Sem combustível após greve de caminhoneiros, aviões que iam para Lisboa param em Salvador para abastecer

Duas aeronaves que saíram de outros estados com destino a Lisboa, em Portugal, fizeram escala para abastecer em Salvador, na quarta-feira (23). Isso porque, mesmo com a greve nacional dos caminhoneiros contra a alta do diesel, que nesta quinta-feira (24) entra no 4º dia, o aeroporto da capital baiana ainda tem estoque de combustível.

Um dos aviões saiu de Recife, enquanto o outro saiu de Brasília. Por conta da falta de combustível em seus estados de origem, os aviões tiveram que fazer uma escala para abastecer no terminal de Salvador. A situação pode se repetir e é monitorada hora a hora.

Segundo Júlio Ribas, diretor da concessionária que administra o aeroporto, Vinci Airports, se trata de um procedimento rotineiro a parceria entre aeroportos. “É uma situação normal, chamada voo alternado. Acontece tanto para situação de combustível, quanto para situação de fechamento de pista. É um trabalho colaborativo”, afirma.

Aeroporto de Salvador funciona normalmente nesta quinta-feira (24) (Foto: Adriana Oliveira/ TV Bahia)Aeroporto de Salvador funciona normalmente nesta quinta-feira (24) (Foto: Adriana Oliveira/ TV Bahia)

Aeroporto de Salvador funciona normalmente nesta quinta-feira (24) (Foto: Adriana Oliveira/ TV Bahia)

O consumo das aeronaves internacionais é alto, já que precisam de cerca de 10 vezes mais combustível do que os nacionais. Por conta do abastecimento aos dois aviões, o estoque do terminal de Salvador abaixou, mas a prioridade da concessionária é de abastecer os aviões locais.

“Nenhum dos passageiros que embarcam em Salvador precisa se preocupar com nenhum cancelamento ou atraso de voos por enquanto”, diz o diretor da concessionária.

A Infraero informou que os aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e os de Palmas (Tocantins), Recife (Pernambuco), Maceió (Alagoas) e Aracaju (Sergipe) tinham combustível suficiente para abastecer as aeronaves somente até a quarta-feira (23).

Ilhéus

Por outro lado, no aeroporto de Ilhéus, cidade sul do Bahia, o nível de combustível é considerado baixo, segundo setor responsável pela operação. O estoque deve durar mais dois dias.

A última vez que o terminal foi abastecido foi na segunda-feira (21), 1º dia de paralisação. O terminal precisa de 20 mil litros por dia. A Infraero informou que em breve deve ser divulgado novo boletim sobre a situação no terminal.

Fonte: G1 nordeste

Protesto dos caminhoneiros entra no 4º dia com menos ônibus nas ruas e subida de preços no Ceasa, no Grande Recife

O quarto dia de protesto dos caminhoneiros contra o preço do diesel, nesta quinta-feira (24), começou com menos ônibus nas ruas da Região Metropolitana do Recife, parte dos postos fechados por falta de combustível e aumento de preço nos produtos vendidos no Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa-PE). Há pontos de protesto em rodovias do estado.

A equipe da TV Globo circulou por postos de combustível no Recife e em Olinda. Muitos deles fecharam por falta tanto de álcool, quanto de gasolina. Em alguns, o combustível terminou na manhã desta quinta-feira. Nos que ainda tem combustível, como no bairro de Jardim Atlântico, em Olinda, há registro de longas filas.

