A indústria cearense encerrou os quatro primeiros meses de 2026 com saldo positivo de 1.975 empregos formais, alcançando o segundo melhor desempenho entre os estados do Nordeste, segundo dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado ficou atrás apenas da Bahia, que registrou saldo de 5.880 vagas no período.
Entre janeiro e abril, o Ceará contabilizou 285.465 trabalhadores com carteira assinada na indústria, ocupando a terceira posição entre os estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste com maior número de empregos formais no setor.
O principal destaque foi a indústria de transformação, responsável por 1.738 das novas vagas geradas e por mais de 259 mil empregos ativos. Os segmentos que mais contrataram foram os de produtos minerais não metálicos, produtos de metal, confecção de vestuário e acessórios, produtos alimentícios e manutenção e reparação de máquinas e equipamentos.
Entre os setores que concentram o maior número de trabalhadores empregados no estado estão a indústria calçadista, com 67.637 postos de trabalho, seguida pelos segmentos de produtos alimentícios, confecção de vestuário, produtos minerais não metálicos e produtos têxteis.
De acordo com a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), os resultados refletem o fortalecimento da atividade industrial e a atração de investimentos para o estado. O setor calçadista segue como destaque nacional, liderando a produção brasileira e empregando o maior número de trabalhadores formais da atividade no país.










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