Cariri receberá entre os dias 04 e 8/12 o 2º Festival Internacional de Máscaras do Cariri (FIMC)

Em 04 de dezembro, Mascareiros de todos os cantos do Brasil, Portugal, Canadá e África chegam ao Cariri contribuindo com a construção e a difusão das identidades culturais, para colorir mais esse lugar de tantas histórias, durante os quatro dias de atividade que integram o 2º Festival Internacional de Máscaras do Cariri (FIMC).

Co-realizado pela Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, a Vila da Música, a Solibel e o Instituto Dragão do Mar, o FIMC conta com Apoio Institucional da Prefeitura Crato, Prefeitura Juazeiro do Norte, Prefeitura Aquiraz, URCA, e Apoio Cultural do Theatro José de Alencar, Quitanda das Artes, Casa Ninho, o FIMC chega ao Cariri inovando uma proposta artística bastante diversificada e com debates com grandes pesquisadores.

“Nossa proposta é ocupar as cidades por meio de espetáculos, exposições, oficinas, colóquio, desfile de máscaras, encontros, e visibilizar a máscara em sua expansão, investindo na criação, pesquisa e no afeto”, ressalta Dane de Jade, curadora da atividade.

Em sua 2ª edição, que ocorre de 04 a 08 de dezembro, no Cariri, o Festival trará diversos artistas e grupos trazendo em suas bagagens a máscara como principal elemento. Será uma semana inteira voltada ao intercâmbio cultural, reunindo mais de 50 atividades de diversas linguagens artísticas, com grupos de teatro e pesquisadores de todo o país que atuam na área.

O Festival Internacional de Máscaras do Cariri é o único no Brasil em sua linguagem, e se potencializa em intercâmbios, formação e fruição, aliando gastronomia, turismo, economia e desenvolvimento no território Cariri. É resultado de uma parceria com o já tradicional Festival Internacional de Máscaras de Quebec – Masq’alors, no Canadá.

Esta é uma realização da ONG Beatos & Ato Cultural. Com o apoio da Apoio do Senac, IFCE, Sítio Barreiras, Pasárgada Hotel, Cena em Trânsito, Betha Produções, P&C.

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Postes de iluminação vão gerar energia e recarregar veículos elétricos em Juazeiro do Norte

A Prefeitura Municipal de Juazeiro do Norte, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Juazeiro do Norte (Sedeci), responsável pela execução do Plano Diretor de Cidade Inteligente do Município, lançou, no último dia 05 de Novembro, o projeto de Parceria Público-Privada (PPP) “Juazeiro do Norte Cidade Inteligente”.

O objetivo é aumentar a absorção de Tecnologias avançadas na gestão dos serviços públicos municipais, com ênfase na chamada “Rede de Iluminação Pública Inteligente”, conceito inovador que se baseia no aproveitamento criativo das infraestruturas de iluminação pública (postes, hastes, luminárias e redes de telegestão) para prestação de serviços múltiplos, através de uma única rede multifuncional (http://ppp.juazeiro.ce.gov.br).

Videomonitoramento

Além de viabilizar o videomonitoramento, com inteligência artificial, de mais de 300 (trezentos) pontos da Cidade, bem como o oferecimento, ao cidadão e ao turista, de mais de 100 (cem) pontos de Wi-Fi público gratuito, o projeto se destaca por duas funções especiais que, na modelagem do projeto, foram atribuídas às próprias infraestruturas de iluminação: geração de energia limpa (solar ou eólica) em praças e recarga gratuita de veículos elétricos, através dos próprios postes de iluminação.

Implementação de estruturas de geração energética por fonte solar e eólica na Rede de Iluminação Pública (Andaluzia, Espanha)

De acordo com o Secretário Michel Araújo, o estímulo à geração de energia limpa nas infraestruturas municipais, assim como o fomento à mobilidade elétrica, foram metas expressas estabelecidas no Plano Diretor de Cidade Inteligente, aprovado pela Câmara Municipal em junho deste ano, e a PPP pretende aliar esses objetivos à Rede de “Iluminação Pública Inteligente”.