Motoristas fazem fila para tentar abastecer em posto de combustível na Avenida Fagundes Varela, em Jardim Atlântico, Olinda, nesta quinta-feira (24) (Foto: Meiry Lanunce/TV Globo)Motoristas fazem fila para tentar abastecer em posto de combustível na Avenida Fagundes Varela, em Jardim Atlântico, Olinda, nesta quinta-feira (24) (Foto: Meiry Lanunce/TV Globo)

Motoristas fazem fila para tentar abastecer em posto de combustível na Avenida Fagundes Varela, em Jardim Atlântico, Olinda, nesta quinta-feira (24) (Foto: Meiry Lanunce/TV Globo)

Transporte público

O desabastecimento também afetou o transporte público. Na quarta, houve a diminuição de 8% nas viagens. Com ainda menos ônibus nas ruas nesta quinta, paradas de ônibus lotadas e poucos veículos circulando nas ruas são cenário comum em toda a Região Metropolitana do Recife. Passageiros reclamam da demora para a chegada dos ônibus e da superlotação dos veículos.

Com frota ainda mais reduzida, passageiros sentem dificuldade de pegar ônibus no Recife

Com frota ainda mais reduzida, passageiros sentem dificuldade de pegar ônibus no Recife

No Terminal Integrado de Joana Bezerra, na área central do Recife, filas enormes se formaram em diversas paradas de ônibus. A chegada e a saída dos veículos é marcada por confusão, superlotação e tumulto. Organizadores trabalham no local para organizar as filas.

No Terminal Integrado Pelópidas Silveira, no município de Paulista, não havia circulação de BRT. Pouco antes das 8h, passageiros enfrentaram fila já na entrada do terminal.

Passageiros enfrentam fila para conseguir entrar no Terminal Pelópidas Silveira, na Região Metropolitana do Recife, na manhã desta quinta-feira (24) (Foto: Reprodução/WhatsApp)Passageiros enfrentam fila para conseguir entrar no Terminal Pelópidas Silveira, na Região Metropolitana do Recife, na manhã desta quinta-feira (24) (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Passageiros enfrentam fila para conseguir entrar no Terminal Pelópidas Silveira, na Região Metropolitana do Recife, na manhã desta quinta-feira (24) (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Segundo o Grande Recife Consórcio de Transporte, a frota de ônibus fica reduzida a 50% ou menos das 8h às 16h desta quinta, o que classificu como “inevitável redução”.

De acordo com a empresa, a medida acontece para que no horário de pico, a partir das 16h, os ônibus consigam circular e levar os trabalhadores de volta para casa. No Terminal Integrado de Joana Bezerra, mesmo fora do horário de pico, a frota teve redução de 30%.

Ainda de acordo com o consórcio, ontem a noite algumas empresas tinham menos de 10% da capacidade de reabastecimento da frota e amanheceram em uma situação complicada.

Se a situação não mudar até o fim da tarde, pelo menos quatro empresas devem paralisar completamente o funcionamento por falta de combustível. Nesta manhã, o grupo realiza uma reunião sobre o assunto.

Ainda segundo o órgão, normalmente, um ônibus de linha utiliza 150 litros de gasolina para circular o dia inteiro. Na quarta, a quantidade foi reduzida para 80 litros. Para esta quinta, ainda é incerto a quantidade de litros que cada veículo terá disponível.

Diariamente, os 2,5 mil veículos realizam 25 mil viagens.

Protestos de caminhoneiros contra alta do diesel bloqueiam diversos pontos de Pernambuco

Protestos de caminhoneiros contra alta do diesel bloqueiam diversos pontos de Pernambuco

Segundo o Sindicato dos Rodoviários, o dia teve início com apenas 30% da frota nas ruas, porcentagem similar aos dias de greve de ônibus. Ainda segundo com a categoria, ao longo da quarta-feira (23), muitos veículos pararam no meio da rota, após ficarem sem combustível.

Por causa da redução da operação do transporte público na região, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Universidade de Pernambuco suspenderam as aulas e o expediente administrativo até o meio-dia da quinta. As unidades de ensino devem se pronunciar sobre o expediente da tarde no fim da manhã.

