ZÉ LEITE VAI DEVOLVER R$ 4,5 MILHÕES

O ex-prefeito de Barbalha, Zé Leite, está com motivos suficientes para perder o sono. Uma decisão da Controladoria Geral da União, a CGU, pede que ele devolva mais de R$ 4,5 milhões aos cofres públicos. Um levantamento da CGU identifica que houve falhas e irregularidades na aplicação dos recursos pertencentes ao Fundeb. O documento, com relatório de fiscalização, foi enviado à Prefeitura e contém, entre outras fraudes, transferências bancárias indevidas e falhas na atuação do Conselho do Fundeb. A investigação é pre-liminar e envolve os três últimos anos da gestão Zé Leite. O dinheiro teria sido usado para pagar outros servidores, que nada tinham a ver com a educação.
Para a CGU, os professores de Barbalha foram os principais prejudicados com
a má gestão dos recursos. Zé Leite diz que vai recorrer, porque é inocente.

Jornal do Cariri

Doenças inflamatórias intestinais: as novidades e os desafios

De uma hora para outra, o sujeito, em geral jovem, começa a perder peso, sentir dores abdominais e ter diarreias constantes. Embora esses não sejam sintomas específicos, muitas vezes é assim que se manifestam as doenças inflamatórias intestinais (DII), conjunto de distúrbios cuja incidência vem crescendo mundo afora. “Não há estudos epidemiológicos no Brasil, mas notamos na prática um aumento nos casos, em parte pela melhora no diagnóstico, em parte por razões ainda não totalmente esclarecidas”, contextualiza a gastroenterologista Didia Cury, da clínica Scope, em Campo Grande (MS).

A médica, que realiza pesquisas em parceria com a Universidade Harvard, nos Estados Unidos, organizou um simpósio internacional na capital sul-matogrossense para discutir, com outros especialistas, novidades e aspectos pouco conhecidos da doença de Crohn e da retocolite ulcerativa, os tipos mais comuns do transtorno. “A retocolite ataca mais o intestino grosso, enquanto o Crohn pode afetar o sistema digestivo da boca ao ânus e também outros locais, como pele, olhos e articulações”, explica as diferenças o gastroenterologista Jaime Gil, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

A teoria mais aceita é que a inflamação crônica é resultado de uma reação exagerada do sistema imune à flora intestinal. Como nem sempre os sintomas são claros, não é raro ver gente levando dez anos para receber o diagnóstico, atraso que compromete a qualidade de vida. Com a meta de educar mais a população sobre o tema, elencamos agora os pontos quentes recém-debatidos no evento.

Novas armas com mais foco

Até pouco tempo atrás, havia poucos fármacos disponíveis para tratar os casos mais complicados de DII. Chegaram, então, medicamentos inovadores, os anticorpos monoclonais, com a missão de inibir moléculas específicas por trás da inflamação crônica – um dos principais é o anti-TNF. Nem sempre, porém, eles atingiam o resultado esperado e ainda impunham efeitos colaterais. É aí que entra a nova geração dessas medicações (caso do vedolizumabe e do ustequinumabe), concebidas para agir apenas no local afetado pela doença, o que reduz riscos e melhora a eficiência da terapia.

Hoje, os anticorpos são indicados em quadros moderados e severos, mas se discute uma mudança de abordagem. “Estamos prescrevendo essas substâncias mais cedo porque elas parecem ser mais eficazes nos primeiros anos do que depois de uma década com o problema”, conta Alan Moss, gastroenterologista e pesquisador de Harvard.

De olho na tuberculose

Quem toma medicamentos imunossupressores, caso do próprio anti-TNF, está mais sujeito a desenvolver essa infecção. “Já é uma praxe procurar o micro-organismo nos portadores de doença inflamatória intestinal, mas nem sempre esse rastreamento é efetivo e refeito ao longo da vida”, diz o patologista Julio Croda, da Fundação Oswaldo Cruz, um dos palestrantes do evento.

A demora no diagnóstico nesses casos traz complicações potencialmente fatais. “Sem contar que contribui para a transmissão da tuberculose, que hoje mata mais que a aids por aqui”, aponta Croda. O pesquisador estudou pacientes em tratamento de DII na clínica Scope e descobriu que 3,8% deles tinham o bacilo no sangue, incidência proporcionalmente maior que a da população em geral.

Por que o divã é bem-vindo

Estresse e ansiedade fora de controle favorecem as crises nas doenças inflamatórias intestinais. Na via oposta, essas condições por si podem gerar angústia, irritação e medo, dificultando o convívio social e alimentando quadros depressivos. Para se blindar dessa situação, que atrapalha o próprio contra-ataque à DII, especialistas indicam um acompanhamento psicológico.

