Ao lado de Camilo e com mensagem de Cid, Eunício oficializa candidatura ao Senado

Por Agência News Cariri

“Vamos irmanados, em uma só voz e olhando para o bem das pessoas, construir um Ceará verdadeiramente de todos”. Esse foi o tom da convenção estadual do MDB que homologou a candidatura de Eunício Oliveira ao Senado. O evento, realizado na manhã deste sábado, em Fortaleza, contou com a presença do governador Camilo Santana, lideranças dos partidos aliados e candidatos aos cargos legistaivos, além de milhares de convencionais e populares de todas as regiões do estado.

 

Eunício colocou a palavra união no centro do dircurso, destacando que seguirá, ao lado de Camilo, somando forças para melhorar a qualidade de vida do povo cearense. “Esta união de forças, vamos eleger Camilo Santana governador, Cid Gomes senador e Eunício senador, e vai dizer ao Brasil que no Ceará tem homens e mulheres que querem o melhor pra sua gente”, reforçou.

 

 

Eunício fez uma verdadeira prestação de contas de seu mandado no Senado, dando destaque especial aos últimos meses em que exerce a presidência do Congresso Nacional. Ações como a Transposição do São Francisco, liberação de aproximadamente R$ 12 bilhões para obras e ações no estado e nos municípios, renegociação das dívidas dos agricultores, novas faculdades, institutos federais de educação e hospitais. Segundo ele, o objetivo agora é ampliar essas conquistas.

 

Camilo foi direto ao declarar seu apoio a Eunício: “Minha palavra é de otimismo e esperança. E eu estou aqui, Eunício, para dizer a todos os convencionais e a todo o povo cearense que você é o meu candidato a senador pelo estado do Ceará”.

 

Camilo justificou a posição afirmando que procurou Eunício, ano passado, para que pudesse ajudá-lo a destravar recursos e projetos para o Ceará, e que encontrou as portas abertas para ajudar o população cearense.

 

Prestigiaram ainda a convenção os presidentes do PSB, Odorico Monteiro, do Solidariedade, Genecias Noronha, do PR, Gorete Pereira, do PSD, Domingos Neto, e do PSC, Nicole Barbosa, o ex-senador Mauro Benevides, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças políticas de todo o Ceará.

 

“Vamos irmanados, em uma só voz e olhando para o bem das pessoas, construir um Ceará verdadeiramente de todos”. Esse foi o tom da convenção estadual do MDB que homologou a candidatura de Eunício Oliveira ao Senado. O evento, realizado na manhã deste sábado, em Fortaleza, contou com a presença do governador Camilo Santana, lideranças dos partidos aliados e candidatos aos cargos legistaivos, além de milhares de convencionais e populares de todas as regiões do estado.

 

Eunício colocou a palavra união no centro do dircurso, destacando que seguirá, ao lado de Camilo, somando forças para melhorar a qualidade de vida do povo cearense. “Esta união de forças, vamos eleger Camilo Santana governador, Cid Gomes senador e Eunício senador, e vai dizer ao Brasil que no Ceará tem homens e mulheres que querem o melhor pra sua gente”, reforçou.

 

 

Eunício fez uma verdadeira prestação de contas de seu mandado no Senado, dando destaque especial aos últimos meses em que exerce a presidência do Congresso Nacional. Ações como a Transposição do São Francisco, liberação de aproximadamente R$ 12 bilhões para obras e ações no estado e nos municípios, renegociação das dívidas dos agricultores, novas faculdades, institutos federais de educação e hospitais. Segundo ele, o objetivo agora é ampliar essas conquistas.

 

Camilo foi direto ao declarar seu apoio a Eunício: “Minha palavra é de otimismo e esperança. E eu estou aqui, Eunício, para dizer a todos os convencionais e a todo o povo cearense que você é o meu candidato a senador pelo estado do Ceará”.

 

Camilo justificou a posição afirmando que procurou Eunício, ano passado, para que pudesse ajudá-lo a destravar recursos e projetos para o Ceará, e que encontrou as portas abertas para ajudar o população cearense.

 

Prestigiaram ainda a convenção os presidentes do PSB, Odorico Monteiro, do Solidariedade, Genecias Noronha, do PR, Gorete Pereira, do PSD, Domingos Neto, e do PSC, Nicole Barbosa, o ex-senador Mauro Benevides, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças políticas de todo o Ceará.

