Resultado da pré-matrícula da rede estadual de Alagoas será divulgado no dia 7 de janeiro

O resultado da pré-matrícula dos alunos novatos da rede estadual para o ano letivo 2019 será disponibilizado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) a partir de 7 de janeiro, no site da Matricula Online.

Com o resultado em mãos, os pais ou responsáveis terão de 7 a 15 de janeiro para levar a documentação na escola e, daí, garantir a vaga na rede estadual de ensino.

A partir do dia 7, os pais ou responsáveis deverão acessar o site munidos do login e senha disponibilizados no comprovante que foi gerado após a realização da pré-matrícula. Ao acessar o site, eles saberão em qual escola o estudante foi alocado.

Já ciente da escola onde o aluno foi lotado, o pai ou responsável terá até o dia 15 de janeiro para se dirigir à unidade de ensino e entregar a documentação exigida. A entrega presencial dos documentos é essencial para garantir a vaga na escola almejada.

Documentação

Deverão ser entregues os seguintes documentos para a confirmação da pré-matrícula:

  • Comprovante de inscrição da Pré-Matrícula;
  • Certidão de Nascimento/Casamento ou RG, CPF do aluno, se possuir (original e cópia);
  • Histórico Escolar ou Declaração de Conclusão / Transferência original, emitida num prazo máximo de 30 (trinta) dias, da última Unidade de Ensino em que estudou;
  • Original e cópia do RG e CPF do responsável legal, no caso de candidato(a) menor de 18 anos;
  • Laudo comprobatório de deficiências declaradas (se for o caso);
  • Original e cópia do comprovante de residência atualizado;
  • 01 foto 3×4;
  • Carteira de vacinação atualizada, para os alunos do 1º ao 5º ano;
  • Parecer descritivo individual sobre o desenvolvimento afetivo, psicomotor e cognitivo dos estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental;
  • Cartão do Bolsa Família (original e cópia), caso o candidato seja beneficiário;
  • Cartão do Sistema único de Saúde – SUS (original e cópia);
  • Declaração de ciência do cumprimento do horário de funcionamento da escola que oferta ensino integral, matutino e vespertino, assinado pelo estudante, ou seu responsável.       Fonte: G1

Bombeiros combatem incêndio em vegetação em Paripueira, AL

Militares do Corpo de Bombeiros de Alagoas foram mobilizados, na manhã deste domingo (30), para combater um incêndio que atingiu uma área de vegetação que fica às margens da AL-101 Norte, em Paripueira.

Por conta do fogo e da grande concentração de fumaça parte do trecho da rodovia ficou com a visibilidade comprometida.

Foram mobilizados para o trabalho duas equipes com viaturas, que ajudaram a conter as chamas.

Fonte: G1

Bicho-preguiça se pendura em rede de fios de alta tensão e é resgatado por bombeiros no Grande Recife

Um bicho-preguiça que estava pendurado em uma rede de fios de alta tensão foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros na manhã deste sábado (29). O caso aconteceu na Rua Humberto Teixeira, no Km 4,5, no bairro de Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife.

Uma equipe do Grupamento de Bombeiros de Salvamento foi encaminhada ao local para resgatar o animal. O resgate foi realizado através de técnicas de salvamento terrestre e contou com ajuda de uma equipe da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe).

Bombeiros trabalharam no resgate do animal — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Bombeiros trabalharam no resgate do animal — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o animal foi resgatado sem ferimentos. A corporação também informou que esse tipo de ocorrência é comum no bairro devido às florestas e demais áreas verdes existentes na região.

O animal seguiu para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas Tangará), da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH). Após avaliação dos profissionais do órgão, ele será reconduzido ao seu habitat natural, segundo o Corpo de Bombeiros.

Fonte: G1

Indústria de alimentos teme prejuízo com nova rotulagem

A  indústria de alimentos teme que novas regras para a disposição de informações nutricionais em análise pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tragam prejuízos ao setor.

Em relatório preliminar de maio, a agência indicou preferência por um modelo a partir do uso de alertas na parte da frente dos rótulos dos alimentos que contenham sódio, açúcar ou gorduras em excesso, de modo análogo ao aviso sobre riscos usado em cigarros.

Segundo a agência, esse tipo de informação foi o que apresentou melhor captura de atenção e compreensão nos estudos analisados por ela.

O modelo apresentou bons resultados para auxiliar consumidores a identificar itens que costumam ser vistos como saudáveis, mas que possuem versões com alto teor de nutrientes negativos.

