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Escola do bairro Grossos promoveu mutirão contra as arboviroses em Várzea Alegre-CE

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A união e a ação comunitária são ferramentas fundamentais no combate às arboviroses. No primeiro bimestre deste ano, segundo a Secretaria de Saúde do Ceará – SESA, Várzea Alegre não teve registros de dengue, zika ou chikungunya. Para continuar livre das doenças provocadas pelo aedes aegypti, aconteceu no bairro Grossos, nesta manhã de quarta-feira, 17, um mutirão, que reuniu diretores, professores e alunos da Escola Maria Anésia Ferreira Lima, situada naquela comunidade.

Integrantes da equipe do Governo Municipal se uniram aos promotores do mutirão para a campanha “Escola e Comunidade Livres das Arboviroses”. Estiveram presentes Angelita Ferreira – Núcleo de Vigilância em Saúde; Antônio Fernandes – Secretário de Educação; J. Marcílio – Secretário de Meio Ambiente; e ainda Agentes de Endemias e Agentes de Saúde.

O mutirão teve início por volta das 08h, passando por ruas do bairro, verificando terrenos baldios e recolhendo todos os tipos de materiais que pudessem contribuir para o surgimento do mosquito, como sacolas plásticas, garrafas pet, tampinhas de garrafa, pneus, entre outros objetos descartados de forma incorreta nesses locais. Ao final, cerca de uma tonelada e meia de lixo foi recolhida no bairro.

Lisiana Bitu – Diretora da Escola Maria Anésia, disse que essa campanha é realizada desde 2018 e este ano as parcerias com as equipes do governo foram ampliadas. Ela destacou que nesta semana o combate às arboviroses tem sido trabalhado na escola com palestra e dinâmicas, culminando com o mutirão. “Nosso intuito é conscientizar os moradores do bairro da importância da proteção contra o mosquito da dengue”, disse.

O aluno da Escola Maria Anésia, Ricardo Lucas, que cursa o 9º ano, incentivou os moradores à prevenção contra as arboviroses. “O recado que eu quero passar é que tomem muito cuidado e vamos limpar as ruas. Que os moradores façam sua parte. Eles acham que é a prefeitura que tem que fazer esse trabalho, mas os moradores devem contribuir”, afirmou.

Para J. Marcílio, as pessoas têm que ter consciência que uma simples garrafinha de refrigerante, jogada no meio da rua ou em terrenos baldios, acumula água se tornando ambiente adequado para o surgimento do mosquito que é de fácil multiplicação. Ele agradeceu a comunidade pelo envolvimento no mutirão.

Assessoria de Comunicação

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