Pernambuco tem cinco casos suspeitos de sarampo, todos em uma mesma família no Recife

Pernambuco tem cinco casos suspeitos de sarampo, todos eles em uma mesma família que mora no Recife, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES). Esse número se refere ao período entre entre 30 de julho e quinta-feira (2). O Brasil acumula mais de mil casos da doença, desde o início deste ano até quarta-feira (1º).

De acordo com a SES, duas notificações foram registradas no dia 30 de julho, no Recife, sendo a primeira de um homem de 27 anos que havia viajado para Manaus, uma das áreas em que o vírus circula. Durante a investigação médica, ele informou que teve contato com um caso suspeito da doença enquanto ficou no Amazonas. No Recife, ele teve contato com a sobrinha de dois anos de idade, que também desenvolveu os sintomas.

Os dois pacientes se submeteram a exames de sangue e as amostras seguem para o laboratório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, na segunda-feira (6). Outras três pessoas da mesma família também apresentaram sintomas compatíveis com o contágio por sarampo, mas até a divulgação do boletim, ainda não tinham sido submetidas aos exames e, por isso, ainda não tiveram os quadros notificados oficialmente.

Entre os três últimos casos, também acompanhados pela Secretaria de Saúde, estão um adolescente de 13 anos, uma jovem de 19 anos e uma mulher de 42 anos. Ainda segundo a pasta, os municípios do Recife e de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana, onde o homem de 27 anos trabalha, realizam ações de investigação, vigilância e bloqueio para evitar casos da doença.

Os últimos casos de sarampo em Pernambuco haviam sido registrados em 2014, quando houve 27 ocorrências da doença. Em 2013, o número era 86,4% maior, com 199 casos registrados. O ano de 2012 teve uma ocorrência de sarampo “importada” de fora do estado, segundo a SES. Antes desse período, o último registro da doença em Pernambuco ocorreu em 1999, quando houve 240 casos.

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar (Foto: Infografia: Karina Almeida/G1)Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar (Foto: Infografia: Karina Almeida/G1)

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar (Foto: Infografia: Karina Almeida/G1)

Prevenção

A imunização contra o sarampo é feita por meio da vacinação tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola. O Ministério lançou a campanha de vacinação deste ano, que começa na segunda-feira (6) e tem o objetivo de imunizar mais de 11 milhões de crianças contra o sarampo e a poliomelite em todo o Brasil.

Crianças entre um ano e cinco anos de idade podem receber as vacinas nos postos de saúde, mesmo se já tiverem tomado o imunizante anteriormente, exceto se a vacinação ocorreu em menos de 30 dias. A tríplice viral deve ser aplicada em crianças com 12 meses, com um reforço aos 15 meses com a tetra viral, que também protege contra a varicela.

Crianças acima de dois anos e jovens e adultos até os 29 anos não vacinados anteriormente ou que não se lembram precisam tomar duas doses da tríplice viral, com intervalo de 30 dias entre elas. Adultos entre 30 e 49 anos, não imunizados ou que não lembram devem tomar uma dose da tríplice. Essas doses são disponibilizadas durante todo o ano nos postos de vacinação dos municípios.

Fonte: G1

Mutirão leva serviços gratuitos de saúde e cidadania ao Cabo de Santo Agostinho

Moradores da Cidade Garapu, no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, recebem serviços de saúde e de cidadania promovidos pelo programa Governo Presente. O mutirão acontece no sábado (4), das 8h ao meio-dia, na Escola Municipal Professor Antônio Benedito da Rocha, na Avenida Doutor Geraldo Nogueira Campos.

No local, são disponibilizadas gratuitamente dezenas de serviços, como emissão de documentos e consultas oftalmológicas oferecidas pela Fundação Altino Ventura. Também estão previstas capacitações de empreendedorismo e gestão financeira.

Entre os documentos que podem ser emitidos durante o mutirão, estão carteira de identidade, CPF, certidões de nascimento, casamento e óbito. Na área de saúde, é possível fazer exames preventivos, testes de glicemia e aferição da pressão arterial.

Um estande do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) também realiza atividades no local.

Serviço

Mutirão do programa Governo Presente no Cabo de Santo Agostinho

Sábado (4), das 8h ao meio-dia

Escola Municipal Professor Antônio Benedito da Rocha – Avenida Doutor Geraldo Nogueira Campos, s/n, Cidade Garapu

Evento gratuito

Fonte: G1

Produção de energia solar em casa traz polêmica para o país

tAÍS HIRATA – Países em todo o mundo têm criado incentivos para que os consumidores gerem sua própria energia em casa, em geral por meio de painéis solares. O crescimento desse sistema, porém, criou uma briga global, em que as distribuidoras de energia tentam derrubar benefícios oferecidos aos consumidores para instalar os equipamentos nas residências. Essa briga chegou ao Brasil.