“A doença impõe solidão, e o estresse emocional precisa ser administrado antes que impacte na manifestação dos sintomas”, explica a psicóloga Daisy Maldaun, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), autora de um livro recém-lançado que traça o perfil psicológico das pessoas com DII. Além da terapia, meditação e ioga são técnicas recomendadas para ajudar na manutenção do equilíbrio mental, tão importante para o sucesso do tratamento.

Homeopatia ajuda?

A busca pela medicina alternativa costuma ganhar força quando os remédios tradicionais falham no socorro ao intestino, o que não é tão raro de acontecer. Daí a proposta da homeopatia de aliviar certas manifestações na DII. “O método foca no indivíduo como um todo e traz um olhar cuidadoso que faz diferença na percepção e no trabalho com os sintomas da doença”, diz Gilson Roberto, psicólogo e homeopata de Porto Alegre e um dos participantes do simpósio.

O tema, no entanto, ainda gera controvérsia. “Não há evidência científica de que a homeopatia funcione na DII e práticas não comprovadas podem gerar frustração e prejudicar a adesão ao tratamento convencional”, contrapõe Jaime Gil. Na dúvida, o melhor a fazer é conversar com o especialista e jamais abandonar as medicações anteriormente prescritas.

E a fertilidade, como é que fica?

Esse assunto nem sempre é discutido no consultório ao longo do tratamento, mas deveria. Isso porque a inflamação crônica – e até os fármacos que a combatem – pode comprometer a capacidade reprodutiva de homens e mulheres com DII. Quando o problema atinge o cólon (no intestino grosso), por exemplo, chega a repercutir em regiões como o útero, onde o óvulo fecundado se aninha para dar origem ao embrião.

Já na ala masculina, o uso de alguns medicamentos está relacionado a uma baixa na velocidade dos espermatozoides. “A DII afeta especialmente pessoas em idade reprodutiva que, com medo e sem informação, adiam os planos de ter filhos. Só que, quanto mais o tempo passa, maior é a queda na taxa de fertilização”, analisa Didia. Felizmente, com acompanhamento médico, é possível, sim, garantir a continuidade da família.

Para flagrar mais cedo

Uma das ameaças que a turma com DII enfrenta é o maior risco de câncer colorretal. “Isso porque, com o tempo, a inflamação constante favorece alterações nas células que ficam nas paredes do intestino. E essas pequenas lesões podem evoluir para um tumor”, resume o coloproctologista Guilherme Cutait, da Universidade de São Paulo (USP).

A boa notícia é que, com a nova safra de aparelhos endoscópicos e outros métodos de imagem, dá para detectar mais precocemente essas feridinhas com potencial de virarem malignas no futuro. E mais: na endoscopia, dá até para remover os pontos suspeitos durante o próprio exame. “Só que estamos falando de tecnologias de ponta que ainda não estão disponíveis em todos os lugares do país”, pondera o gastroenterologista Alexandre Carlos, também da USP.

O que o futuro reserva

Existem três promessas à vista. Uma delas vem de estudos com comprimidos de uso diário para controlar a doença – baita vantagem se pensarmos que os anticorpos monoclonais atuais dependem de injeções periódicas. Já a terapia com células-tronco tenta fazer uma correção no sistema imune para ele parar de agredir o aparelho digestivo. “Só que esse método parece beneficiar um grupo pequeno de pacientes, além de o efeito ser temporário”, conta Alan Moss, que testou a técnica em Harvard.

Por fim, há o transplante fecal, a transposição de bactérias de uma flora saudável para o intestino doente. Moss está avaliando essa opção e adianta que ela esbarra, por ora, no mesmo problema de uma resposta de curta duração. A chave, diz o pesquisador, é investigar mais para entender melhor esses males. “Eles têm mecanismos diferentes e pedem uma abordagem individualizada.”

Editora Abril

Fundação oferece bolsas de estudo na Alemanha para profissionais de diversas áreas

Para quem está sem emprego e pretende mudar de área, passar um tempo estudando em outros países, com tudo pago, pode ser uma opção interessante. A Fundação Alexander von Humboldt oferece bolsas de estudos para que profissionais de várias áreas possam desenvolver projetos na Alemanha, com um parceiro escolhido pelo próprio bolsista. A oportunidade está aberta para áreas como política, economia, mídia, administração e cultura. (Veja vídeo acima)

A fundação concede, aos bolsistas, a oportunidade de realizarem um projeto de pesquisa sobre questões mundiais como convidados em cooperação com uma instituição-anfitriã da Alemanha. As inscrições podem ser feitas pela internet até o dia 15 de setembro.

Segundo a cônsul da Alemanha no Recife, Maria Könning Siqueira, a bolsa é destinada a jovens talentos de cinco países, entre eles, Brasil, China, Índia, Rússia e Estados Unidos. “O anfitrião pode ser uma instituição, um artista, uma administração ou serviço público. Depois devem identificar um projeto de pesquisa, aprendizagem ou arte. É possível levar a família e a bolsa depende, também, da condição pessoal dessa pessoa”, disse.

