O rendimento domiciliar per capita no Brasil chegou a R$ 2.316 em 2025, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O valor representa um aumento em relação a 2024, quando a média era de R$ 2.069, e confirma uma tendência de crescimento observada desde 2022, indicando avanço gradual na renda da população brasileira.
Apesar da melhora nacional, as diferenças entre os estados continuam expressivas. O Distrito Federal lidera com o maior rendimento médio, alcançando R$ 4.538 por pessoa, enquanto o Maranhão apresenta o menor valor, com R$ 1.219. Ao todo, nove estados, além do Distrito Federal, registraram rendimento superior à média nacional.
Entre as unidades federativas com melhores resultados estão São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que aparecem entre os maiores níveis de renda do país. Esses dados são provenientes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), levantamento que acompanha a evolução das condições socioeconômicas no Brasil.
O cálculo considera a soma de todos os rendimentos recebidos pelos moradores de um domicílio, incluindo salários, aposentadorias e outras fontes, dividida pelo número total de residentes. Esse indicador é utilizado como referência para avaliar o padrão de vida da população e orientar políticas públicas.
Além de medir o bem-estar econômico, os números também servem como base para definir critérios de repasse de recursos federais aos estados. Segundo o IBGE, a pesquisa é realizada regularmente desde 2012 e permite monitorar as transformações no mercado de trabalho e na renda ao longo do tempo.










Deixe um comentário