Bloquinhos de rua aquecem foliões para o Carnaval; veja programação

Os bloquinhos de rua começam a aquecer os foliões para o Carnaval já a partir deste sábado (11) em Aracaju (SE). Há opções de diversão durante o dia e a noite e para toda a família.

As formas de organização são diversas, em alguns as pessoas vão ficar concentradas em um ponto e em outros seguirão em caminhada atrás das atrações musicais. Confira abaixo as opções:

11 de fevereiro (sábado)

Caranguejo Elétrico
Horário: 16h às 0h
Local: Bairro 13 de Julho
Atrações: Karla Izabella (desfile pelas ruas do bairro) e Patusco (salão do Iate Clube)
Ingresso: R$ 60 (camisa)
Venda: Bar do Bel (Iate Clube) e Revivart Móveis (São José)
Bloquinho da Odonto Fantasy
Horário: 16h (concentração na Praça Tiradentes), 18h (desfile pelas ruas Fernando Sávio, Cecinha Vieira e Castro Alves) e 22h (encerramento no mesmo ponto de partida)
Local: Bairro Inácio Barbosa
Atração: Bailinho do Faustão
Ingresso: evento gratuito
Job da Madrugada
Horário: 16h (concentração), 18h (desfile) e 23h (encerramento)
Local: Rua Euclides Paes Mendonça, 622, Bairro Salgado Filho
Atração: não informada
Ingresso: R$ 70 (3º lote) – open bar
Venda: Insight Propaganda

12 de fevereiro (domingo)

Villa Botequim – prévia carnavalesca
Horário: 12h (início com feijoada) e o evento continua até às 21h
Local: Av. Jorge Amado, 1130, Bairro Jardins
Atrações: Ronise Ramos e Axé Vinil
Ingresso: não informado
Venda: reserva de mesas através do (79) 3231-8859 ou (79) 99919-4653
Bloquinho Amanhã eu Bebo Ontem
Horário: 15h (concentração), 17h (desfile) até às 22h (encerramento)
Local: Av. Hermes Fontes, 951, no Bairro Salgado Filho
Atração: DJ Carl Niggor (repertório carnavalesco)
Ingresso: não informado
Perdidos no Beco – o bloquinho
Horário: 16h às 22h
Local: Rua Professor José Freitas de Andrade, 3851, Bairro Coroa do Meio
Atrações: Banda de Frevo e Carnaval 365
Ingresso: evento gratuito
Percurso: haverá desfile pelas ruas do bairro
Dàfiow Verão – Carnavalizando
Horário: 17h às 23h
Local: Cinelândia Surf Point, na Orla da Atalaia
Atrações: Dàfiøw Sistema de Som (frevo elétrico e outros sons carnavalescos)
Ingresso: evento gratuito

17 de fevereiro (sexta-feira)

Carnaval no João do Alho
Horário: 17h às 5h
Local: Avenida Beira-Mar, 478, Bairro 13 de Julho
Atrações: três bandas não divulgadas
Ingresso: evento gratuito
Confraria do Carro Quebrado
Horário: 19h
Local: Bairro São José
Atrações: Orquestra Geração do Frevo e Medeiros e Orquestra
Ingresso: não informado

18 de fevereiro (sábado)

Eu só se fico, se você não só se for
Horário: 16h
Local: Brejas Bar, Praça Tiradentes, 9, Bairro Inácio Barbosa
Atração: Burundanga
Ingresso: R$ 30
Venda: Al’Bar, Bar do Luiz, Posto VB e Boteco
Bloco Coração Selvagem
Horário: 13h
Local: Bairro Inácio Barbosa
Atração: não informada
Ingresso: não informado

19 de fevereiro (domingo)

Carnaval Blend – Cola no Arnesto que é sucesso
Horário: 13h às 23h
Local: concentração na praça da Alameda das Árvores e desfile pelas ruas do Bairro Luzia
Atrações: Burundanga e Samba do Arnesto
Ingresso: evento gratuito
Saudoso Tuca
Horário: 9h às 12h
Local: Rua Bahia, 956, Bairro Siqueira Campos
Atração: não divulgada
Ingresso: 2 kg de alimentos não perecíveis em troca do abadá
Observação: a troca será feita na Rua Bahia, 256, no Siqueira Campos

g1

ONS eleva previsão de chuvas para o Nordeste neste mês

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou mais uma vez para baixo a previsão de chuvas para a área de influência dos reservatórios da região Sudeste. Agora, a expectativa para o fim deste mês é de que as precipitações correspondam a 80% da média histórica, abaixo dos 85% estimados na semana passada.

