Fernando Santana e Guimarães são recebidos por multidão em Mauriti

Um “mar de gente” tomou conta das ruas e avenidas da cidade de Mauriti nesta manhã de sábado (25) para recepcionar os candidatos Fernando Santana 13222 e José Guimarães 1322, que lançaram suas candidaturas no município durante verdadeiro alvoroço coletivo. O clube Pingo D´Água, maior casa de shows da cidade, ficou pequeno por conta da quantidade de pessoas que para lá se deslocaram com o objetivo de abraçar e estar mais próximos dos dois candidatos.

Liderada pelos ex-prefeitos Isaac Júnior e Evanildo Simão, a multidão entoava o nome de Fernando 13222 e Guimarães 1322 fazendo, também, coro em favor da reeleição do governador Camilo Santana 13 e da eleição de Lula 13 à Presidência.

Num clima de extrema alegria e comemoração, Fernando Santana 13222 e Guimarães 1322 receberam o carinho e a vibração positiva das pessoas de Mauriti, entusiasmadas com o fato de poder eleger representantes que verdadeiramente trabalharão na busca por recursos que, brevemente, serão aplicados em programas e projetos voltados para a melhoria da qualidade de vida daquela população, sobretudo a mais necessitada.

“A alegria dessa gente toda, a energia, a vibração de todo esse nosso povo, é algo que não tem explicação. Hoje é um dia muito especial, tanto para mim quanto para o Guimarães. A gente veio aqui hoje para pedir o apoio, o voto de confiança. Viemos para dizer do nosso interesse, da nossa vontade e disposição de trabalhar, e trabalhar muito duro, para que o povo de Mauriti volte a ter esperança em dias melhores, volte a sorrir como fazia na gestão do prefeito Isaac Júnior, no período de administração do prefeito Evanildo, e acabamos surpreendidos com essa gigantesca festa democrática, feita pelas pessoas simples, humildes, mas, sobretudo, honestas e de um amor sem medidas à este município. Eu saio de Mauriti renovado. Reabastecido e pronto para continuar a percorrer o nosso Cariri, de ponta a ponta, me colocando à disposição de toda a nossa gente para representá-los, com muita dignidade, na Assembleia Legislativa do Ceará”, disse entusiasmado o candidato Fernando Santana 13222.

Juntos, Fernando Santana 13222 e Guimarães 1322 realizarão, ainda neste sábado, visitas no município de Missão Velha. No final da tarde, a partir das 17 horas, eles participam de carreata com saída em frente a Ceasa, em Barbalha. O evento dará o ponta pé inicial da campanha no município, onde será aberto, por volta das 18 horas, o primeiro Comitê da campanha do candidato Fernando Santana 13222 na região do Cariri. O Comitê vai funcionar na rua Pinto Madeira, 167, no centro da cidade.

AnaVitória, Lulu Santos, Paulo Miklos e Pitty se apresentam neste sábado (25), no Festival de Inverno

O Festival de Inverno Bahia 2018, realizado em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, chega, neste sábado (25), ao segundo dia de programação. A festa vai contar com as apresentações dos artistas Anavitória, Paulo Miklos, Lulu Santos e Pitty.

Os shows, que seguem até o domingo (26), são realizados no Parque de Exposições Teopompo de Almeida. O acesso do público está liberado a partir das 19h, quando os portões do espaço serão abertos.

Além das atrações do palco principal, o público vai poder curtir, neste sábado, as bandas Mania de Xote, Cainã Araújo, Seu Maxixe e Forró do Tico, que se apresentam no palco Vila da Música. A Arena Eletro Rock, por sua vez, recebe os grupos Elas Cantam Rock de A a Z, Balaio, Duo DJ Tom & DJ Loro Vudu e Duo DJ Arks & DJ Lapa.

No domingo (26), último dia de festa, sobem ao palco as bandas Roupa Nova, Capital Inicial e o DJ Alok. Na Vila da Música, se apresentam Vitor Luna, Vitor Mariá, Pra Casar e Rony Barbosa. A arena letro Rock recebem Taro, Essencial Hit, Duo DJ Tony & DJ Higor Novais e Duo DJ EarthQuake & DJ Space Therapy.

