Polícia Civil de Crato-CE divulga lista de telefones recuperados na Operação Cellare

POR AGÊNCIA NEWS CARIRI
A Polícia Civil de Crato-CE, divulgou na manhã desta segunda-feira, dia 30, a lista dos aparelhos celulares recuperados na “Operação Cellare” ocorrida no último dia 21 deste mês.

No dia da operação, mais de 10 policiais participaram conseguindo recuperar  21 celulares que haviam sido furtados ou roubados, bem como prender todas as  pessoas que estavam de posse dos aparelhos.

Veja abaixo, a lista completa dos aparelhos recuperados:

Mandato nas redes: veja o que repercutiu nas redes sociais dos deputados do Cariri no final de semana

O Site News Cariri destaca as principais atividades desempenhadas pelos parlamentares do Cariri neste último final de semana. Confira:

FERNANDO SANTANA

O deputado Fernando Santana (PT) não divulgou a agenda política neste final de semana. Segundo apurado, o parlamentar aproveitou o final de semana com sua família em Fortaleza. Ontem, em postagem no Instagram, Santana parabenizou o artista caririense Espedito Seleiro pelo recebimento de uma comenda na última sexta-feira . “O mestre caririense com o Troféu Sereia de Ouro. Seu Espedito Seleiro, representa nossa cultura, artista de raiz, com nossos costumes, Viva o Cariri, Viva Nova Olinda, Viva seu @espeditoseleirooficial e todos que reconhecem nele, um impulsionador de nossa terra”, teclou o deputado.

NELINHO DE FREITAS

O tucano Nelinho de Freitas (PSDB) reservou seu final de semana para cumprir agenda de compromissos no Cariri. No sábado, em Abaiara, o parlamentar participou da da 4ª Cavalgada de Abaiarense, organizada por Antônio Sampaio e Damião Sampaio, irmãos do ex-prefeito Chico Sampaio, liderança local ligada a Nelinho. Em suas redes sociais, o deputado escreveu que o evento foi um “momento de valorizar os vaqueiros e cultura do povo do sertão”. Ontem, o parlamentar passou o dia em Juazeiro do Norte, onde almoçou da 38ª Festa de Cosme & Damião, que comemora o Dia Das Crianças.

PEDRO BEZERRA

O deputado federal Pedro Bezerra (PTB) acompanhou seu pai, Arnon Bezerra, em visitas a comunidades de Juazeiro do Norte neste final de semana. No sábado, em postagem nas redes sociais, o deputado divulgou fotos sobre uma visita ào  Sítio Moleque. “Ouvimos as demandas locais, entre elas foi pontuado a situação do saneamento, internet e a instalação de poços. Atuaremos para sanar essas demandas, e trazer melhorias para o povo de Sítio Moleque”, escreveu o parlamentar em seu perfil do Instagram.

GUILHERME LANDIM

O representante de Brejo Santo no legislativo estadual não divulgou detalhes sobre sua agenda de compromissos do fim de semana. Com pouca atividade nas redes sociais, Landim divulgou em seu perfil do Instagram no sábado que encaminhou um projeto de lei para a assembleia que propõe a criação do dia estadual do Taekwondo, deverá ser comemorado em 17 de outubro, em alusão ao primeiro Campeonato Estadual dessa modalidade esportiva no Ceará.

Ceará conta com investimento de R$ 400 milhões em obras de duplicação

Com R$ 400 milhões em investimentos, o Governo do Ceará garante a duplicação de 156 km de rodovias estaduais. Essas intervenções, que permitem dobrar a capacidade de estradas integrantes do sistema rodoviário estadual, são executadas sob responsabilidade da Superintendência de Obras Públicas (SOP). Os serviços em andamento beneficiam diversas regiões do Estado, como a Metropolitana de Fortaleza, o Cariri, o Maciço de Baturité e o Litoral Oeste.

Ao todo são oito segmentos que estão sendo duplicados, quase todos com previsão de entrega até março de 2020. Eles se concentram em importantes áreas do Estado, com foco no turismo e no transporte de cargas. “São obras com viés econômico que fortalecerão a economia do Estado”, afirma o superintendente adjunto de Rodovias da SOP, Felipe Pinheiro.

