Dom Gilberto nomeia cura da Catedral e administrador da Paróquia Nossa Senhora de Fátima

O bispo dom Gilberto Pastana nomeou na manhã de hoje, dia primeiro de março, o Padre José Vicente Pinto de Alencar Silva como novo cura da Catedral Nossa Senhora da Penha, e o padre Aureliano de Sousa Gondim como administrador da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, ambas em Crato.

O padre José Vicente é um dos padres mais experientes da diocese de Crato. Com 59 anos de vida e 23 anos de sacerdócio, o novo cura da Catedral já foi Vice Reitor do Seminário Diocesano São José (1995), Reitor do mesmo Seminário (1995 a 2002) e estudou mestrado em Roma (2002 a 2008). Padre José Vicente também já foi administrador da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Crato. Na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, localizada em Crato, ele está como pároco desde 20 de julho de 2010.

Além de exercer a função de pároco, padre José Vicente está atualmente como Vigário Geral da diocese de Crato, Vice Presidente da Associação Amigos do Seminário São José e Assistente Eclesiástico da Escola Diaconal, fazendo também membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores. Agora ele deve assumir a missão de Cura da Catedral Nossa Senhora da Penha no lugar do monsenhor Francisco Edimilson Neves Ferreira, eleito bispo da diocese de Tianguá no dia 15 de fevereiro. “Recebo esta nomeação com surpresa e alegria. Sinto-me desafiado pela responsabilidade diante do belo trabalho realizado pelo padre Edimilson, em especial no âmbito litúrgico e pastoral, mas procurarei dar andamento. Também me coloco a disposição de cumprir o que requer a nossa missão de padre: ir aonde a Igreja manda”, falou.

A celebração de posse do padre José Vicente como Cura da Catedral Nossa Senhora da Penha está marcada para o dia 12 de março, às 9h, na Catedral.

Com a transferência do padre José Vicente para a Catedral, o padre Aureliano Gondim deverá assumir a Paróquia Nossa Senhora de Fátima como administrador paroquial. Ordenado em 4 de agosto de 2012, padre Aureliano tem 35 anos de vida e 4 de sacerdócio. Já foi vigário da Basílica Nossa Senhora das Dores, em Juazeiro do Norte, onde ficou desde sua ordenação até 7 de agosto de 2016, sendo transferido para a Paróquia Menino Jesus de Praga, onde está até hoje. “Sou grato a dom Gilberto por esta nomeação que recebo com entusiasmo, na confiança de que irei realizar um bom trabalho na Paróquia Nossa Senhora de Fátima. Sou grato também ao padre Cícero Leandro, ao monsenhor José Alves e a paróquia Menino Jesus de Praga pelo tempo que passei lá”, disse.

Padre Aureliano exerce um trabalho voltado para evangelização através dos meios de comunicação sociais. É atualmente o coordenador diocesano da Pastoral de Comunicação, compõe a Equipe Ampliada de Comunicação do Regional Nordeste I da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, ocupa também a função de diretor de programação da Rádio Educadora do Cariri e é mestrando em Comunicação Social pela Fundação Universitária Iberoamericana. A data da celebração de apresentação do padre Aureliano como administrador paroquial ainda não foi definida.

À esquerda está o padre José Vicente, cura da Catedral Nossa Senhora da Penha, e à direita o padre Aureliano, administrador da Paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Prefeito Arnon Bezerra determina equipe da Infraestrutura para acompanhar áreas atingidas pelas chuvas

O Prefeito Municipal de Juazeiro do Norte, Arnon Bezerra, determinou uma equipe de técnicos da Secretaria de Infraestrutura, para acompanhar os locais atingidos pelas chuvas. A Secretária Gizele Menezes percorreu várias áreas, nesta terça-feira, a exemplo do Bairro São José, identificando os pontos considerados críticos, para direcionar os serviços imediatos nos lugares de maior gravidade. Trabalhadores foram mobilizados ontem, para recuperação de calçamentos danificados, em ruas como a Gildier Fernandes Gonçalves, no bairro.

