Espetáculo A Bofetada volta a cartaz para curta temporada em Salvador

O espetáculo da Cia Baiana de Patifaria “A Bofetada” volta a cartaz para uma curta temporada de apenas quatro apresentações, aos domingos, de 14 de outubro a 04 de novembro, às 19h, no palco do Teatro Módulo, no bairro da Pituba, em Salvador. Os ingressos custamR$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

A comédia é comandada pelos patifes Mário Bezerra, Marcos Barretto, Rodrigo Villa e Lelo Filho, que abordam o noticiário político-social-econômico brasileiro, inclusive, as eleições de 2018. As adaptações se misturam aos bordões e cenas musicais que levam o público às gargalhadas.

A Bofetada completa 30 anos de encenação nos palcos soteropolitanos desde que estreou na pequena Sala do Coro do TCA, em 1988, tendo sido assistida por mais de dois milhões de espectadores até hoje. A concepção original é de Fernando Guerreiro. Os três esquetes que compõem o espetáculo são de Mauro Rasi, Miguel Magno e Ricardo de Almeida.

Espetáculo

A montagem reúne três esquetes. O primeiro esquete, “O Calcanhar de Aquiles” – extraído de Pedra, a tragédia – de Mauro Rasi traz a atriz decadente Eleonora (interpretada pelo ator Mário Bezerra) que obriga a crítica de teatro Vânia Leão (Marcos Barretto) e a namorada Dirce (Rodrigo Villa) a assistirem sua montagem apoteótica na qual interpretará sozinha 60 personagens de uma tragédia grega.

Os dois esquetes seguintes (extraídos de “Quem tem medo de Itália Fausta”), são assinados por Miguel Magno e Ricardo de Almeida. Em “O Ponto e a Atriz”, vários gêneros teatrais são ironizados ao resgatar a função do Ponto, figura que lembrava o texto para as divas das grandes companhias de teatro.

O último esquete, “Fanta e Pandora”, o ensino do teatro é o foco central e o público é transformado em personagem com quem as duas professoras universitárias, Fanta Maria (interpretada por Lelo Filho desde 1988) e Pandora Luzia (Rodrigo Villa) interagem numa improvável aula sobre a influência de dois fonemas no teatro javanês, durante os últimos 15 do século XII a.C..

Serviço

O quê: A Bofetada
Quando: 14, 21 e 28 de outubro a 04 de novembro – aos domingos, às 19h.
Onde: Teatro Módulo – Av. Prof. Magalhães Neto, 1177 – Pituba, Salvador – BA, Telefone: (71) 2102-1350
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) – bilheteria do teatro ou site www.ingressorapido.com.br
Recomendação etária: 14 anos

Fonte: G1

Em ataque a cofre de posto, grupo é surpreendido pela polícia e bandido faz reféns na BA; ele se entregou após chamar a mãe

Um grupo de bandidos armados invadiu um posto de combustíveis em Barra do Jacuípe, Camaçari, região metropolitana de Salvador, na noite de sexta-feira (12). Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), cerca de cinco homens participaram da ação, que tinha como objetivo roubar o cofre do estabelecimento. A polícia conseguiu surpreender a quadrilha no meio da ação.

Houve confronto e na fuga, um dos bandidos invadiu a loja de conveniências e fez oito pessoas reféns. O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foi acionado e fez uma negociação, que terminou com todas as vítimas libertadas e o criminoso, indentificado como Alexander Silva Goes, preso.

Material apreendido pela polícia durante ação na noite de sexta-feira — Foto: Divulgação/SSP-BAMaterial apreendido pela polícia durante ação na noite de sexta-feira — Foto: Divulgação/SSP-BA

Material apreendido pela polícia durante ação na noite de sexta-feira — Foto: Divulgação/SSP-BA

A SSP detalha que Alexander pediu a presença da mãe para se entregar, o que foi atendido com o apoio da 3ª CIPM, unidade que atendem ao bairro de Cajazeiras, em Salvador, onde ela mora.