A CE-060 tem duplicações sendo realizadas em dois trechos: de Pacatuba a Redenção, com 37 km de extensão e 63% de execução, e no Anel Viário do Cariri, com 7 km e 32% de conclusão. Também no Sul do Estado, que além de intenso comércio e serviços tem alta circulação vinculada ao turismo religioso e de natureza, está em ampliação a ligação entre Missão Velha e Barbalha. Para melhorar a segurança do trânsito nessa rodovia, já está sendo implantada a barreira do tipo new jersey, em concreto, separando os dois sentidos da pista.

Outro projeto está sendo realizado em 5 km da CE-025, da Rótula da Cofeco até a Av. Oceano Atlântico, com perto de 40% dos trabalhos concluídos. “A área é uma importante rota turística para o Estado. A obra segue em ritmo acelerado, devendo ser entregue até o início de 2020”, ressalta Felipe Pinheiro.

Ivan Alves, morador do Porto das Dunas, declara ser espetacular a obra executada na CE-025. “O tráfego vai ficar bem mais fácil do que antigamente, além da valorização dos imóveis na região. As obras estão andando bem”, constata.

No Litoral Oeste, a CE-085 é a principal via de acesso a praias com alto fluxo turístico, como Flecheiras, Mundaú, Jericoacoara, Baleia e Almofala. Nessa rodovia, entre Itarema e Acaraú, as intervenções que vão alcançar 24 km já tiveram início, assim como nos 9 km do Contorno de Itapipoca (CE-354). Também na região, começaram os serviços para duplicar e restaurar a CE-155, que dá acesso ao Porto do Pecém, dando futuramente trafegabilidade aos veículos de cargas pesadas das indústrias que estão localizadas no Porto.

Essas obras estão viabilizadas pelo Ceará de Ponta a Ponta, Programa de Logística e Estradas do Estado, proporcionando ganho direto na geração de postos de trabalho, na otimização do deslocamento e na segurança viária.

Além delas, outra duplicação é realizada pela SOP, mas sob demanda do Governo Federal, através do Dnit. É o projeto do Anel Viário de Fortaleza, que tem previsão de ser entregue no primeiro trimestre de 2020.

 

Acidente entre ônibus e carreta na BR-365 em Patos de Minas deixa quatro mortos

Uma batida frontal entre um ônibus e uma carreta na BR-365, em Patos de Minas, deixou quatro mortos e 27 feridos na noite deste domingo (29). O ônibus fazia a linha de Campo Grande (MS) para Recife (PE).

O trânsito no local ficou totalmente interditado por cerca de três horas e depois seguiu por algumas horas no sistema “pare e siga”. Na manhã desta segunda-feira (30), o tráfego já estava normalizado.

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), dois passageiros idosos que estavam na primeira fila de poltronas do ônibus e o motorista da carreta morreram no local. Um homem, de idade não divulgada, morreu após dar entrada no Hospital Regional Antônio Dias em Patos de Minas.

O acidente ocorreu na altura do km 419 depois que um carro saiu de uma estrada de terra, entrou na rodovia e bateu no ônibus, que perdeu o controle, entrou na contramão e colidiu com a carreta carregada de queijo.O carro fugiu do local sem prestar socorro. Os dois jovens que estavam no veículo de passeio foram presos.

De acordo com a PRF, 26 passageiros e o condutor do ônibus foram encaminhados a unidades de saúde da cidade. Do total, 25 foram para o Hospital Regional e os outros para Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Ex-produtor de Gabriel Diniz, Luka Bass estreia como vocalista em projeto com banda de GD

O ex-produtor musical de Gabriel Diniz, Luka Bass, estreou no sábado (28) como vocalista de um projeto que contém cinco dos seis músicos que faziam parte da banda de GD, que morreu em um acidente de avião em maio. O projeto, que leva o nome de Luka, tem como empresário o pai de Gabriel, Cizinato Diniz.

“Hoje é um momento de agradecer a Deus. Porque todas as etapas que passamos, as dificuldades, as nossas perdas, mas chegamos aqui. Quero dizer a vocês que a gente vai fazer um som que eu queria que sempre fosse feito, o som de Gabriel Diniz, mas com a pegada e o estilo do Luka, que, como os fãs sabem, não veio para substituir ou copiar o Gabriel. Ele tem a identidade dele e, por causa disso, Gabriel se encantou com ele”, disse Cizinato antes de apresentar Luka Bass no show que aconteceu na noite do sábado em um bar no bairro do Bessa, em João Pessoa.

