Prefeito Afonso Tavares e Vice Angelo Furtado de Abaiara-CE deseja Feliz Natal e Próspero Ano Novo a todos os Abaiarense

MAIS UM ANO CHEGA AO FINAL E COLHEMOS OS FRUTOS DO TRABALHO REALIZADO, AO TEMPO QUE RENOVAMOS AS ESPERANÇAS DE UM 2018 AINDA MAIS CHEIO DEREALIZAÇÕES.

QUE VENHAM NOVOS DESAFIOS E NOVOS PROJETOS EQUE O ESPÍRITO NATALINO FAÇA BROTAR DENTRO DE CADAUM DE NÓS, A FORÇA NECESSÁRIA PARA LIDAR COM CADA DIFICULDADE E VENCER TODOS OS OBSTÁCULOS, COM CORAGEM E SABEDORIA.

AO TEMPO QUE DESEJAMOS UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO, REAFIRMAMOS O COMPROMISSO DESEGUIR TRABALHANDO EM PROL DOS NOSSO AMIGOS ABAIARENSES.

QUE 2018 SEJA DE VITÓRIAS! SÃO OS VOTOS DO PREFEITO E VICE DE ABAIARA AFONSO TAVARES E ANGELO FURTADO

Justiça decreta prisão preventiva e namorado que confessou ter matado estudante no Recife segue para o Cotel

O juiz Abérides Niceas decidiu, neste domingo (24), pela prisão preventiva de Paulo César Oliveira da Silva, de 25 anos, acusado de matar esganada a universitária Remís Carla Costa, de 24 anos. Ele foi encaminhado para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife. A estudante estava desaparecida desde o dia 17 de dezembro.

De acordo com a Polícia Civil, o namorado confessou o crime e afirmou que estava sob efeito de drogas quando cometeu o assassinato. Ele foi preso em flagrante no sábado (23) por ocultação de cadáver, em Vicência, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, e vai responder também por feminicídio. Paulo enterrou o corpo de Remís a, aproximadamente, 400 metros da sua casa.

audiência de custódia começou às 13h50 e terminou por volta das 15h deste domingo (24). Segundo o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), houve, inicialmente, um arbitramento de fiança no valor de R$ 30 mil. A defesa chegou a pedir que o valor reduzisse pela metade, mas, com a decretação da preventiva, esse arbitramento de fiança foi anulado.

Durante coletiva de imprensa na manhã deste domingo (24), o delegado Élder Tavares, que comandou as investigações, explicou que o namorado mudou a primeira versão dada à polícia e admitiu que a briga foi devido a um a. A estudante queria levar o celular dele, após ele ter quebrado o celular dela no dia 22 de novembro. Na primeira versão, ele havia dito que ela foi embora depois da briga.

Fonte: G1

Pai e mãe morrem e filhas ficam feridas após acidente em estada no Piauí

Um casal morreu e duas crianças ficaram feridas após um acidente na PI-236, que liga os municípios de Tanque do Piauí e Oeiras, Sul do estado, neste domingo (24). De acordo com a Polícia Militar (PM), o homem, identificado como Francisco das Chagas Barbosa Filho estava conduzindo o veículo e perdeu o controle após passar por um buraco na rodovia.

“Uma equipe foi ao local e segundo o levantamento inicial o veículo capotou e a pessoa que estava no banco do passageiro foi sacada para fora dele e morreu no local.”, informou o cabo Edilson, do Grupamento da PM em Tanque do Piauí.

A pessoa que estava no banco do passageiro foi identificada como Artemise Barbosa Moreira, esposa do condutor. O condutor chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhado para o Hospital Regional Deolindo Couto, em Oeiras.

“Ele deu entrada no hospital ainda com vida, mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito”, afirmou o cabo Edilson. As filhas do casal, uma criança de 5 anos e outra de 2, ficaram feridas e também foram socorridas.
“Elas tiveram leves escoriações e já estão bem, com familiares”, explicou o cabo Edilson. Os corpos do casal foram levados para Oeiras onde aguardam liberação para serem entregues aos familiares.