Placas solares em oito pontos

“Nos primeiros 15 meses da PPP, a Concessionária deverá garantir que, em 08 praças da Cidade, todos os pontos de Iluminação Pública sejam alimentados por placas solares e/ou estruturas de geração eólica, que deverão ser instaladas de forma integrada aos postes de Iluminação. Após estudos de viabilidade, foram selecionadas a Praça Padre Cícero (Centro), a Praça José Ilânio Gondim (Jardim Gonzaga), a Praça Antonio Yone Rodrigues (Novo Juazeiro), a Praça José Geraldo da Cruz (Franciscanos), a Praça Feijó de Sá (Triângulo), a Praça Beata Maria de Araújo (Centro), a Praça Des. Juvêncio Santana (São Miguel) e a Praça Antônio Conserva Feitosa (Lagoa Seca)”, afirma o Secretário.

Juntamente com a troca de todas as quase 26.000 luminárias atuais da Cidade por LEDs, a criação das chamadas “praças solares” deverá garantir ao Município, pelo menos, economia de 55% (cinquenta e cinco por cento) no consumo de energia elétrica do Parque de Iluminação Pública, segundo as projeções da SEDECI.

“Em relação à recarga de veículos elétricos, a ANEEL publicou, recentemente, uma Resolução que regulamenta esse tipo de serviço. Essa norma, bem como o nosso Plano Diretor de Cidade Inteligente, que prevê o estímulo a modais de transporte limpos, viabilizaram a estipulação, na PPP, de 10 (dez) pontos de recarga de veículos elétricos integrados às estruturas de iluminação. Em países da Europa, já é comum a oferta deste serviço com o aproveitamento dos postes de iluminação, pois traz grande economia de escala e eficiência operacional. Seremos o primeiro Município brasileiro a implementá-lo, sendo que, nos dez pontos que serão instalados na primeira fase da PPP, o carregamento será 100% gratuito, a fim de estimular os cidadãos à migração para veículos elétricos”, afirma Ermeson Silva, Diretor de Ciência, Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo do Município.

Estação de Recarga de Veículos Elétricos integrada a poste de Iluminação Pública, em Londres (Inglaterra)

O projeto permanece em Consulta Pública até o dia 05 de Dezembro de 2018, a fim de receber contribuições e sugestões de quaisquer interessados. Os documentos podem ser acessados em http://ppp.juazeiro.ce.gov.br.

Governo pagará 13º para o Bolsa Família, confirma futuro ministro

Osmar Terra defendeu a continuidade de um pente-fino no programa, mas descartou, no momento, a possibilidade de reajuste no valor do benefício

“ O presidente [Bolsonaro] pediu isso, e vai ser cumprido. Com esse ajuste que se fez de saíram aqueles que não precisavam do programa, é mais fácil conseguir o recurso para o 13º também”, explicou.

Osmar Terra defendeu a continuidade de um pente-fino no programa, mas descartou, no momento, a possibilidade de reajuste no valor do benefício. “Por enquanto, não. Temos que ver como vai evoluir a receita e despesa [do futuro governo], houve aumento importante do Bolsa Família nos últimos dois anos, acima da inflação”,lembrou o futuro ministro.Terra ressaltou que o objetivo do programa é focar na geração de emprego e renda dos beneficiários, para que eles não precisem mais dessa assistência.

“Metade da população brasileira ganha menos de meio salário mínimo per capita. Então isso exige políticas específicas para ajudar, mas o maior programa de combate à pobreza é geração de emprego e renda, não tem outro. A maior vitória de um programa é a diminuição de pessoas que precisam do programa [social]”, afirmou.

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Além de incorporar toda a estrutura do atual Ministério do Desenvolvimento Social, a pasta da Cidadania vai agregar Esportes e Cultura. Segundo Osmar Terra, serão designados secretários para cada uma dessas áreas.Perguntado sobre eventuais mudanças na Lei Rouanet, de incentivo à cultura, o futuro ministro mencionou a necessidade de uma análise do tema. “Tem que estudar – eu acho que tem um auditoria em curso, da Lei Rouanet, temos que ter uma ideia de como ela estava sendo aplicada. (…). Tem que incentivar que auditoria termine, que seja bem abrangente, se foi usado mal o recurso ou não.”

