Referência no Brasil, Ceará chega ao 17° mês seguido de queda nos crimes violentos

A Segurança Pública cearense chega a mais um mês de queda nas estatísticas criminais em todo o Estado. Agosto se consolidou como o 17° mês seguido de redução nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), que abrange os homicídios dolosos/feminicídio, lesão corporal seguida de morte e latrocínio, no Ceará. No oitavo mês de 2019, o Ceará registrou queda de 47,2%, indo de 352 crimes para 186. Fortaleza foi o território com a maior redução, caindo de 127 mortes, em 2018, para 50, em 2019; correspondendo a queda de 60,6%. Já no acumulado de janeiro a agosto de 2019, no Ceará, os índices caíram 52,2% em comparação ao mesmo período de 2018, com 1.622 mortes a menos. Este é o melhor resultado desde 2009.

No acumulado dos oito meses deste ano, foram 1.488 crimes. Esse balanço só é menor do que o registrado em 2009, quando foram contabilizados 1.486 CVLIs em todo o território cearense. A soma dos crimes deste ano corresponde à queda de 52,2%, uma vez que janeiro a agosto de 2018 foram 3.110 casos.

Os números positivos vêm de uma série de estratégias continuadas e aprimoradas que impactaram diretamente nas modalidades criminosas no Estado. Outras iniciativas de destaque são os investimentos feitos pelo Governo do Ceará como a nomeação de novos servidores, as aquisições de equipamentos para o profissional de segurança e a criação de soluções tecnológicas a partir do envolvimento de instituições de ensino superior no contexto da segurança pública.

O resultado dessas estratégias é a queda contínua dos CVLIs em todas as regiões cearenses. Fortaleza foi o território com maior queda, indo de 1.037 crimes para 449, com 56,7% de redução. A Capital alcançou o seu 18° mês de melhoria nos índices criminais. O Interior Norte foi a segunda região com melhor resultado, indo de 613 para 284, com redução de 53,7%. Já a Região Metropolitana registrou diminuição de 49,4%, indo de 896 para 453. Por último, está o Interior Sul, indo de 564 para 302, com redução de 46,5%.

 

Com esses números, o Ceará continua se destacando nacionalmente e assumindo cada vez mais a posição de protagonista na segurança pública do País. A exemplo disso foi a entrega dos quatro primeiros sistemas desenvolvidos pela SSPDS e pela Universidade Federal do Ceará (UFC) para a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), no último dia 20 de agosto, durante solenidade em Brasília, Distrito Federal. As ferramentas que vêm contribuindo para os bons resultados em território cearense serão expandidas pela Senasp para as outras unidades da federação.

Agosto

No oitavo mês de 2019, o Ceará queda de 47,2%, indo de 352 crimes para 186. Assim como no acumulado do ano, Fortaleza foi o território com a maior redução, caindo de 127 mortes, em 2018, para 50, em 2019; correspondendo a queda de 60,6%. O Interior Sul reduziu os crimes em 48,5%, indo de 68 para 35. Já o Interior Norte foi de 73 para 40, caindo 45,2%. Por fim, a Região Metropolitana com -27,4%, indo de 84 para 61.

Valentão do Porrete enfrenta policiais; relembre reportagem de Roberto Bulhões

O site News Cariri relembra hoje um  episódio inusitado que ocorreu há 15 anos em Juazeiro do Norte e foi narrado de perto pelo “repórter destemido” Roberto Bulhões, que coleciona inúmeras coberturas jornalísticas durante décadas na profissão.

Valentão do Porrete

Foi assim que ficou conhecido o homem que tentou agredir policiais em frente a antiga “feira da troca”, no Romeirão. Aparentemente transtornado, o homem partiu pra cima da viatura e tentou golpear os agentes, mas logo foi imobilizado e preso.

Acompanhe esse registro histórico no vídeo abaixo:

Governo estuda reduzir todas as alíquotas do IR

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo estuda encaminhar sua reforma tributária ao Congresso reduzindo todas as alíquotas cobradas do IRPF (Imposto de Renda de pessoa física), além de corrigir a tabela. Com isso, a redução no pagamento de impostos dos mais ricos seria estendida também para os contribuintes de menor renda.

Já havia sido estabelecido que a faixa salarial mais alta, que paga até 27,5% de imposto sobre o salário, passará a pagar até 25%. Agora, planeja que os contribuintes das demais faixas sejam contemplados.

A perda de arrecadação decorrente da medida seria compensada por ações como a limitação das deduções com despesas médicas no IR. Dentre os cenários estudados pelo governo, está a implementação de um teto anual de R$ 10 mil para o desconto.

O subsídio é autorizado pela legislação, que prevê a possibilidade de pessoas físicas deduzirem da base de cálculo do IRPF os pagamentos sem qualquer limite efetuados a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e hospitais, além de despesas com exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias.

Relatório da Secretaria Especial de Fazenda mostra que as deduções de despesas médicas no IR de pessoa física apresentam um crescimento praticamente contínuo desde 2010. O número subiu 42% desde aquele ano, para R$ 15 bilhões em 2017.

O principal item são gastos com planos de saúde, representando 72% do total em 2017. E os mais ricos são os que mais usam o benefício. Os contribuintes da faixa de maior rendimento totalizaram R$ 11,2 bilhões em 2017, equivalente a 76,5% do total, enquanto os de menor rendimento apropriaram 5,5% do total.

