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Petrobras sobe mais de 1,6% com elevação de nota

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As ações da Petrobras subiram mais de 1,6% nesta segunda-feira (10), beneficiadas pela elevação de sua nota de crédito (rating) pela agência de classificação de risco Moody’s, de B2 para B1.

Além disso, a Moody’s mudou a perspectiva da nota da Petrobras de estável para positiva. A agência diz que a liquidez e as métricas financeiras da companhia apresentaram evolução nos últimos trimestres.

As ações da estatal terminaram a sessão com ganho de 1,63% (PN) e 1,69% (ON), ajudadas ainda pelo avanço do petróleo no mercado internacional pelo sexto pregão consecutivo.

O bom desempenho dos papéis da Petrobras ajudou o Ibovespa a encerrar no campo positivo. Depois de um pregão volátil, o principal índice da Bolsa fechou em leve alta de 0,09%, aos 64.649,81 pontos. O giro financeiro foi de R$ 7,1 bilhões.

Pressionadas pelo recuo do preço do minério de ferro na China pela terceira sessão seguida, as ações PNA da Vale subiram apenas 0,07%, enquanto as ON perderam 0,41%.

Entre os bancos, Itaú Unibanco PN recuou 0,18%; Bradesco PN ganhou 0,62%; Bradesco ON, +0,38%; Banco do Brasil ON, +0,67%; e Santander unit, -1,47%.

Segundo analistas, ainda prevalece uma certa cautela em relação à aprovação da reforma da Previdência e, no cenário externo, quanto ao conflito na Síria, entre outras tensões geopolíticas.

A semana mais curta por causa do feriado de Páscoa também reduz o apetite dos investidores ao risco.

CÂMBIO E JUROS

O dólar comercial terminou a sessão em baixa de 0,38%, a R$ 3,1390, depois de ter subido nas três sessões anteriores com as tensões geopolíticas e dúvidas sobre o avanço da reforma da Previdência.

“Hoje, houve um alívio nessas preocupações, e a presença de exportadores vendendo dólares no mercado foi predominante”, comenta Ricardo Gomes da Silva, superintendente de câmbio da Correparti Corretora.

No exterior, a moeda americana teve comportamento misto.

No mercado de juros futuros, os contratos encerraram a sessão em baixa, repercutindo a mais recente pesquisa semanal Focus, do Banco Central. Os especialistas consultados passaram a ver a taxa básica de juros (Selic) a 8,50% no fim de 2017, ante 8,75% na semana passada.

Para a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central que termina nesta quarta-feira (12), as estimativas majoritárias são de corte de 1 ponto percentual, para 11,25% ao ano.

Luiz Eduardo Portella, sócio-gestor da Modal Asset, acredita, no entanto, em um corte maior da Selic, de 1,25 ponto percentual, para 11% ao ano, neste encontro do Copom.

“Diante da projeção de um PIB [Produto Interno Bruto] fraco neste primeiro trimestre, com demora da reação da indústria e dos serviços, e o crédito sem sinais de recuperação, a única forma de estimular a economia seria via redução de juros”, diz Portella.

Ele acrescenta que a queda disseminada da inflação, e a perspectiva de que ela fique abaixo da meta do BC até 2020, há espaço para se intensificar o corte dos juros.

O contrato de juros para janeiro de 2018 caiu de 9,770% para 9,665%; o contrato para janeiro de 2021 recuou de 9,930% para 9,810%; e o contrato de janeiro para 2026 passou de 10,300% para 10,165%. Com informações da Folhapress.

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