Presidente do Legislativo cratense trabalha parcerias estadual e federal

Por Agência News Cariri

O presidente da Camara Municipal do Crato , Florisval Coriolano , tem buscado parcerias e contados com deputados estadual e federal , com o objetivo de fortalecer a vinda de novos investirmos para o município do Crato . O presidente esteve reunido na tarde deste sábado , 27, com o deputado federal , Jose Guimaraes , além do vereador Pedro Lobo e outras autoridades .

Prefeito decreta ponto facultativo na próxima segunda-feira, dia 29

O prefeito de Barbalha, Argemiro Sampaio Neto, decreta ponto facultativo na próxima segunda-feira, 29 de maio. A medida é adotada pelo chefe do Poder Executivo, considerando a abertura da Festa de Santo Antônio, no domingo, 28, com o carregamento e hasteamento do Pau da Bandeira. Este momento histórico envolve toda a comunidade barbalhense e seus milhares de visitantes que, durante o dia inteiro, participam de intensa programação religiosa, artística e cultural. Confira, na íntegra, o Decreto do Prefeito Argemiro Sampaio Neto

Descaso em Juazeiro do Norte

Umas das principais ruas da cidade de Juazeiro do Norte , estar mais uma vez causando transtorno no trânsito . Dessa vez A Rua São Pedro, no cruzamento com a linha férrea, está semi obstruída tendo como causa um defeito na cancela de segurança do VLT(metrô do Cariri). Até a manhã deste sábado não tinham tomado nenhuma providência .

A tradição semanal permanece nas ruas de Cascavel, Crato, Iguatu e Itapajé

Se na história o comércio fundou as cidades, as feiras livres são semente pulsante da história até os dias de hoje. É quem dá a melhor definição de centro, quando reúne produtos, vendedores e compradores. Porém é muito mais. Para além do negócio está o jeito de vender, promover e pechinchar – há quem diga que nasceram na feira as palavras pechincha e promoção.

No Interior, a realização da feira livre caracterizava-se por ser um dia festivo, encontro de pessoas, socialização e circulação de dinheiro com os negócios realizados. Havia mais cordelistas, cantadores, sanfoneiros. “A modernização modificou hábitos e costumes”, observa o arquiteto e urbanista Paulo César Barreto.

Mas, ainda hoje, a feira é essencialmente heterogênea, além de dinâmica. Não tem classe, não tem cor nem religião. Mas possui um cheiro próprio, um som singular, de múltiplos barulhos em todas as frequências num só momento. Enquanto shopping cheira a loja de perfume, feira livre cheira a rua. Cheiro de fruta, de peixe, de roupa nova, de gente. Passos no calçamento, caixas de madeira molhada sendo empilhadas da ausência do produto que acaba de ser vendido, mas deixou o cheiro do tomate, mandioca, manga. Sacola se abre, caem dentro os legumes, em cima da farinha e do feijão.

A galinha carcareja, talvez vendendo-se ou pedindo socorro, mas denunciando a existência. Moedas tilintam de uma mão a outra. Negócio fechado. Feito cânfora, ervas medicinais invadem as narinas, assim como as raízes, gritando pelo cheiro. Pepaconha, alfavaca, aroeira, camomila, eucalipto, hortelã, macela. Remédios descobertos pelos índios cuja bula é a oralidade e o testemunho dos séculos.

A trilha sonora é o rádio ligado. Duas pilhas somente, para AM e FM. Vem com um cordão que, se quiser, pendura na mão e sai andando e ouvindo. Outros, mais complexos, carregam CD player e entrada para pen drive. A caixa do tamanho de uma maçã, com entrada USB e carga de bateria, gera um volume conforme o gosto dos ouvidos.

Discos de vinil, hoje raros, ainda são encontrados. CDs e DVDs piratas têm para todos os gostos. Filmes “de guerra” e “de Deu”, comédias e pra crianças. Num pen drive, do tamanho de um dedo, já vêm com três mil músicas de forró. “Na loja tá de R$ 20. Mas aqui, pra você, tá de R$ 15”.