Além disso, o governo estuda qual alíquota seria aplicada sobre os dividendos (parte do lucro da empresa que é distribuída aos acionistas). Hoje, o instrumento é isento de IR.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já mencionou uma taxação de 20% sobre dividendos e a diminuição do Imposto de Renda de pessoa jurídica (para uma alíquota entre 20% e 25%, segundo números mencionados recentemente).

A tributação de 20% sobre dividendos poderia gerar uma arrecadação de R$ 24,6 bilhões em 2020, segundo cálculos feitos pela Receita que chegaram às mãos de Guedes.

Nos estudos feitos sobre eventuais mudanças na tributação de dividendos, a Receita também projetou outras alíquotas (que variam de 5% aos 20% mencionados por Guedes). Cada acréscimo de cinco pontos percentuais na tributação geraria uma arrecadação de R$ 500 bilhões.

O secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, já afirmou querer fazer uma “faxina” no IR para tirar penduricalhos. Isso incluiria a reavaliação de benefícios tributários para as letras de crédito do setor imobiliário (LCI) e do agronegócio (LCA), além de CRI (certificado de recebíveis imobiliários), CRA (do agronegócio) e benefícios para pessoas com doenças graves.

As alíquotas a serem propostas pelo governo ainda estão em estudo. Cintra menciona que está sendo usado um modelo de “gangorra” para calibrar as taxas de cada tributo, e por isso a diminuição de uma alíquota pode resultar na necessidade de aumentar outra.

O IR é uma das três pernas da reforma tributária em elaboração pelo Executivo. Além disso, o governo vai propor a criação de um imposto único federal que fundiria outros existentes hoje (como PIS, Cofins, IPI e IOF). A terceira frente é a criação da CST (contribuição social sobre transações), espécie de nova CPMF e que já -há algumas semanas- era apresentada como CP (contribuição previdenciária).

Caminhoneiros protestam por tabela do frete

Caminhoneiros autônomos fizeram uma paralisação na manhã desta quarta-feira, 4, em cidades do Rio de Janeiro e do Paraná. Eles pedem o cumprimento do tabelamento do frete, suspenso em julho pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, após pressão dos profissionais insatisfeitos com a nova tabela.

Por meio de nota, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) afirmou que tem acompanhado de perto as discussões sobre o tabelamento e não ia se posicionar com relação ao protesto. Já a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) afirmou que “nenhuma entidade coligada manifestou a realização de assembleias deliberativas para votação sobre greve”.

Uma das primeiras cidades a registrar protestos foi Barra Mansa, no sul do Rio de Janeiro. A manifestação começou por volta das 6 horas na Via Dutra. Os manifestantes atearam fogo em pneus e ocuparam o acostamento da rodovia. Embora não tenha ocorrido bloqueio de pistas, o movimento provocou congestionamento no início da manhã.

Na região metropolitana de Curitiba, na cidade de Quatro Barras, caminhoneiros fizeram uma breve manifestação na manhã de quarta. Em Ponta Grossa, no noroeste do Paraná, caminhoneiros fizeram uma carreata na terça-feira, 3, pedindo o tabelamento.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Noticias ao minuto

Odebrecht pagará US$ 50 mi para entidades de caridade, após acordo

construtora brasileira Odebrecht pagará US$ 50 milhões em contribuições para caridade para acertar alegações de suborno, no âmbito de um acordo fechado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os pagamentos irão a entidades sem fins lucrativos que operam na América Latina, informou a instituição nesta quarta-feira.

Pelo acordo, certas subsidiárias da Odebrecht também estarão proibidas de concorrer em projetos financiados pelo banco durante períodos variados de tempo, disse o BID. Representantes da companhias ainda não haviam respondido a pedidos de comentários.

O acordo com o BID é o mais recente de uma longa série de revezes para a Odebrecht, que se tornou um dos mais importantes alvos da investigação de corrupção na estatal brasileira Petrobras.

A Odebrecht e a companhia petroquímica Braskem fecharam em 2016 acordos paralelos com autoridades em três países para pagar até US$ 4,5 bilhões, como parte do maior acordo anticorrupção da história. A Braskem é parcialmente controlada pela Odebrecht e pela Petrobras.

Os acordos com autoridades de Estados Unidos, Brasil e Suíça levaram a investigações de corrupção em outras nações latino-americanas nas quais as duas empresas operam. No mês passado, a Odebrecht entrou com pedido de recuperação judicial nos EUA, pouco após fazer o mesmo no Brasil, em junho.

O BID afirmou que sua investigação revelou evidência de pagamentos de propina pela Odebrecht durante um contrato para uma usina hidrelétrica na Venezuela e um projeto de reabilitação de uma rodovia no Estado de São Paulo, no Brasil.

Nos termos do acordo anunciado nesta quarta-feira, a Odebrecht não contestava a evidência, disse o BID. A companhia deve fazer o pagamento de US$ 50 milhões a instituições de caridade até 2024.

A Construtora Norberto Odebrecht (CNO), subsidiária da Odebrecht, não poderá concorrer a projetos do BID durante seis anos, segundo o banco. Outra subsidiária, a Odebrecht Engenharia e Construção, terá restrições por dez anos, segundo as quais ela poderá participar de projetos financiados pelo BID apenas se cumprir totalmente as condições do acordo. Uma série de outras subsidiárias também tiveram restrições anunciadas no âmbito do acordo, disse o BID. Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: Noticias ao minuto