BPRE realiza Operação Independência 2020 nas rodovias cearenses

O Batalhão de Polícia de Trânsito Urbano e Rodoviário Estadual (BPRE) da Polícia Militar do Ceará (PMCE) realiza a “Operação Independência 2020”, por ocasião do feriado de 7 de Setembro. Ela será desempenhada no período compreendido entre às 17 horas desta sexta-feira (4) até às 20 horas de segunda-feira (7). Mais de 300 policiais militares serão mobilizados nos serviços de orientação e fiscalização, com apoio de agentes do Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE) e das autarquias municipais de trânsito.

As ações ostensivas serão realizadas nas rodovias estaduais do Ceará, por meio de blitze barreiras e/ou itinerantes, principalmente nos trechos mais vulneráveis à ação de insegurança e naqueles onde há maior incidência de acidentes, como nos acessos às regiões praianas e serranas. O objetivo é garantir a segurança dos usuários das rodovias estaduais e da população em geral, bem como dar a perfeita fluidez ao trânsito.

A operação ocorrerá em mais de 30 postos de fiscalização. Os mais de 300 policiais militares contarão com auxílio de mais de 60 veículos, entre viaturas e motos, além de 20 guinchos. O 1º tenente PM Bruno Henrique Lopes, chefe de Operações e Planejamento do BPRE, destaca ainda a importância dos condutores e passageiros cumprirem as medidas sanitárias no enfrentamento à pandemia da Covid-19. “O BPRE atuará reforçando as principais rodovias com a intensificação da fiscalização de trânsito. Além disso, o diferencial da operação deste ano será a fiscalização concomitante do uso obrigatório de máscara de proteção individual, bem como o cumprimento dos decretos governamentais de combate ao coronavírus”.

Ceará é o primeiro Estado a sancionar a Lei Aldir Blanc, que injetará R$ 138 milhões na cultura cearense

Sanção da lei foi realizada durante transmissão nas redes sociais pelo governador Camilo Santana

O governador Camilo Santana sancionou nesta sexta-feira (4), durante transmissão nas redes sociais, a Lei Aldir Blanc, que prevê investimento de R$ 138,6 milhões para apoio e fomento à cultura cearense. Aprovada ontem pela Assembleia Legislativa, o documento é uma adequação do Ceará à Lei Federal 14.017 e destinará R$ 71 milhões ao Estado e R$ 67 milhões aos municípios.

“Cumprimento a todos que fazem a cultura no Ceará ao sancionar agora a Lei Aldir Blanc, um movimento para ajudar de forma emergencial, em tempos de pandemia, aos artistas que fazem a cultura no país. Aprovado pelo Governo Federal, serão destinados R$ 71 milhões ao Estado, e R$ 67 milhões aos municípios. Para utilizar os valores e a aplicação dos recursos, a Secult elaborou um plano, seguido de uma plataforma para atender as demandas dos profissionais”, explicou Camilo Santana.

A Lei Federal 14.017 beneficiará diretamente 16 mil pessoas que trabalham na área da cultura do Ceará. Entre os editais, serão 736 projetos culturais apoiados e 2.500 pessoas atendidas em ações de formação em todo o estado.

Para o secretário da Cultura, Fabiano Piúba, hoje é um dia histórico para a cultura do Ceará. “Somos o primeiro Estado a sancionar a lei e falo em nome de todos os artistas cearenses. Estamos trabalhando em um plano integrado e articulado com os municípios e sociedade civil. Todo nosso plano de ação foi discutido com o Conselho Estadual de Cultura, com os fóruns de linguagem artística e segmentos culturais. Tivemos reuniões com o pessoal do teatro, música, cinema, povos indígenas, e as várias vertentes da cultura, pois essa Lei tem uma característica de construção social e coletiva”, celebrou o secretário.

Dos recursos ao Estado, R$ 71 milhões serão destinados para ações de transferência de renda para os trabalhadores e trabalhadoras da cultura; realização dos editais, prêmios, chamadas públicas e aquisição de bens e serviços com vistas ao fomento das artes e da cultura no Ceará. Enquanto os outros R$ 67 milhões serão voltados para execução dos municípios cearenses para ações de subsídios aos espaços culturais e artísticos, como também realização de editais.

A Lei

A Lei é um marco importante para o Ceará que garante auxílio financeiro aos agentes culturais e aos espaços (equipamentos culturais, pequenas empresas, associações e coletivos mantidos por pessoas e instituições da sociedade) que tiveram suas atividades interrompidas devido à pandemia da Covid-19.

