Por falha de segurança, Apple desativa temporariamente o FaceTime

Problema gerava vazamento de informações de áudio e vídeo de usuários

Um erro no aplicativo de chamadas de vídeo da Apple, FaceTime, vazava informações de áudio e vídeo de usuários da plataforma. O problema foi identificado e o software foi desativado pela companhia na madrugada desta terça-feira (29), segundo informações do periódico americano ABC News.

No site da empresa, o FaceTime já aparece como temporariamente indisponível.

O bug acontecia da seguinte maneira: quando um número é discado, uma pessoa pode adicionar outra na ligação. Quando isso era feito, o problema na aplicação se manifestava.  Ele vazava o áudio e poderia, até mesmo, exibir – para quem havia feito a ligação – o que era captado pela câmera frontal do outro usuário do sistema iOS, apesar de ele não ter atendido a chamada. 

Software está indisponível para dispositivos da Apple
Software está indisponível para dispositivos da AppleDivulgação / Divulgação

Em entrevista à ABC News, a Apple afirmou que “está ciente do problema, que já o identificou que uma solução será lançada ainda esta semana”.

A falha ocorre quando ambos os usuários estão executando a versão 12.1 do sistema operacional iOS ou versão mais recente. O software em questão permite chamadas de voz ou vídeo usando iPhones, iPads, iPod Touch e computadores Macintosh. Quem quiser desativar o FaceTime de seu dispositivo precisa clicar em: configurações > FaceTime e alterar o botão do aplicativo para a posição desligado.  

Fonte: Zero Hora

Fique por Dentro: Apple pode se lançar oficialmente no mercado de video games

A empresa teria conversado com produtores sobre o assunto


e acordo com uma notícia do site Cheddar, a Apple poderá lançar um serviço de streaming de video games, ao lado de gigantes da indústria como a Sony, a Microsoft e a Nintendo.


A publicação afirma que a Apple já conversou com produtores há meses, mas o projeto ainda está em fase inicial, por isso não foram definidos detalhes como lista de jogos disponíveis, preços e plataformas para o serviço. Da mesma forma, a Apple pode cancelar o projeto caso não confirme viabilidade.

A Microsoft e a Sony, por exemplo, já contam com os serviços Xbox Games Pass e PlayStation Now que oferecem aos usuários uma vasta biblioteca de jogos acessíveis por streaming.

Fonte: Notícias ao Minito 

Gmail fica fora do ar, relatam usuários no Brasil

Falha também atingiu Europa e Estados Unidos. Google diz que “está trabalhando na resolução do problema”.

Usuários do Gmail, do Google, relataram na manhã desta terça-feira (29) problemas de instabilidade para acessar o serviço de e-mail. Muitos usuários no Brasil e em outros locais do mundo usaram o Twitter para reportar o “erro 404” ao tentar entrar no sistema.

O site Downdetector, que verifica problemas de acesso a diversos sites, mostrou um pico de aviso de problemas no Gmail a partir das 9h (horário de Brasília). Além do Brasil, a Europa foi um dos pontos com mais relatos de falha de acesso.

O Google confirmou que o problema afetou usuários em vários países e disse que está trabalhando em uma resolução.

Fonte: G1

Chacina com 10 mortos em Cadeia de Itapajé completa um ano sem nenhum preso julgado

Briga entre facções criminosas resultou nos assassinatos dentro da unidade. TJCE informou que o julgamento dos réus só poderá ser marcado quando forem finalizadas todas as audiências de instrução.

Há um ano a cidade de Itapajé, no interior do Ceará, registrou uma das maiores chacinas ocorridas no estado, quando 10 pessoas foram assassinadas durante um confronto dentro da cadeia pública do município. Sete pessoas foram indiciados pelas mortes, mas mesmo um ano depois nenhum dos acusados foi a julgamento.

Os presos foram assassinados durante o horário de banho de sol. A Polícia Civil divulgou que o crime foi motivado por desavenças entre os internos de facções criminosas rivais acentuadas devido à superlotação da unidade prisional.

“O horário do banho de sol é o momento mais delicado, pois só temos um agente penitenciário para fiscalizar. Eles ficam soltos no pátio. Assim que começou o banho de sol, os indivíduos do Comando Vermelho atacaram os dos PCC. A tragédia só não foi maior porque a delegacia fica muito próxima da cadeia e conseguimos chegar rápido”, afirmou o delegado André Firmino à época dos crimes.