O restante da quadrilha conseguiu fugir pela mata. A polícia diz que com Alexander foram apreendidas uma pistola calibre 380 e um revólver calibre 38, além de munições.

Além das armas, também foram apreendidos os materiais utilizados pelos grupo na tentativa de roubo, como furadeiras, lixadeira, chaves de fenda, entre outras ferramentas. Todo o material e o assaltante foram encaminhados para a 18 Delegacia Territorial (Camaçari).

Material apreendido pela polícia durante ação na noite de sexta-feira — Foto: Divulgação/SSP-BAMaterial apreendido pela polícia durante ação na noite de sexta-feira — Foto: Divulgação/SSP-BA

Material apreendido pela polícia durante ação na noite de sexta-feira — Foto: Divulgação/SSP-BA

Fonte: G1

Mais de 100 guaiamuns vendidos de forma irregular são apreendidos no Grande Recife

 

Policiais militares da Companhia Independente do Meio Ambiente (Cipoma) apreenderam 109 guaiamuns comercializados de forma irregular em Aldeia, em Camaragibe, no Grande Recife. Segundo a PM, os animais silvestres têm carapaças que medem menos de sete centímetros, tamanho inferior ao que é permitido pela legislação.

Os guaiamuns foram enrolados em folhas e amarrados com cordas a pedaços de madeira. Eles estavam sendo vendidos às margens da rodovia PE-27, no quilômetro 7.

A operação da Cipoma ocorreu na sexta-feira (12), quando a equipe da companhia realizava rondas na área da Estrada de Aldeia. Ainda segundo a PM, o responsável pela comercialização dos animais não foi localizado.

Os guaiamuns foram entregues ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas/Tangará), da Companhia Pernambucana do Meio Ambiente (CPRH).

Espécie ameaçada

O guaiamum está na lista de espécies ameaçadas de extinçãoelaborada pelo Ministério do Meio Ambiente. No ano passado, o governo federal anunciou a proibição da captura e comercialização desse animal, usado na culinária nordestina. O portaria está em vigor desde o fim do primeiro semestre deste ano.

Fonte: G1

Bicho-preguiça leva choque elétrico, cai de árvore e tem que ser sacrificado no Recife

Um bicho-preguiça levou um choque elétrico e caiu de uma árvore, na Zona Norte do Recife. De acordo com a Companhia Independente do Meio Ambiente (Cipoma), da Polícia Militar, o animal teve que ser sacrificado, pois apresentava ferimentos, queimaduras e fraturas.

Ainda de acordo com a Cipoma, o bicho-preguiça foi levado pela equipe para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas/Tangará), da Companhia Pernambucana de Meio Ambiente (CPRH), na Zona Norte da capital.

Segundo o gestor do Cetas/Tangará, Yuri Valença, os ferimentos no animal eram bastante significativos.

“A preguiça foi submetida a uma eutanásia, porque o choque afetou muito e não tinha reversão. Ela só iria sofrer até morrer. Infelizmente, teve que ser sacrificada, porque estava sofrendo muito”, explicou.

A PM informou que recebeu a denúncia de que o bicho tinha levado o choque. O fato ocorreu na sexta-feira (12), na estrada da Mumbeca, nas proximidades de um clube de campo.

Moradores do Recife resgatam preguiça que andava sobre fios de alta tensão

Moradores do Recife resgatam preguiça que andava sobre fios de alta tensão

Outros casos

Uma preguiça foi resgatada em um condomínio no bairro de Pau Amarelo, em Paulista, no Grande Recife. De acordo com a Companhia Independente do Meio Ambiente (Cipoma), da Polícia Militar, o animal foi visto em uma árvore não estava machucado.

Os policiais da companhia souberam que a preguiça estava no condomínio por meio de uma denúncia anônima, na sexta-feira (14). O animal foi levado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas/Tangará). Depois de passar por avaliação, o bicho deve ser solto na natureza.

