Operação Semana Santa: DER terá equipes de plantão e alerta motoristas para trechos em obras

Visando oferecer mais segurança aos motoristas que trafegarão pelas rodovias estaduais na Semana Santa, o Departamento Estadual de Rodovias – DER deixará uma equipe de plantão em cada Distrito Operacional (D.O) neste feriadão. A operação começa nesta quinta–feira (19), às 8h, e se estende até às 18h de domingo (21).

As equipes vão atuar em toda a malha rodoviária estadual e também oferecer suporte aos municípios durante todo o feriado, prestando serviços, como eventuais remoções de barreiras e ação tapa-buracos. Além disso, as equipes também irão atender possíveis ocorrências nas CEs, como acidentes e retirada de animais da pista. A população pode entrar em contato com as equipes plantonistas (vide tabela em anexo) para qualquer solicitação.

Para quem vai pegar estrada, o DER alerta para os trechos em obras. Por conta das fortes chuvas do período, o DER recomenda cautela aos condutores ao trafegar nas rodovias estaduais, principalmente naqueles trechos que estão passando por algum tipo de intervenção. Atualmente, 732,49 quilômetros de rodovia estão sendo pavimentados, restaurados ou duplicados, em todo o estado.

Principais trechos em obra

– CE-060, entre Pacatuba e Redenção;
– CE-065, entre Maranguape e Ladeira Grande;
– CE-138, entre Pereiro e a Divisa CE/RN;
– CE-178, entre Morrinhos e Santana do Acaraú;
– CE-534, entre Icapuí, Barreira e Redonda;
– CE-243, entre Uruburetama e Itapajé;
– CE-025, entre a Rótula da Cofeco e a av. Oceano Atlântico;
– CE-293, entre Missão Velha e Barbalha.

Anel Viário

Outra rodovia de grande fluxo de veículos, que exigirá mais atenção dos motoristas durante o feriadão, é o 4° Anel Viário, na Região Metropolitana de Fortaleza. Praticamente todo o trecho da rodovia, de 32 km, entre a avenida Mister Hull, em Caucaia, e a CE-040, no Eusébio, está duplicado, mas a via continua em obras e os condutores precisam ter cuidado ao circular pelo local, principalmente nas proximidades dos viadutos da CE-065, em Maranguape, CE-060, em Maracanaú, e CE-040, no Eusébio. O DER reforça que é preciso seguir as orientações das placas de sinalização, evitando assim manobras irregulares.

Assessoria

Moradores de Missão Velha fecham rua em forma de protesto

Por Rafael Pereira/Agência News Cariri

Moradores decidiram fechar por conta própria a Rua Francisco Januário Pereira, que dá acesso ao Loteamento Preto de Lorival, em Missão Velha, em protesto reivindicando calçamento. Medidas paliativas são feitas pela prefeitura, mas que segundo moradores só pioram as condições da via.

O protesto aconteceu nessa terça-feira (16) e foram usados um caminhão como forma de impedimento que outros veículos trafeguem na via. Os habitantes ainda cobram do poder público que faça um projeto de pavimentação adequado na rua.

Em vídeos publicados em redes sociais, é possível ver que a via não tem pavimentação e que há muita lama que vem de esgotos das casas.

Os moradores reclamam que serviços de pequenas melhorias, como tapamento de buracos com materiais, foram usados pela prefeitura mas que são medidas que pioram a situação da rua subindo o nível e dificultando ainda mais o acesso. Uma das reclamações dos moradores é que a prefeitura usa materiais de construção, como piçarra, aumentando o nível da rua e causando alagamento dentro de algumas casas, em tempos de chuva.

“A situação da rua aqui está muito precária. Porque todos os anos colocam (a prefeitura) piçarra e piçarras e o volume da rua só vai subindo. Lá na casa de meu vizinho o nível da rua tá mais alto do que a calçada. Se esse ano for colocado outra camada de piçarra, a gente esse ano vai vai amanhecer o dia, em tempo chuvoso, cheio de lama dentro de casa”, reclama um dos moradores em um vídeo publicado no Facebook.

