Claudia Leitte polemiza ao declarar que ‘não pode viver sem gays’

Empolgada com o seu novo hit ‘Badin de gelo’, em ritmo de reggaeton, Claudia Leitte vem dando declarações que deixam parte dos seus fãs descontentes.

Em recente entrevista ao G1, por exemplo, a cantora fez referência ao público LGBT de uma forma controversa e foi criticada pelo que foi considerado um reforço a estereótipos. “Eu amo o público gay e sou uma pessoa que tem necessidade de tê-los por perto, me cercando, porque eles são enérgicos, alegres, como meu público é. Então, eu não posso viver sem eles. Não posso fazer uma dissociação. Quando eu vejo a massa lá de cima, eu vejo gente feliz. E gay é feliz. Sou uma representante, e se quiserem me aceitar, sempre serei”.

Na web, muitos internautas se manifestaram a respeito da fala da loira. “Que engraçado pq a gente pode viver de boa sem ela…”, declarou um deles.

Outros relembraram uma antiga declaração de Claudia, de 2008, afirmando que não gostaria de ter um filho gay, por ver o preconceito que seus amigos sofrem. “Além disso, se muitos homossexuais ainda se dividem quanto à homossexualidade ser uma alteração genética ou de fato uma opção sexual, por que eu deveria afirmar no meio de uma brincadeira que gostaria que meu filho fosse gay?”, escreveu a cantora em seu blog, na época, tentando explicar sua fala.

fonte: Noticias ao minuto

Técnica de plantio em palha reduz necessidade de irrigação e adubação

Uma técnica de plantar, que diminui as necessidades de irrigação e adubação das plantas para quem tem pouco tempo para cuidar de pequenas hortas urbanas, está tendo boa receptividade em São Paulo. Trata-se da técnica do cultivo em palha, que além das vantagens acima possibilita deixar os recipientes das plantas mais leve, podendo ser deslocado facilmente.

Numa oficina realizada este final de semana no Sesc Vila Mariana, na capital paulista, o público pôde conhecer essa nova forma de plantar. “É uma técnica muito interessante, de baixa manutenção. A palha é um material que consegue reter bastante umidade, e que não requer rega diária. Além disso, por ser uma matéria orgânica, que entra em decomposição junto com o composto orgânico, diminui muito a manutenção da adubação também”, explicou Julhiana Costal, permacultora do ArboreSer, espaço agroecológico que dissemina práticas de plantio.

Insatisfação e busca de alternativas

“Percebemos cada vez mais a insatisfação das pessoas com o que está sendo oferecido para elas nos mercados e nas feiras. Quanto mais as pessoas têm acesso à informação do grau de contaminação que está o nosso alimento, mais elas querem retornar ao processo de cultivar, se tornar um agente participativo também do meio de produção do nosso alimento”, disse Julhiana.

Por conta disto, a agricultura urbana vem conquistando cada vez mais interessados, dentro do contexto da agroecologia e do consumo de produtos sem agrotóxicos. Afinal, por meio de hortas urbana, é possível ter uma alimentação mais saudável e até gerar renda. Essas hortas podem estar diretamente no solo, em canteiros suspensos ou em vasos.

Diferente da agricultura tradicional, muitas vezes, as pessoas não tem conhecimento técnico nem muito tempo disponível para cuidar do plantio. A técnica de plantar em palha diminui a necessidade de irrigação e adubação para quem tem pouco tempo para cuidar da horta, além de deixar o recipiente leve, podendo ser deslocado facilmente.

Segundo Julhiana Costal, as pessoas podem encontrar palha no final de feiras, já que os feirantes a utilizam para embalar as frutas e depois descartam. “Geralmente fazemos [o plantio com palha] em caixotes de madeira, que ficam muito leves. Quando vamos fazer o manejo, é muito fácil mudar de lugar,inclusive para colocar em lajes, telhados e em lugares que não podem ter sobrepeso”, disse.

Muito agrotóxico

Ela disse que muitas das pessoas que procuram a agricultura urbana estão preocupadas com o consumo de alimento sem agrotóxico. “Estamos em momento em que nos desconectamos do meio de produção do alimento, temos consumido muito alimento que vem de uma agricultura convencional, cheia de veneno, de agrotóxico. Cada brasileiro está consumindo sete litros por ano [de agrotóxico]. Então, acreditamos que o resgate do ato de plantar traz muitos benefícios”, disse.

Além disso, a permacultora comentou que a agricultura traz benefícios para a cidade. “Hoje temos nas cidades áreas que são quase ilhas de calor. Então, quando você planta uma horta, você ajuda a melhorar muito o microclima desse espaço, você diminui o calor, aumenta a biodiversidade. Hoje estamos muito dependentes do campo e, quando começamos a plantar na cidade, a aumentar a produção de alimento no meio urbano, também aumentamos a resiliência da cidade”, avaliou.

