A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (1º). O resultado representa uma desaceleração em relação ao primeiro trimestre, quando o PIB avançou 1,1%.
Apesar da perda de ritmo, o desempenho ficou acima das expectativas do mercado. Uma pesquisa da Reuters projetava crescimento de 0,4% entre abril e junho.
O principal destaque do trimestre foi a Agropecuária, que avançou 2,8%. O setor de Serviços registrou alta de 0,2%, enquanto a Indústria cresceu 0,1% no período.
Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou crescimento de 2%. Nesse intervalo, a Agropecuária teve alta de 6,8%, seguida pela Indústria e pelos Serviços, ambos com avanço de 1,5%.
O PIB brasileiro totalizou R$ 3,4 trilhões entre abril e junho. Desse montante, R$ 2,9 trilhões correspondem ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios.
Considerando os quatro trimestres encerrados em junho, a economia brasileira acumulou crescimento de 1,9% em relação ao período imediatamente anterior. O PIB representa a soma dos bens e serviços finais produzidos no país e é utilizado como um dos principais indicadores para medir o desempenho da atividade econômica.