Ingressos

Quem ainda não garantiu o ingresso, ainda dá tempo de comprar. Pela internet, eles podem ser adquiridos no site Eventim ou na página oficial do FIB.Presencialmente, as entradas podem ser compardas em Vitória da Conquista, na loja oficial do Festival de Inverno Bahia (localizada no Boulevard Shopping); nas lojas Point do Ingresso (centro da cidade); na Central do Ingresso (Shopping Conquista Sul) e na loja Taco (Av. Olívia Flores).

Em Salvador, os ingressos podem ser adquiridos nas lojas South (shoppings Center Lapa, Bela Vista, Paralela, Piedade e Salvador Norte Shopping). Em todos os locais de venda, a compra pode ser feita com dinheiro, cartão de débito e/ou crédito em até 6x sem juros.

Estudantes e outras pessoas com direito à meia-entrada devem apresentar documentos comprobatórios no ato da compra do ingresso. Clientes da Caixa têm 50% de desconto sobre o valor da inteira. Neste caso, será liberada a compra de um ingresso por dia por cartão. Servidores públicos e professores têm 45% de desconto nos ingressos individuais de pista.

Abertura

O primeiro dia do Festival de Inverno 2018, iniciado na sexta-feira (24), foi marcado pelos shows de Fábio Jr, Biquini Cavadão e Luan Santana. A abertura da festa ficou por conta do cantor Fábio Jr, que cantou os maiores sucessos da carreira. Em seguida, a Biquini Cavadão subiu ao palco e fez o público cantar junto os maiores hits da banda. Com fãs eufóricas, Luan Santana fechou a primeira noite do evento.

Fonte: G1

Venezuelanos refugiados no Grande Recife lamentam falta de trabalho e violência na fronteira brasileira

Pouco mais de dois meses após chegarem a Pernambuco em uma ação humanitária, os 69 venezuelanos trazidos de Roraima a Igarassu, no Grande Recife, lamentaram a onda de violência em Pacaraima (RR), cidade que faz fronteira com a Venezuela.

A violência se acirrou no último sábado (18) quando um grupo de brasileiros atacou acampamentos de venezuelanos, colocando fogo em objetos, roupas e documentos dos imigrantes após um comerciante ser assaltado e agredido – ele diz que foram venezuelanos que praticaram o roubo. Após a onda de violência, 1,2 mil venezuelanos deixaram o Brasil, segundo o Exército.

“Nunca passei por situações de violência, mas conheço irmãos que foram muito humilhados. Atropelaram meu genro e sequer prestaram socorro. Conheço um homem que teve uma arma apontada por um morador de Boa Vista. Lá, não se tem leis para venezuelanos”, conta a venezuelana Evelin Cabrera, de 37 anos.

A apreensão também tomou conta de venezuelanos que estão no Distrito Federal. “Me doeu bastante ver a saída dos venezuelanos, porque há muitas pessoas boas que vieram para trabalhar, mas há também os maus”, disse um deles, que pediu para não ser identificado.

Venezuelanos que estão na Paraíba reforçam que estão no Brasil “para trabalhar” e pedem que os brasileiros “acolham os irmãos com o coração.”

“A gente não veio pra cá para ser milionário. Viemos para trabalhar, manter a família e viver dignamente, como qualquer pessoa merece na vida. Não queremos incomodar ninguém. Por isso eu peço que a fronteira não seja fechada, peço que os brasileiros acolham os meus irmãos com o coração”, diz o venezuelano Yoel Vera, de 44 anos.

Venezuelanos em PE

Morando no Grande Recife, Milena Milagros Salazar se preocupa com familiares na Venezuela (Foto: Pedro Alves/G1)Morando no Grande Recife, Milena Milagros Salazar se preocupa com familiares na Venezuela (Foto: Pedro Alves/G1)

Morando no Grande Recife, Milena Milagros Salazar se preocupa com familiares na Venezuela (Foto: Pedro Alves/G1)

A falta de trabalho é uma das reclamações de quase todos os venezuelanos que se refugiaram em Igarassu. Apenas três dos 39 adultos conseguiram empregos formais.

Com mão de obra disponível, faltam oportunidades em meio à crise econômica no Brasil. No caso dos venezuelanos, ainda há a barreira do idioma e a falta de documentos.