Inquérito concluído

O inquérito policial que investigou a chacina foi concluído pela Delegacia Municipal de Itapajé e remetido à Justiça do Ceará. Os acusados foram denunciado pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) por homicídio qualificado. Apesar dos trâmites legais, eles ainda não foram a julgamento.

Os denunciados foram identificados como Alex Pinto Oliveira Rodrigues, 24; Antônio Jonatan de Sousa Rodrigues, 22; Artur Vaz Ferreira, 26; Francisco das Chagas de Sousa, 24; Francisco Idson Lima de Sales, 19; William Alves do Nascimento, 20; e Murilo Borges de Araújo.

Segundo o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE), o julgamento dos réus só poderá ser marcado quando forem finalizadas todas as audiências de instrução. Parte dos acusados foi ouvida em audiência de instrução na semana passada e outros devem ser ouvidos no dia 12 de março deste ano.

Cadeia fechada

Todos os acusados estavam detidos na Cadeia Pública de Itapajé na data da chacina. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), eles tinham antecedentes por diversos crimes, dentre eles contravenção penal, roubo, porte ilegal de arma de fogo, corrupção de menor, furto, tentativa de homicídio e homicídio.

Após o ocorrido, a Cadeia Pública de Itapajé manteve o funcionamento com um número reduzido de detentos. No entanto, a unidade foi fechada neste ano devido à série de ataques criminosos no Ceará. O fechamento da cadeia foi uma medida adotada pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap).

Fonte : G1 Ceará

Fitch rebaixa nota da Vale e coloca companhia em perspectiva negativa

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota da mineradora Vale para BBB- em consequência do rompimento da barragem da companhia em Brumadinho (MG).

O rebaixamento, segundo a Fitch, reflete a expectativa de que a companhia terá que arcar com pesados custos de reparação da tragédia, que matou 60 pessoas e deixou, até o momento, outros 292 desaparecidos, além do impacto ambiental.

A agência disse ainda que o rebaixamento é causado pela expectativa de que as multas contra a companhia serão elevadas, dado que a Vale esteve envolvida em um acidente com barragem de rejeitos há três anos, no caso da Samarco.

No sábado, a S&P, que já concede nota BBB- à Vale, afirmou que poderia rebaixá-la no curto prazo, em consequência do acidente.

Apenas nesta segunda, a Vale perdeu R$ 71 bilhões em valor de mercado, reflexo da tragédia. Com informações da Folhapress.

 Fonte: notícias ao minuto 


Mourão conduz reunião ministerial dedicada à tragédia de Brumadinho

O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, comanda hoje (29) reunião ministerial, no Palácio do Planalto, a partir das 9h. A reunião terá um tema único: a tragédia causada pelo rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte.

 A reunião ocorre no quinto dia de buscas por vítimas. Pelo último balanço, foram confirmadas 65 mortos, 279 pessoas desaparecidas e 135 desabrigados. Ontem (28), o Gabinete de Crise da Presidência se reuniu em duas etapas – pela manhã e à tarde.

 

Recomendações

Ao final, o governo federal anunciou que será publicada hoje (29) recomendação aos órgãos reguladores para promover fiscalizações, nos estados, observando todas as barragens, que têm ameaças à vida humana.

A medida inclui também a exigência das empresas para imediata atualização dos seus planos de segurança de barragens. Deverá ser criado um grupo de trabalho para atualizar a lei que etabeleceu a política nacional de segurança de barragens.

A orientação é para que os órgãos fiscalizadores avaliem a necessidade de remoção de estruturas próximas às barragens, como forma de resguardar a integridade dos trabalhadores.

Foco

Mourão afirmou ontem que o desastre ocorrido em Brumadinho impôs uma mudança na pauta do encontro. Esta semana, os ministros discutiriam governança. A questão também  foi abordada pelo secretário de Geologia, Mineração e Transformação Natural do Ministério de Minas e Energia, Alexandre Vidigal.