Caminhões ocupam uma pista em cada sentido da BR-101, em Jaboatão dos Guararapes, no quarto dia de protesto contra preço do diesel, nesta quinta-feira (24) (Foto: PRF/Divulgação)Caminhões ocupam uma pista em cada sentido da BR-101, em Jaboatão dos Guararapes, no quarto dia de protesto contra preço do diesel, nesta quinta-feira (24) (Foto: PRF/Divulgação)

Caminhões ocupam uma pista em cada sentido da BR-101, em Jaboatão dos Guararapes, no quarto dia de protesto contra preço do diesel, nesta quinta-feira (24) (Foto: PRF/Divulgação)

Alimentos

O desabastecimento de combustível também afeta a chegada de alimentos no Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa), no bairro do Curado, na Zona Oeste do Recife.

De acordo com o presidente do Ceasa, até as 7h30, nenhum dos 40 caminhões de laranja pera, previstos para esta quinta, tinham chegado ao centro. De laranja mimo, apenas dois caminhões abasteceram o centro. O movimento no local também é menor que o usual.

Segundo o presidente do centro, até o momento, não há alimentos em falta no local, mas a pouca quantidade de alguns tipos de alimentos fez o preço subir. Cebola, melancia e melão são alguns dos alimentos que possuem poucas unidades no centro. “Alguns alimentos estão em baixa quantidade, por exemplo, a cebola. Se não retomarmos a distribuição, certamente faltará.

Seguindo o raciocínio de oferta e procura, o preço de muitos alimentos perecíveis, como frutas e verduras, subiu muito nesta quinta. De acordo com o Ceasa, alguns deles tiveram aumento de até 300%, como é o caso do quilo da batata inglesa, que subiu de R$ 2 para R$ 8.

O quilo de tomate também teve reajuste, de R$ 2,50 para R$ 4. A caixa de maracujá teve acréscimo de R$ 0,50, e está sendo vendida a R$ 4. Além disso, o quilo da cenoura subiu de R$ 3 para R$ 4,50.

A Associação Pernambucana de Supermercados (Apes) informou que o setor de hortifrúti está sentindo os reflexos no abastecimento de alimentos perecíveis. Segundo o órgão, os supermercados estão abastecidos para até o final desta semana e só deve perceber algum reflexo a partir da próxima semana.

Bloqueios

Segundo a Polícia Rodoviária Federla (PRF), ainda existem vários pontos de bloqueio em todo o estado. Na Região Metropolitana do Recife, os caminhoneiros interditam parcialmente a BR-101, no quilômetro 50, em Abreu e Lima, nas imediações do Açaí e no quilômetro 83, em Jaboatão dos Guararapes, nas proximidades da fábrica da Vitarella.

Nos dois pontos, a via não está totalmente interditada. Uma faixa da rodovia está liberada para a passagem de veículos.

Há ainda, um bloqueio no quilômetro 83 da BR-408, no município de Paudalho. A via está interditada nos dois sentidos, com pneus em chamas.

Serviços públicos

A Polícia Militar informou que, mesmo com a crise na distribuição de combustível, não houve redução no policiamento ostensivo motorizado. Em nota, a corporação disse que, caso haja uma demora na resolução do problema, “já foi traçado um plano logístico alternativo para o abastecimento das viaturas, de maneira a assegurar a presença nas ruas de nossos policiais”.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que o serviço está funcionando normalmente no Recife. Por meio de nota, o órgão afirmou que todas as viaturas do Samu, inclusive as reservas, estão abastecidas. Também foi montado um plano de emergência para não restringir a frota.

Fonte: G1 nordeste

Falso psicanalista é preso na Zona da Mata Norte de Pernambuco

Um homem de 39 anos que trabalhava como falso psicanalista no município de Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, foi preso na terça (22). Segundo a Polícia Civil, que divulgou o caso nesta quarta (23), João Antônio Santana da Silva cobrava R$ 150 por cada consulta e chegou a atuar por algumas semanas na cidade antes de ser descoberto.

Ainda de acordo com a polícia, ele já havia sido autuado em 2014 pela mesma prática criminosa. João Antônio não tem formação superior, mas expunha títulos acadêmicos falsificados na parede do consultório instalado na casa onde morava. Ele fazia a divulgação dos serviços em uma rede social.