Fonte: G1

Novo estímulo nos EUA leva economistas a rever projeções de crescimento

Por outro lado, a nova orientação fiscal da administração norte-americana tende a resultar em déficits orçamentários maiores nos próximos anos

Economistas de Wall Street estão revisando suas estimativas de crescimento econômico dos EUA para os próximos dois anos, devido ao reforço nos cortes de impostos e o aumento do gasto público definidos por Washington. Por outro lado, a nova orientação fiscal da administração norte-americana tende a resultar em déficits orçamentários maiores nos próximos anos, o que pode restringir a capacidade do governo de responder às futuras recessões ou crises.

A versão final de uma lei de corte de impostos de US$ 1,5 trilhão assinada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, na semana passada vai gerar uma rodada de estímulo fiscal um pouco mais carregada do que as versões anteriores aprovadas pela Câmara e pelo Senado norte-americanos.

Enquanto isso, o Congresso provavelmente vai estudar em janeiro um acordo para aumentar os limites de gastos federais e permitir desembolsos maiores para aliviar os reflexos das tempestades registradas há poucos meses em diversos estados dos EUA. Os republicanos da Câmara propuseram uma conta de alívio de desastres de US$ 81 bilhões, quase o dobro do pedido de financiamento da Casa Branca, embora o Senado não tenha tomado qualquer medida antes do recesso final do ano.

Os cortes de impostos combinado com o aumento de gastos provavelmente aumentarão em cerca de 0,7 ponto porcentual a taxa de crescimento do produto interno bruto (PIB) dos EUA em 2018 e outro 0,2 ponto porcentual em 2019, disse Lewis Alexander, economista dos EUA na Nomura Securities LLC. Ele estima que o aumento dos gastos do governo poderia representar a metade desse impulso no próximo ano.

“Uma das razões para o nosso prognóstico relativamente otimista de crescimento de 2018 decorre de um generoso, e historicamente sem precedentes, estímulo fiscal”, disse Alexander. A mudança nas perspectivas de gastos federais, ao contrário do corte de impostos, é “um fator ainda não totalmente apreciado pelos mercados”. A casa espera que o estímulo fiscal influencie no crescimento após 2019 porque ajudará a induzir taxas de juros mais elevadas e de longo prazo.

Os economistas do Goldman Sachs elevaram na semana passada as previsões de crescimento dos EUA de 2018 e 2019 em 0,3 ponto porcentual e 0,2 ponto porcentual, respectivamente, para 2,6% e 1,7%. Eles esperam que o aumento da demanda, impulsionado principalmente pela expansão do consumo, estimule mais contratações que reduzirão a taxa de desemprego para 3,5% no próximo ano, de uma previsão anterior de 3,7%, e para 3,3% em 2019, ante a estimativa anterior de 3,5%. A última vez que a taxa de desemprego – atualmente em cerca de 4% – esteve no patamar de 3,3% foi em 1952.

A maioria dos economistas vê o corte de impostos como indutor de um crescimento maior, ao estimular o consumo doméstico, enquanto as reduções nas taxas de imposto corporativo podem resultar em maiores gastos de capital. Os economistas do J.P. Morgan estimam um aumento de 0,2 ponto porcentual na taxa de crescimento no próximo ano por conta do aumento do gasto do consumidor e de 0,1 ponto porcentual em decorrência do investimento das empresas. O banco espera que a produção econômica norte-americana cresça 2,1% no próximo ano.

O Congresso está trabalhando para chegar a um acordo sobre financiamento do governo que elevaria os limites de gastos definidos em 2011. Esses limites se tornaram mais restritivos em 2013, mas acordos bipartidários elevaram os tetos em 2013 e 2015, por dois anos de cada vez, e o último acordo do tipo expirou em setembro.

Os economistas do Goldman esperam que o Congresso amplie os limites de gastos em US $ 90 bilhões em 2018 e novamente em 2019, ou em cerca de 7% em relação aos níveis atuais. Esses níveis de financiamento não incluem despesas adicionais para alívio de desastres para áreas do país atingidas por tempestades ou incêndios florestais.

Mais estímulos agora provavelmente levarão a maiores déficits no futuro. Goldman e J.P. Morgan esperam que os déficits cresçam de US$ 664 bilhões, no ano fiscal encerrado em setembro, ou cerca de 3,4% do PIB, para US $ 1 trilhão, ou 5% do PIB, em 2019.

