Sessão da Câmara Municipal acontece com presença de representação do Sindicato dos Servidores

A Sessão ordinária do Poder Legislativo do Crato desta terça-feira,19, contou com a presença da presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Crato, Denise Pinheiro, que abordou sobre a campanha salarial dos servidores que reivindicam percentual de 8,33% de reajuste.

Segundo a presidente, a campanha é dividida em duas categorias: o magistério com percentual já estabelecido pelo MEC de 4,17% e os demais servidores que recebem acima do mínimo, com uma pequena perca em relação aos anos 2017 e 2018.Denise relatou ainda que a gestão Municipal já foi acionada e deverá dar resposta até esta quarta-feira dia 20.

A presidente destacou a necessidade da realização do concurso público no município. Ela ressaltou que o percentual de cargos temporários chega a 43% e isso gera prejuízos para a previdência dos servidores municipais, que estão ligados a previdência própria, alimentada pelos efetivos. Segundo ela, já são 433 carências que a PreviCrato não recebeu. Ao final das discussões foram votados requerimentos e projetos e encerrado os trabalhos

CIOPAER realiza operação de sucesso em que salva mulher de AVC

Por Rafael Pereira/Agencia News Cariri

Uma aeronave da CIOPAER(Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas) realizou uma operação aérea, na tarde dessa terça feira (19), que salvou uma mulher de 50 anos, vítima de AVC(Acidente Vascular Cerebral).

A operação foi feita na cidade de Icó, onde a vítima mora,para Juazeiro do Norte. A distancia entre as duas cidade é em média 150 km e a operação foi feita por helicóptero.

Em postagem publicada em seu perfil no Instagram, a CIOPAER diz que “A aeronave,dotada de UTI aérea, com médico e enfermeiro à bordo, transportou a vítima até o Batalhão da Polícia Militar em Juazeiro do Norte, de onde uma ambulância do SAMU a transportou para o Hospital Regional do Cariri, onde já se encontra em condição estável.”

20 milhões de trabalhadores podem ter redução de alíquota, diz governo

Atualmente, os contribuintes da iniciativa privada pagam alíquotas fixas de 8%, 9% ou 11% sobre o rendimento, a depender da faixa salarial

O novo modelo de contribuição previdenciária proposto pelo governo vai promover redução de alíquotas para aproximadamente 20 milhões de trabalhadores, afirmou nesta quarta-feira (20) o diretor de programa da secretaria especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Felipe Portela.

Ele não informou qual o número de trabalhadores que poderá pagar mais após a implementação das novas alíquotas.

Atualmente, os contribuintes da iniciativa privada pagam alíquotas fixas de 8%, 9% ou 11% sobre o rendimento, a depender da faixa salarial.

Pela proposta, cada trabalhador passará a contribuir com uma alíquota efetiva que corresponde exatamente a seu salário. Ou seja, a contribuição terá uma progressão gradativa dentro de cada faixa salarial.

Quem ganha até um salário mínimo, contribuirá com 7,5%. Entre R$ 998,01 e R$ 2.000,00, a taxa será graduada entre 7,5% e 8,25%. Entre 2.000,01 e 3.000,00, a alíquota irá variar de 8,25% a 9,5%. No caso dos salários de R$ 3.000,00 e R$ 5.839,45 (teto do INSS), oscilará entre R$ 9,5% e 11,68%.

Para os servidores públicos, as alíquotas serão as mesmas do setor privado até o teto do INSS. Salários mais altos que o teto sofrerão cobranças mais altas.

São elas: de 11,68% a 12,86% para os salários de R$ 5.839,46 a R$ 10.000,00; de 12,86% a 14,68%, até 20.000,00; de 14,68% a 16,79%, até 39.000,00; mais de 16,79%, podendo alcançar 22% para os que ganham mais que R$ 39.000,00. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto

Reforma prevê 40 anos de contribuição para receber benefício integral

Regra de cálculo da aposentadoria, segundo o texto encaminhado pelo governo ao Congresso, prevê que o benefício será de 60% para quem cumprir os 20 anos

Pela proposta de reforma da Previdência, o trabalhador só conseguirá receber o valor integral do benefício após contribuir por 40 anos.

