CBF divulga a tabela detalhada até a 27ª rodada do Brasileirão

CBF divulgou nesta segunda-feira a tabela detalhada dos jogos, com datas, horários e locais, que serão realizados entre a 21ª e a 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. A primeira destas jornadas terá a sua abertura no próximo dia 25, com quatro confrontos, e contará com outros quatro duelos no dia 26.

A 21ª rodada começa com o embate entre Ceará e Cruzeiro, às 19h15, no Castelão, na mesma noite que contará com outros três jogos às 21h30: São Paulo x Goiás, no Morumbi, Flamengo x Internacional, no Maracanã, e Bahia x Botafogo, na Fonte Nova.

E a entidade que controla o futebol nacional confirmou que esta mesma 21ª rodada só poderá ser concluída nos dias 2 e 3 de outubro, por causa do envolvimento de Corinthians e Atlético-MG nas semifinais da Copa Sul-Americana. No primeiro destes dias, os atleticanos vão receber o Vasco no estádio Independência, às 19h15, em Belo Horizonte, enquanto no segundo os corintianos terão pela frente a Chapecoense, às 20 horas, na Arena Condá, em Chapecó.

Ou seja, essa 21ª rodada só será finalizada após o disputa de toda a 22ª, que começará no próximo dia 28, um sábado, com a partida Flamengo x São Paulo, às 19 horas, no Maracanã, e terá nada menos do que nove jogos no dia 29.

A divulgação da tabela detalhada também serviu para confirmar que ocorrerão dois confrontos às 11 horas neste período de disputas da competição. Pela 22ª rodada, o Corinthians vai atuar pela manhã contra o Vasco em sua arena, em São Paulo, no próximo dia 29, enquanto o Cruzeiro fará neste mesmo horário contra o Internacional, no dia 5 de outubro, no Mineirão, o duelo que abrirá a 23ª rodada.

Já a última destas rodadas detalhadas pela CBF, a 27ª, ocorrerá entre os dias 19 e 21 de outubro. E para o dia 20, um domingo, o clássico entre Flamengo e Fluminense foi agendado para começar às 18 horas, no Maracanã.

Fonte: Noticias ao minuto

Produtividade registra queda de 1,7%

produtividade do trabalho no País recuou 1,7% no segundo trimestre de 2019, em comparação com o segundo trimestre de 2018. Foi o pior resultado desde o primeiro trimestre de 2016, quando a produtividade do trabalho havia recuado 2,2%. Os cálculos são de um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast.

O estudo mostra ainda que houve piora no desempenho da produtividade por hora trabalhada. Houve aceleração no ritmo de queda em relação ao primeiro trimestre de 2019, quando o recuo foi de 1,1%, observou Fernando Veloso, pesquisador do Ibre/FGV.

“Desde 2017, principalmente em 2018, a produtividade já não estava crescendo bem. A surpresa agora é que ocorreu uma piora”, disse Veloso.

Segundo ele, houve um forte aumento no número de pessoas trabalhando no período de um ano, mas o movimento não foi acompanhado por um crescimento do valor adicionado na mesma magnitude. O valor adicionado aumentou 0,9% em relação ao segundo trimestre do ano passado, enquanto as horas trabalhadas tiveram expansão de 2,6%.

Emprego menos produtivo

“É como se estivesse aumentando o emprego, mas o emprego menos produtivo”, explicou.

O avanço da ocupação via informalidade pode explicar o fenômeno, uma vez que o setor informal é menos produtivo que o setor formal. O emprego com carteira assinada está retomando muito lentamente, lembrou o pesquisador do Ibre/FGV.

“Porque os trabalhadores têm menor qualificação, há menos investimento, a tecnologia é inferior, há menos acesso a crédito. Então, por uma série de razões, o setor informal é bem menos produtivo, tem um quarto da produtividade do setor formal. E o emprego todo está acelerando no setor informal”, disse Veloso. Ele afirmou, porém, que ainda é melhor ter um trabalho informal do que estar desempregado.

