Encontro de Imunização conclui debates sobre a mobilização pela cobertura vacinal no Ceará

Foto: Divulgação

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Encontro de Imunização aconteceu nos dias 12 e 13 de dezembro

O Encontro de Imunização, promovido pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), encerrou as atividades nesta quinta-feira (13). O evento, iniciado na terça-feira (12), ocorreu no auditório Murilo Aguiar, na Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) e teve o objetivo de discutir estratégias de imunização dos municípios e apresentar as experiências exitosas de vacinação no Ceará.

Durante o segundo e último dia, a programação trouxe temas, como a Integração educação e saúde: educação infantil ao ensino médio; a lançamento da especialização ESP e projetos educacionais; a Comunidades tradicionais: desafios e perspectivas na vacinação; a vacinação da população privada de liberdade; o Programa Primeira Infância: meta para o alcance das coberturas vacinais; o impacto da pandemia por covid-19 antes e depois da vacina em gestantes e puérperas no Brasil e no Ceará; a vacinação e o desenvolvimento neurocognitivo infantil; entre outros.

Segundo a titular da Coordenadoria de Imunização (Coimu) da Sesa, Ana Karine Borges, O encontro de imunização foi planejado na perspectiva de realizar um avaliação das estratégias desenvolvidas em 2023, identificar e planejar as atividades de vacinação para 2024, além de reafirmar parcerias com diversos setores que impactam diretamente no cenário da vacinação do estado. “Mais de 200 participantes de vários municípios do Ceará estiveram presentes no encontro e puderam contemplar a contribuição de palestrantes da sociedade científica, civil, ONG, secretarias de governo, universidades, dentre outros”, destacou.

Já o secretário executivo de Vigilância em Saúde da Sesa, Antonio Silva Lima Neto, ainda durante o primeiro dia de evento, ressaltou a necessidade da manutenção de uma postura firme com relação as vacinas. “Esse ano, demos bons passos, porque as campanhas de multivacinação foram bem sucedidas, mas não podemos parar. Temos que ser firmes no que diz respeito à vacina e ser capazes de ter argumentos, porque tivemos prejuízos, especialmente com os mais vulneráveis: a população infantil. Existe a hesitação vacinal e, mesmo sem efeitos colaterais e vacinas extremamente seguras, a cobertura ainda está baixa nesse público”, afirmou.

Fonte: Ascom Sesa/Levi Aguiar

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