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Bolsonaro veta nome de João Goulart em rodovia por “prática dissonante ao estado democrático”

Foto: Reprodução/lan Santos/PR

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O presidente Jair Bolsonaro vetou um projeto de lei que dava à quase totalidade da rodovia BR-153 o nome de João Goulart, presidente deposto pelo golpe militar de 1964. O veto foi publicado no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (14).

Bolsonaro argumentou que homenagens a personalidades da história brasileira não podem ser inspiradas “por práticas dissonantes das ambições de um Estado Democrático.”

O projeto dava o nome de Jango ao trecho da BR-153 que vai de Marabá, no Pará, a Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, o que perfaz cerca de 3,3 mil dos 3,5 mil quilômetros da rodovia.

Em nota, o neto do ex-presidente, Cristopher Goulart, lamentou a decisão de Bolsonaro e disse que o veto representa “a contradição tosca e patética dos tempos em que vivemos”.

“É de se lamentar que Bolsonaro tenha vetado o nome de João Goulart em rodovia, alegando que Jango representaria ‘prática dissonante com o Estado Democrático’. Um exemplo da contradição tosca e patética dos tempos em que vivemos, onde um apoiador de torturadores e de regime militar veta um presidente marcado na história justamente por defender a democracia plena e as reformas de base”, escreveu Cristopher Goulart.

Ainda segundo ele, o veto não surpreende, já que “Bolsonaro realmente representa a antítese do projeto de país de Jango”.

“João Goulart representa a liberdade e justiça social. Bolsonaro representa a mediocridade do Estado opressor, movido pela força das armas. Jango segue sendo luz. Bolsonaro segue sendo treva e escuridão”, completou o neto do ex-presidente.

Fonte: G1

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