Também foram reduzidas as projeções de armazenamento para a região Norte, de 60% para 55% da média de longo termo (MLT). Já a expectativa para as precipitações no Nordeste, que sofre há mais de um ano com a seca, foi elevada, para 31%, acima dos 28% projetados anteriormente. Por fim para o Sul, agora o operador espera chuvas acima da média histórica, em 107% da MLT, ante os 94% anteriores.

O volume de chuvas previsto permitirá que os nível de armazenamento se recupere em todos os subsistemas até o fim do mês. De acordo com o ONS, os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste devem encerrar o mês com 43,6% de sua capacidade, abaixo dos 44,5% estimados anteriormente, mas acima dos 39,38% observados na quinta. Já na região Norte, o nível de armazenamento deve chegar a 26%, abaixo dos 28,1% calculados na revisão anterior e superior aos 24,97% de quinta-feira.

Para a região Nordeste, a projeção atual indica que o armazenamento nos reservatórios deve alcançar 21,5% da capacidade, acima dos 20,2% sinalizados semana passada e dos 18,73% anotados na quinta. Por fim, para o subsistema Sul, a projeção é de 58% ao final de fevereiro, ante os 56,02% de quinta.

Demanda

O ONS também fez um leve ajuste em sua previsão de carga no Sistema Interligado Nacional (SIN) para fevereiro, passando a estimar 69.470 MW médios, o que corresponde a um aumento de 1,8% ante o verificado no mesmo mês de 2016. Na prática, o operador praticamente retomou a previsão anunciada inicialmente, elevando ligeiramente os números em relação aos 69.425 MW médios anotados semana passada (+1,7%).

Na revisão, o operador reduziu a expectativa de demanda para o principal centro de carga, o Subsistema Sudeste/Centro-Oeste, estimando agora 40.718 MW médios no mês, alta de 1% na base anual (a projeção anterior apontava para alta de 1,3%). As demais regiões tiveram os números revistos para cima: a previsão para a região Sul é de alta na carga de 0,8%, ante aumento de 0,6% indicado na semana passada. O Nordeste deve apresentar crescimento 6,8% na carga, acima dos 6,6% da previsão anterior. O Norte, por sua vez, deve ter leve alta de 0,3%, ante uma expectativa inicial de queda de 1,5%.

CMO

O Informe do Programa Mensal de Operação (IPMO) divulgado nesta sexta também aponta um aumento no custo de geração de energia nos submercados Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Norte, enquanto no Nordeste o indicador segue em trajetória de queda.

Para a semana entre 11 a 17 de fevereiro, o Custo Marginal de Operação (CMO) nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul foi fixado em R$ 103,09/MWh, acima dos R$ 94,58/MWh da semana passada. No Norte, o custo passou de R$ 84,48/MWh para R$ 102,16/Mwh. No Nordeste, o preço médio recuou de R$ 176,69/MWh para R$ 165,51. O CMO é utilizado como referência para a definição do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD).

O Povo

Queda na Selic deve favorecer fundos imobiliários

Os fundos imobiliários tiveram recuperação significativa na rentabilidade em 2016 e iniciam 2017 com perspectivas de ganho de liquidez em meio ao ambiente de redução da taxa básica de juros, Selic. Por outro lado, crescimento mais robusto do mercado ainda depende do desempenho dos ativos físicos – compostos, principalmente, por prédios corporativos, galpões logísticos e shopping centers -, que sofrem com a queda dos aluguéis e a falta de locatários.

O Índice de Fundos Imobiliários (Ifix) – indicador do desempenho médio das cotações dos fundos na bolsa – subiu 32,3% em 2016 ante 5,4% em 2015. O resultado ficou próximo de alguns indicadores de renda variável, como o Índice Bovespa (Ibovespa), que subiu 38,9%, e o Índice Imobiliário (Imob), 32,7%.

A maioria dos fundos imobiliários surgiu entre 2010 e 2012, para financiar novos empreendimentos. O setor foi desaquecendo até praticamente ter uma paralisação de projetos com a queda na demanda em razão da crise e do excesso de oferta de imóveis comerciais.

O coordenador de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Cushman & Wakefield, Gustavo Garcia, observa que o mercado começou a melhorar no segundo semestre, com redução do risco político e maior clareza sobre os rumos econômicos do País. “A partir do momento em que o cenário macro começou a se desanuviar, o preço dos ativos voltou a subir.”

O setor tem assistido à entrada do “smart money”, aportes de gestores e “family offices” especializados no mercado imobiliário. Esses investidores geralmente são os primeiros a identificar o potencial de valorização no setor e têm dado mais liquidez à negociação das cotas.