Há uma discussão em curso na Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para que, até 2020, esses geradores domésticos passem a pagar tarifas mais altas. Tal como nas outras partes do mundo, a questão é alvo de uma batalha ferrenha entre as distribuidoras de energia e a indústria de fontes renováveis, principalmente a solar.

De um lado, as distribuidoras defendem o fim dos subsídios para geradores domésticos, alegando que os demais consumidores de energia estão arcando com seus custos.Já os defensores da modalidade afirmam que, além dos benefícios ambientais, a geração de energia no próprio local de consumo também produz economias à conta de luz, devido à redução de novos investimentos em linhas de transmissão.

O sistema – chamado de geração distribuída – aumentou de forma acelerada no Brasil, principalmente a partir de 2015, quando a Aneel definiu que os consumidores capazes de gerarem energia em casa passariam a obter descontos na conta de luz. A medida tornou economicamente vantajoso instalar os geradores, pois o investimento inicial feito para comprar os equipamentos é compensado ao longo dos anos.Funciona assim: se uma casa consome 300 kWh no mês e instala painéis solares no telhado que geram 200 kWh, a residência só pagará pelos 100 kWh que não gerou.

A mudança alavancou o sistema. Em 2015, eram 1.823 unidades geradoras, com potência de 17 mil kW. De lá para cá, o parque cresceu quase 20 vezes. Em julho eram 33,3 mil geradores, com 403 mil kW. A energia solar fotovoltaica representa cerca de 77% do total, segundo levantamento feito pela Safira Energia. A proposta das distribuidoras, que está em discussão na Aneel, é limitar a economia desses geradores.

O desconto hoje é feito sobre toda a conta de luz, que tem diversos componentes: taxa para pagar a energia gerada em si, para compensar gastos das distribuidoras com suas redes, para remunerar investimentos em transmissão, pagar encargos sociais. As distribuidoras querem que o desconto dos geradores possa ser feito apenas sobre a tarifa da energia, e não sobre as demais taxas -incluindo a da própria distribuidora.

Na prática, essa proposta reduziria a economia da geração doméstica em até 62%. Para Nelson Leite, presidente da Abradee (associação que representa as distribuidoras), o crescimento acelerado da geração distribuída e a queda dos preços de energias renováveis (que reduz o investimento inicial) atestam que subsídios não são necessários. “Já deu. As fontes conseguem caminhar com as próprias pernas. É uma questão de justiça tarifária, pois eles não pagam pelo uso da rede, e os demais pagam sem saber. Quem não tem condição de instalar esses sistemas são justamente os mais pobres.”

 

Esse subsídio de fato é transferido para a conta dos demais consumidores, mas, em um primeiro momento, quem arca com os descontos é a própria distribuidora – daí a resistência das companhias ao modelo, segundo Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil. O problema é que esses repasses referentes aos subsídios demoram a ocorrer: só podem ser feitos nas revisões tarifárias, que ocorrem, em média, de quatro em quatro anos.

Há também uma preocupação das distribuidoras em relação ao crescimento acelerado desse mercado.O potencial é enorme: em um cenário extremo, a geração de energia solar em telhados das residências em todo o país poderia chegar a 286 GWh por ano.Isso equivale a praticamente metade da geração anual do Brasil, segundo dados de 2016 da EPE (órgão público responsável por estudos do setor elétrico). “É claro que [esse cenário] seria inviável, mas mostra que há um potencial enorme. Hoje, porém, eles [geradores domésticos] representam uma parcela irrisória, nem 1%”, afirma Rodrigo Sauaia, presidente da Absolar (associação da indústria solar fotovoltaica).

Para ele, um aumento das tarifas desestimularia o mercado, pois torna mais longo o período que o investimento inicial demora para se pagar.Sauaia também critica as distribuidoras e diz que elas só estão pensando em sua própria saúde financeira. “A discussão não pode ficar centrada na manutenção do lucro de um grupo pequeno de empresas”, diz. Para Guilherme Susteras, sócio da Sun Mobi, empresa do setor, o aumento das tarifas provocaria o congelamento do mercado por dois anos, período no qual dificilmente empresas de pequeno e médio porte (como a dele) sobreviveriam.

