Hemoce receberá doação de sangue nesta segunda e terça em Juazeiro do Norte

O feriado prolongado de Carnaval está aí, assim como o aumento da demanda por transfusões sanguíneas, que é comum no período.

O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), reforçou as coletas externas durante o feriadão para garantir o atendimento aos serviços de saúde atendidos pelo Hemoce em todo o Estado.

Em Juazeiro do Norte no Hemonúcleo que repete a parceria com o Hemoce pelo terceiro ano consecutivo, a coleta será na segunda e na terça-feira, e a expectativa é atrair ao menos 150 candidatos à doação e aumentar pela metade o número de doações de 2016, quando 81 fiéis doaram.

O Hemoce atenderá por meio de coletas externas no evento Renascer em Juazeiro do Norte como fala a Diretora Regional do órgão Dra. Fabíola Alencar,…………..

Dra. Fabíola Alencar fala ainda da retomada das atividades normais do órgão que deve acontecer nesta quarta-feira (01), no período da tarde……………….

Caririceara

Adolescente é morto por estrangulamento em Santa Quitéria

A noite do domingo de Carnaval teve início trágico no município de Santa Quitéria. Iago Oliveira, de 17 anos, foi morto por estrangulamento em uma das ruas da cidade reservada para os paredões de som. Antes do início da programação oficial da festa o jovem se envolveu em uma discussão e foi vítima de um estrangulamento.

Conforme o tenente-coronel Hermilson, comandante do 7º Batalhão da Polícia Militar da Área Integrada de Segurança (AIS) 14, o adolescente levou um golpe popularmente conhecido como ´gravata´. “Era uma briga generalizada. Aí um outro jovem deu a gravata, quando soltou, o Iago não retornou mais”, acrescentou o comandante.

Os amigos do adolescente ainda tentaram o reanimar, sem sucesso, enquanto a ambulância não chegava. De acordo com a Polícia, a vítima seria usuária de drogas e possivelmente cumpria o papel de avião no tráfico.

A PM ressalta que o suspeito de praticar o golpe é conhecido como ´Alvinho´, morador do bairro Flores, rival do bairro Cinza, onde Iago residia. Os militares permanecem em diligência em busca do suspeito foragido.

diariodonordeste

Bell comenta ausência do Chiclete com Banana nos trios elétricos na BA

Atração em um camarote no bairro de Ondina, depois de desfilar com o tradicional bloco Camaleão, em Salvador, na noite desta segunda-feira (27), o cantor baiano Bell Marques comentou a ausência do Chiclete com Banana no desfile de trios elétricos na capital baiana.

“Eles não terem saído no carnaval é como outros grandes blocos não saíram. Ivete reduziu, Claudinha reduziu, Cheiro de Amor não saiu. Porque foi uma crise muito grande a partir dos patricinadores, a partir da crise do país. Acho que tudo isso contribuiu para que eles resguardassem um pouco e acabassem não saindo. Quem sabe ano que vem eles saiam outra vez”, disse em entrevista ao G1 antes de subir ao palco do Camarote do Nana.

Rafa Chaves mostra disposição no carnaval de Salvador (Foto: Elias Dantas/ Ag. Haack)Rafa Chaves é vocalista do Chiclete com Banana
r (Foto: Elias Dantas/ Ag. Haack)

Crise
Blocos tradicionais no carnaval da Bahia anunciaram que não iriam participar da festa em 2017 e justificaram a ausência pela crise financeira. Entre eles, estão os blocos Cheiro, Yes, Nana Banana e Araketu.

A recessão econômica que afetou a economia brasileira fez diminuir o investimento de patrocinadores e, com isso, os blocos afirmaram que não tinham como bancar o desfile. Os blocos Largadinho (Claudia Leitte) e Coruja (Ivete Sangalo), que desfilavam em três dias do carnaval, reduziram a participação na folia e, nesse ano, só saem dois dias na avenida.

