Líder de igreja evangélica é detido por suspeita de pedofilia e diz à polícia que brincava com as vítimas na BA

Um homem foi detido por suspeita de pedofilia na cidade de Caetité, no sudoeste da Bahia, na quinta-feira (7). Conforme a polícia, ele faz parte da liderança de uma igreja evangélica, e as vítimas eram dois adolescentes que frequentam a instituição religiosa.

O delegado Joseberto Ribeiro, responsável por investigar o caso, informou que as vítimas são dois garotos de 14 e 17 anos. Em depoimento à polícia, Gilmar Silva Porto, de 35 anos, confessou ter aproximação com os adolescentes e disse que tudo era uma brincava inofensiva com as vítimas.

Gilmar foi conduzido à delegacia após denúncia de parentes de uma das vítimas. Ele negou ter abusado sexualmente dos meninos, mas a polícia ainda não descartou a hipótese por conta do teor da denúncia.

Lá, ele foi ouvido e liberado porque não houve flagrante. O celular e o computador dele foram apreendidos com materiais de conteúdo sexual. A polícia examina se entre esses conteúdos há pornografia infantil.

Vítimas e parentes dos adolescentes serão ouvidos a partir da próxima semana. De acordo com o delegado, a polícia recomendou o afastamento de Gilmar da organização da igreja. Agora, a polícia investiga se há outras vítimas e se outras pessoas da instituição, ligadas a Gilmar, também têm participação no caso.

O pedido de prisão dele também será feito à Justiça. Gilmar poderá responder por pedofilia e corrupção de menores.

Fonte: G1

Edital de concurso com mais de 500 vagas para a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de PE é divulgado

O governo de Pernambuco lançou nesta sexta-feira (8) o edital para o concurso público com mais de 500 vagas para a Polícia Militar e para o Corpo de Bombeiros, com salários de R$ 2.819,88, para praças, a R$ 8.576,58, para os oficiais nomeados após o curso de formação. O documento foi divulgado no Diário Oficial do estado.

As inscrições para a seleção de praças começam no domingo (10) e seguem até 16 de julho, pela internet. Para oficiais, o prazo segue até o dia 8 de julho. Ao todo, são 500 vagas para praças, 60 para oficiais da PM e 20 para oficiais do Corpo de Bombeiros.

Para se inscrever, os candidatos precisam pagar a taxa de R$ 135 (praças) e de R$ 150 (oficiais), por meio de boleto gerado no momento da inscrição. Para os cargos de oficiais, é exigido diploma de graduação em Direito para a PM e qualquer graduação para o Corpo de Bombeiros.

A seleção é realizada por meio de três etapas, sendo que a primeira é dividida em exames de conhecimento (prova), médico, de aptidão física e psicológica. A segunda etapa consiste no Curso de Formação e Habilitação. A terceira é a investigação social.

Durante a realização do curso, os alunos têm direito a bolsa-auxílio de R$ 2.200. A terceira etapa é a investigação social do candidato. Do total de vagas, 5% são destinados a pessoas com deficiência.

Fonte: G1

Ministro do STF autoriza deputado preso a trabalhar na Câmara

João Rodrigues (PSD-SC) foi condenado a cinco anos e três meses de detenção, por fraude e dispensa de licitação quando era prefeito de Pinhalzinho (SC)

O deputado João Rodrigues (PSD-SC), preso pela Polícia Federal em fevereiro deste ano, foi autorizado a deixar o presídio da Papuda (DF), durante o dia, para exercer suas atividades na Câmara.

A decisão é do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele acatou, nesta quinta-feira (7), pedido feito pela defesa do parlamentar.

“Defiro a liminar para que seja posto em unidade compatível com o regime fixado, ou unidade onde possa usufruir dos benefícios do regime a que foi condenado, a critério do Juízo da Execução, estando, desde já, autorizado a exercer suas atividades parlamentares”, decidiu o ministro.

Rodrigues foi condenado a cinco anos e três meses de detenção, em regime semiaberto, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), acusado em fraude e dispensa de licitação, quando era prefeito de Pinhalzinho (SC).

A defesa do deputado argumentou ao STF, segundo informações do portal G1, que o deputado está na ala de vulneráveis no presídio da Papuda, “em regime mais gravoso do que o determinado na sentença”, o que contraria o entendimento consolidado da Corte.