A prévia da inflação oficial de janeiro perdeu força e ficou em 0,20%, abaixo dos 0,25% registrados em dezembro, segundo dados do IPCA-15 divulgados pelo IBGE. Com o resultado, o índice acumula 4,5% em 12 meses, atingindo o limite máximo da meta de inflação do governo para o período.
O principal fator para a desaceleração foi a queda de 2,91% na conta de luz, resultado da mudança da bandeira tarifária de amarela para verde, o que eliminou a cobrança extra na fatura de energia. O grupo Habitação recuou 0,26%, exercendo o maior impacto negativo sobre o índice do mês.
Outro alívio veio do grupo Transportes, que apresentou queda de 0,13%, puxada principalmente pela redução média de 8,92% nas passagens aéreas e pela diminuição das tarifas de ônibus urbanos em algumas capitais. Por outro lado, os combustíveis subiram 1,25%, com destaque para a gasolina, que teve o maior impacto individual sobre o índice.
Já os alimentos e bebidas aceleraram, com alta de 0,31%, influenciados por produtos como tomate, batata e carnes. Mesmo assim, quedas em itens como leite, arroz e café ajudaram a conter uma pressão maior. O IPCA cheio de janeiro, que confirma o resultado final da inflação do mês, será divulgado no dia 10 de fevereiro.










Deixe um comentário