A Rua Francisco Januário Pereiranão há pavimentação adequada. Foto: reprodução redes sociais

Wesley Safadão é confirmado no Festival Expocrato 2019

Os fãs já vinham pedindo desde o começo de 2019 que o cantor Wesley Safadão fosse uma das principais atrações confirmadas para o Festival Expocrato, que acontece nos dias 13 a 21 de julho. Então chegou o momento! Joga a mão pra cima, prepara a voz que ele está CONFIRMADO.

Esse é um dos momentos mais esperados e repleto de euforia, visto a quantidade de pedidos vindos de todo o Brasil. Cheio de novidades e pronto para marca a história do Cariri, vem aí: Wesley Safadão no Festival Expocrato 2019.

 

Peixes-bois marinhos são transferidos de PE para readaptação em APA na Paraíba

Após uma viagem de mais de cerca de três horas e pouco mais de 140 quilômetros, dois peixes-bois marinhos chegaram nesta quarta-feira (17) à Área de Proteção Ambiental (APA) da Barra do Rio Mamanguape, no Litoral Norte paraibano.

“Vitória” e “Parajuru” foram transferidos do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Nordeste (Cepene/ICMBio), na Ilha de Itamaracá, em Pernambuco, e vão passar por uma etapa de readaptação ao ambiente natural para em seguida serem reintroduzidos na natureza.

“Vitória” tem quatro anos de idade e foi resgatada ainda filhote no dia 1º de janeiro de 2015, na Praia do Oiteiro, dentro da APA da Barra do Rio Mamanguape. “Parajuru”, um macho de seis anos, foi encontrado também ainda filhote, encalhado na praia de Parajuru, em Beberibe, no Ceará, em janeiro de 2013. Ambos os animais foram levados para a Ilha de Itamaracá para serem tratados e acompanhados.

De acordo com João Carlos Gomes Borges, coordenador do projeto Viva o Peixe-Boi Marinho, o processo de readaptação dos animais ao ambiente natural é extremamente importante para a conservação da espécie, que está em perigo de extinção no Brasil. Para João Carlos, a APA da Barra do Rio Mamanguape é uma região propícia para essa reintegração.

“É um local que ainda dispõe dos principais atributos ecológicos que propiciam à existência da espécie, contando com um importante estuário, ambiente marinho, fontes de alimentação, qualidade hídrica, águas calmas e protegidas”, diz.

“Vitória” e “Parajuru” são os primeiros moradores do espaço para readaptação de peixes-bois marinhos em ambiente natural, que foi inaugurado nesta quarta-feira na APA da Barra do Rio Mamanguape. O local começou a ser construído em outubro de 2018 e foi concluído em março deste ano.

Dentro das normas estabelecidas e em horários determinados, o cativeiro em ambiente natural vai ser aberto para visitação da comunidade e de turistas que pretendem conhecer a região. O objetivo é contribuir na sensibilização e conscientização da sociedade sobre a importância da conservação da espécie.

Além de “Vitória” e “Parajuru”, a APA da Barra do Rio Mamanguape tem outros animais que já foram reintroduzidos e utilizam a área, a exemplo de “Mel” (que tem 15 anos), “Puã” (14 anos), “Zelinha” (16 anos) e “Iara” (12 anos). Eles são monitorados diariamente por equipes de pesquisadores, com auxílio de tecnologia por satélite e VHF e são acompanhados por avaliações clínicas periódicas.

Fonte: G1.com

Operação da PF desarticula quadrilha especializada na venda de drogas sintéticas no Maranhão

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (16), a Operação “MD”, com o objetivo de desarticular uma quadrilha especializada no tráfico de drogas sintéticas. Ao todo, foram cumpridos 11 mandados judiciais em São Luís e em Teresina, no Piauí.

Em São Luís, foram cumpridos quatro mandados de prisão e seis de busca e apreensão em casas nos bairros do Cohatrac V, Cohatrac IV, Quintas do Calhau e Vinhais. Outro mandado de prisão temporária foi cumprido em Teresina.