Em junho, o resgate de um bicho-preguiça que estava em um fio de alta tensão mobilizou moradores de Tejipió, na Zona Oeste do Recife. Um vídeo mostra a ação da comunidade, que usou varas de madeira para induzir o animal a deixar a rede elétrica e se dirigir até uma árvore, que fica ao lado dos postes.

O resgate da preguiça ocorreu na Rua do Sancho. As imagens mostram o animal andando sobre a fiação. Moradores colocam um tronco de bambu e uma madeira encostados aos fios e conseguem fazer com que ele fosse para uma mangueira.

 Fonte: G1

Portugal está entre os países que trabalham mais horas; veja a lista

Muitas pessoas consideram que trabalham muitas horas e que os fins de semana deveriam ser mais longos. No entanto, quando comparamos com alguns países a média de horas laborais, o cenário pode mudar.

Os números são da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que reúne informação necessária para calcular a média de horas laborais que trabalha, em média, o cidadão de cada país.

Clique na galeria e descubra qual é o país que ocupa a primeira posição da lista.

Fonte: Notícias ao minuto

Haddad propõe usar reservas cambiais para produzir energia

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad (PT), defendeu o uso de parte das reservas cambiais para a geração de energia limpa.

A proposta foi apresentada em entrevista nesta quinta-feira (11) à Rádio Baiana.

“Sobre energia, nós vamos usar 10%, e apenas 10%, das reservas cambiais”, disse Haddad.

 

“Você sabe que o Lula acumulou US$ 400 bilhões (R$ 1,49 trilhão) de reservas cambiais. Nós vamos usar 10% para a energia eólica e solar no Nordeste para gerar energia a custo baixo.”

Segundo o candidato, será o maior programa de geração de energia eólica e solar da história do país.

As reservas cambiais funcionam como um colchão para o país em momentos de crise e ajudam a controlar a liquidez do mercado de câmbio.

Hoje, elas estão avaliadas em US$ 380 bilhões (R$ 1,42 trilhão). O uso para investimentos é alvo de críticas entre economistas. O Banco Central -o gestor das reservas cambiais- acumulou os recursos ao longo do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

À Rádio Baiana, o candidato ainda prometeu intensificar a construção de unidades habitacionais por meio do Minha Casa Minha Vida.

“Promessa: 2 milhões de famílias terão casa própria ao final do meu governo”, afirmou Haddad.

“Nós vamos usar os terrenos da União disponível em todas as capitais brasileiras e em todas as cidades de médio porte.” Com informações da Folhapress.

Fonte: notícias ao minuto

Alta informalidade no mercado de trabalho inibe expansão do crédito

A alta informalidade no mercado de trabalho pode emperrar uma reação mais vigorosa do crédito. A situação preocupa porque, no país, o crédito serve de estímulo fundamental ao consumo que, por sua vez, é o grande motor da economia.

Sem carteira de trabalho, porém, tende a ficar mais difícil para o consumidor – em especial o de baixa renda – apresentar garantias para tomar empréstimo, mesmo que haja predisposição para negócio de ambas as partes.

Dos 92 milhões de ocupados, ao menos 41% (ou 37,8 milhões) estão no mercado informal, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

São trabalhadores do setor privado ou domésticos sem carteira, além dos chamados trabalhadores “conta própria” sem carteira – pequenos empreendedores de renda mais baixa, como vendedores ambulantes.

No mercado de crédito, o percentual de consumidores que não usa nenhuma modalidade de crédito ainda é alta, em 55,6% segundo dados mais recentes de pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).

Oito em cada dez consumidores afirmam estar no limite do orçamento, sendo que a dificuldade para contratação de empréstimos e financiamentos é maior nas classes C, D e E. Nessa faixa, mais abaixo na pirâmide social, mais da metade dos consumidores (55,3%) consideram ser difícil ou muito difícil a contratação de qualquer modalidade de financiamento.