A oficina de plantio em palha vai acontecer também no próximo dia 27 de agosto no Sesc Vila Mariana, na capital paulista, às 11h. A atividade é gratuita e a retirada de ingressos começa uma hora antes.

Fonte: Agencia Brasil

Jovem é morta dentro de casa na Bahia por ex-companheiro que não aceitava fim de relacionamento

Uma jovem de 18 anos foi morta a tiros dentro de casa, após chegar de uma festa, em Teixeira de Freitas, no sul da Bahia, na manhã de domingo (13).

De acordo com a polícia, o principal suspeito de matar Tayara Monteiro é Israel Amorim de Castro, 23, ex-companheiro da jovem que não aceitava o fim do relacionamento.

A família de Tayara informou à polícia que eles moravam juntos há poucos meses. Os dois estavam no evento, momentos antes do suspeito disparar contra a vítima. Testemunhas contaram que, após os tiros, o rapaz saiu correndo pedindo socorro.

A vítima foi levada com vida para o Hospital Municipal de Teixeira de Freitas, mas não resistiu aos ferimentos. O paradeiro de Israel é desconhecido. Conforme a polícia, ele tem passagens por tráfico de drogas.

Fonte: G1

Mulher é achada com cortes e queimaduras após ser chamada para entrevista de emprego em PE

Uma mulher, de 19 anos, foi encontrada gravemente ferida, nesta segunda-feira (14), em um matagal localizado no bairro de Timbi, em Camaragibe, no Grande Recife. Ela estava desaparecida desde sábado (12), quando foi abordada, na frente de um curso técnico, por uma homem que ofereceu uma proposta de emprego. A vítima apresentava queimaduras pelo corpo, lesões nos seios, esfoliações nos braços e um corte profundo no pescoço.

A vítima foi encontrada pelo Corpo de Bombeiros e levada para o Hospital da Restauração (HR), no Derby, na área central do Recife. De acordo com a unidade de saúde, no início da manhã desta segunda, ela estava no bloco cirúrgico. O corte no pescoço é o que mais preocupa a equipe médica. As queimaduras não são graves, segundo o hospital.

Segundo a irmã da vítima, que esteve no hospital, a mulher foi abordada por um homem baixo, magro e loiro, no intervalo do curso. Ele teria dito que haveria uma entrevista de emprego para trabalhar em uma academia em Camaragibe.

“O homem disse que era uma academia que fica ao lado da Prefeitura. Ele queria que ela fosse na hora, na sexta-feira, mas uma amiga disse que não daria tempo de ir e voltar para o curso e que ela perderia a aula”, contou.

Hospital da Restauração, no Derby, na área central do Recife (Foto: Reprodução/TV Globo)Hospital da Restauração, no Derby, na área central do Recife (Foto: Reprodução/TV Globo)

Hospital da Restauração, no Derby, na área central do Recife (Foto: Reprodução/TV Globo)

Com a negativa, o homem sugeriu que a vítima fosse no dia seguinte ao local, por volta das 10h. “Pediu para ela levar os documentos, o currículo e ir com roupa de academia”, completou a irmã da vítima.

O homem teria abordado outras mulheres na porta do curso, mas nenhuma se interessou pela proposta. “Estamos ansiosos para que a minha irmã melhore e assim possamos ouvi-la. Ela é a irmã caçula. Estamos com o coração partido”, declarou.

A família da vítima informou ter prestado queixa do desaparecimento da jovem na Delegacia de Camaragibe, no domingo (13). “Precisamos encontrar esse homem, porque ele pode fazer outras vítimas como a minha irmã”, declara a irmã da vítima, que pede justiça. Por meio de nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que já começou a investigar o caso.

Fonte: G1

Conheça 8 tipos de sal e aprenda a usá-los

Uma revisão assinada por duas nutricionistas do Centro de Pesquisa em Alimentos (o FoRC), vinculado à USP e à Fapesp, surpreendeu ao comprovar que os benefícios nutricionais do sal rosa do Himalaia e companhia não fazem tanta diferença para a saúde.

Isso porque a quantidade de sódio presente nesses temperos com apelo gourmet é praticamente a mesma da versão refinada. Ou seja, em excesso, eles também provocam o aumento da pressão arterial – e seria necessário pesar muito a mão no saleiro para que pudessem ser considerados fontes de determinados minerais, como muita gente acredita. Afinal, 5 gramas do bendito sal rosa contêm apenas 8 mg de cálcio, sendo que a meta diária desse nutriente é 1 000 mg.

Mas nada disso significa que o investimento nunca compensa, viu? Se utilizados do jeito certo – e apenas para fins gastronômicos –, esses sais têm tudo para agradar ao paladar. Olha só:Sal rosa

Extraído das salinas do Himalaia, na Ásia, o carro-chefe dos sais gourmets tem tonalidade sutil. Mas existem imitações por aí. Para flagrá-las, jogue um pouco do tempero na água. Se o líquido ficar colorido, é sinal de que colocaram corante no sal grosso.