Ele foi autuado pelos crimes de falsidade ideológica, exercício ilegal da profissão e falsidade de documento público. Em 2014, foi autuado pelas mesmas práticas criminosas após ter forjado ser médico e atendido pacientes em um hospital da cidade.

O homem foi preso por policiais da Delegacia de Nazaré da Mata e posteriormente encaminhado a audiência de custódia, onde foi decretada sua prisão preventiva. Ele foi levado para a Cadeia ública de Nazaré da Mata.

Fonte: G1 nordeste

Bancos vão antecipar dinheiro para Odebrecht pagar R$ 500 mi amanhã

Bradesco e Itaú vão antecipar parte do empréstimo de R$ 2,6 bilhões para a Odebrecht pagar na próxima sexta-feira (25), os títulos de R$ 500 milhões que venceram no fim de abril. O restante virá depois com a emissão das debêntures – papéis que serão lançados e comprados pelos bancos. O acordo acertado na noite de segunda-feira (21), conforme antecipou o jornal O Estado de S. Paulo, prevê a concessão de um crédito dividido em duas parcelas: uma de R$ 1,7 bilhão e outra de R$ 900 milhões.

Além dos títulos vencidos em abril, a construtora Odebrecht tem cerca de R$ 600 milhões em juros para pagar nos meses de setembro, outubro e novembro. Esse montante, somado aos títulos e juros já vencidos, deve consumir quase metade do empréstimo a ser liberado. No total, a construtora tem US$ 4,55 bilhões (R$ 16 bilhões, pela cotação da última quinta-feira, 23) emitidos no exterior e que vencem entre 2020 e 2042.

Depois de quatro meses de intensas negociações, os últimos detalhes do novo empréstimo foram concluídos na terça-feira, 22, e a assinatura do contrato na quarta, 23. O acordo dá um alívio para o caixa da empresa, que vive uma grave crise financeira depois que virou a principal personagem da Operação Lava Jato. O envolvimento no esquema de corrupção aliado à crise fiscal do País, que derrubou o volume de investimentos, fez a carteira de obras da construtora cair para menos da metade – de US$ 33 bilhões para US$ 14 bilhões.

Futuro

Com a dívida equacionada, a empresa parte agora para tratar de outras questões que ficaram paradas durante as negociações do acordo. Uma delas se refere ao futuro da Braskem, hoje o principal ativo da Odebrecht em parceria com a Petrobrás. A estatal já decidiu que quer deixar a sociedade e, para isso, precisa renegociar o acordo de acionistas da empresa. Na Odebrecht, fontes afirmam que há intenção de continuar no setor petroquímico, mesmo que de forma minoritária.

A lista de pendências que deverá ser retomada inclui ainda a venda de alguns ativos do programa de desinvestimento do grupo. Há expectativa de se retomar as negociações para se desfazer da Hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira. A participação do grupo chegou a ser negociada com a chinesa Spic, mas as conversas estão paradas.

A Odebrecht também deverá reforçar a busca de novos sócios para alguns negócios do grupo. A Atvos, antiga Odebrecht Agroindustrial, por exemplo, busca desde o fim do ano passado um novo investidor para acelerar seu processo de investimentos. Outra opção da empresa, que precisa de capital de giro para ampliar a operação, seria a abertura de capital. Tudo isso, no entanto, dependia do fechamento do acordo para pagar a dívida vencida em abril.

Dentro da empresa, o fechamento do acordo é visto como o início de uma safra de boas notícias, que seria seguida pela assinatura do acordo de leniência do grupo com a Advocacia-Geral da União (AGU), Controladoria-Geral da União (CGU) e Tribunal de Contas da União (TCU). Superada essa fase, a próxima meta é sair da lista negra da Petrobrás. Fontes apontam, no entanto, que para superar a crise a construtora precisa renovar a carteira de obras. Hoje a construtora é responsável por 23% das receitas do grupo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: notícias ao minuto

Câmara erra cálculo e terá de negociar redução de PIS/Cofins com Senado

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (23) em votação simbólica uma versão desidratada da reoneração da folha de pagamento e zerou o PIS/Cofins sobre o diesel até o final do ano. O projeto ainda tem de ser analisado pelo Senado.