Alguns dos locais visitados já apresentam problemas há vários anos, e nos últimos dias estão se agravando por conta das chuvas. A Secretária de Infraestrutura destacou a preocupação do Prefeito nesse momento, em identificar os locais e dar a assistência necessária, no sentido de manter a segurança da população.

A Rua Daniela Matos de Mendonça, no Bairro São José, por trás do Atacadão, recebeu recentemente a visita do Chefe do Executivo, Arnon Bezerra. No local está sendo executado serviço de calçamento, mas a Secretária ressalta a necessidade de realização de um projeto mais amplo de drenagem, para que o problema de alagamento na área seja resolvido.  Ela chegou a conversar com moradores, que solicitaram uma solução para o problema, enfrentado há vários anos.

O presidente da Associação Pró-Moradores do Bairro São José, Wagner Tenório, afirma que o projeto é uma reivindicação antiga, e pediu a Secretária Gizele que seja realizado o quanto antes. Para isso, irá encaminhar até mesmo uma solicitação com maior número moradores da área, por meio de um abaixo-assinado. A área conhecida como ‘Cidade de Deus’ foi outra localidade visitada, próxima ao bairro São José. Algumas ruas estão praticamente intransitáveis, com buracos, que aumentaram nos últimos dias, com o agravante de não terem calçamento.

Um dos pontos críticos visitados pela Secretária e que recebeu atenção imediata foi na Rua Venceslau Pereira, no bairro São José, ao lado do Maxxi Atacado. Uma grande voçoroca se formou na área. Os moradores encaminharam solicitação ao Prefeito para a retirada de um tronco, que estava entupindo a drenagem e impedindo a passagem da água, agravando ainda mais a situação. Ontem à tarde, um guindaste foi encaminhado para desobstrução da drenagem.

Segundo a Secretária Gizele Menezes, os problemas estão sendo identificados, e ela destaca a necessidade de atuações pontuais e urgentes nas localidades atingidas e que continuará com sua equipe mobilizada para atender às demandas

Açudes do CE ganham 135,8 mi de m³ em 2017, mas volume ainda é baixo

Em dois meses, as chuvas que banharam o Ceará proporcionaram aporte de 135,8 milhões de m³ de água nos reservatórios monitorados pela Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh). Em cinco anos – e ainda faltando três meses para o fim da quadra chuvosa –  o volume de água superou o acréscimo verificado no mesmo período de 2012 (0,92 bilhão de m³), 2013 (0,95  bilhão de m³), 2014 (1,16  bilhão de m³), 2015 (0,75  bilhão de m³) e 2016 (0,77 bilhão de m³). Apenas no mês de fevereiro, os açudes cearenses tiveram aporte de 0,12  bilhão de m³.

Nesta terça-feira (28), foram registradas chuvas em 115 postos pluviométricos monitorados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), sendo as maiores chuvas registradas em Granja (55 mm), Mombaça  (54,5 mm); Viçosa do Ceará (53 mm); Camocim (50,1 mm) e Crato (49 mm).  Em Fortaleza choveu 29,7 mm.

Estação chuvosa
O período de chuvas, no Ceará, pode ser dividido em três fases – pré-estação, estação e pós-estação –, que se estendem de dezembro a meados de junho. As chuvas que ocorrem em dezembro e janeiro, chamadas de chuvas de pré-estação, são causadas basicamente por frentes frias que vem do Sul, o que acabam afetando a atmosfera do Nordeste.

O segundo momento das chuvas é aquele que vai mais ou menos de fevereiro a maio. Essa estação de chuva é causada por um sistema chamado de Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). É o sistema meteorológico mais importante na determinação de quanto as chuvas serão abundantes ou deficientes no Norte do Nordeste do Brasil.

Açudes
Os 153 açudes monitorados pela Cogerh, distribuídos em 12 bacias hidrográficas, cuja capacidade total é de 18,64 bilhões de m³, apresentam volume de 1,21 bilhão de m³, o que representa 6,51% da capacidade total de armazenamento.  Ainda assim, o estado permanece com 51 reservatórios em volume morto e 32 completamente secos. Outros 134 açudes cearense estão com volume abaixo de 30%. No Ceará, apenas o açude Caldeirão, no município de Saboeiro, atingiu a capacidade máxima de armazenamento.

