Câmara de Mauriti inicia seleção de estudantes para Programa de formação

Por Agência News Cariri

A Câmara Municipal de Mauriti dará início nesta quinta-feira (25), às entrevistas para selecionar os estudantes que participarão do curso de formação continuada do Programa Câmara na Escola.

Os estudantes que assistem as palestra e recebem as informações para participarem do Projeto, que inclui além das visitas da equipe da Câmara às escolas, ainda visitas dos alunos à Câmara para conhecerem o trabalho do Legislativo e sua importância, os estudantes concorrem a bolsas de estágio remunerado no valor de R$ 500 para os cursos de capacitação que serão ofertados na Câmara e será observado assiduidade e desempenho nas atividades desenvolvidas.

O Programa iniciado no ano passado realizou várias atividades interativas nas escolas do município e teve grande aceitação. Seis escolas foram visitadas, a Escola Major Joaquim Antônio, em Umburanas, o Centro Educacional de Mauriti, a Escola Pingo de Gente, André Cartaxo e Padre Argemiro Rolim, na Sede e ainda as Escolas Eunice Maria, na Palestina e Filemon Teles, em Buritizinho. O Programa deve ter continuidade durante este ano de 2018, inclusive com a realização do curso de capacitação. Os alunos que já participaram serão selecionados a partir deste dia 25.
Serão ofertados até no máximo, cinco vagas de estágio e a jornada de atividade será estabelecida de acordo com previsão na da Lei. A seleção dos estudantes para a realização do estágio será de acordo com a Lei Federal nº 11.788 de 2008.

Conselho da Caixa destitui três vice-presidentes afastados

Em nota, o banco informou que Antônio Carlos Ferreira (Corporativo) Roberto Derziê de Sant’Anna (Governo) e Deusdina dos Reis Pereira (Fundos de Governo e Loterias) foram desligados da instituição

O Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal confirmou a destituição de três dos quatro vice-presidentes afastados na semana passada pelo presidente Michel Temer. Um vice-presidente foi restituído ao cargo por falta de provas.

Em nota, o banco informou que os vice-presidentes Antônio Carlos Ferreira (Corporativo) Roberto Derziê de Sant’Anna (Governo) e Deusdina dos Reis Pereira (Fundos de Governo e Loterias) foram desligados da instituição financeira. O vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital, José Henrique Marques da Cruz, voltará ao cargo porque as investigações não encontraram evidências de participação dele em procedimentos que prejudicariam a segurança do banco.

“Deliberou-se, ainda, restituir ao cargo o vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital, José Henrique Marques da Cruz, em razão da constatação, em investigações interna e independente, de ausência de elementos suficientes para configuração de sua responsabilidade”, informou a Caixa.

De acordo com a Caixa, as decisões tiveram como base a Lei das Estatais, que exige critérios técnicos para os cargos de vice-presidência e de direção das empresas federais. O banco anunciou que iniciará um processo de avaliação técnica dos 12 vice-presidentes da instituição, inclusive do que retornou ao cargo. O processo de seleção ocorrerá nos próximos 12 meses e terá a participação de uma empresa especializada independente.

Na última sexta-feira (19), a Assembleia-Geral da Caixa aprovou o novo estatuto do banco, baseado na Lei das Estatais. Hoje, ocorreu a reunião do Conselho de Administração da instituição financeira, presidido pela secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, para definir a aplicação do estatuto. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Notícias ao Minuto

Governo vai usar rombo recorde na Previdência para pressionar reforma

Palácio do Planalto vai investir em inflar o esforço pela aprovação da reforma

O governo quer garantir apoio para aprovação da reforma da Previdência e pretende usar o rombo recorde de R$ 268,8 bilhões da Previdência em 2017 para argumentar sobre a necessidade das mudanças nas regras de aposentadoria.

Segundo destaca a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o Palácio do Planalto vai investir em inflar o esforço pela aprovação da reforma.

No entanto, se a reforma não for aprovada, o governo deve apostar em quatro projetos para segurar suas contas: a privatização da Eletrobras, a reoneração da folha de pagamento, o aumento na contribuição previdenciária de funcionários públicos e a MP que cancelou reajustes de servidores.

Fonte: Notícias ao Minuto