“Certamente um trabalhador informal está disposto a gastar menos do que uma pessoa que está sob proteção da CLT”, diz Marcelo Gazzano, economista da consultoria ACPastore.

O efeito negativo da alta informalidade sobre o crédito, diz Gazzano, pode ser observado, por exemplo na trajetória do crédito consignado oferecido ao trabalhador do setor privado, portanto aquele dependente do emprego com carteira assinada.

 

Enquanto o crédito com desconto em folha como um todo ganhou corpo nos últimos anos, o consignado privado chegou a 9% do total de crédito consignado em 2012 e, de lá para cá, caiu abaixo de 6% – acompanhando a trajetória de retração do mercado de trabalho.

Ana Carla Abrão, sócia da consultoria Oliver Wyman, lembra que a formalização do mercado de trabalho brasileiro na década de 2000 teve papel importante no processo de expansão do crédito.

“Crédito vive de informação. A possibilidade que o banco tem de avaliar o risco de crédito é baseada na informação que ele tem do tomador. Quem é formalizado tem facilida

de para comprovar renda e pode ter acesso a crédito mais fácil e barato”, diz.

Representantes de setores que movimentam em peso o mercado de crédito, como construção e veículos, dizem que os bancos se tornaram mais restritivos à concessão de financiamento com a crise, tornando a carteira de trabalho ainda mais valiosa para aqueles em busca de empréstimo.

“É realmente um problema para o futuro”, diz José Carlos Martins, presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), sobre o impacto da informalidade no crédito. “É evidente que quem vai conceder empréstimo vê com mais bons olhos quem tem renda formal, mas os bancos também conseguem fazer uma análise em cima da movimentação bancária do cliente, isso continua sendo feito por vias indiretas”.

Para Vitor Velho, economista da LCA Consultores, o crédito à pessoa física poderia estar cres

Fonte: Notícias ao minuto

Comandantes da reforma trabalhista no Congresso fracassam nas urnas

Eles conduziram a aprovação em 2017 da reforma trabalhista sob o discurso de que ela iria impulsionar o emprego no país. Mais de um ano depois, porém, e em meio à letargia do mercado de trabalho, perderam suas vagas no Congresso Nacional.

Deputados e senadores que ocuparam postos chaves na condução da reforma não conseguiram se reeleger no último dia 7, à exceção do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

 

Ministro do Trabalho à época da apresentação e aprovação da reforma, o deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS) diz acreditar que a atuação pela nova lei trabalhista é o principal motivo que o impediu de se reeleger. Ele afirma que foram criadas mentiras em torno da nova proposta.

“Criou-se muitos mitos em torno da lei. Foram muitas mentiras que se propagaram e não houve o tempo hábil para a verdade chegar nas pessoas”, afirmou.

Nogueira disse que a extinção do 13º salário e do FGTS foram algumas dessas mentiras. Afirmou, contudo, que não se arrependeu de apoiar o texto.

“Eu compreendi que eu estaria colocando em risco a minha reeleição, mas o compromisso com o Brasil foi mais forte”, diz o ex-ministro, que recebeu R$ 100 mil de doação eleitoral do presidente do Conselho de Administração da Cosan, Rubens Ometto Silveira Mello.

Mesmo com várias doações de empresários à sua campanha, o relator da proposta na Câmara, Rogério Marinho (PSDB-RN), também não conseguiu permanecer no cargo por mais um mandato.

O relatório de Marinho, aprovado pelos deputados em abril do ano passado, alterou cerca de cem pontos da CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], atendendo a pleitos históricos do empresariado. A nova lei criou, por exemplo, a figura do trabalhador intermitente -sem garantia de jornada fixa- e reforçou a terceirização da atividade-fim das empresas.