Açude Castanhão está com menor nível desde que foi inaugurado (Foto: DNCS/Divulgação)Açude Castanhão está com menor nível desde que foi inaugurado (Foto: DNOCS/Divulgação)

O “gigante” Castanhão, responsável por abastecer toda a Região Metropolitana de Fortaleza, está com apenas 5,14% da capacidade de abastecimento. Por outro, o Castanhão é o açude que vem recebendo maior aporte de água, dentre todos os reservatórios monitorados pela Cogerh. Em 2017, o Castanhão teve aporte de 22 milhões de  m³. Nos últimos sete dias, o aporte foi de 8,5 milhões de  m³ e, apenas nesta terça-feira, a recarga foi de 1,62 milhões de  m³.

Além de Fortaleza, outros 25 municípios são abastecidos pelo Castanhão. Bem perto dele, o Açude Orós,  está com 17,13%. Para garantir o abastecimento de água em Fortaleza e Região Metropolitana, desde julho as águas do Orós estão sendo transferidas para o Castanhão.

Atualmente, o volume de água das bacias está distribuído: Litoral (28,26%), Alto Jaguaribe (10,68%), Coreaú (30,42%), Metropolitanas (9,80%), Serra da Ibiapaba (12,67%), Médio Jaguaribe (4,72%), Salgado (9,96%), Acaraú (7,83%), Banabuiú (2,03%), Sertões de Crateús (1,63%), Curu (1,54%) e Baixo Jaguaribe (0,00%).  Houve aumento do volume nas bacias do Litoral, Coreaú, Metropolitanas, Médio Jaguaribe, Salgado, Acaraú e Banabuiú.

Foram registrados aportes em 39 açudes, destacando-se os açudes Acarape do Meio, Angicos, Aracoiaba, Araras, Banabuiú, Castanhão, Edson Queiroz e Pedras Brancas. Este aporte permitiu que o açude Santo Antônio de Aracatiaçu deixasse o volume morto e que os açudes Barra Velha, Santa Maria de Aracatiaçu, São José I, Sousa e Tijuquinha deixassem de estarem secos.

Açudes em volume Morto
Amanary, Barra Velha, Batente, Broco, Capitão Mor, Castro, Catucinzenta, Cipoada, Escuridão, Farias de Sousa, Figueiredo, Flor do Campo, Fogareiro, Forquilha, Frios, Gerardo Atimbone, Jaburu II, Jatobá, Jatobá II, Jenipapeiro II, João Luís, Junco, Macacos, Malcozinhado, Mons. Tabosa, Parambu, Patu, Pentecoste, Pesqueiro, Poço da Pedra, Poço do Barro, Pompeu Sobrinho, Premuoca, Quincoé, Quixabinha, Riacho da Serra, Riacho do Sangue, Rivaldo de Carvalho, Santa Maria, Santa Maria de Aracatiaçu, São Domingos II, São José I, São José II, São José III, Sitios Novos, Sousa, Sucesso, Tejuçuoca, Tigre, Várzea da Volta e Várzea do Boi.

Açudes secos
Adauto Bezerra, Barragem do Batalhão, Bonito, Canafístula, Carão, Carmina, Carnaubal, Cedro, Desterro, Ema, Faé, Favelas, Forquilha II, Jenipapeiro, Jerimum, Madeiro, Monte Belo, Nova Floresta, Pau Preto, Penedo, Pirabibu, Potiretama, Quixeramobim, Salão, Santo Antônio, Santo Antônio de Russas, São Domingos, São Mateus, Serafim Dias, Trapiá II, Umari e Vieirão.