O Cheiro de Amor anunciou para os fãs que não haverá os blocos Cheiro e Yes no carnaval desse ano em comunicado publicado no site oficial na quarta-feira (25). Segundo o grupo, os blocos “se reservarão a um ano de descanso, motivado pela grave crise financeira que vivemos e as consequências dela”.

A banda Cheiro de Amor, no entanto, não vai ficar fora da festa: se apresenta em um trio sem cordas no Circuito Osmar (Campo Grande), no dia 26 de fevereiro.

Chiclete com Banana
A banda Chiclete com Banana também alegou crise e não participa de nenhum trio neste ano – nem mesmo com o Bloco Nana Banana, que costumava arrastar uma legião de “chicleteiros” nas quintas, sextas e sábados. O Bloco Nana Banana é um dos mais tradicionais do carnaval de Salvador e, até 2014, foi comandado pelo cantor Bell Marques, que decidiu depois se desvincular da banda Chiclete com Banana, que puxa o bloco, e seguir carreira solo.

A Banda Chiclete com Banana, no entanto, se apresentou na sexta-feira de carnaval em dois camarotes: o Salvador e o Nana, ambos no circuito Barra-Ondina.

Boa relação
O cantor Bell Marques falou, pouco antes de subir no trio no domingo (26), no carnaval de Salvador, que sente falta do Chiclete com Banana, grupo que o revelou e do qual fez parte por mais de 30 anos. O artista comanda o bloco Camaleão, no circuito Dodô (Barra-Ondina), com abadás esgotados.

Bell Marques; Carnaval; Bahia (Foto: Elias Dantas/Ag. Haack)Milhares de foliões curtem a passagem de Bell pelo
circuito Barra-Ondina (Foto: Elias Dantas/Ag. Haack)

“Obviamente que eles [Chiclete com Banana] fazem falta para mim e eu para eles. Eu sinto muita falta deles. Vivemos juntos mais de 30 anos, uma historia muita bonita. Uma história muito viva, presente até hoje nas nossas vidas. Eu acho que os dois lados sentiram falta. Talvez eu tenha dado sorte, tenha me despontado mais. Mas eu acredito que eles vêm agora esse ano. Eles tocaram muito esse carnaval, se reequilibrando. Eu acho que só fui um pouco mais rápido [no sucesso]”, disse.

Bell anunciou a saída do Chiclete com Banana em 2013. No carnaval de 2014 o cantor fez o último show com o grupo, considerado um dos mais importantes do axé, com incontáveis hits que marcaram dezenas de carnavais. Entre as músicas de sucesso estão “Voa, voa”, “Cabelo raspadinho”, “Selva branca”, dentre outras.

O cantor Rafa Chaves, ex-Via Circular, assumiu os vocais do grupo após a saída de Bell. Com a mudança do grupo, os blocos e outros negócios da banda também foram divididos. Neste carnaval, foi a primeira vez na história da banda que o Chiclete com Banana não comandou blocosna folia de Salvador. A banda informou que a situação ocorreu por conta da crise ecônomica do país.

g1

Empresas do Brasil têm US$ 73 bi de dívidas a vencer até 2021

As empresas e bancos brasileiros têm US$ 73,2 bilhões de dívidas que vencem até 2021, 36% do total da América Latina, de acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira (27) pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P), que alerta para o crescente montante de passivos que precisam ser refinanciados na região.

A maior parte desta dívida, o equivalente a 89%, foi emitida em dólar, ressalta a S&P. Além disso, dos US$ 61,4 bilhões de passivos a vencer detidos pelo setor não financeiro, a maioria (75%) é de companhias avaliadas na categoria especulativa. Estas empresas costumam pagar taxas mais caras para se refinanciarem do que as classificadas como grau de investimento.

A S&P ressalta que o dólar tem registrado volatilidade no Brasil e que, mesmo com a saída da presidente Dilma Rousseff, a incerteza política e econômica ainda paira sobre o cenário da economia brasileira. O relatório destaca que o real se apreciou 22% em relação ao dólar em 2016, enquanto em 2015 havia registrado desvalorização de 33%, o que é um desafio adicional para o gerenciamento dos passivos das empresas e bancos em moeda estrangeira.