Inspirado em regulamentação adotada no Chile em 2016, esse modelo é defendido no Brasil pela Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, articulada pelo Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) com associações de nutricionistas e ONGs.

João Dornellas, presidente-executivo da Abia (Associação Brasileira da Indústria de Alimentação), diz concordar que, do modo como as informações são dispostas hoje, em uma lista com a quantidade de cada nutriente do produto em letras miúdas, elas só são entendidas por uma parcela pequena da população.

Por outro lado, afirma que as advertências propostas não oferecem a melhor informação possível e criam mais alarme do que o necessário.

“Se você coloca um alarme, vai causar pânico. Se estiver escrito que um produto tem teor alto de sódio, provavelmente não compra.”

A associação defende que sejam aplicados em todos os alimentos semáforos que indicam a quantidade de açúcar, gordura e sal e que podem estar nas cores verde (quantidade baixa), amarelo (média) e vermelho (alta).

Além deles, Dornellas propõe que seja disponibilizada a informação de qual o percentual da quantia diária do nutriente que deve ser consumida presente em uma porção do alimento.

“Se, em vez de um alerta para não consumir, por ter muito sódio, recebo a informação de que a porção do alimento tem 16% da quantidade que posso consumir no dia, já posso fazer uma proposta de alimentação incluindo ele de acordo com meu estilo de vida”, diz.

Ana Paula Bortoletto, nutricionista e líder do programa de Alimentação do Idec, diz que, assim como a indústria já ressalta características positivas de produtos (com informações do tipo zero açúcar, integral ou fit), é importante que o consumidor seja alertado claramente sobre características negativas de alimentos.

Segundo ela, os alertas são melhores que os três semáforos porque, em sua avaliação, quando há informações positivas e negativas na mesma embalagem (um semáforo vermelho ao lado de dois verdes, por exemplo), a escolha entre consumir ou não fica mais difícil.

“Quando comparamos o nível de entendimento do consumidor sobre a informação, a advertência aumenta o percentual de respostas corretas sobre o que contém o alimento.”

Citando o exemplo chileno, Bortoletto afirma que, mesmo que a venda de alguns produtos caia, a indústria é capaz de se adaptar e lançar alternativas mais saudáveis para compensar essa perda.

Resultados preliminares de estudo da Universidade do Chile, em parceria com a Universidade Diego Portales e a Universidade da Carolina do Norte (EUA), apontaram queda de 25% no consumo de bebidas açucaradas e 14% na compra de cereais matinais em período de 6 a 10 meses após a nova regulamentação.

Por outro lado, o consumo de chocolates e bolachas se manteve estável. Houve redução no uso de sódio e açúcar em alimentos industrializados consumidos no país. Em derivados de leites e cereais matinais, a redução de açúcar chegou a 35% e em queijos e embutidos o sódio caiu até 10%.

Segundo a pesquisa, 90% dos adolescentes e das mães de crianças afirmam valorizar e entender as advertências. Outro debate trata do critério para analisar se o alimento traz muito ou pouco do nutriente que deve ser consumido com moderação.

A Abia propõe que, para cada tipo de alimento, seja considerada uma porção diferente, dependendo da quantidade usualmente consumida.

Já o Idec leva em conta a quantidade de cada nutriente na composição calórica do alimento, enquanto a Abran (Associação Brasileira de Nutrologia), que apresentou uma proposta alternativa baseada em escala de cores dependendo da qualidade nutricional do produto, prefere que seja analisada a presença do nutriente a cada 100 gramas.

“Você compra um tablete de manteiga e são 200 gramas. Ninguém come um pão com 100 gramas de manteiga. A porção próxima do consumo seriam 10 gramas. Se o consumidor tiver a informação sobre quantidade de sódio em 100 gramas, terá de fazer contas”, diz Ornellas.

Em oposição, o médico Durval Ribas Filho, presidente da Abran, afirma que o uso da medida de 100 gramas dá objetividade à avaliação dos alimentos.

“O que é uma porção de nozes? É um punhadinho? Usar 100 gramas é uma maneira de avaliar cientificamente”, diz.

Antonio Bernardo, presidente para o Brasil da consultoria Roland Berger, que produziu relatório sobre o debate da rotulagem dos alimentos, diz acreditar que o semáforo proposto pela indústria é o modelo de mais fácil compreensão e, por isso, adequado ao Brasil.

A consultoria afirma que, no Chile, os alertas levaram a redução de vendas no primeiros cinco meses de sua implantação. Porém o relatório afirma não ser possível saber se a queda foi causada por maior conscientização da população ou pela restrição da venda desses produtos em determinados locais, especialmente escolas.