Luka, que tem 22 anos, começou a trabalhar com Gabriel Diniz há dois anos. Além de produzir musicalmente os shows, ele também atuou como baixista, sanfoneiro e tecladista da banda. “Minha relação com a música começou a seis anos e, naquela época, o projeto Luka Bass já existia. O Gabriel me conheceu através desse projeto antes de me chamar pra tocar com ele”, diz o cantor.

Quatro meses após a morte do companheiro, a banda divide o entusiasmo com a saudade. A noite foi de recomeço para quase toda a equipe do cantor. Cinco dos seis músicos de Luka Bass tocavam na banda de GD: Pé de Pano, na bateria; Dema, na guitarra; Joel, na sanfona; Pica-Pau, na percussão e Barbosa, como backing vocal. Como Luka assumiu o vocal, o antigo posto de baixista dele foi preenchido por Elton José.

Antes deste sábado, a última vez que a banda esteve reunida em um palco foi no dia 30 de junho deste ano, no São João de Campina Grande, durante show em homenagem a Gabriel Diniz.

O repertório da noite segue as músicas selecionadas por Luka Bass para um disco promocional, já lançado nas redes sociais. A noite contou com homenagens a GD, releituras de músicas atuais de forró, além de três canções escritas por Luka: “Baby Não Vá” – que chegou a ser cantada por Gabriel Diniz em seus últimos shows – “Cervejinha”, e também a música que deu início ao projeto de Luka Bass, “Você Merece Um @”.

A faixa foi escrita há mais de um ano por ele em parceria com Kercio Estevam. A letra do hit faz uma alusão ao hábito comum de pessoas pedirem divulgação em redes sociais, para ganharem mais seguidores. O hit também reflete o estilo brincalhão de Luka, característica que ele possui em comum com GD, que era popularmente conhecido como “Rei da Ousadia”.

Início do projeto

A parceria entre Cizinato Diniz e Luka Bass foi anunciada em um vídeo feito pelos dois e publicado no Instagram no dia 27 de julho deste ano, exatos dois meses após a morte de Gabriel Diniz.

“É uma carinha conhecida, que já vinha trabalhando com GD há muito tempo, com produção. Tenho a felicidade de fazer essa junção de projetos buscando resgatar a essência do Gabriel com a pitada do Luka e do projeto que ele sempre encabeçou”, disse Cizinato no vídeo.

“Quando ele [Cizinato] falou comigo, eu disse que não sabia se ia voltar a tocar em banda, queria continuar com meu negocinho que eu tinha antes que, até então, era uma proporção pequena”, contou Luka Bass.

Mas ele não demorou muito tempo até ser convencido e acabar se lançando como cantor. “É um projeto que eu já tinha antes do Gabriel e que agora vem com uma cara nova”, completa o músico.

Fonte: g1.com

Voluntário abriga 40 refugiados venezuelanos no Ceará

Resgatados em maio deste ano de situação de vulnerabilidade por estarem vivendo em pequenos cômodos em condições precárias no Centro de Fortaleza, cerca de 40 refugiados venezuelanos, índios da tribo Warao, vivem, desde junho, em um imóvel localizado em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). O local foi cedido por um voluntário — que pediu para não ser identificado — após se deparar com uma das famílias pedindo dinheiro em uma rua da capital cearense.

De acordo com o homem, que recebe ajuda também de outras pessoas da região, inicialmente 20 pessoas chegaram para morar no galpão de grande extensão que foi alugado para eles.

“Eram três famílias no começo. Quando eles chegaram lá, começaram a ter ajuda e assistência, eles acabaram conseguindo se comunicar com outros familiares deles que estão em outras partes do Brasil como Natal (RN), Belém (PA) e em municípios de Roraima. Alguns conseguem vir para cá. Caso eles queiram levar outros refugiados para lá, a única coisa que pedi é que eles tenham espaço para colocar eles”, afirma o voluntário.