No segundo trimestre, a produtividade do trabalho recuou em todas as três grandes atividades econômicas: na Agropecuária, -2,5%; na Indústria, -0,7%; e nos Serviços, -1,8%.

A situação do setor de serviços é a mais grave, pois a produtividade por hora trabalhada recua há 21 trimestres consecutivos. Dentro dos serviços, dois subsetores marcados pela informalidade tiveram recuos intensos no segundo trimestre de 2019. São o Transporte (-5,2%) e Outros Serviços (-2,9%).

O primeiro inclui os trabalhadores que atuam como motoristas por aplicativo, o segundo teve impacto do avanço dos serviços prestados às famílias. Serviços como um todo concentram cerca de 70% das horas trabalhadas no País.”O emprego está indo para esses setores, e são setores onde a informalidade não só em geral é mais alta, como ela também está crescendo fortemente”, justificou Veloso.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Noticias ao minuto

Quase 70% dos brasileiros são contra privatizações

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Cresceu o apoio da população às privatizações, embora as pessoas favoráveis à venda de empresas públicas ainda sejam minoria no país.

Pesquisa Datafolha feita em 29 e 30 de agosto mostra que 25% são a favor da transferência de estatais para o setor privado, o que significa um em cada quatro entrevistados. Na pesquisa anterior, feita em novembro de 2017, no governo Michel Temer, eram 20%.

A oposição a privatizações oscilou na margem de erro, de 70% para 67%. Declararam não saber 6% dos entrevistados, e 2% são indiferentes.

O levantamento mostra que, quanto maior o conhecimento que a pessoa declara ter sobre “o plano do governo para vender os Correios e outras empresas públicas”, maior o apoio e menor a rejeição.

A aprovação de privatizações entre os que dizem estar bem informados chega a 44%, cai para 34% entre os mais ou menos informados, para 21% entre os mal informados e para 15% entre as pessoas que dizem não ter tomado conhecimento sobre o tema.

Entre as estatais citadas pelos pesquisadores, os Correios são a que tem menor rejeição para ser vendida (33% a favor e 60% contra). Em seguida, estão os bancos públicos (29% a favor e 65% contra) e a Petrobras (27% a favor e 65% contra).

A estatal do setor de petróleo e gás já havia sido incluída em duas pesquisas anteriores. Em março de 2015, 24% eram favoráveis a vender a empresa e 61% se declararam contrários. Em novembro de 2017, os percentuais eram, respectivamente, 21% e 70%.

O cenário é, portanto, mais favorável à privatização na avaliação mais recente do que no levantamento feito em 2017. Na comparação com 2015, há empate, considerando a margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos.

O levantamento atual mostra que nenhum segmento endossa a venda da petrolífera, com exceção dos que se declaram simpatizantes do partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL (55% a favor). Entre os que votaram no presidente em 2018, no entanto, apenas 36% apoiam a venda da empresa.

O Datafolha mostra ainda que a aprovação das privatizações em geral é mais alta entre homens (32%), pessoas com ensino superior (38%), com renda acima de dez salário mínimos (50%) e empresários (51%).

O tema também tem mais apoio de simpatizantes do PSL (67% a favor e 27% contra) do que dos eleitores de Bolsonaro (36% a favor e 56% contra).

No mês passado, o governo ampliou a lista de projetos que deseja conceder à iniciativa privada, ao incluir presídios, escolas, creches e parques nacionais no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos).

Foram incluídas nove estatais no programa: Telebras, Correios, ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias), Emgea (Empresa Gestora de Ativos), Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social), Ceagesp, Ceitec (Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada) e porto de Santos.

Outras seis já haviam sido qualificadas: Eletrobras, CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre), Ceasaminas (Centrais de Abastecimento de Minas Gerais), Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo) e Casa da Moeda. A Lotex (raspadinha) também será concedida.

A Petrobras não está na lista, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a privatização da empresa não está descartada pelo presidente Jair Bolsonaro. No mês passado, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que a venda da companhia será estudada pelo PPI.