Em sua avaliação, para o controle da obesidade e de doenças relacionadas a ela, a disponibilização de mais informações é apenas uma parte da solução.

Outras medidas que poderiam ser adotadas são o incentivo ao uso de embalagens menores no caso de produtos que devem ser consumidos com moderação e a criação de grupos de trabalho envolvendo indústria, governo e consumidores para o incentivo a ações educacionais e ao desenvolvimento de alimentos mais saudáveis.

É esperado que a Anvisa avalie as contribuições recebidas e submeta uma proposta de regulamentação para consulta pública no início de 2019.

No Brasil, a proporção de homens com excesso de peso passou de 18,5% em 1974 para 57,3% em 2013. Nas mulheres, foi de 28,7% para 59,8% no mesmo período. Com informações da Folhapress.

Fonte: notícias ao minuto 

Por telefone, Trump e Xi Jinping conversam sobre acordos comerciais

Os presidentes da China, Xi Jinping, e dos Estados Unidos, Donald Trump, conversaram por telefone sobre a disposição de implementar os acordos definidos durante a Cúpula do G20 (maiores economias mundiais), realizada este mês na Argentina. As informações são do governo chinês.

De acordo com a agência pública de notícias, na conversa ontem (29) Trump desejou a Xi e ao povo chinês um feliz ano novo, informando que as relações entre Estados Unidos e China são muito importantes e acompanhadas pelo mundo.

Ainda, segundo a agência, Trump afirmou que valoriza as relações com Xi Jinping, acrescentando que está satisfeito em ver o trabalho conjunto que está em curso. De acordo com o norte-americano, há um  progresso positivo.

De acordo com a agência chinesa, Xi Jinping disse que tanto ele quanto Trump esperam avançar nas relações entre os dois países. Ele lembrou que o próximo ano marca o 40º aniversário do estabelecimento de laços diplomáticos entre Estados Unidos e China.

Xi Jinping acrescentou que há interesses por parte da China de incrementar as relações nas áreas de cooperação de comércio, militar, combate ao narcotráfico, assim como temas culturais.

Os dois chefes de Estado também conversaram sobre questões internacionais e regionais de interesse comum, como a situação na Península Coreana. Xi Jinping reiterou que a China encoraja e apóia mais conversações entre os Estados Unidos e a República Popular Democrática da Coréia, e espera resultados positivos. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: notícias ao minuto 

Guedes prepara pacote de medidas para melhorar ambiente de negócios

Sem fechar consenso sobre a proposta de reforma da Previdência, Jair Bolsonaro vai concentrar os esforços dos primeiros dias de governo em medidas para melhorar o ambiente de negócios e animar o setor produtivo.

Durante o mês de janeiro, a equipe do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende ampliar as ações de uma lei que entrou em vigor em setembro e que retira exigências cartoriais como autenticações de documentos e reconhecimento de firmas.

Futuro vice defende corte de impostos em aceno a empresários

A ideia é partir do princípio da boas intenção dos cidadãos para que documentos assinados tenham fé pública. Hoje, eles precisam estar registrados com firmas reconhecidas.

Posteriormente, será encaminhado ao Congresso um projeto prevendo alterações na lei, com punições para quem for pego na mentira ou fraudar documentos.

Parte dessa revisão inclui agilizar prazos para abertura e encerramento de empresas, tudo para aliviar ao máximo a burocracia e os custos de operação para empresas.

Os sistemas de comércio exterior também devem ser revistos e aprimorados, para acelerar os processos de importação e exportação. A meta é intensificar o uso da plataforma eletrônica em que as empresas inserem os documentos para queimar etapas da fiscalização aduaneira.

Embora não tenham efeito imediato sobre a atividade econômica, as iniciativas servirão para confirmar promessas feitas na campanha eleitoral, de menor intervenção e redução do peso do Estado.

A agenda de redução da burocracia incluirá ainda o apoio à revisão da lei de licitações, que já está no Congresso mas ficou paralisada no fim do governo Michel Temer. O diagnóstico da equipe de Guedes é que a lei não funciona mais, nem mesmo para o Estado, que ganhou com a tecnologia novas formas de controle.

Casos de abuso e superfaturamento podem ser evitados com uma análise do histórico de preços e de vendas nas notas fiscais eletrônicas de empresas que competem por encomendas do setor público.

Além de reduzir o peso da burocracia, que gera custos para as empresas, a futura equipe econômica estuda cortes nas contribuições para o Sistema S. A redução deve oscilar entre 30% e 50% nas alíquotas que incidem sobre a folha de pagamentos das empresas. A verba é repassada pela Receita Federal para 11 entidades nacionais que formam o Sistema S.