Quatro pessoas foram presas durante a operação realizada na capital. Dos presos, três pessoas foram presas em flagrante por porte de drogas sintéticas e anabolizantes e uma por porte de cocaína. Durante a operação, a polícia também apreendeu uma grande quantia de dinheiro com os suspeitos, várias porções de LSD e ecstasy e um veículo.

De acordo com as investigações, a quadrilha é especializada na distribuição de drogas como ecstasy, LSD, cocaína, skank e maconha em festas da capital maranhense, principalmente em festas de música eletrônica onde há uma grande concentração de adolescentes e jovens.

Após a prisão, os envolvidos foram conduzidos à Superintendência de Polícia Federal no Maranhão, no bairro Cohama, onde serão indiciados por tráfico de drogas e associação para o tráfico, conforme os artigos 33 e 35 da Lei nº 11.343/06. Em caso de condenação, os acusados podem responder por penas que chegam a 15 anos de reclusão.

Segundo a PF, a operação foi batizada de “MD” em alusão às letras das iniciais da substância metileno-dióxido, que compõe o ecstasy.

Fonte: G1.com

Jiboia é flagrada escondida entre telhas de oficina no Ceará

Uma jiboia com cerca de 2,2 metros foi capturada nesta terça-feira (16) pelo Corpo de Bombeiros de Icó, na Região Centro-Sul do Ceará. Ela estava no telhado de uma oficina de veículos.

O Corpo de Bombeiros de Iguatu foi acionado pelo dono da oficina, removeu a cobra e a soltou em local seguro. Segundo o órgão, a escassez de alimento, como pequenos animais, aves e roedores, pode ter levado a cobra a sair do seu habitat.

A jiboia é a segunda maior cobra encontrada no Brasil (a primeira é a sucuri) e pode chegar até cinco metros de comprimento. Suas medidas são geralmente 3,5 metros, ela vive até 25 anos e pode pesar entre 35 e 50 quilos. Apesar de ser vista durante o dia, ela tem hábitos noturnos e não é venenosa.

Fonte: G1.com

Estudante da BA cria tecnologia para filtrar água através da luz solar em regiões do semiárido e leva prêmio nos EUA

Uma estudante baiana faturou um prêmio nos Estados Unidos após desenvolver uma ideia visando solucionar um problema muito comum no Nordeste do Brasil: a falta de acesso à água potável.

Anna Luisa Santos, de 21 anos, criou um sistema de filtragem sustentável para ser ligado a cisternas que utiliza radiação solar para tornar a água contaminada própria para consumo em regiões castigadas pela seca.

A jovem, que se formou em Biotecnologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 2018, e outros três estudantes que abraçaram a ideia levaram uma bolada de R$ 25 mil com o segundo lugar na competição HackBrazil, evento brasileiro de tecnologia em Boston (EUA) que premia iniciativas empreendedoras.

A final aconteceu no dia 5 de abril durante a Brazil Conference, evento que estreou em 2015 e é coordenado por alunos brasileiros de Harvard e do MIT — duas instituições da “Ivy League”, a elite das faculdades norte-americanas — para promover o encontro com líderes e representantes do país. A competição reuniu 400 startups de tecnologia.

A tecnologia foi batizada de “Aqualuz”. Trata-se de uma caixa de inox que é coberta por um vidro e uma tubulação simples ligada à cisterna, um reservatório comumente usado para armazenar água da chuva ou de caminhão-pipa. A filtragem da água ocorre sem a necessidade de uso de compostos químicos. Como consequência, ajuda na redução dos índices de doenças.

“A gente teve uma preocupação de desenvolver um sistema que fosse simples e eficiente para as pessoas, com uma excelente durabilidade”, destacou Anna Luisa, em contato com o G1.

Por meio da tecnologia, a filtragem ocorre por etapas.

Primeiro, a água é bombeada da cisterna até a caixa, por meio de um encanamento, passando por um filtro ecológico que é feito de sisal;

O filtro ecológico retém partículas sólidas;

Depois, já com a água armazenada na caixa de inox, ocorre a desinfecção, em que o líquido é exposto à radiação solar para eliminação dos micro-organismos patogênicos. A alta temperatura na caixa ajuda a eliminar impurezas.

