Vereadores do CE se unem para eleger deputado federal

Vereadores do interior do Estado iniciaram uma articulação com o objetivo de eleger um representante na Câmara dos Deputados para eleição do ano que vem. Segundo o vereador Silvio Pinto (PDT), de Salitre, as conversas estão “bem adiantadas”, inclusive com a participação de lideranças partidárias da região.

Ao jornal O Estado, o parlamentar informou que, no dia 1 de dezembro, um novo encontro será realizado em Assaré com a presença de representante de, pelo menos, quinze municípios. “Estamos nos articulando. Somos nós quem buscamos os votos para prefeitos e deputados, mas, infelizmente, nossa defesa não é feita”, argumentou ele. O grupo, segundo Silvio Pinto, já é composto por 250 parlamentares.

O parlamentar explicou que a ideia surgiu após conversa com outros vereadores, por ocasião do encontro nacional em Brasília, e lá “descobrimos que só serviam pra ser vaqueiros dos deputados”. “Além deste encontro, já estivemos reunidos em outros municípios e foram discutidos algumas teses dentro deste projeto, até porque esse vereador a ser escolhido terá dois compromissos. Primeiro, dos eleitores que irão votar nele e depois será com a classe política dos vereadores”, frisou ele.

 

Sem citar nomes, Silvio Pinto acrescentou que o movimento vem se fortalecendo nas regiões do Cariri, com 28 municípios, e dos Inhamuns, com sete cidades. As conversas já estão fluindo com presidentes e representantes de partidos políticos no Estado”, frisou. Silvio Pinto disse que logo, se aquele aliado se eleger, poderá manter um canal político estreito com as regiões e poderá, por exemplo, intermediar repasses de recursos federais. Isto porque, segundo ele, hoje, um deputado federal dispõe de R$ 20 milhões em emendas, o que, segundo ele, poderá beneficiar todos os municípios envolvidos.

 

“Nós estamos nos unindo para fortalecer essa tese. A ideia, inicialmente, pela falta de postura dos nossos deputados federais, que representam esses municípios. Então, com isso, queremos dar uma cara nova, que venha as comunidades para debater e discutir os principais problemas das pessoas, e não fiquem ausentes. Tenho certeza que esse propósito irá dar uma nova guinada na política do Ceará”, frisou ele. Portanto, para ele, “é um jeito de o deputado continuar próximo da base eleitoral que o elegeu, de estreitar relações com seus aliados e, com isso, se manter em destaque”.

 

Independência
Ele acredita na “independência” do grupo, embora tenha sido eleito por algum grupo político da região, para eleger seu representante no Congresso. “Há vereadores, que mesmo coligados a grupos políticos, terá sua independência como é o meu caso. Fui eleito por uma coligação com o atual prefeito, mas esse grupo se unifica e seguiria adiante com essa meta, para eleger este nosso representante”, ponderou ele.

 

A equipe do Jornal O Estado entrou em contato com a União dos Vereadores do Ceará (UVC) para comentar o assunto, mas as ligações não foram atendidas. (colaboração Amaury Alencar).

Calcanhar de maracujá: o que é essa doença

A descrição a seguir não é lá muito agradável, mas, acredite, choca bem menos do que as fotos da miíase, o nome científico do calcanhar de maracujá. Trata-se de uma infestação por larvas, geralmente da mosca varejeira – que, aliás, pode acontecer em qualquer lugar do corpo.

Quando essa invasão atinge a parte de trás do pé, ganha o tal apelido de calcanhar de maracujá, porque os bichos, vistos de longe, assemelham-se à polpa com sementes dessa fruta – só que de um jeito bem aflitivo. Mas o quadro é conhecido também como berne ou bicheira.

“Para isso ocorrer no calcanhar, é preciso que o local esteja ferido antes, seja por úlcera, corte ou lesão provocada por acidente”, explica Cipriano Ferreira, médico da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A mosca coloca os ovos no machucado ou eles são transportados por outro inseto. Em sete dias, os filhos viram larvas.

Se não combatidos, esses miniagressores atingem até cartilagens e músculos dos pés. Para impedir que o quadro chegue a esse estágio, os médicos retiram as larvas com uma pinça, além de dar antibióticos para combater a infecção secundária que quase sempre acompanha a enfermidade.

No caso dos diabéticos com complicações nos pés, por exemplo, a úlcera tem um “cheiro próprio” que atrai as moscas. O calor é outro financiador do calcanhar de maracujá. “No Brasil, que é um país tropical, a miíase é comum em regiões quentes e rurais”, destaca Ferreira.