Milena Milagros Salazar, de 28 anos, saiu de Ciudad Bolívar em março com o marido e cinco filhos. Hoje ela vive com a família em uma casa mantida por uma ONG, mas sonha em ter um emprego fixo para poder arcar com uma moradia própria.

Ela fala que encontrou na venda de alimentos uma tentativa de complementar a renda enquanto o emprego formal não aparece.

“Vendemos bolos e picolés. Estou gostando daqui, porque as pessoas são simpáticas. Lá, meus cinco filhos comiam uma vez por dia, estavam fracos. Me sinto mal ao ver toda a onda de violência em Pacaraima. São todos famílias. A minha, inclusive, continua na Venezuela, fui a única que saiu. E se, para eles, ficar insustentável?”, lamentou Milena.

Morando em Igarassu, no Grande Recife, Evelin Cabrera tem 60 familiares venezuelanos que se refugiaram no Brasil (Foto: Pedro Alves/G1)Morando em Igarassu, no Grande Recife, Evelin Cabrera tem 60 familiares venezuelanos que se refugiaram no Brasil (Foto: Pedro Alves/G1)

Morando em Igarassu, no Grande Recife, Evelin Cabrera tem 60 familiares venezuelanos que se refugiaram no Brasil (Foto: Pedro Alves/G1)

Já Evelin fala que tinha uma vida ocupada na Venezuela, mas no Brasil ainda não conseguiu uma colocação. Ela conta que migrou para o Brasil ao lado de outras 60 pessoas da família. No entanto, eles não estão todos juntos: parte está em outros estados e parte continua em Roraima, no acampamento da Organização das Nações Unidas (ONU), em Boa Vista.

“Já trabalhei em um supermercado, outra vez como cozinheira, já fiz de tudo, mas nunca parei de trabalhar, exceto agora. Na Venezuela, a crise estava forte demais. Não tínhamos comida, remédio, trabalho, nada. Se tínhamos o que comer num dia, não sabíamos se também teríamos no outro”, explicou.

Quando lembra do centro onde foi acolhida em RR, Evelin lamenta a quantidade de pessoas que precisam ser atendidas ao mesmo tempo pela organização. Antes disso, sua família precisou dormir na rua por um tempo, até ir para um abrigo das Nações Unidas, onde permaneceu por oito meses.

“Depois, essa ajuda se enfraqueceu. Vivemos em vários abrigos desde então, mas estávamos muito vulneráveis e dormíamos no chão, em barracas. Minha irmã está em Roraima e é muito difícil. Aqui, vamos à escola, temos privacidade, um banheiro pessoal. Isso não é o mesmo que dividir tudo com 520 pessoas. Aqui, somos tratados como ser humanos que somos”, disse Evelin.

‘Abraçando a Venezuela’

Estudantes brasileiros acolheram venezuelanos em escola de Igarassu, no Grande Recife (Foto: Pedro Alves/G1)Estudantes brasileiros acolheram venezuelanos em escola de Igarassu, no Grande Recife (Foto: Pedro Alves/G1)

Estudantes brasileiros acolheram venezuelanos em escola de Igarassu, no Grande Recife (Foto: Pedro Alves/G1)

Dos imigrantes em Igarassu, 35 crianças estão estudando em escolas de ensino fundamental e outros 15 adolescentes e adultos na Escola Estadual Santos Cosme e Damião.

Na última quinta-feira (23), eles receberam doações de estudantes que promoveram a ação “Abraçando a Venezuela”.

“A gente quer essa amizade. A gente tem que abraçá-los do jeito que der. A ideia é mostrar nosso carinho e afeto, porque é tão bom ajudar a quem precisa”, explicou o estudante Johnny Rodrigues, um dos idealizadores da ação.

A ideia foi posta em prática com a ajuda da professora de português e sociologia dos venezuelanos, Albanita Rodrigues. Com 33 anos de sala de aula, ela tenta integrar a comunidade escolar aos imigrantes. Os 15 venezuelanos estudam na referida escola com a ajuda de um intérprete.