A regra de cálculo da aposentadoria, segundo o texto encaminhado pelo governo ao Congresso, prevê que o benefício será de 60% para quem cumprir os 20 anos mínimos exigidos de contribuição.

A cada ano que o trabalhador contribuir além do tempo mínimo (20 anos) será adicionado 2%.

Assim, a integralidade do benefício (100%) será alcançada após 40 anos de contribuição. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao minuto


Proposta para Previdência Social prevê mudança na idade mínima e abrange setores público e privado

Reforma foi entregue nesta quarta-feira pelo presidente Bolsonaro ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Texto com mudanças para militares sai em até 30 dias, segundo o governo.

O governo apresentou nesta quarta-feira (20) a proposta de reforma da Previdência, considerada prioridade pela equipe econômica para tentar reequilibrar as contas públicas nos próximos anos. O texto foi entregue pessoalmente pelo presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional.

De acordo com o que o governo já havia anunciado na semana passada, a proposta prevê uma idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 para mulheres, a ser aplicada após 12 anos de transição.

A idade mínima subirá progressivamente durante esse período – que é mais curto do que os 21 anos propostos pelo governo Temer em 2017.

A reforma da Previdência abrange os trabalhadores do setor privado, que estão no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e os servidores públicos.

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou que um texto com a proposta de reforma da previdência dos militares será entregue em até 30 dias.

A ideia do governo, ao reformar a Previdência, é aumentar as receitas, mas também cortar despesas – via limitação de benefícios.

A equipe econômica também informou que buscará implementar um regime de capitalização – pelo qual cada trabalhador financia a própria aposentadoria por depósitos em uma conta individual. Entretanto, detalhes sobre essa proposta serão apresentados somente no futuro.

Com as medidas propostas, o governo quer economizar R$ 1,16 trilhão em dez anos, valor que representa cerca de 1/3 do déficit somente do INSS (sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado) previsto para o período, que deve somar R$ 3,1 trilhões no mesmo período. Ainda falta incluir nesse cálculo o rombo dos servidores públicos e militares, não detalhado pelo governo.

Impacto na economia

O objetivo do governo ao propor a reforma não é zerar o déficit previdenciário, mas tentar diminuir o rombo previsto para os próximos anos – seu consequente impacto na contas públicas, que amargaram em 2018 o seu quinto ano seguido de déficit, com resultado negativo de R$ 120 bilhões. Somente o rombo previdenciário somou R$ 292 bilhões no ano passado.

Ao reduzir os déficits públicos nos próximos anos, a meta é evitar a alta no endividamento – que totalizou 76,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no fim do ano passado. A previsão do Tesouro Nacional é de que, com a aprovação da reforma da previdência, a dívida bruta continue crescendo e atinja 80% do PIB em 2022, mas que comece a recuar no ano seguinte.

O nível da dívida bruta é um dos principais indicadores de comparação internacional para medir a capacidade de pagamento de uma nação. É acompanhado atentamente pelas agências de classificação de risco – que conferem notas aos países (o que funciona como uma recomendação, ou não, para investimentos).

O Tesouro Nacional observou recentemente que, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a dívida bruta de países emergentes, ou seja, no “mesmo estágio de desenvolvimento” do Brasil, está em cerca de 50% do PIB.

Uma tendência crescente da dívida, em um cenário de ausência de reformas, pode gerar a piora na nota brasileira – com recomendação para que investidores estrangeiros retirem recursos do país.

Se não for revertida a alta do endividamento, isso pode obrigar o governo a pagar juros mais altos aos investidores interessados em comprar títulos da dívida pública, sendo que essas taxas mais elevadas poderiam ser repassadas às famílias e empresas, limitando o crescimento econômico e a geração de empregos.

Sem a reforma da previdência, o governo teria de reduzir mais gastos ou aumentar tributos para conter o endividamento. Outra alternativa seria o retorno de um patamar mais alto de inflação. “Ou resolve tudo isso via inflação, que é o que o Brasil fazia no passado, que é o que a Argentina voltou a fazer. São os caminhos que a gente têm”, explicou o secretário de Previdência, Leonardo Rolim.

Fonte: G1.com