O governo tem vendido várias subsidiárias da Petrobras para reduzir o tamanho da estatal e torná-la mais focada em sua atividade principal.

Em relação aos bancos públicos, a ordem do Ministério da Economia é reduzir o tamanho das empresas e vender subsidiárias. Além disso, o governo irá vender a parte das ações da União no Banco do Brasil supera o controle acionário.

O Datafolha ouviu 2.878 pessoas em 175 municípios de todas as regiões do país em 29 e 30 de agosto. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Fonte: Noticias ao minuto

Brasil e Paraguai tentam destravar acordo automotivo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Os governos do Brasil e do Paraguai retomaram as conversas para tentar destravar um acordo automotivo entre ambos países. O tema foi tratado nesta segunda-feira (9) em uma reunião do chanceler Ernesto Araújo com o ministro das Relações Exteriores do país vizinho, Antonio Rivas Palacio.

Novas conversas estão agendadas para esta terça-feira (10), quando a ministra da Indústria e do Comércio do país vizinho, Liz Cramer Campos, deve se reunir com o ministro Paulo Guedes (Economia).

Embora Brasil e Paraguai sejam membros do Mercosul, o setor automotivo ficou de fora das regras comerciais do bloco. Para contornar isso, foram estabelecidos tratados bilaterais para o segmento entre os governos do Brasil, da Argentina e do Uruguai –mas não há entendimento do tipo entre os as administrações brasileira e paraguaia.

“Queremos criar novos marcos de integração produtiva. Começamos a negociar o acordo automotivo Brasil-Paraguai, um setor estratégico para ambos países”, declarou Ernesto Araújo, nesta segunda-feira (9) no Palácio do Itamaraty.

Não foram divulgados detalhes sobre os itens do acordo que estão em negociação, mas um interlocutor que acompanha o tema disse que tanto o Brasil quanto o Paraguai já trocaram propostas sobre o assunto.

Para os paraguaios, o acordo interessa principalmente para impulsionar a venda de autopeças para serem montadas no mercado brasileiro.

Há anos um polo de autopeças se estabeleceu no país vizinho, voltado principalmente para a exportação desses itens para o mercado brasileiro.

Esse polo se beneficia de um regime fiscal diferenciado garantido por Assunção, chamado de Maquila. Hoje, as autopeças paraguaias deveriam pagar uma tarifa de 16% para entrar no Brasil, o que, segundo empresários do país vizinho, prejudicaria as exportações.

Interlocutores no governo disseram à reportagem, sob condição de anonimato, que embora o imposto não esteja sendo aplicado pela Receita no momento, interessa ao Paraguai assinar um acordo automotivo com o Brasil para garantir segurança jurídica na isenção tarifária.

Pelo lado do governo Jair Bolsonaro (PSL), interessa a liberalização do comércio para facilitar a entrada de carros fabricados no Brasil no mercado paraguaio.

No entanto, o Brasil tem defendido algumas concessões por parte de Assunção para viabilizar a assinatura do acordo.

O país quer que o Paraguai estabeleça um cronograma que leve à proibição de importação de carros usados –que hoje constituem expressiva parcela da frota paraguaia.

O Brasil também pressiona para que o Paraguai adote tarifas mais altas de importação de automóveis, para garantir competitividade aos carros nacionais que venham a ser vendidos lá.

Por último, o governo brasileiro atua para que a nação vizinha adote regras de origem mais rígidas, para evitar que autopeças provenientes de terceiros e que recebem poucos componentes paraguaios sejam beneficiadas pelo regime especial de redução tarifária.

Embora os dois países estejam tentando fazer a agenda avançar, o governo brasileiro teme que a frágil situação política do presidente paraguaio, Mario Abdo Benítez, se torne um obstáculo.

Benítez quase sofreu um impeachment por ter avalizado uma negociação em que o Paraguai aceitou pagar mais pela potência contratada em Itaipu.

Os termos do acordo vieram à público e o mandatário foi acusado de trabalhar contra os interesses do seu país.

