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Uso correto de preservativo é a proteção mais eficaz contra sífilis

Foto: Getty Images

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O Dia Nacional de Combate à Sífilis, instituído no terceiro sábado do mês de outubro, enfatiza a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento da doença. A sífilis pode ser transmitida de duas formas: em relações sexuais sem uso de preservativo ou da mãe para o bebê durante a gestação ou parto. Por isso, a camisinha é fundamental para a proteção.

“O uso correto da camisinha em todas as relações sexuais é a forma mais eficaz de prevenção da doença. O acompanhamento das gestantes e parcerias sexuais durante o pré-natal também contribui para o controle da sífilis congênita”, explica a técnica da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), Anúzia Sanders.

Sintomas

Pessoas expostas a relações sexuais sem camisinha devem ficar atentas aos sintomas da sífilis. No inicio, geralmente uma única feriada aparece no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele) entre 10 e 90 dias após o contágio. A lesão geralmente não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de ínguas (caroços) na virilha.

A ferida desaparece sozinha, independentemente de tratamento. Podem, ainda, ocorrer manchas no corpo, que geralmente não coçam, em locais como palmas das mãos e plantas dos pés. Febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo são outros sintomas recorrentes. Ao perceber estes sintomas, é necessário buscar uma unidade de saúde.

Diagnóstico e tratamento

No Ceará, foram notificados, de janeiro a outubro deste ano, 813 casos da sífilis congênita e 1.516 em gestantes. A sífilis pode ser diagnosticada por meio do teste rápido que está disponível nos postos de saúde. Caso o resultado seja positivo, uma amostra de sangue deve ser coletada e encaminhada para realização de exame laboratorial, que irá confirmar ou descartar o diagnóstico. O tratamento é feito com o uso de antibióticos.

Quando diagnosticada precocemente (no estágio primário ou secundário), a sífilis pode ser tratada com penicilina e tem índices de cura muito altos. Sem tratamento, a doença pode evoluir, se espalhar pelo corpo e causar complicações mais graves para os pacientes infectados. Uma pessoa com sífilis em estágio avançado pode manifestar lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, além de correr o risco de morrer.

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