Açude do Cedro é reflexo dos cinco anos consecutivos de estiagem no Ceará (Foto: Caio Brito/Arquivo Pessoal)Completamente seco, açude do Cedro é reflexo dos cinco anos consecutivos de estiagem no Ceará (Foto: Caio Brito/Arquivo Pessoal)

 

g1

Açudes do CE ganham 135,8 mi de m³ em 2017, mas volume ainda é baixo

Em dois meses, as chuvas que banharam o Ceará proporcionaram aporte de 135,8 milhões de m³ de água nos reservatórios monitorados pela Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh). Em cinco anos – e ainda faltando três meses para o fim da quadra chuvosa –  o volume de água superou o acréscimo verificado no mesmo período de 2012 (0,92 bilhão de m³), 2013 (0,95  bilhão de m³), 2014 (1,16  bilhão de m³), 2015 (0,75  bilhão de m³) e 2016 (0,77 bilhão de m³). Apenas no mês de fevereiro, os açudes cearenses tiveram aporte de 0,12  bilhão de m³.

Nesta terça-feira (28), foram registradas chuvas em 115 postos pluviométricos monitorados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), sendo as maiores chuvas registradas em Granja (55 mm), Mombaça  (54,5 mm); Viçosa do Ceará (53 mm); Camocim (50,1 mm) e Crato (49 mm).  Em Fortaleza choveu 29,7 mm.

Estação chuvosa
O período de chuvas, no Ceará, pode ser dividido em três fases – pré-estação, estação e pós-estação –, que se estendem de dezembro a meados de junho. As chuvas que ocorrem em dezembro e janeiro, chamadas de chuvas de pré-estação, são causadas basicamente por frentes frias que vem do Sul, o que acabam afetando a atmosfera do Nordeste.

O segundo momento das chuvas é aquele que vai mais ou menos de fevereiro a maio. Essa estação de chuva é causada por um sistema chamado de Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). É o sistema meteorológico mais importante na determinação de quanto as chuvas serão abundantes ou deficientes no Norte do Nordeste do Brasil.

Açudes
Os 153 açudes monitorados pela Cogerh, distribuídos em 12 bacias hidrográficas, cuja capacidade total é de 18,64 bilhões de m³, apresentam volume de 1,21 bilhão de m³, o que representa 6,51% da capacidade total de armazenamento.  Ainda assim, o estado permanece com 51 reservatórios em volume morto e 32 completamente secos. Outros 134 açudes cearense estão com volume abaixo de 30%. No Ceará, apenas o açude Caldeirão, no município de Saboeiro, atingiu a capacidade máxima de armazenamento.

Açude Castanhão está com menor nível desde que foi inaugurado (Foto: DNCS/Divulgação)Açude Castanhão está com menor nível desde que foi inaugurado (Foto: DNOCS/Divulgação)

O “gigante” Castanhão, responsável por abastecer toda a Região Metropolitana de Fortaleza, está com apenas 5,14% da capacidade de abastecimento. Por outro, o Castanhão é o açude que vem recebendo maior aporte de água, dentre todos os reservatórios monitorados pela Cogerh. Em 2017, o Castanhão teve aporte de 22 milhões de  m³. Nos últimos sete dias, o aporte foi de 8,5 milhões de  m³ e, apenas nesta terça-feira, a recarga foi de 1,62 milhões de  m³.

Além de Fortaleza, outros 25 municípios são abastecidos pelo Castanhão. Bem perto dele, o Açude Orós,  está com 17,13%. Para garantir o abastecimento de água em Fortaleza e Região Metropolitana, desde julho as águas do Orós estão sendo transferidas para o Castanhão.

Atualmente, o volume de água das bacias está distribuído: Litoral (28,26%), Alto Jaguaribe (10,68%), Coreaú (30,42%), Metropolitanas (9,80%), Serra da Ibiapaba (12,67%), Médio Jaguaribe (4,72%), Salgado (9,96%), Acaraú (7,83%), Banabuiú (2,03%), Sertões de Crateús (1,63%), Curu (1,54%) e Baixo Jaguaribe (0,00%).  Houve aumento do volume nas bacias do Litoral, Coreaú, Metropolitanas, Médio Jaguaribe, Salgado, Acaraú e Banabuiú.

Foram registrados aportes em 39 açudes, destacando-se os açudes Acarape do Meio, Angicos, Aracoiaba, Araras, Banabuiú, Castanhão, Edson Queiroz e Pedras Brancas. Este aporte permitiu que o açude Santo Antônio de Aracatiaçu deixasse o volume morto e que os açudes Barra Velha, Santa Maria de Aracatiaçu, São José I, Sousa e Tijuquinha deixassem de estarem secos.