Por fim, um dispositivo que muda de cor, acoplado à caixa, alerta quando a água pode ser retirada da caixa, já pronta para o consumo, por por meio de uma torneira.

Cada ciclo de filtragem dura, em média, 4 horas. O dispositivo, que filtra até 28 litros de água por dia, dura cerca de 15 anos apenas com limpeza de água e sabão, troca do filtro natural (com o estoque de refil já fornecido), sem precisar de manutenção externa ou energia elétrica.

Testes preliminares feitos em laboratório certificado, que usaram parâmetros do Ministério da Saúde, revelaram que o “Aqualuz” reduziu em 99,9% a presença de bactérias de referência.

O aparelho, no entanto, não resolve problemas de contaminações por metais, químicos, elementos radioativos e nem de salinidade. Além disso, outro limitador é que funciona apenas com a presença do Sol — em dias nublados, o ciclo de filtragem demora mais porque requer mais tempo de exposição.

“O ‘Aqualuz’ pode ser usado por até três famílias. Por enquanto, a gente indica o uso só em cisternas. Para rios e postos artesianos tem que ter análise da água para saber se é possível a descontaminação microbiológica e se tem contaminação adicional de metais pesados, por exemplo. Nesse caso, o ‘Aqualuz’ não resolve”, relata a estudante.

Anna afirma que 35 unidades do “Aqualuz” já foram implantadas em cidades de quatros estados no Nordeste: Bahia, Pernambuco, Ceará e Alagoas.

O custo do equipamento é de R$ 500 por unidade, mas Anna diz que a intenção não é comercializar diretamente para as pessoas que vivem no semiárido.

“A nossa proposta é vender o projeto para empresas, nosso foco são as empresas grandes com iniciativas de responsabilidade socioambiental, e também para órgãos governamentais, para que eles possam implementar e ajudar a melhorar a qualidade de vida dos moradores do semiárido”, destaca.

A ideia e os próximos passos

Anna Luisa conta que teve a ideia de criar o projeto quando tinha 15 anos e ainda cursava o ensino médio. “Tive a ideia para participar do Prêmio Jovem Cientista, em 2013, ano internacional de cooperação pela água. A minha ideia foi realmente ajudar a resolver a questão da água potável no semiárido. Na ocasião, não ganhei o prêmio, mas continuei o projeto até chegar na faculdade”, conta.

Já na Ufba, Anna diz que ingressou na Academic Working Capital, um programa de empreendedorismo universitário e pode desenvolver ainda mais a ideia, que também já ganhou outros prêmios como o Champion of Water Challenge by UM, no Fórum Mundial da Água 2018, e o Young Water Solutions Fellowship 2018.

“Eu me inseri num movimento de startup, e o professor disse que o projeto tinha potencial. Então, comecei a aprender um pouco mais. Durante esse período, tive várias monitorias que ajudaram a entender melhor como funciona o negócio. Eu e os demais estudantes que aderiram a ideia nos destacamos e fomos selecionados para o HackBrazil, onde ficamos entre os cinco finalistas”, destacou.

O prêmio de R$ 25 mil que eles ganharam em Boston será usado para ampliação do projeto e para que possa ser disponibilizado em mais cidades, afirma a estudante.

Também participa da equipe Letícia Nunes Bezerra, aluna do Curso de Engenharia Ambiental, da Universidade Federal do Ceará (UFC), Marcela Sepreny, graduanda em Engenharia Química no Centro Universitário Senai Cimatec (BA), Lucas Ayres, profissional formado em Ciência da Computação pela UFBA, responsável pelo design e marketing do Aqualuz.

“A gente vai usar o dinheiro para desenvolver ainda mais o projeto, obter ainda mais certificações técnicas que atestem a eficiência do produto e implantar no semiárido inteiro. Estamos fazendo parceria com a Ufba para desenvolver mais testes. Hoje, já temos laudo que atesta que diz que o produto é eficiente, mas, como se trata de tecnologia para saúde, a gente também precisa de validações mais detalhadas. Quanto mais validações, melhor”, destaca.

Fonte: G1.com