Com o ciclo de cortes da Selic, hoje em 13% ao ano, os fundos setoriais ganharão atratividade frente às aplicações tradicionais de renda fixa. A expectativa é que isso chame atenção dos demais investidores, ajudando a aquecer o mercado secundário, acredita o coordenador de Avaliação e Consultoria da Colliers, Edoardo Dalla Fina. “Agora é uma boa hora de comprar, pois as cotas estão com preços baixos.”

Levantamento da consultoria Siila Brasil com as cotas dos 16 fundos imobiliários com maior patrimônio no País mostra que, em 2016, dez tiveram valorização acima da inflação no período medida pelo IPCA, de 6,3%. Em 2015, apenas três superaram a inflação.

“Uma queda na Selic reduz as despesas financeiras das empresas, ajuda a reaquecer a economia e aumenta a demanda de empresas e varejistas por espaços em escritórios, shoppings e galpões. Tudo isso ajudará a valorizar a cota dos fundos compostos por esses tipos de empreendimento”, avalia o presidente da Siila, Giancarlo Nicastro.

Demanda. Mas o mercado imobiliário permanece, de maneira geral, enfraquecido pelo excesso de imóveis comerciais e pela baixa demanda, o que repele o desenvolvimento de novos projetos. O setor de prédios corporativos tem vacância no patamar de 20% em São Paulo e 30% no Rio, com aluguéis bastante pressionados nas duas praças, de acordo com pesquisa da Cushman & Wakefield.

O sócio do BTG Pactual encarregado de investimentos imobiliários, Carlos Fonseca, acredita que prédios corporativos e logísticos devem responder mais rapidamente à recuperação da economia, ao contrário dos shopping centers.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

IPO: emissões de ações podem girar R$ 25 bilhões

Os investidores estão com apetite para ofertas de ações no Brasil, mas a seletividade deverá continuar marcando as operações. O fato ficou bastante evidente nas primeiras emissões deste ano. De quatro ofertas de fevereiro (Movida, Hermes Pardini, Unidas e CCR) – sendo a última uma oferta subsequente (follow on) -, uma delas foi cancelada, a da Unidas, ao passo que a Movida, do mesmo setor, teve de reduzir o preço para viabilizar a operação.

A percepção de fontes de mercado é que as primeiras movimentações de 2017 podem retratar o restante do ano. “Cada caso será muito bem analisado pelos investidores, não estamos com o otimismo dos anos de ouro para aberturas de capital”, disse uma fonte, lembrando das dezenas de ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) de 2006 e 2007. Naquela época, a euforia foi maior que os próprios fundamentos das companhias e os IPOs saíram com extrema facilidade.

A despeito de um ambiente de enormes desafios atualmente, a projeção é de que mais empresas tenham espaço para captarem no mercado de capitais no Brasil. O diretor-presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, calcula que, juntas, as ofertas iniciais e as subsequentes têm potencial para somar R$ 25 bilhões neste ano. Segundo o executivo, há cerca de 17 empresas na fila pedindo registro para realizar emissões de ações neste ano.

As ofertas deste ano somam, até aqui, R$ 5,6 bilhões. Para Edemir, a oferta da Movida, a primeira de 2017, deve marcar a retomada do mercado de capitais no Brasil, após um longo e fraco período.

Os números estão otimistas principalmente quando se olha pelo retrovisor. No ano passado foram dez ofertas, mas apenas uma abertura de capital. Em 2015, cinco ofertas e um IPO. Em 2014, duas ofertas: um “follow on” e um IPO. Agora, a tendência começa a mudar, mas a seletividade por parte dos investidores dominará as mesas de negociações. “Empresas já abertas e boas vão acessar o mercado via ‘follow on’ tranquilamente”, disse uma fonte de um banco de investimento.

No caso da CCR, a companhia levantou R$ 4 bilhões na oferta de ações. Mas as principais ofertas para o ano ainda estão por vir. Há na fila nomes de peso, como a companhia aérea Azul, a XP Investimentos e o Carrefour. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Camilo Santana se diz “esperançoso” sobre chuvas no Ceará

O governador Camilo Santana declarou em seu perfil oficial do Facebook que está se sentido “esperançoso” com as preciptações no Ceará. A afirmação foi feita às 20h30, deste sábado (11). “Que as chuvas continuem banhando nosso Ceará e, principalmente, o nosso sertão, para aliviar os danos provocados pelos cinco anos seguidos de seca”, postou o chefe do executivo estadual.
Camilo postou, acompanhado do texto, três imagens disponibilizadas no portal da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Em uma delas a imagem do radar do órgão com uma grande nuvem sobre o Estado causada pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). O fenomêno é a causa das últimas precipitações na Capital e municípios do Interior.
Para domingo (12) e segunda-feira (13), a Funceme prevê, ao longo do dia, céu nublado com chuva em todas as regiões do Estado.
diariodonoredeste