O Projeto de Lei Complementar aprovado, além de implementar as ações emergenciais ao setor cultural no âmbito da Lei Aldir Blanc (Lei Federal n.º 14.017/2020), propõe também alterações na Lei do Sistema Estadual de Cultura – SIEC (Lei 13.811/2006). Com o acréscimo desse dispositivo, os recursos federais deverão integrar o FEC, através de uma subfonte com conta específica que irá recepcionar os recursos programados para execução da Lei Aldir Blanc no Ceará.

Covid-19: servidores da saúde denunciam falta de EPIs em Altaneira

Em plena pandemia do novo coronavírus – período em que servidores da saúde estão mais expostos à contaminação – trabalhadores que atuam na linha de frente do combate à covid-19 em Altaneira denunciam falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) nas unidades Básicas de saúde no município. “Aqui nós não temos sequer papel toalha, imagina os itens básicos”, diz um servidor em mensagem enviada à redação do News Cariri, que pediu para não ser identificado temendo retaliações por parte da prefeitura.

O funcionário também questiona: “para onde está indo o dinheiro destinado a combater a pandemia?”. Segundo ele, a gestão municipal não tem tratado a saúde dos trabalhadores das unidades básicas com a devida responsabilidade. “Estamos largados à própria sorte. Infelizmente ninguém fala nada com medo de perseguição, mas a realidade é triste”, afirmou.

Informações apuradas pelo News Cariri dão conta que em situações de extrema escassez os próprios funcionários tem que desembolsar valores para suprir a falta, já que a secretaria de saúde não tem atendido às demandas dos funcionários da unidade.

Progressista convoca filiados para convenção partidária em Crato

O diretório municipal do PROGRESSISTA, no Crato, anunciou a realização de sua convenção partidária para o dia 13 de setembro, das 10 às 13h. Durante o evento, que será transmitido pelas redes sociais, os integrantes da legenda irão deliberar sobre coligações para as eleições majoritárias e discutir assuntos de interesse dos filiados.

Cidadania convoca filiados para convenção partidária em Crato

O diretório municipal do CIDADANIA, no Crato, anunciou a realização de sua convenção partidária para o dia 11 de setembro, das 14 às 17h. Durante o evento, que será transmitido pelas redes sociais, os integrantes da legenda irão deliberar sobre coligações para as eleições majoritárias e discutir assuntos de interesse dos filiados.

Veja abaixo o edital de convocação:

Policiais socorrem bebê que ficou meia hora desacordado após afogamento em Juazeiro do Norte

POR AGÊNCIA NEWS CARIRI

Uma equipe de policiais militares prestou os primeiros socorros a um bebê – de idade não informada – que sofreu afogamento doméstico em um recipiente com água na manhã desta sexta-feira no bairro Frei Damião, em Juazeiro do Norte. O fato ocorreu por volta das 8:30hs, quando os agentes realizavam patrulhamento de rotina pelo bairro e foram informados que um bebê estaria engasgado.

Ao chegarem ao local indicado, constataram que a criança já estava desacordada. Ela foi colocada na viatura juntamente com a sua mãe e na sequência levada ao Hospital Regional do Cariri (HRC).

Durante o percurso até a unidade hospitalar, os PMs tentaram reanimar a criança, que aparentava já ter falecido. “Fizemos massagens, inclusive respiração boca a boca, quando surpreendentemente o pequenino apresentou um sinal vital, mexendo a boca”, narram os policiais no registro de ocorrência.

Na chegada ao HRC, a equipe médica recebeu a criança e conseguiu reanimá-la. Posteriormente, o bebê foi transferido numa UTI móvel para um hospital com especialidade pediátrica em Barbalha.

“Foi um milagre”, disse a mãe da criança, afirmando que o bebê passou cerca de meia hora desacordada.

Carne mais cara: o valor do produto no Cariri pode ter variação de 35%

Por Monike Feitosa

Zootecnista explica que insumos subiram e falta de animais deixam carnes bovina e suína “salgadas”

As carnes são os produtos alimentícios mais comuns nos pratos dos brasileiros, no churrasco de final de semana e nas comemorações festivas, onde geralmente se junta a família, amigos e vizinhos. Mas, nos últimos meses, mesmo durante a pandemia, ocorreu um aumento significativo no quilo.

A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) destaca que a arroba do boi segue firme e com motivos para buscar novos patamares.

De acordo com o Centro de Inteligência da Carne Bovina (Cicarnes) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as exportações de carne bovina estão em alta, em comparação com o mesmo período de 2019: em abril foram exportadas 650 toneladas a mais por dia em média, onde o continente asiático foi o principal destino no primeiro trimestre.