Agenda

Mourão tem uma agenda intensa hoje, incluindo sessão solene em comemoração aos 20 anos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Também tem reuniões com empresários e o embaixador Mário Vilalva, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex/Brasil), além do deputado eleito Luiz Philippe Orléans e Bragança (PSL-SP) e do presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Rubens Hannun. Com informações da Agência Brasil.

 Fonte: notícias ao minuto 

Governo discute alteração na política nacional de barragens

 

O governo federal criou nesta terça-feira (29) um grupo de trabalho para a elaboração de uma proposta que revise a política nacional de segurança de barragens.

A iniciativa foi publicada no Diário Oficial da União e o assunto será o tema principal tratado na reunião ministerial marcada nesta manhã pelo vice-presidente Hamilton Mourão.

“Nós vamos começar a olhar a política nacional de segurança de barragens, vendo as falhas que ela tem para tentar corrigi-las”, disse o general.

A medida ocorre após o rompimento da barragem da mineradora Vale na sexta-feira (25) em Brumadinho, cidade da Grande Belo Horizonte, liberando cerca de 13 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro no rio Paraopeba, que passa pela região.

A lama se estende por uma área de 3,6 km² e por 10 km, de forma linear, e pode chegar ao rio São Francisco no próximo mês.

Até o início da manhã desta terça-feira (29), 65 corpos haviam sido encontrados. Desses, 31 já foram identificados, segundo a Polícia Civil de Minas. Até o momento, foram resgatadas 192 pessoas pelos bombeiros. Há 279 desaparecidos, segundo a Polícia Civil de Minas Gerais.

O subcomitê para a elaboração da revisão é formado pelos ministros da Casa Civil, Defesa, Minas e Energia, Meio Ambiente, entre outros.

A atual política de segurança foi publicada em 2010 e, para o novo governo, apresenta brechas que dificultam a fiscalização e a punição de culpados.

PRISÕES

A criação do grupo de trabalho do governo federal ocorre no mesmo dia em que foram presos três funcionários da Vale diretamente envolvidos e responsáveis pela Mina do Córrego do Feijão e o seu licenciamento.

Além deles, foram presos engenheiros terceirizados que atestaram a estabilidade da barragem recentemente.

Dos cinco alvos da operação, dois tinham domicílio em São Paulo e os demais residem na região metropolitana de Belo Horizonte. Foi decretada a prisão por 30 dias e todos os presos serão ouvidos pelo Ministério Público Estadual, em Belo Horizonte.

Ao todo, foram cinco mandados de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão. As ordens foram cumpridas na sede da Vale em Nova Lima (MG) e de uma prestadora de serviços em São Paulo. Os documentos e provas apreendidas também serão encaminhados ao Ministério Público para análise.

A operação contou com o apoio das Polícias Militar e Civil do Estado de Minas Gerais e, ainda, com atuação do Ministério Público de São Paulo, por meio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

A Vale informou, por meio de nota, que colabora com as autoridades.

DISCURSO MAIS MODERADO

Após a tragédia de Brumadinho, o governo federal passou a modular o discurso crítico ao licenciamento ambiental. A gestão Bolsonaro defende agora facilitar licenças apenas para empreendimentos de baixo impacto.

Durante e após a campanha, Bolsonaro disse diversas vezes que pretendia rever as regras de licenciamento ambiental. “Essa questão de licença ambiental atrapalha quando um prefeito, governador, presidente quer fazer uma obra de infraestrutura”, afirmou em dezembro.

À reportagem o ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) disse que a proposta é facilitar o licenciamento ambiental de atividades de menor impacto e deu como exemplo a agropecuária, para a qual bastaria uma autodeclaração. O nome de Salles foi apoiado pela bancada ruralista.

Tais declarações também são repetidas por outros ministros. Salles, no entanto, nega mudança no discurso e diz que as falas do presidente foram mal interpretadas.

Seu argumento para a proposta de flexibilização é que a mudança liberaria profissionais para os licenciamentos considerados de médio e alto risco.

Tal medida, no entanto, teria pouco efeito na atuação do Ibama, que é responsável, na grande maioria dos casos, pelo licenciamento de empreendimentos complexos, de grande porte e de maior impacto, como hidrelétricas e linhas de transmissão. Com informações da Folhapress.

 Fonte: notícias ao minuto