Uma mudança para maiores déficits orçamentários durante períodos em que a expansão econômica está bem avançada contrasta com a experiência histórica recente. Normalmente, os déficits orçamentários caem quando a economia se expande e aumentam quando se contrai. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao Minuto

Comércio do Brasil no Mercosul volta a avançar

Vendas de produtos industrializados para Argentina, Paraguai e Uruguai aumentaram 28,3% entre janeiro novembro deste ano

depois de cinco anos de redução ou de avanços modestos, o comércio com o Mercosul voltou a dar sinais de vitalidade. De janeiro a novembro deste ano, as exportações do Brasil para os países sócios cresceram 23,6%, uma taxa maior do que a do conjunto dos mercados: 18,2%.

“O comércio dentro do bloco foi reativado”, afirmou ao Estado o secretário de Comércio Exterior, Abrão Árabe Neto. “E é um comércio de pauta nobre, porque 89% das nossas exportações para o Mercosul são de manufaturados.” As vendas de produtos industrializados para Argentina, Paraguai e Uruguai avançaram 28,3%, quase o triplo dos 10,4% registrados no total do Brasil.

Por trás desse desempenho há dois fatores. O principal é que as economias dos países vizinhos estão crescendo. O outro, a volta da “pegada” econômica do Mercosul, depois de uma década e meia tratando basicamente de temas políticos.

Neste ano, Argentina deve crescer 2,5%, Uruguai, 3,5% e Paraguai, 3,9%, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI). Com as economias mais fortes, eles aumentaram suas importações, principalmente do Brasil.

“A dinâmica do comércio responde ao ciclo econômico dos países”, comentou o gerente de Negociações Internacionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Fabrizio Panzini. “Voltando o crescimento no Mercosul, a expectativa é que o comércio cresça, por ser uma região integrada.”

Com a Argentina, o Brasil acumulou um superávit recorde de US$ 7,4 bilhões este ano, basicamente com a venda de automóveis. “É muito”, disse o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. “Proporcionalmente, é como se nós tivéssemos um déficit de US$ 30 bilhões.”

O desequilíbrio no comércio causa desconforto, reconhece uma fonte do governo. O Brasil tem sido cobrado nas mesas de negociações a aumentar suas importações.

Para Abrão, o equilíbrio deve voltar em 2018. Com uma perspectiva de crescimento mais forte, o Brasil deve comprar mais dos países vizinhos.

É quase certo que as montadoras brasileiras aumentarão suas importações da Argentina, disse Castro. Pelo acordo automotivo vigente entre os dois países, elas precisarão fazer isso para não ter de pagar impostos sobre os carros que exportaram para lá neste ano.

Contraponto. O crescimento na venda de manufaturados é um ponto positivo, mas o presidente da AEB alertou que os produtos brasileiros só têm fôlego para serem vendidos na região. “Nós não temos preço para vender para os grandes mercados”, afirmou. “Daí a importância de fazermos nossas reformas estruturais.”

Fato muito destacado pelas autoridades que participaram da reunião de cúpula do Mercosul, na quinta-feira passada, em Brasília, a retomada da agenda econômica do bloco também teve seu papel no crescimento do comércio. No início do ano, foram identificadas 78 barreiras ao comércio dentro do bloco. Na semana passada, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, informou que 86% delas já haviam sido removidas.

“Estamos vendo uma recuperação”, disse o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale. “Vamos terminar o ano com um crescimento em torno de 9,5%, o que é um pouco acima de nossas previsões, e as exportações serão recorde.”

A melhora é notada também no setor de calçados, que em 2016 ainda amargava dificuldades para internar seus produtos na Argentina. “Não houve obstáculo maior para a entrada de nossos produtos”, informou o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein. A Argentina foi um dos poucos mercados onde houve aumento das vendas do setor. A participação do produto brasileiro naquele mercado passou de 29% para 34%, enquanto o produto chinês recuou de 23% para 20%.

“O Mercosul estava travado como acordo e como funcionalidade”, disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Pimentel. Com o alinhamento dos países em busca de mais comércio, o bloco ganhou uma agenda mais efetiva. “É uma velocidade que não se via há tempos”, afirmou. “Agora o Mercosul está com uma pegada mais adequada.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Fonte: Noiticias ao Minuto