Para evitar um julgamento político, Benítez anulou os termos acordados com o Brasil e os dois países tiveram que reiniciar as negociações sobre Itaipu do zero.

Entre membros do governo brasileiro existe um receio de que eventuais concessões que o Paraguai deverá fazer nas conversas sobre o regime automotivo sejam interpretadas da mesma maneira, bloqueando o avanço das tratativas.

 Fonte: Noticias ao minuto

Associações pedem MPF e PF investigando morte de colaborador da Funai

organização indígena União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) vai acionar o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, para que investiguem o assassinato do colaborador da Fundação Nacional do Índio (Funai) Maxciel Pereira dos Santos, ocorrido na última sexta-feira, 6, na cidade de Tabatinga (AM). Em nota, a Funai também informou que acionou a Polícia Federal para apurar possíveis atos de violência na região.

 Na sexta, Maxciel foi alvejado por dois tiros enquanto guiava sua moto, no centro de Tabatinga, município do extremo oeste do Amazonas, próximo da fronteira com Peru e Colômbia. O colaborador da Funai atuava havia mais de 12 anos no trabalho de fiscalização da região do Vale do Javari, área que concentra o maior número de índios isolados do País.

Em abril de 2017, a reportagem do jornal O Estado de s. Paulo fez uma expedição ao Vale do Javari para mostrar as ameaças crescentes na região, resultado da ação de garimpeiros, caçadores ilegais, madeireiros e grileiros de terra. Maxciel apoiou a reportagem durante toda a expedição, por nove dias dentro da floresta.

As causas do assassinato ainda são desconhecidas. Maxciel era conhecido na região e por seus pares pelo conhecimento da floresta, seu profissionalismo, liderança e dedicação na defesa dos territórios demarcados.

“Queremos que as investigações sejam realizadas pela Polícia Federal e MPF, pois acreditamos que o ocorrido esteja relacionado aos trabalhos finalísticos da Funai, já que essa foi a atuação do servidor há mais de 12 anos consecutivos em nossa região”, declarou a Univaja.

A Indigenistas Associados (INA), associação de servidores da Funai, também manifestou “extremo pesar com seu assassinato, e espera rápida e rigorosa investigação do ocorrido”.

Maxciel atuava há mais de 12 anos junto à Funai na proteção e promoção dos direitos dos povos indígenas, sendo por cinco anos chefe do Serviço de Gestão Ambiental e Territorial da Coordenação Regional do Vale do Javari. Nos últimos anos, colaborou com a Frente de Proteção Etnoambiental na região e estava indicado para ser o coordenador desta unidade, que tem por atribuição realizar a proteção de povos indígenas isolados e de recente contato que habitam a terra indígena.

“Este episódio trágico e extremo se soma a muitos outros. Nos mais diferentes contextos, da Amazônia à região Sul do país, indígenas, servidores e colaboradores atuam em condições precárias e insuficientes na proteção de Terras Indígenas. Por conta da participação em ações de combate a ilícitos nesses territórios, encontram-se cada vez mais ameaçados e vulneráveis”, declarou a INA.

O presidente da Funai, Marcelo Xavier, também pretende ir a Manaus (AM) nesta semana para se reunir com autoridades de segurança pública, solicitando celeridade na apuração dos fatos. A fundação divulgou nota em que lamenta a morte do servidor.

“A Funai vem a público lamentar o assassinato de Maxciel Pereira dos Santos, colaborador eventual em Tabatinga/AM, na noite de sexta-feira (6), por volta das 18h30. O Presidente da Funai, Marcelo Xavier, se deslocará a Manaus (AM) nesta semana, onde se reunirá com autoridades de segurança pública, solicitando celeridade na apuração dos fatos. Sobre as comunicações feitas à Funai de possíveis ocorrências de atos violentos na região da Terra Indígena Vale do Javari, todas elas foram repassadas ao Departamento de Polícia Federal para que procedesse às necessárias investigações em virtude dos indícios de crimes. A morte de Maxciel representa uma grande perda para a Fundação, deixando todos sensibilizados”, diz a nota da Funai.