Pelo texto do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), serão reonerados a partir deste ano 28 dos 56 setores hoje desonerados. Somente a partir de 2021 haverá a oneração da outra metade.

Inicialmente, a Fazenda pretendia manter o benefício para apenas três setores.

O impasse entre governo e parlamentares travava a votação do texto há meses na Câmara. O relator já havia aceitado subir o número de setores beneficiados para 20 a fim de conseguir um acordo no plenário.

 

O novo acordo, costurado às pressas, veio como resposta à crise gerada pela greve dos caminhoneiros, que chega ao quarto dia, causando desabastecimento nas cidades e aeroportos do país.

O governo anunciou na terça-feira (22) que zeraria a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) caso o Congresso aprovasse o projeto.

Em um cabo de guerra com o Executivo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) anunciou que incluiria no projeto a liquidação do PIS/Cofins sobre o diesel até o final do ano.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Orlando Silva consultaram o economista Adriano Pires, que calculou em R$ 3,5 bilhões o impacto os cofres públicos com a isenção de PIS/Cofins até 31 de dezembro de 2018.

A conta do governo é diferente: o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB-MS), foi à Câmara no início da noite desta quarta (23) para tentar retirar o artigo sobre o PIS/Cofins do texto. Após consultar o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, Marun afirmou que o impacto é de R$ 12 bilhões.

Apesar disso, mesmo partidos da base do governo defenderam a aprovação do texto, que teve todas as emendas rejeitadas e não foi votado nominalmente como é costume em projetos polêmicos.

Mesmo depois de aprovado o texto, Marun ainda discutia com o relator do projeto sobre o tamanho do impacto.

“Se eu estiver errado, parabéns. Se eu estiver certo, vamos ter que buscar uma correção, vamos ter que ir ao Senado, avaliar o que fazer”, disse Marun, antes de se dirigir a Orlando Silva.

“Acho que vocês cometeram um grande erro, um erro de cálculo que impacta neste momento. Se eu estiver errado, vou admitir, mas vou me sentir constrangido por ter causado este constrangimento.”

Depois da reunião com o ministro, Maia voltou a criticar o governo. “Ele é ministro do governo e tem que tomar cuidado porque aqui está todo mundo trabalhando de forma séria, querendo acertar, querendo ajudar. Aliás, muito mais do que o governo quis se ajudar, ajudar o Brasil nestes últimos meses”, afirmou. As informações são da Folhapress.

No entanto, de acordo o repórter Nilson Klava, da GloboNews, Rodrigo Maia recebeu a confirmação, ainda ontem (23), sobre o erro do cálculo. Agora, os deputados terão que negociar com o Senado um corte na redução do PIS/Cofins sobre o diesel, que seria zerado pelo projeto aprovado pela Câmara. Na prática, significa que a diminuição do preço do diesel não será tão alto quanto se imaginava.

“O importante é que a Câmara mostrou o caminho. Agora os ajustes do tamanho da redução podem ser feitos pelo Senado e confirmados depois pela Câmara”, afirmou o líder do DEM na Câmara, deputado Rodrigo Garcia, conforme o portal G1.

A política de desoneração teve início em 2011. Os setores autorizados podem deixar de pagar a contribuição à Previdência de 20% sobre a folha de pagamentos e recolher de 1% a 4,5% do faturamento.

Com a derrota, Marun disse que o governo terá que reavaliar se irá mesmo editar decreto com a isenção da Cide, como havia sido anunciado no dia anterior.

Fonte: notícias ao minuto