Ele destaca que todos os abrigados já fizeram a solicitação de refúgio. Alimentação, produtos de higiene e vestimentas são obtidos através de doações, e o galpão foi equipado com geladeira, fogão e ventilador.

O homem explica que estabeleceu um trato com os venezuelanos. Ele lhes garante o espaço para dormir e realizar as atividades do dia a dia, dá assistência conforme for possível, incluindo mediações para se comunicar em português; enquanto isso, o grupo tenta conseguir seu próprio sustento.

“Muitos procuram trabalhar, mas eles só arranjam ‘bicos’ e não conseguem muito dinheiro, então não é possível se manterem sozinhos”, diz. Embora promessas de trabalho sejam feitas, a falta de documentação dificulta o processo. Por isso, o grupo continua pedindo dinheiro nas ruas, na tentativa de completar a renda. “Enquanto eles estiverem aqui e precisando, a gente vai fazer o possível. É tudo com nosso recurso próprio”.

Nascimento

Mais recentemente, em agosto, o grupo de refugiados e a comunidade que os ampara deram as boas-vindas a um novo membro da tribo Warao: a pequena Larissa, que nasceu no distrito de Jurema, em Caucaia. Sua mãe já estava grávida quando foi abrigada no Ceará, porém, o fato só foi descoberto aos sete meses de gestação. Voluntários deram o apoio necessário para que fosse realizado o pré-natal, e mãe e filha foram acompanhadas até o dia do parto, que aconteceu no Hospital e Maternidade Santa Terezinha.

“Ela é uma cidadã brasileira, caucaiense. O nascimento de filhos, para eles, é algo que garante mais respeito tanto para o homem quanto para a mulher. Quanto mais filhos, mais respeito. Eles dão muita prioridade para as crianças, e esse casal já tinha dois filhos”, revela o voluntário. A Polícia Federal autorizou o registro da menina, que já tem certidão de nascimento.

Para ele, o único desejo da comunidade que ajuda os refugiados era de que a menina nascesse com saúde, e tivesse a assistência necessária, o que não seria possível se estivessem fora do abrigo. “Ela teve um bom atendimento na maternidade, toda a equipe foi bastante atenciosa. Quando a gente viu que ela tinha nascido, para nós, foi um momento muito gratificante, por saber que ela estava indo para casa e que teria comida, um teto, uma rede pra dormir”.

Suporte

Em nota, a Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS) informa que está atendendo seis núcleos familiares residindo em Caucaia, três deles chegados recentemente a Fortaleza, e todos com apoio de um grupo de voluntários. A pasta ressalta que nenhum deles está com emprego formal, uma vez que ainda não têm a documentação necessária para isso.

“A SPS, em parceria com outros órgãos, tem monitorado permanentemente a situação dos migrantes e atuado no acesso à documentação, e na sensibilização para a construção de uma cultura que priorize a educação das crianças, a promoção da saúde e a importância da documentação básica. O trabalho da pasta é dar as condições necessárias para que eles acessem as políticas públicas disponíveis”, diz.

Ainda de acordo com a pasta, os grupos familiares que permanecem no Estado têm participado de rodas de conversa com técnicas do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas da SPS, que trabalham uma construção cultural que prioriza sensibilizar para a importância da documentação básica, da educação das crianças e da promoção da saúde.

“A SPS tem trabalhado em uma rede de assistência, com diversos outros atores, como Polícia Federal, Defensoria Pública da União e Funai, a fim de garantir aos migrantes todas as condições necessárias para que eles possam acessar as políticas públicas disponíveis no Estado”.

Fonte: G1.com

Em trio elétrico, Márcio Victor comemora aniversário com arrastão e agita multidão em Salvador

O cantor Márcio Victor, vocalista da banda Psirico, fez a festa de centenas pessoas durante um arrastão com trio elétrico, no domingo (30), em Salvador.

O evento marcou o fim das comemorações do aniversário do artista, que completou 40 anos no dia 25 de setembro. Durante o desfile, o cantor ganhou um bolo.

“Eu morro de amor por essa festa, tocar de graça para meu povo em comemoração ao meu aniversário é uma satisfação, minha forma de gratidão por tanto amor que recebo durante o ano”, falou emocionado.