A Terra Indígena Vale do Javari é uma das maiores terras indígenas demarcadas do país, com mais de 8 milhões de hectares. É a região com maior concentração de registros de povos indígenas isolados, com dez referências confirmadas e três em estudo.

Fonte: Noticias ao minuto

Fogo consome 13% do Parque da Chapada dos Guimarães

cachoeira Véu da Noiva, principal e mais procurado ponto turístico do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, foi fechado nesta segunda-feira, 9, por volta das 14 horas por causa das queimadas. Há pelo menos 15 dias brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMbio), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, e soldados do Corpo de Bombeiros do Estado lutam contra as queimadas.

 

Dados apontam que cerca de 13% do parque já foram consumidos pelas chamas. O combate ao fogo fica mais difícil por fatores como o forte calor, baixa umidade do ar e os ventos fortes. O ponto mais crítico das queimadas aconteceu este fim de semana, quando o fogo atingiu o ponto turístico conhecido como Portão do Inferno, às margens da rodovia MT 257, que liga Cuiabá à Chapada dos Guimarães.

O combate ao fogo no local começou no domingo, 8, atravessou a noite, e continua por esta segunda-feira. O fogo se alastra rumo a outro ponto turístico, o Complexo da Salgadeira. As chamas também atingiram propriedades rurais na região das cachoeiras do Marimbondo e Geladeira.

Fumaça e fuligem

Há dias, a capital de Mato Grosso amanhece imersa em uma grande neblina de fumaça e fuligem. O fenômeno é resultado da poluição atmosférica em decorrência das queimadas, principalmente na área do parque e em suas imediações.

Conforme os Bombeiros, há incêndios ativos em cerca de dez municípios. Existem, diz o órgão, condições adversas ao combate e favoráveis ao fogo: Mato Grosso sofre com uma estiagem de 100 dias, com temperaturas oscilando até 41 graus e a umidade, que neste domingo chegou a 7%.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), até esse domingo, foram 19.711 pontos de calor. Esse é o pior nível dos últimos nove anos.

Fonte: Noticias ao minuto

Maria da Penha participa de evento em sua homenagem no Cariri

Por Agência News Cariri

Maior símbolo de combate à violência contra a mulher, Maria da Penha, estará nesta terça-feira (10), na região do Cariri.  Às 19h, ala participa, no Centro de Convenções, do show Mulher de Lei, de Tião Simpatia, oportunidade em que também será lançada a campanha do Outubro Rosa Cariri.

No mesmo evento, Maria da Penha receberá o título de cidadã de Barbalhense, Cratense e Juazeirense. A homenagem marca os  13 anos da Lei que carrega seu nome.

A indicação de proposta para título de cidadã do Crato partiu do vereador Tiago Esmeraldo,  sendo aprovada em dezembro de 2018. Já Juazeiro, a autora da proposta, de igual teor, foi a Vereadora Jaqueline Gouveia.

Patrulha Maria da Penha será oficializada em Juazeiro do Norte como projeto inédito no Estado

A Prefeitura de Juazeiro do Norte, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Cidadania, fortalecendo a rede de combate e prevenção à violência contra a mulher na região, vai oficializar o patrulhamento da Guarda Civil Metropolitana,  nessa quarta-feira,11, com a presença da ativista Maria da Penha, que dá nome à Patrulha.

SQuatro guardas civis irão atuar 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana, a partir da próxima segunda-feira,16. Eles visitarão vítimas com medidas protetivas. Com os agentes sempre por perto, é esperado que os agressores mantenham-se longe. As visitas periódicas serão realizadas mediante as demandas do Juizado da Violência Doméstica e Familiar. Para isso, um termo de compromisso será assinado até sexta-feira. Denúncias ainda poderão ser feitas por telefone, pelo número 153, e através de um aplicativo. O funcionamento da ferramenta tecnológica será demonstrado aos patrulheiros hoje, dia 10.