O Consultor Rural da Campo Forte e Zootecnista, Niraldo Muniz, destaca que o fator mais importante para que o preço da carne venha aumentando é justamente as exportações, além dos insumos agropecuários e falta de animais de reposição destinado ao abate. “Produtos como a carne bovina e a carne suína são procurados fora do país e o preço que é vendido lá, estimula o aumento dos preços no mercado interno também. Outro fator que está relacionado são os produtos utilizados na produção alimentícia animal, como o milho e a soja, que vem sofrendo um aumento significativo do preço, por fim, a falta de bezerros diminui a quantidade de animais de abate isso é dado pela baixa produção e abate de fêmeas”, disse.

Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) destaca que as Exportações de carne suína alcançaram 100 mil toneladas em julho e que os embarques cresceram 47,9% em relação ao mesmo período de 2019. O saldo total de julho chegou a US$ 203,1 milhões, número 37,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Ásia é o principal destino das exportações

A Cicarnes lembra que a China consome 47% de toda a produção bovina exportada. Devido aos efeitos causados pela pandemia e pela febre suína africana, a produção do país ficou comprometida, o que resultou em alta na demanda por produtos de outros países, como o Brasil. No mês de maio, o Brasil concluiu ainda as negociações com a Tailândia para a venda de carne bovina, um mercado com geração de US$ 140 milhões por ano.

Já, a alta das vendas de carne suína para a região chega a 82,9% na comparação entre janeiro e julho deste ano e o mesmo período de 2019, com 456 mil toneladas exportadas neste ano. Apenas para a China foram 282,1 mil toneladas, número 143% superior ao mesmo período de 2019. Hong Kong, com 107,7 mil toneladas, aumento de 17%, Cingapura com 32,9 mil toneladas e um aumento de 49%, e Vietnã com 16,9 mil toneladas, correspondente a 90%.

Consumidor, pesquise antes de comprar

A Commonike pesquisou os valores da carne bovina em três estabelecimentos de Juazeiro do Norte.

No frigorífico 1, o quilo de Filé Mignon, tido como produto de primeira qualidade, está custando
R$ 42,00, a Maminha, que está em um patamar de corte intermediário, está sendo vendida a R$ 35,00 e carne moída de segunda, custa R$ 14,00.

No frigorífico 2, o Filé Mignon está R$ 44,90, a Maminha R$ 32,90 e a carne moída de segunda, R$ 16,90.

Já no frigorífico 3, o Filé Mignon custa R$ 41,00, a maminha R$ 36,90 e a carne moída de segunda R$ 18,90.

É possível perceber uma variação considerável entre os preços de cerca de 35%, com diferença de R$ 4,90 entre a maminha dos estabelecimentos 2 e 3 e na carne moída do 1 e do 3. Com isso, observa-se que comprar no primeiro lugar que se encontra o produto não é vantajoso, nem carne congelada de supermercado, a menos que seja “Dia de Promoção”. Casas de carnes, frigoríficos e mercados são locais onde se encontra carne fresca e mais barata, popular “carne do dia”. Observar as condições de higiene, claro, também deve ser tão importante quanto o preço!

Banco do Nordeste realiza feirão de renegociação de dívidas da linha Crediamigo

O Banco do Nordeste realiza o Feirão da Retomada durante a Semana Brasil, evento organizado pelo Governo Federal para levar ofertas especiais a consumidores a partir de hoje até o próximo dia 13. O Feirão traz oportunidades para clientes do Crediamigo do Banco do Nordeste aderirem à renegociação de dívidas, de operações com ou sem atraso, em condições diferenciadas. 

 

O pagamento da primeira parcela da nova operação renegociada terá prazo de até 60 dias e o cliente poderá também financiar Taxa de Abertura de Crédito (TAC) e seguro prestamista. As renegociações ocorrerão em encontros virtuais, com agendamento feito pelas unidades Crediamigo. O atendimento será realizado por agentes de microcrédito por meio de videochamadas.

 

Na Semana Brasil, o BNB realizará também o Webinar Crediamigo, a ser transmitido pelo canalBancodoNordesteOficial, no YouTube, com conteúdos especiais para microempreendedores. Nos dias 4, 8, 9, 10 e 11 deste mês, serão debatidos os temas: Empreendendo como MEI; Atender o cliente por meios digitais: como ganhar, fidelizar e lucrar mais; A retomada das atividades é o momento certo para crescer; Dicas para a retomada das vendas de artesanato e alimentação; Use as redes sociais para alavancar o seu negócio; Modelo de vendas por delivery; Atendimento ao cliente em tempos de pandemia; Dê um grande salto para seu negócio: formalize-se.

