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Professor da Estácio de Juazeiro do Norte se destaca com trabalho de radiologia torácica em pacientes de Covid – 19

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Um trabalho que acabou se tornando referência por ser um dos primeiros no mundo com análise radiológica do tórax de pacientes da Covid-19, foi realizado pelo professor da Estácio de Juazeiro do Norte, Raphael Xenofonte. Ele leciona as disciplinas de Radiologia e Clínica Médica I, da Faculdade de Medicina. O trabalho foi apresentado recentemente em formato de e-book, para mais de 2 mil alunos da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

 

Segundo o professor Raphael Xenofonte, quando começaram a surgir os casos da doença no final do ano passado, veio o interesse de observar mais detalhadamente os exames de tórax de pacientes da Itália e da China compartilhados nos grupos de radiologistas que ele faz parte. Atualmente, o docente está fazendo um livro de radiologia de tórax. Com um dos seus alunos, começou a examinar arquivos relacionados à doença e então foi feita uma revisão dos padrões da Covid-19. “Foram os mais típicos e os que mais aparecem”, disse ele.

 

A avaliação passou a ser inovadora por ser uma das pioneiras no mundo, publicada na revista internacional, Amadeus, com análises realizadas de exames dos meses de janeiro e fevereiro.

A publicação foi realizada em forma de Ensaio sobre os Padrões de Imagem na Covid-19. Esse trabalho foi feito bem antes de várias publicações do gênero, relacionadas aos casos relatados, e chegou a demorar dois meses para ser publicado em forma de revista.

Segundo o professor, com as análises, foram detectados que os padrões comuns da Covid-19 eram os processos inflamatórios mais periféricos que em outros quadros de pneumonia não acontecem, o que torna essa observação algo típico da doença. Após essa análise, o Colégio Americano de Radiologia publicou avaliações sobre esses padrões observados, colocando como padrão típico da Covid-19. Com isso, o professor acabou utilizando a publicação americana como referência. “Teve uma repercussão que não esperava. O que fizemos era visto de mais comum nos pacientes, e isso teve ampla divulgação, como referência para esse trabalho até mesmo no Brasil”, disse o Professor.

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