O trio elétrico saiu da Lapinha, no bairro da Liberdade, em direção ao bairro Guarani. A festa começou durante a tarde e foi até o início da noite.

O público curtiu um repertório recheado de hits, com sucessos da história do grupo Psirico, como “Sambadinha”, “Lepo Lepo”, “Popa da Bunda” e músicas atuais como “Beat do Psi” , “Ousadia” e “Paradinha do Instagram”.

Durante o desfile, Márcio Victor recebeu o carinho do folião pipoca, e da galera que improvisou camarotes em pontos do percurso além dos moradores da região, que assistiram das sacadas das casas.

Fonte: g1.com

Projeto troca casas de taipa por alvenaria em Barbalha

As famílias barbalhenses que residiam em casa de taipa estão ganhando casas de alvenaria, a partir de um projeto desenvolvido pela Prefeitura de Barbalha em parceria com o Governo Federal. A iniciativa está ligada à prevenção da doença de Chagas e conta com apoio da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).

Quatro casas já foram entregues com recursos próprios de emendas parlamentares e outras nove casas já estão em fase de construção na zona rural do município. Os imóveis são entregues de forma totalmente gratuita às famílias que realizaram cadastro para participar do programa ainda em 2017, e que agora têm seus sonhos realizados.

Para o prefeito Argemiro Sampaio, esta é mais uma iniciativa para beneficiar a população mais carente. Acrescentou que se sente orgulhoso em realizar um trabalho que leve dignidade às famílias barbalhenses. Argemiro disse, ainda, que há possibilidade de outros imóveis serem construídos, nos próximos anos, beneficiando novas famílias.

Navio-Veleiro Cisne Branco será aberto a visitação no Porto de Maceió

O Navio-Veleiro Cisne Branco está aberto a visitação no Porto de Maceió a partir de segunda-feira (30). A embarcação, que pertence à Marinha do Brasil, está retornando ao país após uma temporada na Europa. As visitas acontecerão até o dia 4 de outubro, das 13h às 17h.

Devido a estrutura da embarcação (quantidade de banheiros, bebedouros e escadas que dão acesso aos compartimentos), é recomendado evitar levar crianças menores de 5 anos e pessoas com dificuldade de locomoção para a visitação.

O navio passou quase 6 meses participando de eventos em países europeus, visitando 18 portos. Maceió será a primeira parada do navio após essas missões, antes do retorno à sede no Rio de Janeiro.

A embarcação foi construída em 1998, em Amsterdã, na Holanda, e foi incorporado à Marinha do Brasil em março de 2000. É similar a uma réplica das embarcações utilizadas no século XIX.

Características do Navio-Veleiro:

Comprimento total: 76 m;

Boca (largura) : 10,50 m;

Calado Máximo: 4,8 m;

Altura do Mastro Grande: 46,4m; e

Deslocamento: 1.038 ton.

Tripulação: 12 oficiais e 55 praças.

 

Fonte: G1.com

Bancos podem ter novos rivais a todo momento

revolução digital chegou como um furacão em um mar acostumado com ventos tranquilos: o mercado financeiro brasileiro. Os grandes bancos, que sempre trabalharam com alta rentabilidade, estão sendo obrigados a se reinventar, de acordo com o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari. “Tivemos de nos moldar à nova concorrência. Mas aquilo que não me mata, me fortalece”, afirma, em entrevista ao Estado.

“Antigamente eu acordava e sabia que meus concorrentes eram Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa. Mais ou menos sabia as armas que eles iriam usar. Agora, novos competidores podem surgir a qualquer momento”, diz Lazari, ilustrando as mudanças do setor nos últimos quatro anos. “Antes, todo mundo cobrava tarifa. Mas como esses novos bancos não têm ainda de dar lucro, então eles não cobram. Aí eu também não posso cobrar.”

A chegada das fintechs e a forte queda nos juros deverão ter impacto na rentabilidade dos bancos brasileiros no médio e longo prazos, na visão de Lazari. “É muito provável que, no futuro, os bancos não vão conseguir mais dar 20% de retorno sobre o patrimônio. A gente deve ir para patamares mais próximos dos Estados Unidos em rentabilidade.”