“As distribuidoras fazem pressão para evitar uma transição a um novo mercado que é irreversível”, diz ele. Já as distribuidoras afirmam que não querem travar o mercado nem o avanço de fontes limpas, apenas acabar com os subsídios. “Isso não vai quebrar as pequenas empresas, vai apenas diminuir sua rentabilidade. Esse é um discurso apocalíptico do setor solar fotovoltaico”, afirma Nelson Leite, da Abradee.

Para Claudio Sales, os subsídios foram importantes para alavancar o mercado em um primeiro momento, mas eles são insustentáveis. “Já está mais do que na hora de rever essa regulação.”A área técnica da Aneel propôs um modelo de transição, em que, por exemplo, se mantivesse o cenário atual por alguns anos e os benefícios fossem reduzidos com o tempo.

A proposta, porém, foi apenas um pontapé para a série de consultas e audiências públicas que serão realizadas nos próximos meses. Qualquer mudança entrará em vigor apenas a partir de 2020. A primeira consulta pública sobre o tema foi encerrada em junho. Neste segundo semestre, a previsão é que a Aneel elabore um novo estudo de impacto e abra uma rodada de discussões. O debate definitivo só será concluído no fim de 2019. Com informações da Folhapress.

Fonte: notícias ao minuto

Produtores avaliam ter frota própria para fugir da tabela de fretes

Alguns setores produtivos, em especial do agronegócio, avaliam alternativas para transporte de suas cargas, como o aluguel e a aquisição de frota própria. A justificativa é o aumento dos custos após o tabelamento do frete, adotado pelo governo federal durante a negociação para o fim da paralisação dos caminhoneiros, no mês de maio.

O presidente da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (Anut), Luís Henrique Teixeira Baldez, explicou que, com a nova política de preços, o custo com o transporte, que já é elevado, triplicou de valor. “Isso inviabiliza e desorganiza todo o setor.”

“É um movimento natural das empresas. Quando há um aumento de frete, como teve com a tabela da ANTT [Agência Nacional de Transportes Terrestres], tão forte e desproporcional, elas avaliam alternativas para reduzir o custo. Todos da associação estão analisando”, disse. “Mas esse movimento não é desejado pelas empresas, estão sendo forçadas a fazer isso”, explicou.

A Medida Provisória Nº 832, de 27 de maio desta ano, institui a Política de Preços Mínimos de Frete para transporte rodoviário de cargas e a ANTT ficou responsável pela publicação da tabela, válida por seis meses. A ANTT encerrou hoje (3) tomada de propostas para colher sugestões para o aprimoramento da metodologia e parâmetros para a elaboração da tabela de frete.

Baldez disse que a Anut e seus associados são contra o tabelamento do frete, mesmo assim, encaminharam proposição de como fazer uma tabela de preços mínimos que seja mais aderente ao mercado e respeite as diferenças regionais do país. “Existem cadeias produtivas em que os produtos têm baixo valor agregado. Então, com essa tabela, tem produtos em que o frete é maior que o próprio produto. A tabela distorceu completamente o mercado”, afirmou.

 

Para o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, que representa os caminhoneiros autônomos, a tabela inicialmente editada pela ANTT acabou beneficiando mais as empresas de transporte. “Claramente, está fora da realidade”, disse ele.

Durante a tomada de proposta da agência reguladora, a entidade apresentou uma tabela mínima de frete regionalizada para a ANTT. “É uma tabela justa, apenas para o caminhoneiro autônomo e não está envolvendo o setor empresarial”, disse. “Estamos fazendo uma lição de casa. Quem quer tabela de frete nacional é a empresa; o autônomo sempre foi o cara sacrificado pelo setor empresarial. O autônomo precisa ter um valor justo para sobreviver. Dentro do que está sendo discutido, precisamos encontrar um consenso.”

Ações na Justiça

A medida provisória e as resoluções da ANTT que determinam o valor dos fretes acabaram contestadas no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro da Corte, Luiz Fux, já analisa três ações de inconstitucionalidade sobre o tema. Ele realizará uma audiência pública no próximo dia 27 para colher informações de especialistas e, somente então, decidir sobre o assunto.

As ações foram abertas pela Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR Brasil), que representa empresas transportadoras, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). As entidades alegam que a tabela fere os princípios constitucionais da livre concorrência e da livre iniciativa, sendo uma interferência indevida do governo na atividade econômica.

Segundo Baldez, da Anut, seus associados vão aguardar a decisão do Supremo, para então avaliar as alternativas para “fugir do frete”, seja aquisição ou aluguel de frota.

Agência Brasil entrou em contato com a ANTT, mas não obteve retorno. Com informações da Agência Brasil.