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Semace se destaca durante evento sobre temáticas ligadas à recuperação de áreas degradadas

Ascom Casa Civil

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A Diretoria Florestal (Diflo) da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) foi destaque durante o Seminário sobre Recuperação de Áreas Degradadas do Bioma Caatinga da Sociedade Brasileira de Recuperação de Áreas Degradadas (Sobrade). O evento acontece de forma remota de 12 a 15 de abril. A Semace se apresentou nesta terça-feira (13) e quarta-feira (14).

A autarquia foi representada pela coordenadora pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR) da Diflo, Tereza Farias. Durante o evento, a técnica pontuou sobre as temáticas “Marcos Legais e governança na gestão de conflitos socioambientais: Desafios para o uso ambiental do bioma” e “O Programa de Regularização Ambiental no Contexto da Caatinga”.

Em dois dias de apresentações, Tereza detalhou sobre diretrizes legais de políticas públicas de ordenamento territorial, ambiental e desenvolvimento sustentável, destacando também os números alcançados pelo Programa de Regularização Fundiária do Estado, que beneficiou 400 mil pessoas.

Os números do CAR e o benefício do cadastramento no Estado também foram apresentados pela técnica da Semace. Segundo a Dilfo, até o final do ano anterior foram cadastrados 273.293 imóveis rurais, perfazendo uma área de aproximadamente 10.473.047 ha. Além disso, Tereza Farias falou sobre o Programa de Regularização Ambiental (PRA), pontuando aspectos de sua implantação e integração de ações de execução e monitoramento.

“Foi muito importante a participação da Semace a convite da Sobrade, ocasião que demonstrou como o nosso Estado vem trabalhando com as políticas públicas de forma intersetorial, destacando também ações das secretarias de Meio Ambiente, de Desenvolvimento Agrário, de Recursos Hídricos, além das ações que precisam se alavancadas para que consigamos alcançar o êxito em operações de áreas degradadas no Ceará”, disse Tereza.

Ainda conforme a técnica da Diflo, 71% dos inscritos no CAR demonstram interesse em participar do programa. “Já temos o decreto estadual, e o próximo passo é que as entidades sejam articuladas pelo Governo do Estado, sociedade civil, para que possamos implementar esse programa tão importante que se trata de um dos instrumentos do código florestal”, concluiu Tereza Farias.

Fonte: Ana Luzia Brito – Ascom Semace

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