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Colégio dos Bombeiros conquista 45 medalhas de ouro em competições nacionais de Astronomia e Astronáutica

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O brilho das estrelas segue inspirando jovens e crianças no Colégio Militar do Corpo de Bombeiros. O melhor de tudo: em número cada vez maior. Desta vez, quase 90 alunos da escola destacaram-se na Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA) e na Mostra Brasileira de Foguetes (MoBFog), competições paralelas organizadas pela Agência Espacial Brasileira, em parceria com a Sociedade Astronômica Brasileira.

Foram 80 medalhas obtidas na OBA e 9 na MoBFog. Desse total, chama a atenção o fato de que 45 foram de ouro. O resultado é o mais expressivo das redes estadual e municipal em Fortaleza e se equipara ao obtido por escolas privadas tradicionais da capital.

“Os resultados são interessantes, antes de tudo, para que esses meninos percebam aonde a paixão aliada à dedicação pode levá-los. A astronomia, além de ser um campo do conhecimento, é um recurso apaixonante e o que a escola faz é colocar seus estudantes em contato intensivo com este recurso”, analisa o primeiro-tenente João Romário Fernandes Filho, professor de Astronomia do CMCB.

200 conquistas astronômicas

Somadas as medalhas deste ano com as 111 obtidas nos dois anos anteriores, o Colégio alcança a marca de 200 medalhas em três anos. O resultado é fruto do espaço dedicado à Astronomia na grade curricular do Ensino Fundamental 2. Diferente do que ocorre na maioria das escolas, que oferecem no máximo algumas aulas preparatórias para a Olimpíada, no CMCB a Astronomia é uma disciplina curricular que faz parte do programa do 7° Ano. Por iniciativa da direção da escola, desde 2016 os alunos estudam o Universo como estudam português e matemática e isso tem gerado resultados concretos.

“Quando estudamos astronomia, nós entendemos, de uma maneira mais aprofundada, alguns dos múltiplos conhecimentos que a gente estuda em outras matérias. É uma matéria bem importante e bastante interessante de estudar! É um acréscimo de experiências, uma maneira nova de evoluir consigo mesmo, por em prática o que aprendemos sobre o infinito que nos cerca. Por isso, prticipar da OBA é uma experiência fascinante e recomendável para todos que gostam de um pouco de desafio”, explica Nayara Emily, aluna do 9º ano que alcançou a nota máxima na prova.

“Estudar astronomia é muito interessante, pois é diferente das outras matérias. Nós estudamos sobre os mais variados tipos de corpos celestes existentes no universo e isso para mim é super empolgante. Eu gostei muito de participar da olimpíada, me preparei bastante e o resultado me deixou muito feliz”, avalia Héllen Falcão, única aluna do 7º ano a tirar 10 na prova deste ano.

Trabalhando na NASA

Além da Olimpíada Brasileira de Astronomia, da qual os alunos do CMCB participam desde 2009, destacam-se também os resultados obtidos na Mostra Brasileira de Foguetes. Foram duas equipes capazes de lançamentos com alcance superior a 160 metros, garantindo a quatro alunos medalhas de prata, e outras duas com alcances superiores a 140 metros, assegurando a cinco alunos medalhas de bronze.

“Foi uma experiência espetacular, poder produzir e lançar o foguete. Eu me senti como se estivesse trabalhando na NASA, com uma responsabilidade enorme para que não tivesse erro e uma ansiedade para ver a conclusão. E ganhar a medalha foi a resposta do resultado positivo, o que me deixou muito feliz e cheia de estímulo para participar da próxima Mostra de Foguetes”, explica Danielle Bastos, aluna do 8º ano, medalhista de bronze na Mostra de Foguetes.

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