No mês passado, em Fortaleza, o projeto de Lei da Patrulha Maria da Penha, único no estado do Ceará, foi apresentado à própria Maria da Penha pela Secretária Municipal de Segurança Pública e Cidadania, Ivoneide Antunes. “Agora é a nossa vez de recebê-la e estamos honrados. Ela é uma referência de garra, luta e de conquistas. O seu exemplo prova que é possível sair do ciclo vicioso da violência, desde que a vítima não se cale”, enfatiza.

Em Juazeiro do Norte, o patrulhamento envolverá 16 guardas civis, devidamente capacitados, e seguirá o modelo de Curitiba, pioneiro no Brasil. Na capital paranaense, o atendimento às mulheres é considerado humanizado, rápido e eficaz.

Restaurante Popular do Crato comemora 11 anos de serviços a comunidade

09 de setembro de 2019, 11 anos do Restaurante Popular do Crato, como de costume e com o capricho peculiar, a equipe da Secretaria Municipal do Trabalho e Desenvolvimento Social (SMTDS), responsável pelo equipamento, promoveu um almoço especial com música ao vivo e um delicioso bolo comemorativo.

Na ocasião, o vice-prefeito e Secretário de Saúde, André Barreto, a gestora da SMTDS, Edivania Gonçalves, dentre outros secretários municipais, saudaram a todos os presentes fazendo questão de festejar junto da população atendida pelo restaurante.

Para Edivania, é uma honra estar comemorando junto da comunidade os 11 anos desse equipamento que tanto benefício traz aos cidadãos. “Aqui, não só a comida é feita com carinho, o acolhimento, o respeito e a atenção são sempre prioridades”, ressaltou a secretária.

“Que animada celebração. Tenho muita alegria de poder estar aqui comemorando com a equipe e com a comunidade esses 11 anos. São muitas refeições servidas até aqui e que a qualidade e a excelência no atendimento do local continuem. Estamos todos de parabéns”, ressaltou o vice-prefeito André Barreto, que na oportunidade estava representando o prefeito Zé Ailton Brasil.

Diariamente, são servidas 500 refeições em um cardápio variado, trazendo verduras, carne, arroz, suco, entre outros. A refeição é balanceada e supervisionada por uma nutricionista responsável. Beneficia, principalmente, quem reside ou trabalha nas proximidades, bem como estudantes e idosos.

O horário de funcionamento é das 11h às 14h, de segunda a sexta-feira.

A auxiliar de serviços gerais, Elisa Sousa, moradora do Centro, há dois anos vai diariamente deixar sua avó Raimunda para almoçar no Restaurante. “Eu almoço no meu trabalho e não tenho como fazer a refeição da minha vó, confesso que não acreditava que a comida fosse tão saborosa como ela falava, mas desde o dia que experimentei fiquei encantada, e o melhor, além da boa refeição, aqui todos são muito bem tratados. Sou muito grata por esse equipamento existir”, disse.

Participaram do evento, Jhenifer Lopes, Coordenadora da Proteção Social Básica; Leila Gonçalves, Supervisora do Restaurante Popular; a Equipe do Restaurante Popular: Simone Leite, Cirlene Silva e Irlani Bezerra; a Coordenadora do CRAS Seminário, Verônica Tavares, e o Chefe Adjunto do Gabinete, Felipe Correia.

TV francesa mostra Macron, Piñera e Merkel criticando Bolsonaro

Os líderes políticos criticaram duramente a postura do presidente brasileiro

Um programa do canal de televisão francês CNews sobre os bastidores do encontro do G-7, no mês passado em Biarritz, na França, captou uma conversa entre os presidentes do Chile, Sebastián Piñera, da França, Emmanuel Macron e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, na qual o chefe de Estado francês critica duramente o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e conta com o endosso dos outros dois líderes presentes.

Na ocasião, Macron conversava com Piñera sobre a chancela do presidente Bolsonaro a uma ofensa contra sua esposa, Brigitte Macron. Quem iniciou o assunto foi Piñera, que classificou como “incrível” o pronunciamento de Macron na coletiva de imprensa na qual o presidente francês afirmou que era triste, sobretudo para as mulheres brasileiras, que um presidente se comportasse daquela maneira. “Claro, eu tinha que reagir, você entende?”, responde Macron a Piñera, que afirmou concordar com ele.