Fonte: G1

Próximo presidente poderá modificar regra de ouro e teto de gastos

O senador Dalirio Beber (PSDB-SC), relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) sancionada semana passada, prevê que o Congresso, nesta ou na próxima legislatura, venha rever a chamada “regra de ouro” das contas públicas, a norma constitucional que proíbe a União de se endividar para cobrir gastos correntes, como o salário dos servidores, almoxarifado ou contas de água, energia e telefone.

“Hoje existe consciência por parte do Congresso no sentido que a regra de ouro deve ter uma flexibilização para permitir que o Executivo não encare isso só como uma punição, mas uma necessidade de que o país volte à condição de equilíbrio orçamentário e equilíbrio fiscal”, avalia o senador,  ao opinar que o futuro presidente deverá encaminhar no começo do mandato uma proposta de emenda constitucional (PEC) para rever a PEC.

A LDO aprovada e sancionada estabelece que “o chefe do Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional plano de revisão de despesas e receitas, inclusive de incentivos ou benefícios de natureza financeira, tributária ou creditícia, para o período de 2019 a 2022, acompanhado das correspondentes proposições legislativas e das estimativas dos respectivos impactos financeiros anuais” (artigo 21, parágrafo 3º).

O presidente Michel Temer vetou o inciso que determinava que o seu sucessor deveria apresentar o plano até 31 de março do próximo ano. O governo avaliou que, além de impor condições ao presidente eleito,  a fixação de prazos de apresentação,  assim como a predefinição do conteúdo das propostas do Executivo,  “interferem na separação de poderes”.

Dificuldades para cumprir a regra de ouro já eram previstas pelo Instituto Fiscal Independente (IFI) do Senado. O órgão assinala que outro instrumento de controle fiscal, o teto de gastos, só terá margem de cumprimento até 2020, antes do futuro governo conseguir deixar as contas públicas positivas (superávit primário).

A previsão do Ministério do Planejamento ao encaminhar a projeto da LDO é de que a União ainda tenha déficit de R$ 139 bilhões em 2019; R$ 110 bilhões em 2020 e R$ 70 bilhões em 2021.

Tendo esse cenário em perspectiva, o economista Raul Veloso, especialista em finanças públicas, avalia que o teto de gastos “é uma regra muito difícil de cumprir” porque o orçamento é pressionado por despesas as quais o presidente só pode deixar de fazer se houver modificação na lei.

Segundo Veloso, o futuro presidente precisará de muita habilidade política para retirar a obrigatoriedade de algumas despesas. “Vai depender da força política do novo governo de encontrar um caminho de punir alguém e que seja aceitável por essa razão. Isso é imprevisível. Ao que tudo indica, vai ser muito difícil de manter essa regra”.

Em sua avaliação, o problema orçamentário é sobretudo político. “Uma coisa é você tratar de um determinado gasto e propor sua extinção com base em argumentos técnicos e específicos. Outra coisa é, por causa de uma regra geral, escolher cortar A e não B. É uma guerra política sem fim. É muito mais fácil acabar com a regra do que encontrar uma saída para ela”, avalia. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: notícias ao minuto

Saques do PIS/Pasep podem injetar até R$ 10,3 bi no comércio, diz CNC

Segundo ele, a disponibilidade de recursos pelas famílias é maior este ano, apesar da “frustração” com a tímida recuperação do mercado de trabalho e o aumento da inflação em relação a 2017.

“No ano passado, a gente viu que o segmento que mais se beneficiou da liberação das contas inativas do FGTS foi o de vestuário, seguindo pelo de material de construção. A tendência é que esses mesmos setores também se beneficiem com os recursos do PIS/Pasep”, acrescenta Fábio. Segundo ele, os efeitos já devem ser sentidos ao longo do mês de setembro. A expectativa é que o comércio cresça, no segundo semestre deste ano, 3% em relação ao mesmo período do ano passado.

O Ministério do Planejamento calcula que o impacto da liberação desses recursos poderia reforçar o Produto Interno Bruto (PIB) do país em 0,55 ponto percentual em 2018, um valor expressivo tendo em vista a expectativa de crescimento este ano está em 1,6%. Em média, cada cotista do PIS/Pasep deve sacar um saldo de R$ 1.000.

Na opinião de Claudio Considera, pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), apesar de boa parte das famílias declarar o uso desses recursos para quitar dívidas, isso abre possibilidade para a retomada do crédito. “Boa parte das pessoas usam o dinheiro para pagar dívidas, mas com isso elas voltam ao mercado de crédito”, aponta.