 

As palestras serão feitas por especialistas de instituições parceiras como Sebrae e ONGs. Participarão dos debates gerentes do Crediamigo da Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.

 

FNE Emergencial Crediamigo

 

Durante a Semana Brasil, o Banco do Nordeste também ampliará o atendimento aos clientes interessados em contratação de crédito pelo FNE Emergencial, linha especial vigente enquanto perdurarem os decretos de calamidade pública em razão da pandemia de Covid-19. A linha operacionalizada exclusivamente pelo BNB foi lançada pelo Governo Federal em março deste ano. 

 

O FNE Emergencial beneficia pessoas físicas, profissionais liberais e empreendedores individuais (MEIs) com atividades produtivas localizadas em municípios em estado de calamidade declarada por autoridades públicas. As taxas de juros são de 2,5% a.a., com prazos e carências especiais. 

 

Sem sintomas, brasileira ficou cinco meses infectada pelo coronavírus

Profissional de saúde se manteve 152 dias infectada com capacidade de transmitir o vírus; estudo reforça papel dos assintomáticos na pandemia

Um estudo pioneiro que está sendo realizado por pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) sugere que pacientes de covid-19 podem continuar transmitindo a doença por 30 dias em média. A pesquisa contou com a participação de mais de 50 pacientes, sendo que uma delas ficou com a doença transmissível por 152 dias – 5 meses. Trata-se da mais longa permanência do novo coronavírus no corpo já documentada no mundo.

A paciente é uma profissional de saúde que não teve sua identidade divulgada. Ela teve sintomas leves, que cessaram, mas o vírus permaneceu em seu organismo por todo esse período com capacidade de replicação, ou seja, de infectar outras pessoas.

“Esse é um caso extremo, raríssimo. A importância do estudo é que mostra que os profissionais que voltam ao trabalho após o isolamento, principalmente os que trabalham com o público, precisam continuar tomando cuidado”, afirma o médico e pesquisador especialista em genética Amilcar Tanuri. Ele é chefe do Laboratório de Virologia Molecular do Instituto de Biologia da UFRJ e um dos autores do estudo.

Segundo ele, cerca de 40% dos participantes ainda tinham o vírus na fossa nasal após os 14 dias de quarentena, período até então considerado seguro para evitar o contágio da doença.

O pesquisador explica que apenas ter o vírus não significa que a pessoa continua transmitindo. “Se entendia que eram vírus destruídos ou que não tinham capacidade de replicação, mas colocamos as amostras em cultura de células e 20% teve replicação, ou seja, eram capazes de infectar outra pessoa.”

Segundo Tanuri, o ideal seria que os pacientes só saíssem da quarentena mediante o teste PCR com resultado negativo. Ele explica que, para que a pessoa pare de transmitir a doença, o corpo precisa ter conseguido ter uma resposta imunológica satisfatória contra o vírus, o que pode demorar para acontecer. “Mesmo depois que as pessoas não têm mais sintomas, elas continuam transmitindo.”

O estudo, que reforça a importância dos assintomáticos na pandemia, ainda vai passar por um refinamento de dados, segundo o pesquisador, e deve ser publicado oficialmente em duas semanas.

Fonte: R7

Estudo canadense investiga uso do açaí no tratamento da covid-19

Efeitos anti-inflamatórios do extrato de açaí podem conter complicações da doença por conta da inflamação generalizada, dizem pesquisadores

Uma pesquisa da Universidade de Toronto, no Canadá, está testando a eficácia de extrato de açaí no tratamento de covid-19. O estudo está sendo conduzido pelos pesquisadores Michael Farkouh e Ana Andreazza, que acreditam que o poder anti-inflamatório da fruta pode melhorar a recuperação de pacientes com o novo coronavírus e ajudar a prevenir complicações causadas pela inflamação.

Os pesquisadores vão investigar se o extrato do açaí pode reduzir a mortalidade ou a necessidade de ventilação mecânica em pacientes com covid-19.

Segundo informações do Clinicals Trial Ontario, uma organização de experimentos clínicos, Ana já pesquisava as ações inibidoras de inflamação do açaí e, como a covid-19 é uma doença que causa uma inflamação generalizada no corpo, viu a oportunidade de estudar a fruta no tratamento da doença.

“Nossa colaboração é uma história realmente interessante de como cientistas translacionais e cientistas clínicos se reúnem em tempos de crise para apresentar uma intervenção cientificamente sólida”, afirmou Farkouh ao Clinical Trial Ontario.

O ensaio clínico está sendo realizado no Brasil e no Canadá. Os centros de pesquisa incluem o Women’s College Hospital, a Scarborough Health Network e a Universidade de São Paulo (USP).

Fonte: R7