“Eu queria ser pacífico, queria ser correto, construtivo com o ‘cara’ e respeitar sua soberania”, continuou Macron. “Mas eu não poderia aceitar isso”, explicou. Nesse momento, a chanceler alemã se aproxima da roda e exclama “não!”, condenando os comentários de Bolsonaro.

A conversa, no entanto, não terminou ali. Macron desabafou sobre o imbróglio envolvendo seu ministro das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, quando ele esteve no Brasil e teve seu encontro cancelado com Bolsonaro porque o presidente brasileiro precisava cortar o cabelo. “Você sabe que, quando meu ministro de Relações Exteriores foi lá?”, indagou o presidente francês a Piñera, complementando: “Ele deveria recebê-lo e cancelou no último minuto para ir cortar seu cabelo. E filmou a si mesmo. Desculpe. Mas isso não é a atitude de um presidente”, afirmou o líder francês.

Fonte: Notícias ao Minuto

Força-tarefa denuncia Lula e irmão sob acusação de corrupção em SP

Segundo a acusação, o valor total chega a R$ 1,1 milhão, divididos em repasses de R$ 3.000 a R$ 5.000, entre 2003 a 2015

A força-tarefa da Lava Jato em São Paulo denunciou nesta segunda-feira (9) o ex-presidente Lula e um dos irmãos dele, José Ferreira da Silva, sob acusação de corrupção passiva continuada.

A denúncia afirma que o irmão, conhecido como Frei Chico, recebeu mesada da Odebrecht de 2003 a 2015 dentro de um pacote de vantagens indevidas oferecidas ao petista.

Segundo a acusação, o valor total chega a R$ 1,1 milhão, divididos em repasses de R$ 3.000 a R$ 5.000 ao longo do período.

Também são denunciados Alexandrino Alencar, delator e ex-executivo considerado elo da Odebrecht com Lula, Emílio Odebrecht, patriarca do grupo, e Marcelo Odebrecht, ex-presidente do conglomerado empresarial.

A denúncia afirma que valores foram entregues em espécie para Chico em encontros marcados em São Paulo. O relacionamento começou, dizem os procuradores, quando o irmão de Lula foi procurado pelo grupo, nos anos 1990, como interlocutor com movimentos sindicais. Segundo os procuradores, à época uma das empresas da Odebrecht pagava a ele por consultoria sindical, em serviço efetivamente prestado.

Em 2002, ano em que Lula foi eleito presidente, o contrato foi rescindido. Mais adiante, segundo a denúncia, com a posse, começaram os pagamentos periódicos, sem que qualquer trabalho fosse prestado. A equipe da Lava Jato diz que os repasses só foram interrompidos com a prisão de Alencar, em 2015.

A denúncia, além de depoimentos dos delatores, cita informações do sistema Drousys, usado para organizar pagamentos de propina, no qual o codinome atribuído ao acusado é “Metralha”.

Lula é incluído na denúncia porque, segundo a acusação, a Odebrecht optou pelos repasses para obter benefícios junto ao governo federal da época. Como contrapartida, é mencionada a articulação da empresa para evitar o retorno da Petrobras ao setor petroquímico, onde a Odebrecht atua por meio da Braskem.

Também foi incluído na denúncia um email de 2010 em que Alexandrino Alencar fala em “manter o programa do irmão do chefe”.

Frei Chico é considerado o responsável por introduzir Lula no movimento sindical no ABC paulista, no anos 1970.O ex-presidente tem negado ter recebido vantagens relatadas na delação da Odebrecht, homologada em 2017.

A defesa vem afirmando que ele tem sido alvo de perseguição judicial em processos no Paraná, São Paulo e no Distrito Federal.Lula está preso desde abril em 2018 em Curitiba, cumprindo pena por condenação por corrupção e lavagem no caso do tríplex de Guarujá (SP).

Fonte: Notícias ao Minuto