Açudes em volume Morto
Amanary, Barra Velha, Batente, Broco, Capitão Mor, Castro, Catucinzenta, Cipoada, Escuridão, Farias de Sousa, Figueiredo, Flor do Campo, Fogareiro, Forquilha, Frios, Gerardo Atimbone, Jaburu II, Jatobá, Jatobá II, Jenipapeiro II, João Luís, Junco, Macacos, Malcozinhado, Mons. Tabosa, Parambu, Patu, Pentecoste, Pesqueiro, Poço da Pedra, Poço do Barro, Pompeu Sobrinho, Premuoca, Quincoé, Quixabinha, Riacho da Serra, Riacho do Sangue, Rivaldo de Carvalho, Santa Maria, Santa Maria de Aracatiaçu, São Domingos II, São José I, São José II, São José III, Sitios Novos, Sousa, Sucesso, Tejuçuoca, Tigre, Várzea da Volta e Várzea do Boi.

Açudes secos
Adauto Bezerra, Barragem do Batalhão, Bonito, Canafístula, Carão, Carmina, Carnaubal, Cedro, Desterro, Ema, Faé, Favelas, Forquilha II, Jenipapeiro, Jerimum, Madeiro, Monte Belo, Nova Floresta, Pau Preto, Penedo, Pirabibu, Potiretama, Quixeramobim, Salão, Santo Antônio, Santo Antônio de Russas, São Domingos, São Mateus, Serafim Dias, Trapiá II, Umari e Vieirão.

Açude do Cedro é reflexo dos cinco anos consecutivos de estiagem no Ceará (Foto: Caio Brito/Arquivo Pessoal)Completamente seco, açude do Cedro é reflexo dos cinco anos consecutivos de estiagem no Ceará (Foto: Caio Brito/Arquivo Pessoal)
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Marido de Ivete mostra dieta da cantora antes do trio: ‘muita água’

O marido da cantora Ivete Sangalo, que também é nutricionista da artista, Daniel Cady, resolveu atender a curiosidade dos fãs e divulgou na terça-feira (28), na conta dele no Instagram, a dieta da esposa na segunda-feira (27), quando ela comandou trio na Barra.

Marido de Ivete também é nutricionista da cantora e divulgou dieta (Foto: Reprodução/ Instagram)Marido de Ivete também é nutricionista da cantora
e divulgou dieta (Foto: Reprodução/ Instagram)

No cardápio, nada de alimentação pesada. A artista, que tinha sido homenageada no samba-enredo da escola de samba Grande Rio no domingo (26), ostenta o corpão com comidinhas leves e muita hidratação.

Daniel publicou fotos das refeições feitas pela cantora até ela subir no trio elétrico. No prato do café da manhã, estão manga, uva e mamão. Depois Ivete ainda comeu ovos cozidos, banana e batata doce. No almoço, a diva se alimentou de arroz integral com frango. Em cima do trio, durante o desfile no circuito Barra-Ondina, na segunda-feira (27), ela comeu uvas passa, banana, castanha de caju, amêndoas e damasco.

“Ao longo do dia, Ivete bebeu muita água mineral e água de coco. A última refeição depois do trio, no último dia, não foi registrada, foi um beiju de tapioca com atum e depois alguns docinhos para alegrar a noite”, disse Daniel Cady.

Ivete Sangalo e Daniel Cady curtiram a festa juntos na pipoca  (Foto: Reprodução/Instagram )Ivete Sangalo e Daniel Cady curtiram a festa
juntos na pipoca (Foto: Reprodução/Instagram )

Disfarçada na ‘pipoca’
Acompanhada do marido, Ivete Sangalo ainda curtiu o carnaval de Salvador de foliã pipoca na terça-feira. A cantora se fantasiou de palhaça e foi para o circuito Dodô (Barra-Ondina). No anonimato, a artista acompanhou as apresentações dos colegas Durval Lelys, Claudia Leitte, Armandinho e Xanddy, da banda Harmonia do Samba, e ainda passou em um dos camarotes do circuito.