Em outros locais do corpo

“A miíase, quando atinge o calcanhar, é secundária, porque surgiu a partir do ferimento. Mas ela também pode ser primária, quando a mosca os deposita em cima da pele”, diferencia Ferreira.

As partes do corpo que ficam descobertas, como braços, pernas e rosto, estão mais suscetíveis a esse tipo de bicheira, que não precisa de muito espaço para se instalar. “Eu já vi, por exemplo, um caso que começou no furinho do brinco da orelha de uma criança”, conta Cipriano.

Seja no calcanhar, seja em outra parte, o melhor jeito de combater essa infestação é se prevenir.

Fonte: Editora Abril

Acervo de Elke Maravilha é posto à venda para ajudar família

Parte do acervo de Elke Maravilha, morta em agosto de 2016, já pode ser comprado pelo público na página ‘Bazar Elke Maravilha’. A ideia partiu do irmão da artista Frederico Grunnup e pelo ex-produtor Maurílio Domiciano.

Domiciano explicou à Folha de S. Paulo que o projeto é antigo, mas ganhou força com a necessidade da devolução do apartamento alugado de Elke, no bairro carioca do Leme, onde as extravagantes peças estão reunidas.

“O bazar é uma base para pensar um projeto inicialmente com duas exposições, uma no Rio e outra em São Paulo, além de uma terceira mais compacta e itinerante, indo para vários cantos, como Elke sempre fez”, conta o produtor, que estima pelo menos dois anos para tirar a ideia do papel.

Entre os itens estão peças mais simples, como camisetas, perucas, botas e bolsas que vão de R$ 90 a R$ 4 mil, além de aneis e perucas. Os preços dos aneis, por exemplo, variam de R$ 800,00 a R$ 8 mil. As perucas vão de R$ 200,00 a R$ 1,2 mil. Já os adereços de cabeça estão na faixa de R$ 1 mil.

Mais velha de seis irmãos, Elke vivia num apartamento alugado no bairro do Leme, na Zona Sul do Rio. Depois de sua morte, Maurílio e Frederico fizeram uma reforma e o dinheiro do bazar ajuda a arcar com os custos. “Não havia dinheiro para arcar com essa despesa, pois tivemos que devolver alguns cachês de presença vip que não puderam ser cumpridos. O valor da venda de alguns itens nos ajudou bastante”, revelou o produtor ao Extra. “Mas cada peça que sai, leva um pedacinho da Elke. Não pensem que é fácil fazer isso”, desabafou Maurílio.

Fonte: Notícias ao Minuto

Skype com problemas? Saiba o que fazer para resolver

O aplicativo de mensagens e videochamadas da Microsoft não está isento de problemas

Se você usa o Skype para se manter em contato com amigos ou colegas é provável que já tenha encontrado alguns problemas com o aplicativo da Microsoft. O problema pode ter as mais variadas origens, pelo que deve verificar se está tudo nos conformes.

Problemas de microfone ou até com as caixas de som do seu computador podem ser o suficiente para não conseguir que o Skype funcione bem. Abaixo pode encontrar todas as soluções que pode empregar.

– Escolha uma palavra-passe diferente se não se lembrar da que tinha escolhido

– Veja em sites como o Down Detector se o problema que tem não é generalizado

– Certifique-se que a sua rede está funcionando normalmente

– Verifique as definições de áudio e vídeo do Skype e se as devidas permissões estão ativadas

– Faça uma chamada de teste

– Atualize os ‘drives’ do seu computador

– Confira se o microfone está funcional

– Tente reinstalar o Skype

Fonte: Notícias ao Minuto

Parceria positiva em Aurora

Por Madson Vagner 

Uma parceria entre a Prefeitura de Aurora e a associação beneficente “Movimento Nacional para Salvar Vidas”, tem repercutido positivamente entre a população. Representantes da associação formalizaram a doação de material de escritório, hospitalar, medicamentos, cadeiras de rodas, entre outros equipamentos ao Hospital Inez Andreazza.

Em solenidade realizada no hospital do município, o prefeito Júnior Macedo (PR) agradeceu a doação e colocou a gestão a disposição da entidade, que deve acompanhar as ações da unidade de saúde. A articulação para a parceria foi do próprio prefeito que, também, é médico.

O gestor se mostrou preocupado com a situação da saúde que sofre com a diminuição dos recursos. Para a população, politicamente, o prefeito acordou!