O Ministério da Cidadania receberá ainda parte da Secretaria Nacional de Polícia sobre Drogas (Senad). De acordo com Osmar Terra, sua pasta vai coordenar as ações de tratamento e acolhimento de dependentes químicos, enquanto o Ministério da Justiça permanecerá com as atribuições relacionadas ao controle, fiscalização e combate ao tráfico de entorpecentes. Com informações da Agência Brasil

Fonte: Notícias ao Minuto

Equipe de Guedes prepara proposta para destravar gastos do Orçamento

A equipe do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, trabalha em uma proposta para desvincular boa parte das despesas públicas, facilitando o remanejamento de recursos conforme a necessidade do governo. Segundo apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, Guedes também quer desindexar os gastos públicos, o que significa que benefícios como aposentadoria e abono deixariam de estar atrelados à regra do salário mínimo. O tema é considerado prioritário e deve ser a principal medida fiscal do novo governo, além da reforma da Previdência.

As despesas obrigatórias, como aposentadoria e folha de pagamento, consomem hoje 91% do Orçamento, porcentual que deve chegar a 98% em 2021 se nada for feito. O destino dessas despesas é estabelecido por lei. Na proposta, não está descartado nem mesmo mexer no mínimo de gastos definido para saúde e educação.

A ideia que está em estudo é apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para ampliar o alcance do mecanismo que permite a desvinculação de receitas da União e também mexer na estrutura orçamentária. O Brasil tem hoje o Orçamento mais detalhado do mundo, mas isso acaba engessando as despesas e impedindo um remanejamento de acordo com as necessidades mais urgentes.

 

Já confirmado como integrante do futuro governo, o atual secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, tem alertado a equipe de transição sobre o crescente fenômeno de represamento de recursos nos ministérios. Só neste ano, mais de R$ 16 bilhões podem ficar parados nas pastas porque os projetos não andaram. Mesmo assim, o governo não pode remanejar o dinheiro para outras áreas por causa do engessamento nas despesas. “Se você desindexar, desvincular, ‘destudo’, você inverte toda a relação[NO ORÇAMENTO]”, disse um futuro integrante da equipe econômica do novo governo.

Segundo uma fonte da transição, a ideia é deixar o Orçamento com “caixinhas” mais amplas do que no desenho atual para a definição das despesas. Com maior flexibilidade, a equipe vai argumentar que o próprio Congresso terá maior liberdade para definir as prioridades dos gastos. Isso poderia ajudar na hora de angariar apoio à medida.

A proposta é polêmica e ainda dependerá de uma decisão política do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para ser apresentada. Mas a expectativa é que a decisão seja tomada já nos primeiros meses, uma vez que o problema fiscal é o mais grave no diagnóstico traçado pela equipe econômica de transição.

O tema é sensível, pois a equipe sabe que mexer na estrutura orçamentária vai desagradar a interesses políticos. Para aprovar uma mudança na Constituição, são necessários três quintos de votos na Câmara e no Senado.

O próprio Ministério do Planejamento tem uma proposta para ampliar um mecanismo que já existe e que permite à União aplicar livremente 30% das receitas com impostos – a Desvinculação das Receitas da União (DRU). O instrumento, no entanto, tem tido baixa eficácia. A fonte da transição afirma que a ideia em estudo pela equipe será ainda mais ampla do que a defendida pelo Planejamento.

Desengessar o Orçamento será uma das frentes de ataque do time de Guedes para tentar solucionar o problema fiscal do País. As demais serão a reforma da Previdência, uma vez que os benefícios previdenciários são a maior despesa do Orçamento, a redução da dívida pública por meio da venda de ativos, além da contenção das despesas com pessoal com o corte de cargos e funções. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: notícias ao minuto