Dentro da “revolução digital” do Bradesco, o movimento mais visível até agora foi a criação do banco digital Next. Mas, nesses tempos de adaptação a uma nova realidade do mercado, a estratégia do Next também precisou ser revista para fazer frente a rivais como o Nubank e o Inter.

O Next começou voltado aos millennials (geração Y) e cobrando tarifas, mas teve de abrir o leque de público e oferecer serviços gratuitos. Em breve, o banco passará a ter estrutura independente do Bradesco, tanto para alçar voo próprio quanto para se livrar das amarras regulatórias do Banco Central (BC) aos grandes bancos.

Em meio à transformação do mercado, o Bradesco aproveita o fato de ainda ser lucrativo – no primeiro semestre, os ganhos da instituição somaram R$ 12,7 bilhões – para pavimentar o caminho em meio a uma concorrência muito mais acirrada.

Em 60 dias, o banco relança a corretora Ágora e, mais adiante, uma empresa de pagamentos. A ideia é que os projetos paralelos sejam cada vez mais independentes. “Minha missão é criar ativos para essa organização. Tudo o que a gente criar deve ter vida própria. Amanhã posso abrir o capital do Next ou da Ágora.”

Os serviços das fintechs estão mais parecidos com os dos bancos tradicionais. É um fator de pressão?

Era um movimento natural para as fintechs – não havia outra alternativa. Não há como rentabilizar o negócio sem agregar produtos. Existem vários exemplos, como o do Nubank, que está aí há sete anos. Ele não tem rentabilidade, mas tem valor de mercado estimado em US$ 10 bilhões. A busca por produtos é uma forma de fidelizar, evitar perda de clientes. Porque os investidores (em participações em bancos digitais) um dia vão deixar de se guiar somente pelos múltiplos de faturamento. Ainda mais em um momento em que as pessoas tendem a centralizar toda a vida financeira em um ou dois bancos, no máximo.

Eles representam uma ameaça?

A capacidade de fazer concorrência para grandes bancos se eleva. No fim das contas, eles já concorriam em cartões, conta de pagamento ou adquirência. Agora estão se especializando.

Ao lançar o Next, o Bradesco cobrava pela conta corrente, mas logo mudou de estratégia. Ou seja: os bancos digitais estão obrigando os “bancões” a mudar?

Esses bancos trouxeram dois pilares fundamentais. Primeiro, a concorrência em novas arenas. Antigamente eu acordava de manhã e sabia que meus concorrentes eram Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa. Mais ou menos sabia as armas que eles iriam usar. Agora, novos competidores podem surgir a qualquer momento. E mais: antes, todo mundo cobrava tarifa, então eu tinha de oferecer o melhor serviço (para reter o cliente). Mas como esses novos bancos não têm ainda de dar lucro, então eles não cobram (tarifas). Aí também não posso cobrar, porque se cobrar o Next não decola. Tivemos de nos moldar. Mas aquilo que não me mata, me fortalece. E está dando certo: nós já batemos 1,5 milhão de clientes no Next.

O Next vai ser mesmo separado do Bradesco?

Sim, o Next não poderá ser mais visto como um banco que pertence ao Bradesco. Vai ter a própria administração, sua estrutura física fora da Cidade de Deus para de fato concorrer (com as demais fintechs) e ser enxergado pelo Banco Central dessa forma. Porque hoje ele tem de observar as mesmas regulações do Bradesco.

O Next usa a estrutura do Bradesco?

Ele vai usar como um open bank (banco aberto). O Next vai vender produtos de muitos parceiros, e o Bradesco vai ser um deles.

Seria um parceiro exclusivo?

Não necessariamente. Nada me impede de ter outros serviços de outros parceiros. Inclusive de investimentos. O Next poderá oferecer um papel de um outro banco.

Falando de regras, o sr. acredita que as fintechs, à medida que crescem, devem ter mais obrigações com o BC?

Sim. Uma coisa é uma fintech pequena, de risco controlado. À medida que esses bancos vão crescendo, o Banco Central tem de adotar novas regras. Lógico que não vai ser a mesma regra aplicada ao Bradesco e a outros grandes bancos, mas precisa ser o suficiente para preservar a saúde dessas instituições e evitar riscos ao sistema.

O Bradesco vê a possibilidade de incorporar alguma fintech?

