma educação profissionalizante. Por isso estamos nessa luta para que possamos atender jovens da nossa localidade e de mais dez cidades vizinhas”, argumentou.

Em atenção às solicitações, Eunício disse que irá procurar os ministérios responsáveis em busca de uma solução.

Projeto “A Dramaturgia do Debate”, de Salvador (BA), faz curta temporada em Juazeiro do Norte

 

O projeto, que vem diretamente de Salvador (BA), traz a Juazeiro do Norte oficina e espetáculo que tem no elenco Aldri Anunciação (vencedor do prêmio Jabuti de Literatura) e a direção de Lázaro Ramos.

 

Entre os dias 08 e 12 de agosto, Juazeiro do Norte receberá o projeto “A Dramaturgia do Debate”. Com idealização da empresa Melanina Acentuada Produções Artísticas e a produção da Giro Planejamento Cultural, o projeto conta com patrocínio do Banco do Nordeste através da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura.

O projeto é composto por uma oficina de dramaturgia gratuita, voltada sobretudo para estudantes (a partir de 15 anos) da rede pública de ensino. Todas as ações acontecerão no Centro Cultural Banco do Norte Cariri.

A oficina que será ministrada por Aldri Anunciação entre os dias 08 e 10 de agosto, das 14h às 18h, fará com que os seus participantes entrem em contato com o processo de construção de um texto teatral. Seu conteúdo é baseado na pesquisa intitulada “A Dramaturgia do Espetáculo-Debate”, realizada no curso de mestrado PPGAC-UFBA pelo próprio ministrante. A oficina tem carga horária de 12h.

Aldri Anunciação é autor do texto e também compõe o elenco de “Namíbia, não”, juntamente com o ator Fernando Santana. Com direção de Lázaro Ramos, o espetáculo tem em seu argumento a seguinte situação hipotética: o ano é 2016 e o governo brasileiro decreta que todos os cidadãos de melanina acentuada sejam deportados para um país da África, como medida de reparação social. Com humor e inteligência, o espetáculo provoca uma discussão sobre as relações humanas no Brasil, a partir do confinamento de dois primos (André e Antônio) em um apartamento, onde tentam se proteger da ambiciosa Medida Provisória.

 

O espetáculo será apresentado no Teatro do Centro Cultural Banco do Norte nos dias 11, às 19h30 e 12 de agosto, às 16h30 e 19h30. Tanto a apresentação do dia 11, como a primeira do dia 12 serão sucedidas de debate com o público presente. A inscrição para a oficina e a entrada para o espetáculo são gratuitas.

 

Namíbia, não! conquistou Prêmio Jabuti de Literatura

 

O texto do espetáculo Namíbia, não! deu origem ao livro de mesmo nome que foi contemplado com o prêmio Jabuti de Literatura, na categoria ficção juvenil, no ano de 2013. Antes de ser transformado em livro literário, Namíbia, não! foi premiado diversas vezes.

Recebeu o Prêmio R7 de Melhor Texto de Teatro de 2012 – São Paulo, através de votação popular, que mobilizou mais de 100 mil votantes. Ainda foi contemplada com o Prêmio Braskem de Teatro 2011 – Salvador e o Prêmio Fapex – 2010, ambos na categoria Melhor Texto.

 

Aldri Anunciação

Aldri Anunciação é um ator/dramaturgo, com formação em Teoria do Teatro pela Unirio. Trabalhou no espetáculo do diretor mineiro Gabriel Vilela, O Sonho (August Strindberg). Escreveu cinco (05) textos de teatro, dentre os quais “Namíbia, não!” (Prêmio Jabuti de Literatura – 2013) e os textos inéditos, “Memórias de Uma Travessia Interrompida”, “O Sistema Único” e “Embarque Imediato”. Também é ator de cinema e televisão.

 

Lázaro Ramos – Diretor do Espetáculo

 

Namíbia, não! também marca a estreia de Lázaro Ramos como diretor teatral adulto. Com o espetáculo já realizou temporadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Belo Horizonte, Brasília e Portugal, sempre com grande acolhida do público e da crítica especializada.
Nascido em Salvador/Bahia, no ano de 1978, Lázaro Ramos tem como formação cursos de teatro, dança e canto, além de ter integrado o Bando de Teatro Olodum. Além de um vasto currículo como ator de cinema teatro e televisão.