O economista, que é coordenador do Monitor do PIB, diz ainda que após a liberação das contas inativas do FGTS, no ano passado, houve um incremento no mercado de consumo de bens duráveis, que inclui automóveis, eletrônicos, televisores e eletrodomésticos em geral. “Bens de consumo duráveis são comprados, em geral, por meio do crediário e os consumidores só poderiam fazer essa aquisição caso tivessem liquidado suas dívidas. Esse pessoal voltou ao mercado de consumo”, argumenta. Ele lembra que até abril do ano passado, as estatística de consumo de bens duráveis eram negativas e passaram a experimentar um alta crescente, que tem se mantido.

Desde que o governo federal deu início ao processo de flexibilização dos saques do Fundo PIS/Pasep, em outubro de 2017, até a última atualização do balanço de pagamentos, no último dia 19 de agosto, foram pagos R$ 13,8 bilhões, atendendo 13 milhões de pessoas. Esse número representa 45,5% do total de cotistas do Fundo PIS/Pasep.

Até o dia 28 de setembro de 2018, cotistas de todas as idades têm direito a fazerem os seus saques. Ao todo, são 15,6 milhões de pessoas aptas a resgatar o benefício, com recursos que totalizam R$ 28,4 bilhões.

Após essa data, o benefício volta a ser concedido exclusivamente ao público habitual, formado por cotistas maiores de 60 anos, aposentados, pessoas em situação de invalidez (inclusive seus dependentes) ou acometidas por enfermidades específicas, participantes do Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) e herdeiros de cotistas falecidos.

Têm direito ao saque servidores públicos e empregados que trabalharam com carteira assinada entre 1971, quando o PIS/Pasep foi criado, até 1988. Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Desde a criação do PIS/Pasep, em 1971, o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completasse 70 anos, se aposentasse, tivesse doença grave ou invalidez ou fosse herdeiro de titular da conta. No segundo semestre do ano passado, o governo já tinha enviado ao Congresso duas medidas provisórias (MPs) reduzindo a 60 anos a idade para saque, sem alterar as demais hipóteses de acesso aos recursos.

O Projeto de Lei de Conversão 8/2018, decorrente da MP 813/2017, que permitiu os saques, foi aprovado pelo Senado no dia 28 de maio e sancionado pelo presidente Michel Temer em junho, quando a flexibilização do saque passou a valer na prática. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: notícias ao minuto

PIS/Pasep: quem tem conta em banco privado terá crédito automático

Por meio de um acordo entre o Ministério do Planejamento e a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), clientes de bancos privados, cotistas do Fundo PIS/Pasep, poderão receber o crédito de forma automática  Atualmente, apenas beneficiários que tenham conta na Caixa Econômica Federal (CEF) e no Banco do Brasil (BB) recebem com depósito direto na conta, sem precisar ir ao banco.

A expectativa é que a medida seja assinada já na próxima semana. Por segurança, as instituições devem realizar uma triagem entre os seus correntistas e apenas as contas identificadas, que estiverem com saldo positivo e sendo movimentadas nos últimos seis meses, estarão aptas a receber o depósito automático.

Quem tem direito

Todos os trabalhadores da iniciativa privada ou do serviço público que trabalharam com carteira assinada entre 1971, quando o PIS/Pasep foi criado, até 1988, que ainda não sacaram o total das cotas, têm direito ao benefício. Antes, o saque só podia ser realizado quando o trabalhador completasse 70 anos, se aposentasse, tivesse doença grave ou invalidez ou fosse herdeiro de titular da conta.

Prazo

Até o dia 28 de setembro deste ano, todos os cotistas têm direito a fazerem os seus saques. São 15,6 milhões de pessoas aptas a sacar, com recursos que totalizam R$ 28,4 bilhões. Até que os bancos façam a adesão, cotistas que ainda não sacaram o crédito automático devem procurar uma agência do BB ou da CEF para resgatar o benefício. Clientes que estejam com o cadastro desatualizado junto ao banco também precisa comparecer para regularizar e sacar o crédito. Com informações do Portal Brasil.

Fonte: notícias ao minuto