Veveta usou um perfil dela em uma rede social para compartilhar fotos com os amigos que a acompanharam na travessura e com o maridão. Na legenda de uma das imagens, que mostra a cantora em pé, junto com o grupo, ela contou para os fãs o que havia aprontado durante a folia.

Dieta Ivete Sangalo carnaval, Bahia (Foto: Reprodução/ Instagram)Café da manhã da cantora Ivete Sangalo durante o carnaval (Foto: Reprodução/ Instagram)
Dieta Ivete Sangalo carnaval, Bahia (Foto: Reprodução/ Instagram)Refeição feita por Ivete durante a folia foi postada pelo nutricionista Daniel Cady, que também é marido da artista (Foto: Reprodução/ Instagram)
Dieta Ivete Sangalo carnaval, Bahia (Foto: Reprodução/ Instagram)Dieta de Ivete durante o carnaval (Foto: Reprodução/ Instagram)
Ivete se disfarça usando fantasia e curte o carnaval de Salvador na pipoca (Foto: Reprodução/Instagram)Ivete se disfarça usando fantasia e curte o carnaval de Salvador na pipoca (Foto: Reprodução/Instagram
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Governo fixa em R$ 327 mi Programa Seguro-Emprego em 2017

O governo federal fixou em R$ 327,280 milhões o limite máximo anual para as despesas com o Programa Seguro-Emprego (PSE), nova denominação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE), relançado em dezembro pelo presidente Michel Temer por meio da Medida Provisória 761/2016, em tramitação no Congresso. O montante consiste em um teto de gastos com o programa em 2017, conforme prevê o Orçamento Geral da União deste ano.

O PSE permite a participação de empresas de todos os setores em dificuldade econômico-financeira que celebrarem acordo coletivo de trabalho específico de redução de jornada e de salário. Pelo programa, as companhias podem reduzir 30% da jornada e do salário do trabalhador, com reposição de metade do valor pelo governo.

De acordo com a MP, a adesão de novas empresas pode ser feita no Ministério do Trabalho até 31 de dezembro de 2017, observado o prazo máximo de permanência de 24 meses. A entrada de novos participantes ao PSE será condicionada à disponibilidade orçamentária.

A definição do Orçamento do PSE para 2017 consta de decreto do presidente Michel Temer e dos ministros do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e do Planejamento, Dyogo Oliveira. O documento está publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, dia 1º.

Malha fina do IR passará a cruzar informações do eSocial e de médicos

A partir deste ano, a Receita Federal passará a cruzar informações prestadas pelos contribuintes com aquelas fornecidas por médicos e com dados do eSocial, página usada para cadastro de empregadores e empregados domésticos.

Segundo informações do G1, o download do programa gerador do Imposto de Renda de 2017 foi liberado na semana passada. O contribuinte poderá fazer a entrega das declarações a partir desta quinta-feira (2). O prazo termina no fim de abril.

De acordo com Elaine Pereira de Souza, que coordena a malha fina do IR, a Receita já solicitava dados aos profissionais de saúde. No entanto, essas informações ainda não estavam inseridas nos cruzamentos da malha fina.

“A gente passou o ano passado calibrando isso aí e, a partir desse ano, vai ampliar a utilização para poder checar as despesas médicas. Tínhamos os dados no ano passado, mas não estávamos cruzando ainda. Esse ano vamos cruzar”, afirmou Souza em entrevista ao G1.

Outra mudança é o uso do eSocial no cruzamento de dados. Com a instituição do programa, no ano passado, o Fisco passará a ter mais detalhes sobre esses contratos de trabalho.

“Hoje, com o eSocial, temos mais informações em base. Esse é o primeiro ano [de uso de dados do eSocial] e todos os batimentos vão ficando mais aprimorados”, disse Flavio Vilela Campos, coordenador-geral de Fiscalização da Receita Federal.

O objetivo da medida é identificar deduções indevidas no Imposto de Renda, de despesas com empregados domésticos.