 

Serviço:
Projeto “A Dramaturgia do Debate”

Oficina de dramaturgia, com Aldri Anunciação.
Dias 08, 09 e 10 de agosto de 2017, das 14h às 18h
Carga horária: 12h.
Inscrições gratuitas!

 

Apresentação Namíbia, não!
Dia 11 de agosto, 19h30 (apresentação será seguida de debate de 30 minutos com o público presente);
Dia 12 de agosto, 16h30 e 19h30 (a primeira apresentação será seguida de debate de 30 minutos com o público presente).
Entrada franca!

 

Mais informações:
Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri
Rua São Pedro, 337. Centro, Juazeiro do Norte. Fone: (88) 3511.4582

 

Assessoria de Imprensa no Cariri do Projeto “A Dramaturgia do Debate”

Alerta tendência: o tom terroso para substituir o preto básico

O tom terroso é a tendência do momento. Considerado o novo preto, a variação do marrom nude ao avermelhado é uma alternativa para transformar o look do dia a dia em algo sempre novo.

E o melhor: a cor cabe em peças e acessórios variados – seja em jaquetas, calças, botas ou bolsas –; é um curinga para qualquer ocasião em todas as estações do ano e está disponível a preços acessíveis no mercado.

Totalmente terroso

Assim como o preto, o tom terroso também permite composições monocromáticas. Assim, é possível montar visuais com casacos, calças, bolsas, acessórios de pulso e sapatos completamente marrons.

Toques de marrom

Se a ideia é mesclar o terroso a outros tons no look, aposte na harmonização entre o marrom e cores clássicas. Blusas brancas e shorts jeans formam bonitas combinações com jaquetas em tons de terra e bolsas de tiracolo na mesma cor.

No detalhe

Uma alternativa para quem quer aderir o tom terroso, aos poucos, no look do dia a dia é investir em uma única peça que traz a cor. Sapatos são boas opções para o início dessa imersão no tom.

Fonte: Claudia Abril

Intel completa compra da Mobileye e reforça tecnologia para carros autônomos

A Intel concluiu nesta semana a aquisição da startup Mobileye. A companhia, com sede em Israel, é mais conhecida por sua tecnologia que habilita carros autônomos para evitar colisões, incluindo aí sensores e visão artificial capaz de detectar pedestres, placas de limite de velocidade, faixas e mais. Em março deste ano, a companhia anunciou acordo para adquirir a Mobileye por US$ 15,3 bilhões.

A aquisição deve acelerar a indústria automotiva, posicionando a Intel como fornecedora líder de tecnologia em um mercado de rápido crescimento para veículos altamente autônomos.

“Com a Mobileye, a Intel surge como líder na criação da base tecnológica que a indústria automotiva precisa para um futuro autônomo”, afirmou o CEO da Intel, Brian Krzanich. “É um desafio emocionante de engenharia e uma enorme oportunidade de crescimento para a Intel. Ainda mais emocionante é o potencial que carros autônomos têm para transformar indústrias, melhorar a sociedade e salvar milhões de vidas”, completou.

Ainda de acordo com Krzanich, a aquisição permitirá que a experiência da Mobileye em visão computacional, conhecida como “os olhos” de carros autônomos – complemente a experiência de computação e conectividade de alto desempenho da Intel – conhecida como “o cérebro” – em busca de criar soluções automatizadas entregues a partir da nuvem para os carros

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As operações da Mobileye integrarão o chamado Automated Driving Group (ADG) da Intel, que irá liderar os esforços em condução autônoma da fabricante de chips e terá o suporte total dos recursos e tecnologia da própria Intel para definir e oferecer soluções de nuvem para o segmento no mercado automotivo.

A Mobileye permanecerá sediada em Israel e liderada pelo professor Amnon Shashua, que atuará como vice-presidente sênior da Intel e CEO da Mobileye e diretor de tecnologia. Ziv Aviram, cofundador, presidente e CEO da Mobileye, está se retirando da empresa, com vigência imediata.