Além de estar disponível em cristais (o quilo custa ao redor de 25 reais), é possível comprar uma tábua feita de sal rosa. Ela serve como uma chapa que vai no forno ou na grelha. “Ao preparar algo que solta muito líquido, preaqueça a tábua para reduzir o tempo de cocção”, orienta a gastróloga Lucimeire Sifuentes, de Londrina (PR). Após usar, limpe com espátula e papel toalha úmido. Guarde em local seco.

Sal marinho

Como o próprio nome sugere, é obtido a partir da evaporação da água estocada em represas, embora os retirados de depósitos formados por mares que secaram há milhares de anos também possam ser classificados assim. Essa denominação refere-se ainda a um tipo de produção em que o sal mantém suas características químicas, perdidas durante o refinamento.

Logo, a secagem ocorre ao sol, os nutrientes são preservados e não há adição de agentes para torná-lo mais branco nem de substâncias para controlar sua umidade natural e deixá-lo soltinho. O quilo sai mais ou menos 6 reais.

Sal negro

O mais popular por aqui é o kala namak, de origem indiana. Composto por sal do Himalaia, ervas e frutas da região, era considerado um santo remédio para as funções gastrointestinais na medicina ayurvédica – sistema de saúde com cerca de 5 mil anos de história.

“Devido ao alto teor de enxofre, esse tempero tem odor semelhante ao de ovo. Tal característica fez que ele ganhasse espaço na culinária vegana, em especial no preparo de massas e saladas”, conta Michelle Ibarra, professora de gastronomia do Senac Aclimação, na capital paulista. Se quiser experimentar, o preço médio do quilo é 50 reais.

Sal maldon

Conhecido como o tempero da família real britânica, tem formato de pirâmide e é colhido no sul da Inglaterra desde o século 11, segundo os registros mais antigos. “Vai bem do peixe ao foie gras”, garante José Barattino, chef executivo do Eataly, shopping gastronômico de São Paulo.

E os exemplos não foram dados à toa, viu? “Ele é ótimo para sobremesas e carnes porque é mais crocante e resistente à umidade dos alimentos do que a flor de sal convencional”, arremata o chef. Como a capacidade de salgar também é superior, indica-se ainda mais parcimônia para que não ofusque os demais ingredientes. Preço médio por quilo: 120 reais.

Flor de sal

Não é qualquer mar que produz esse aglomerado de cristais de sal: precisa ter muito sol e pouco vento. Estima-se que apenas 1 quilo desse ingrediente, que custa cerca de 85 reais, seja extraído a cada 80 quilos produzidos.

Muito delicada, a flor de sal é vista como a mais pura de sua categoria. E, assim como outros sais gourmets, só deve entrar em cena na finalização dos pratos para que não perca a textura. “A do Brasil não deixa a desejar em comparação às europeias”, destaca Barattino. Bom saber, já que ela sai mais em conta.

Sal grosso

Nada mais é do que um sal marinho com granulação rústica. Conquistou o título de item indispensável para um bom churrasco porque, frente à versão refinada, salga e desidrata menos a carne, além de aderir melhor ao alimento. “Temperá-lo com muita antecedência contribui para o ressecamento, independentemente do tipo de sal escolhido”, pondera Lucimeire.

Quer incluir essa variedade no dia a dia e tem dificuldade em acertar a quantidade? Lance mão de um moedor ou de um liquidificador. Por aproximadamente 4 reais você garante 1 quilo para os seus próximos churrascos.

Sal light

Composto de 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio, é a melhor opção para os hipertensos – o quilo sai, em média, 10 reais. Só que muita gente encara o termo como carta branca para pesar a mão no saleiro. “Deve-se utilizar a mesma quantidade aconselhada para os demais sais. Do contrário, não haverá redução na ingestão de sódio e no risco de eventos cardiovasculares”, pontua Cristiane Kovacs, nutricionista do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, na capital paulista.

Agora, o salgante, um produto com zero sódio, é melhor evitar em alguns contextos. Isso porque o excesso de potássio pode descompassar os batimentos cardíacos, principalmente em pessoas com problemas renais – são os rins que auxiliam a controlar os níveis desse mineral no organismo.

Sal refinado

Em 1953, a adição de iodo ao sal de cozinha tornou-se obrigatória no Brasil. É que a tireoide precisa desse nutriente para produzir os hormônios que ditam o ritmo do organismo. Sem ele, a glândula cresce – é isso que se define como bócio. Segundo Kristy Soraia Coelho, nutricionista do FoRC e uma das autoras da pesquisa, os peixes oferecem o mineral.

Porém, o consumo anual de pescados entre os brasileiros está abaixo do estipulado pela Organização Mundial da Saúde. Nesse cenário, o sal de cozinha, vendido a 2 reais o quilo, é nossa principal fonte da substância. Já os sais gourmets não costumam ofertá-la. Ainda assim, cabe moderação devido ao (adivinhe!) sódio.

Fonte Editora Abril