E quem tiver um mínimo de dinheiro já não fica nu de roupas novas. Shorts jeans, saias e blusas no estilo das celebridades. Camisas pê, eme, gê e gegê, branca, preta, colorida e desbotada. Do Bob Marley, Jesus e Nossa Senhora. Calçados para todos os pés e pisadas.

Um trem, que faz quase tanto barulho quanto o original, circula em trilhos que dá pra montar com o filho. Se compra dois, fica ainda mais barato. Uma boneca que aperta e diz, em chinês, “livre estou, livre estou”, do filme Frozen, uma aventura congelante, da Disney.

É também lugar de se vender poemas com palavras ou coisas esculpidas em barro, talhadas na madeira, pintadas ou bordadas. O artesão é alma ambulante da feira, não só vende como demonstra ali o jeito de fazer, num ateliê a céu aberto. A venda de rua, presente em todo lugar do mundo, também tem no Ceará suas especificidades. Cordel, xilogravura, renda e telas. Traz, de um lado, um pedaço de sua identidade, e do outro curiosas celebridades. De Bill Clinton a Luiz Gonzaga. E feira é tão essência de povo que os políticos, ao menos uma vez a cada quatro anos, não deixam de dar uma passada e se “misturar”.

A feira livre é atrativo até para quem nada quer comprar, só usar os cinco sentidos intensamente. Foi o que fizemos em Cascavel, Crato, Iguatu e Itapajé. Afora o que se vende, é de graça aquilo de mais singular. Nenhum lugar da cidade tem outro comércio igual.

11 mil animais seguem abandonados na Capital

Quem circula por praças e parques públicos de Fortaleza pode encontrar um gato ou um cão abandonado. Por vezes, alguns deles são saudáveis, já a maioria sofre com lesões de acidentes ou mesmo por doenças que podem levar a morte. Em audiência pública na Câmara Municipal de Fortaleza, realizada ontem, organizações de proteção aos animais e órgãos públicos debateram as dificuldades em manter os abrigos em funcionamento sem políticas públicas. A estimativa do Centro de Controle de Zoonoses de Fortaleza (CCZ), é que exista 11 mil cães e gatos vivendo em situação de rua. O número representa apenas 5% dos bichos que habitam os lares da Capital.

A União Protetora dos Animais Carentes (Upac) ressalta a tendência do abandono nos último dois anos. Segundo o presidente da instituição, Gustavo Gonçalves, a crise econômica vem sendo o principal motivo para a desistência da posse dos bichos. “O que estamos percebendo hoje é que muitos criadores estão sem condições financeiras de alimentar ou arcar com despesas médicas”. A Upac possui um abrigo com 400 gatos. Havia um canil, mas por questões financeiras tiveram de fechar o espaço. “Enquanto a gente fazia uma feira e conseguiam adotar 30 cachorros, os gatos eram apenas adotados por três pessoas com muita dificuldade”.

A realidade também é presente no Eusébio. Cássia Silvia, membro da organização não governamental (ONG) “Novelo de Lã”, trabalha há 20 anos com animais. Atualmente, cerca de 250 felinos e oito cães estão divididos em dois espaços.

O perfil dos bichos nos dois abrigos é o mesmo, sendo 90% de felinos do sexo feminino. Parte deles com mutilações sofridas em acidentes, nas vias municipais, e outros abandonos em parques públicos.

Ações

Apesar do alto número de animais deixados nas ruas, a Prefeitura de Fortaleza aumentou a quantidade de atendimentos aos cães e gatos em condição de rua, bem como a quem não tem condições de arcar com despesas médicas. A coordenadora do Centro do CCZ, Rosânia Ramalho conta quem há quatro anos atrás o Município só realizava 8 mil atendimentos por ano, como testes calazar e demais consultas. Atualmente, os exames chegam a 15 mil animais.

“Temos o conhecimento de uma grande concentração de abandono dos animais no Cemitério da Parangaba, Lar Torres de Melo e o Hospital de Messejana. Estamos acompanhando mensalmente esses espaços públicos”, diz Rosânia. Ele lembra ainda que a meta de 2017 é realizar 15 castrações por semana e 300 por mês. “O intuito é controlar a população de cães e gatos”.

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