Ao reduzir as contribuições, Guedes pretende manter mais dinheiro no caixa das empresas para que possam fazer investimentos, como a modernização de parques industriais, ou ter capital de giro.

Empresários que optarem por usar os recursos para criação de novas vagas terão descontos maiores nas alíquotas, o que pode ajudar a reduzir o desemprego, um dos maiores problemas do país.

Para definir detalhes desse plano, a equipe do futuro ministro faz um pente-fino nas despesas do Sistema S, avaliando, por exemplo, a qualidade dos cursos que são pagos com o dinheiro recolhido e os pagamentos de serviços como consultorias. Para eles, é preciso saber onde há gorduras que podem ser eliminadas sem comprometer cursos de treinamento e capacitação oferecidos em mais de 4 mil endereços no país.

Uma das críticas dos integrantes do novo governo é que alguns cursos financiados com dinheiro do Sistema S, como os do Pronatec (Programa Nacional de de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), não geraram o pretendido aumento da produtividade.

A equipe econômica ainda definirá, em até três meses, quais programas setoriais e sociais sofrerão cortes de subsídios ou serão extintos. A ideia ini é cortar pelo menos R$ 49 bilhões dos gastos da União.

Essa medida foi uma recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU). Os ministros disseram a Guedes que diversos alertas foram dados sobre esse tema e que o tribunal fará cobranças duras do próximo presidente.

Assessores de Guedes já estudavam os programas de incentivo fiscal na transição, mas restringir ou acabar com eles depende de aprovação do Congresso porque foram criados por leis.

A equipe econômica de Bolsonaro tem um estudo bastante amplo da efetividade de alguns deles mostrando a relação custo-benefício. Alguns, como o Internet para Todos, podem ser mantidos. Segundo assessores, há números comprovando o aumento da renda per capita de famílias que têm conexão à internet.

Para implementar essa tarefa será preciso, no primeiro mês, alterar a composição de dois comitês governamentais, o Comitê de Monitoramento e Avaliação dos Subsídios da União (Cmas) e o Comitê de Monitoramento e Avaliação de Políticas Federais (Cmap).

Programas devem ser reunidos para melhor aproveitamento dos recursos. O Bolsa Família, por exemplo, deve passar a incluir desempregados e, com isso, será possível cancelar o pagamento do seguro-desemprego que, por ano, consome R$ 19 bilhões.

Assim que assumir o cargo, Guedes deve pedir à AGU (Advocacia-Geral da União) que procure o Supremo Tribunal Federal para desarmar uma bomba prestes a explodir no gabinete do ministro Luiz Fux: o tabelamento do frete.

Demanda dos caminhoneiros para não entrarem em greve novamente no próximo ano, o tabelamento do frete foi proibido pelo ministro por liminar. Dias depois, Fux reviu a decisão a pedido da AGU, que defendeu a manutenção do tabelamento até a chegada do novo governo. A paralisação retirou 0,2% do PIB em 2018.

Em outra frente, Guedes quer reduzir ainda mais os tributos que incidem sobre o diesel. Para isso, fará revisão de despesas. Diferentemente do governo atual, que contou com pouca margem de manobra do Orçamento, Guedes deve propor a desvinculação total de despesas, o que deixará a execução do Orçamento bastante flexível.

Ainda há dúvida se essas medidas deveriam ser apresentadas como um pacote ou isoladamente. Segundo um importante assessor de Jair Bolsonaro, seria melhor comprar uma única briga, apresentando um plano completo.

Mas outros integrantes da equipe acreditam que isso poderia ter o efeito colateral de aumentar o desgaste de Bolsonaro na largada da gestão, algo indesejável diante da popularidade do futuro dirigente.

A palavra final será do presidente eleito, que deverá se reunir com Onyx Lorenzoni (futuro chefe da Casa Civil) neste domingo para acertar os últimos detalhes da carta de intenções.

As medidas serão acionadas enquanto o novo governo não fecha a proposta de reforma da Previdência.

Assessores de Guedes trabalham no texto, que deverá ser apresentado quando o Congresso reabrir, em fevereiro. Até lá, as discussões ficarão no âmbito técnico para que se chegue a uma fórmula de consenso.

A ordem é mesclar propostas de Temer com as de Paulo Tafner e Armínio Fraga e também as dos irmãos Arthur e Abraham Weintraub, que colaboram com Bolsonaro desde a pré-campanha. Com informações da Folhapress.


Fonte: notícias ao minuto