A bolsa de estudo tem duração de um ano, começando no dia 1º de outubro do ano seguinte. A ajuda mensal para os aprovados varia entre 2.150 euros e 2.750 euros, dependendo das qualificações. Cursos adicionais de alemão, suporte para a família acompanhar o bolsista e as despesas com viagem estão previstos na bolsa. Quem já está na Alemanha por seis meses (período contado do início da bolsa pra trás) não pode concorrer.

Em um programa inicial de quatro semanas em Bonn e Berlim, é estabelecido contato com outros bolsistas. Durante o período da bolsa, o grupo se encontra para outros eventos. Juntos, os bolsistas são convidados para uma recepção na chancelaria, para viajar pela Alemanha e ser recebido em instituições públicas e empresas importantes. Além disso, o curso intensivo de alemão facilita o ingresso no cotidiano alemão.

Confira abaixo os requisitos para participar do programa:

  • Um projeto para ser desenvolvido na Alemanha
  • Uma instituição-anfitriã da Alemanha
  • Formação superior completa (bacharelado), mas a data da formatura não pode passar de 12 anos
  • Fluência em inglês ou em alemão
  • Apresentação de uma carta de recomendação de um mentor para a pesquisa (pode ser de instituição de ensino privada ou pública)
  • Potencial para liderança

fonte: G1

Alinne Rosa sobre prazer com massagem tântrica: ‘Orgasmo de 50 minutos’

A conversa entre Alinne Rosa e Fábio Porchat esquentou na madrugada desta terça (4). Entre assuntos como fotos e vídeos sem roupa, o bate-papo foi parar na famosa massagem tântrica, que a cantora revelou ser adepta. E entregou os benefícios que já conseguiu com a prática.

“Descobri o tantra há um ano, é meio que uma terapia com prazer. Muita gente linka ao sexo, mas ele liga muito você à força sexual. É uma massagem supersutil, bem leve no seu corpo todo. O orgasmo é de 50 minutos. A primeira vez eu fiquei uns 40 minutos deitada depois que acabou, e três dias depois eu ainda estava vibrando”, confessou a bela.

Sobre ‘crushs’ famosos, Alinne confessou que, a exemplo de milhares de meninas ao redor do mundo, pegaria Justin Bieber, sim. “Vem aqui garoto, eu pegava. Não tenho nada contra novinhos, não”. Fica a dica, Justin.

NOTICIASAOMINUTO

Câmara mantém consenso durante aprovação de matérias

Mauriti, O plenário da Câmara de Vereadores deste município manteve consenso em relação a aprovação do Projeto de Lei 38/2017, de iniciativa do Poder Executivo, que dispõe sobre a criação a Lei 38/2017, de iniciativa do Poder Executivo, que dispõe sobre o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos do Município de Mauriti e da outras providencias.

A matéria já havia sido aprovada em primeira votação, em sessão realizada no último dia 6 de junho, tendo recebido aprovação unânime no pleito de segundo turno, ocorrido no dia 20 do mês passado. A sessão foi conduzida pela presidência da vereadora Fernanda Martins (PSDB), que retornou às atividades legislativas após o término de licença médica.

Nas mesmas datas, também foi aprovado projeto do Executivo que alterou a redação do Art.4º da Lei Municipal 686/2006 e adota outras providencias. Já na sessão seguinte, realizada em 27 de junho, foi aprovado, em votação nominal, Projeto de Lei 41/2017 de iniciativa do vereador Francisco Auricélio Vieira, que dispõe sobre o Cemitério do Distrito de Palestina do Cariri, denominando de Sagrado Coração de Jesus. A matéria ainda precisa ser aprovada em segundo turno para ir à sanção do Executivo.

Campos Sales – Moésio entre o céu e o inferno

Por Madson Vagner

O prefeito de Campos Sales, Moésio Loiola, experimenta os extremos de estar entre o céu e o inferno. Moésio recebeu do governador Camilo Santana a perfuração de 16 poços profundo, que devem ajudar a resolver o problema da falta de água no município.

Apesar do anúncio e da comemoração, Moésio sofre grande desgaste depois de demitir cerca de 800 contratados e comissionados. Além dos desempregados, os comerciantes reclamam a forte baixa nas vendas e a inadimplência que bate recordes. O prefeito é responsabilizado pelo caos.

Em sua defesa, Moésio diz que as demissões são necessárias para se adequar à Lei de Responsabilidade Fiscal. Para a oposição, as contratações foram pagamento por voto e agora o município não tem dinheiro para honrar o compromisso de Moésio. A polêmica ganha as ruas.