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Polícia gaúcha conclui que jovem marcada com suástica mentiu

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Por Madson Vagner

A polícia Civil do Rio Grande do Sul apresentou nesta quarta-feira, 24, a conclusão do inquérito que investiga denúncia de agressão política contra uma jovem em Porto Alegre. Segundo a denúncia, registrada em Boletim de Ocorrência (BO), alguns jovens “neo nazistas” teria marcado uma suástica na pele de uma jovem com um canivete por discordância política.

A jovem disse que o fato teria sido motivado por ela estar com uma mochila contendo as corres do movimento LGBT e um adesivo “EleNão”, contra o candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Segundo o delegado Paulo César Jardim, responsável pelo caso, todos indício apontam para uma automutilação ou o ocorrido com seu consentimento.

O delegado argumenta que os ferimentos são superficiais e de profundidade uniforme e que jamais poderiam ser produzidos em uma situação de estresse e de reação. Na investigação foram ouvidos pessoas que residem e trabalham nas proximidades de onde teria ocorrido a agressão. Câmeras de segurança de prédios e estabelecimentos próximos também foram analisados e nada foi relato ou encontrado.

Paulo César apresentou laudo médico que avalia a jovem de 19 anos como uma pessoa debilitada emocionalmente e que faz uso de remédios psiquiátricos. O delegado descartou, porém, a possibilidade da jovem ter forjado o fato com intensões políticas. Resistente a fazer a queixa, ela teria sido incentivada por uma amiga que, em seguida, levou o caso às redes sociais. O caso teve repercussão nacional.

O inquérito será encaminhado à Justiça Comum e a jovem deve responder por falsa comunicação de crime. A defesa da jovem não se manifestou sobre o resultado do inquérito.

(Com informações do Jornal Folha de São Paulo).

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