Marinho recebeu doações de campanha, entre outros, de dirigentes da Riachuelo (R$ 180 mil) e da Localiza (R$ 50 mil).”Houve um processo de desconstrução e de desinformação deliberado patrocinado pelas entidades sindicais e pelo PT contra a reforma e contra o relator da reforma. Parlamentares de todo o país que votaram favoráveis à reforma sofreram essa agressão e tiveram a dificuldade de fazer a defesa pela exiguidade de tempo [da campanha]”, disse Marinho, afirmando ter muito orgulho do trabalho que fez.

Ele cita como um dos principais ganhos a grande redução do número de processos trabalhistas já que o empregado corre o risco de pagar honorários advocatícios e as custas de perícia e da ação, em caso de derrota.”Eu nem conheço o Rogério Marinho. Acompanhei ele na Câmara, já vi ótimos pronunciamentos dele, eu que procurei ele para fazer a doação”, diz José Salim Mattar Júnior, presidente da Localiza. Ele também doou para Ferraço (R$ 200 mil) e para Maia (R$ 200 mil) .

“O Rodrigo Maia como presidente da Câmara fez um trabalho espetacular nesse período, ele foi algodão entre cristais, se mostrou um jovem que tem futuro na política. Eu que procurei ele, tive um jantar e ofereci ajuda.”

O resultado não foi diferente para Ricardo Ferraço (PSDB

-ES), relator do texto no Senado, que também deixará o Congresso -ele ficou em quarto na tentativa de se reeleger.

“O que prevaleceu foi mentira de centrais, do PT e aliados de que a reforma retirou direito. Ao prevalecer, claro que atrapalhou [a reeleição]”, avaliou.Ferraço reclama que os empreendedores não se empenharam para defender as mudanças na legislação publicamente.

“Os empreendedores brasileiros, e capixabas, eles não se movimentaram para poder reter a evolução dessas mentiras. Houve uma enorme acomodação e omissão do empreendedor brasileiro que vive isso na pele e deveria ter participado mais ativamente do debate”, disse.

Além do ministro e dos relatores nas duas casas, os líderes do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE), e no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), não foram reeleitos.

Os dois não se manifestaram até a publicação desta reportagem.

Em 2017, quando o texto foi discutido no Congresso, o argumento dos defensores da reforma da CLT era de que a flexibilização permitiria um grande crescimento na contratação formal de trabalhadores. O texto foi sancionado pelo presidente Michel Temer em julho do ano passado e entrou em vigor em novembro.

No acumulado de janeiro a agosto deste ano, o saldo de criação de empregos está positivo em 568,6 mil. Embora o resultado esteja melhor que no mesmo período do ano passado (163,4 mil), está abaixo das expectativas de especialistas no início do ano.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que a taxa de desemprego ficou em 12,1% no trimestre encerrado em agosto. A população desocupada -pessoas que não tinham trabalho, mas estavam procurando- somou 12,7 milhões.

Dias antes de a nova lei entrar em vigor, o então presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, disse em entrevista à Folha de S.Paulo que é necessário reduzir direitos para garantir empregos.

“Nunca vou conseguir combater desemprego só aumentando direito”, afirmou ele, um dos principais defensores da nova legislação.

Questionado sobre o resultado da reforma, Ricardo Ferraço diz que a situação econômica do Brasil prejudica o emprego.”Tem uma crise muito profunda e um mercado de trabalho em perfeita mutação. Não é que a reforma trabalhista falhou. O que fizemos é o que o mundo que prospera fez há décadas, mas com crise profunda não tem vara de condão que, num passe de mágica, resolva [o desemprego]”, disse o senador.

Para Nogueira, ex-ministro do trabalho, o cenário político atrapalha a geração de vagas de emprego formal.”Se tivéssemos estabilidade política no Brasil, o cenário econômico seria bem melhor, haveria mais empregos gerados. Com a retomada da estabilidade política, depois das eleições, o ano de 2019 será muito bom para o Brasil”, afirmou.

Nogueira diz que não se arrepende de ter apoiado o projeto. “Os resultados serão reconhecidos na próxima geração.” Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao minuto