A economia brasileira mostra os primeiros sinais de que está saindo da profunda recessão que marcou os últimos dois anos, destaca o relatório. A previsão da S&P é que o Produto Interno Bruto (PIB) do País cresça 0,9% este ano. Os escândalos políticos, porém, são um “vento contrário” para este cenário de recuperação. Um dos riscos é de que novas revelações em delações premiadas possam reduzir a governabilidade do presidente Michel Temer.

A necessidade de refinanciamento de dívida na América Latina é particularmente alta no setor de petróleo e gás, segundo o relatório. Nesse segmento, o Brasil é o país da região com maior porcentual de passivos a vencer, respondendo por 41% do total. As empresas de petróleo, como a Petrobras e a mexicana Pemex, estão entre as maiores emissoras de dívida da região. A S&P estima que em 2016 mais de 70% dos bônus lançados pelo setor não financeiro, cerca de US$ 20 bilhões, foi de empresas de óleo e gás.

No caso brasileiro, considerando o setor não financeiro, o total de dívidas a vencer é crescente nos próximos anos. Em 2017, são US$ 5 bilhões; em 2019, são US$ 10,8 bilhões; e no ano de 2021, são mais US$ 16,4 bilhões. Já o setor financeiro não possui passivos vencendo em 2021, mas tem US$ 3,9 bilhões em 2019 e US$ 3,5 bilhões em 2018.

A América Latina tem um total de US$ 202 bilhões de dívidas de empresas e bancos vencendo até 2021. Brasil e México respondem por 72% deste total. O setor financeiro tem US$ 56 bilhões de passivos vencendo até 2021, mas a maior parte (US$ 146 bilhões) é de empresas não financeiras. Com informações do Estadão Conteúdo.

Quatro Cantos de Olinda se transforma em ‘caldeirão’ da folia

O Ponnto de convergência das Ruas do Amparo, Prudente de Morais, Bernardo Vieira de Melo e Ladeira da Misericórdia, mais conhecido como Quatro Cantos de Olinda, no Grande Recife, é considerado o ‘caldeirão’ da folia. Por lá, passa, durante todos os dias de carnaval, a maior parte dos blocos que saem pelo Sítio Histórico. Assim, o espaço está sempre lotado de foliões, a qualquer hora do dia e da noite.

Na tarde desta segunda-feira (27), era quase impossível ver o chão, por causa da quantidade de gente concentrada. Por lá, não passam carros nos dias de festa, mas há congestionamento de foliões. Em alguns momentos, fica tudo parado.

Maioria das agremiações circula pela área (Foto: Caíque Batista/G1)Maioria das agremiações circula pela área (Foto: Caíque Batista/G1)

Maioria das agremiações circula pela área (Foto: Caíque Batista/G1)

Parada no Quatro Cantos, curtindo frevo, a turista alagoana Anne Kataryne Moura declarou que foi atraída pela multidão. “O que mais me chamou a atenção foi essa grande quantidade de gente espremida, entre um lado e outro da rua, pulando ao som de frevo”.

Anne, que veio com o namorado, Almir Oliveira, diz que ambos vão voltar no ano que vem. “Com certeza, vamos estar aqui em 2018. E vamos curtir aqui nos Quatro Cantos”, afirma.

Mesmo no intervalo entre os desfiles, o local está sempre lotado. Muitos foliões até desistem de atravessar a multidão e ficam pelo caminho. “Queríamos chegar até o Alto da Sé, mas por aqui está impossível. Então decidimos ficar e curtir os blocos que passaram”, afirmou o funcionário público Aloísio Costa.

Brincar em Olinda sem ter o desafio de ‘enfrentar’ os Quatro Cantos é uma experiência incompleta, segundo Regina Célia. “É preciso sentir o que é a energia da folia neste lugar. Ele ferve, é bom demais. Tem tanto bloco passando que nem dá para descansar. Quem curte carnaval, não tem como não gostar dos Quatro Cantos”, ressalta.