“Conduzir tecnologia de condução autônoma requer uma combinação de produtos de software proprietários e plataformas de hardware de sistemas abertos versáteis que permitam aos clientes e parceiros personalizar soluções”, disse o professor Shashua.

“Pela primeira vez, a indústria automobilística tem um único parceiro com conhecimentos profundos e um legado cultural em ambas as áreas. A Mobileye está muito animada para começar este novo capítulo”, continuou.

Adiante, o professor Shashua disse que a Mobileye apoiará e desenvolverá a tecnologia existente e o relacionamento com fabricantes de automóveis, parceiros da área de semicondutores para desenvolver programas avançados de condução, altamente autônomo e totalmente autônomo.

Carros estão se tornando data centers sobre rodas, disse a Intel que espera que até 2020 veículos sem motorista irão gerar 4 mil GB de dados por dia. A companhia estima que o mercado para os sistemas com foco em dados, serviços e sistemas para veículos será avaliado em US$ 70 bilhões em 2030.

Fonte: Terra

Vegetarianismo faz bem? Depende do que você põe no lugar da carne

Dá para ser vegetariano ou vegano vivendo só de batata frita – e é exatamente aí que mora o perigo. Cientistas da Universidade de Harvard descobriram que, por mais que você se esforce em ficar longe de qualquer coisa de origem animal, uma dieta vegana, por si só, não lhe tornará mais saudável.

Segundo seu novo estudo, o problema está no que vaio ao prato em vez da carne. Os grandes vilões são os alimentos superprocessados, açucarados demais ou cheios de gordura – eles podem não conter carne, mas entopem suas artérias do mesmo jeito.

Quando comparados a pessoas que evitavam os industrializados – mesmo as que comiam carne –, veganos e vegetarianos sem muitos critérios alimentares desenvolveram mais doenças do coração e tiveram aumentado o risco de morrer durante o período do estudo.

A pesquisa considerou três bancos de dados sobre saúde pública, que analisaram voluntários entre 1984 e 2012. No total, participaram mais de 210 mil norte-americanos com idade entre 25 e 75 anos e livres de doenças cardiovasculares ou histórico de problemas como diabetes. Eles voltavam a cada dois ou quatro anos para fazer uma avaliação e listar os alimentos que integravam suas dietas – além de informar com que quantidade e frequência comiam cada um.

Os relatos serviram como base para a criação de três grupos alimentares. No primeiro, estavam os que consumiam grandes quantidades de frutas e legumes, mas não abriam mão de até de seis porções de carne, leite ou derivados.

Já o segundo grupo incluía também doses fartas de elementos como grãos, nozes e castanhas – além de menos carne, gordura e açúcares. O último, por sua vez, era daqueles que não comiam carne, mas mandavam para dentro o que bem entendiam – sem olhar a procedência e muito menos as calorias.

Ao longo dos mais de 20 anos de pesquisa, 8 631 pessoas sofreram algum problema cardíaco. Mesmo que você não conheça muito sobre alimentação saudável, pode prever que o segundo grupo se manteve com o coração mais preservado. Eles tiveram 25% menos chance de doenças cardiovasculares, se comparados ao grupo que comia muitos vegetais e não controlava as quantidades de açúcar, gordura e carne.

Mas a principal surpresa foi em relação àqueles que se privavam de alimentos de origem animal, porém não prestavam atenção na dieta. Nessa turma, que se esbaldava em doces e refrigerantes, a probabilidade de infarto subiu 32% em comparação ao segundo grupo.

“É possível ser vegano e consumir alimentos de origem vegetal com baixa qualidade”, explica Ambika Satija, uma das responsáveis pelo estudo. Não que se entupir de carne vermelha faça bem – longe disso. Mas o simples fato de cortá-la da dieta não livra você de qualquer problema de saúde. Por dentro do assunto: Descubra com a Cooperforte porque previnir é sempre melhor e mais econômico Patrocinado 

Fonte: Editora Abril