A taxa média anual de desemprego no Brasil ficou em 5,6% em 2025, o menor patamar desde o início da série histórica, em 2012, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice recuou 1 ponto percentual em relação a 2024, quando estava em 6,6%.
Em comparação com o período pré-pandemia, em 2019, a queda é ainda mais expressiva, de 6,2 pontos percentuais. No trimestre encerrado em dezembro de 2025, a taxa de desocupação foi de 5,1%, reforçando o cenário de mercado de trabalho aquecido.
Mesmo com a taxa básica de juros (Selic) em níveis elevados, o emprego seguiu em expansão. Segundo o IBGE, o crescimento da ocupação ocorreu principalmente em setores menos sensíveis ao crédito, como serviços de maior qualificação e o setor público, além do impacto positivo do aumento do salário mínimo.
A população desocupada somou 6,2 milhões de pessoas em 2025, uma redução de cerca de 1 milhão em relação ao ano anterior. Já o número de pessoas ocupadas alcançou 103 milhões, o maior da série histórica, com nível de ocupação recorde de 59,1%.
O rendimento médio real habitual chegou a R$ 3.560 em 2025, alta de 5,7% frente a 2024. A massa de rendimentos também bateu recorde, totalizando R$ 361,7 bilhões, indicando avanço da renda dos trabalhadores e fortalecimento da atividade econômica.









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