Não. A gente tomou a decisão muito clara. Podemos fazer algum negócio muito pequeno e pontual. Mas uma fintech maior, um Nubank, não. Não faz sentido para nós porque construímos o Next do zero.

Existe uma ‘bolha’ de fintechs? O total de bancos digitais tende a diminuir?

Não temos crescimento econômico para suportar o total atual de bancos digitais, então vai ter um adensamento. No entanto, alguns bancos digitais já adquiriram musculatura suficiente para permanecer no mercado.

O Next ajudou o Bradesco a conquistar os millennials?

O Next nasceu como um banco para millennials. Mas vimos que essa não era a estratégia correta. Faz sete meses que mudou. Coincidiu com a decisão de deixar de cobrar tarifas.

Então, a escolha por um banco digital não tem relação com idade?

Zero. Por incrível que pareça, a relação mais forte do Next é com pessoas de 30, 35, 40 anos.

Como o Bradesco vai renovar a própria oferta digital?

Pelo open banking. Não adianta querer lutar contra, é uma realidade. Desenvolvemos a nossa plataforma de micro e pequeno empresário, que tem um ‘chassi’ de Bradesco, mas todos os serviços que estão lá – contratação de contador, controle de estoque, curso de gestão financeira, por exemplo – são terceirizados. Não saiu ainda a regulação do Banco Central, deve provavelmente sair em 2020.

É um modo de trabalho mais próximo ao das empresas de tecnologia?

É uma empresa de tecnologia pura, na área de produtos e serviços. Não há mais um gerente departamental, mas filósofo, cientista de dados e antropólogo. Os skills (habilidades) são totalmente diferentes. No fim desse processo, tem uma pessoa de compliance que diz se é possível ou não fazer. Mas essa pessoa não é parte do processo criativo. Mudou totalmente. Talvez, hoje, o Octávio não tivesse mais chance de trabalhar no Bradesco.

O mercado de cartões também está bem mais concorrido. Como fica a Cielo, da qual o Bradesco é sócio?

A Cielo nunca mais será aquela empresa que dava R$ 4 bilhões de resultado por ano, com 60% de geração de caixa. Não existe mais isso. Com a abertura de mercado, o novo normal da Cielo será uma empresa de R$ 1,6 bilhão, R$ 1,7 bilhão de faturamento. Mas a estrutura do pagamento via cartão no Brasil está muito bem implementada, enraizada. Não é como na Índia ou na China, onde as pessoas não chegaram a usar o cartão. Nesses países, implementar o pagamento via celular foi muito mais fácil. Mas o Bradesco e a Cielo estão se antecipando com relação ao QR Code e ao pagamento via celular. A previsão é que 30% dos pagamentos nos próximos três anos serão feitos dessa forma.

Com o cenário de juros baixos, o que o Bradesco pode fazer para capturar a migração do cliente para a renda variável? E como fazer isso digitalmente?

Dentro de 60 dias vou relançar a corretora Ágora, que o Bradesco comprou e botou para dentro do ‘bancão’. Ela virou uma corretora do Bradesco. Precisamos embarcar essa tecnologia na internet, para que o cliente possa fazer as operações de maneira muito simples.

Há chance de sucesso desses novos negócios se forem separados da estrutura do Bradesco?

Acredito 100% nisso. Minha missão é criar ativos para essa organização. Tudo o que a gente criar deve ter estrutura e vida próprias, para a gente conseguir monetizar. Amanhã posso abrir o capital do Next, da Ágora.

O céu de brigadeiro para o setor bancário ficou para trás?

Bem na minha hora! Os bancos tinham um status quo sereno. Hoje, não. Graças a Deus a gente tem lucro. Por isso, o banco tradicional é tão importante: gera lucro para que eu possa fazer investimentos nesses novos negócios. O Next não deu lucro, e não vai dar lucro nos próximos quatro anos.

Como os bancos vão ganhar dinheiro daqui em diante?

Escala. Não tem jeito. É provável que, no futuro, os bancos não vão conseguir mais dar 20% de retorno sobre o patrimônio. Com taxa de juros de 4,5%, com inflação de 3%, a taxa real cai para 1,5%. Como vai dar 20% de retorno? A gente deve ir para patamares mais próximos dos Estados Unidos de rentabilidade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Noticias ao minuto