Articulação de Eunício garante R$ 1 bilhão para audiovisual por meio do Banco do Nordeste

Cineastas, roteiristas, produtores e atores, toda a cadeia do audiovisual, conta agora com mais uma fonte de financiamento para a produção de suas obras. O Banco do Nordeste foi credenciado para atuar como agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), pelo Comitê Gestor da instituição, após ampla articulação do presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira. Ao todo serão investidos R$ 200 milhões por ano durante cinco anos, totalizando R$ 1 bilhão.

A decisão, assinada pela diretora-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine) em exercício, Débora Ivanov, foi publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira (3).

Também foi assinado o protocolo de intenções entre Ancine, Banco do Nordeste e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com o intuito de estruturar parcerias no fomento de projetos de desenvolvimento do setor audiovisual brasileiro.

Reconhecendo o BNB como um banco de desenvolvimento da região Nordeste, detentor de visão estratégica e capacidade de promover o bem-estar das famílias e a competitividade das empresas, Eunício defendeu que a instituição se colocasse à disposição da Ancine para atuar como agente financeiro do audiovisual, fomentando recursos para fortalecer a cultura nordestina.

O Fundo Setorial do Audiovisual é uma categoria de programação específica do Fundo Nacional de Cultura – FNC, utilizado no financiamento de programas e projetos voltados para o desenvolvimento das atividades audiovisuais.

Em busca do comprimido de insulina

Quando a insulina injetável foi desenvolvida por pesquisadores canadenses no início do século passado, muita gente achou que haviam encontrado a cura do diabetes. Embora a inovação não tenha erradicado o problema da face da Terra, não há como negar que representou um grande avanço. O tratamento com insulina fez aumentar (e muito) a qualidade e a expectativa de vida dessa população, que antes vivia refém de uma doença letal.

Décadas depois, apesar do surgimento de novos tipos de insulina, de agulhas de aplicação cada vez menores e menos dolorosas e das bombas de insulina, não é pequeno o número de diabéticos que gostariam de usá-la na forma de comprimidos. É um anseio antigo, com mais de 90 anos.

O grande desafio é que a insulina é uma proteína e, como tal, tende a ser digerida durante sua passagem pelo estômago e pelo intestino. Mas a ciência está de olho em uma possibilidade real.

Pesquisadores do Instituto Profil, na Alemanha, e do laboratório Novo Nordisk desenvolveram uma molécula de insulina oral que já está em fase de estudos com seres humanos.

Para impedir que ela seja destruída pelas enzimas do sistema digestivo e consiga ser absorvida convenientemente pela corrente sanguínea, os cientistas utilizaram uma espécie de envelope conhecido pela sigla GIPET (do inglês “Gastro-intestinal Permeation Enhancement Technology”).

A insulina oral é absorvida, então, no intestino, passa pelo fígado e ganha a corrente sanguínea para promover a redução da glicose no sangue. Vale lembrar que a insulina produzida pelo pâncreas de pessoas que não têm diabetes segue a mesma rota passando pelo fígado. Muitos estudiosos defendem que essa via é a mais adequada para a administração de uma insulina “artificial”.

Quando injetamos insulina na pele (como se faz usualmente), não ocorre tal passagem pelo fígado, o que ajuda a explicar o maior ganho de peso e o maior risco de hipoglicemia que vemos por aí.

A nova insulina oral tem ação média de 70 horas, sendo considerada uma insulina basal que deve ser tomada uma vez ao dia.

No último Congresso Europeu de Diabetes, ocorrido em Lisboa, Portugal, foram apresentados os primeiros estudos de segurança e eficácia com a medicação. As análises envolveram 50 voluntários com diabetes tipo 2 que usavam apenas medicamentos orais e ainda assim estavam descontrolados. Os pacientes tinham em média 60 anos de idade e diagnóstico de diabetes há mais de dez anos.

Metade das pessoas usou uma insulina injetável de longa duração bem conhecida e confiável – a insulina Glargina – e a outra metade usou a nova insulina oral. Num seguimento de oito semanas, os pacientes que usaram a versão oral da insulina conseguiram apresentar as mesmas reduções nos níveis de glicose sem maiores efeitos adversos. Inclusive, o número de episódios de hipoglicemia foi menor no grupo da insulina oral.

Podemos dizer que foi dado o primeiro passo para uma nova terapia promissora contra o diabetes. Essa pesquisa abre uma enorme avenida para o desenvolvimento de estudos mais completos para avaliar eficácia e segurança a longo prazo. Sem contar que há a perspectiva de testar a inovação em pessoas com diabetes tipo 1.

Mas isso são cenas dos próximos capítulos. Isso ainda faz parte do futuro do diabetes.

Fonte: Editora Abril

‘Cheirava cola para inibir a fome, comia restos dos bispos’, diz Latino

Convidado de Danilo Gentili no ‘The Noite’ desta segunda-feira (06), Latino abriu seu coração sobre a sua carreira, o passado pobre, que envolve Edir Macedo, líder da Igreja Universal e, ainda, o macaco Twelves, sucesso nas redes sociais.

“Eu não vejo ele como bicho, vejo como ser humano. Ele sente quando estou triste ou feliz”, conta. E continua, ao falar sobre o sucesso do bichinho: “O Twelves gosta muito de frutas, amêndoas, papinha de neném. Ele é bem marcante, principalmente nas redes sociais. Já tem 100 mil seguidores. As mulheres ‘pagam um pau’ ferrado pra ele. Se eu chegar de Lamborghini e com ele, ele toma a frente”, declara.

O cantor entrega, ainda, que já recebeu convites para ingressar na política, mas não se empolgou: “Já cansaram de me chamar, eu não curto. Prefiro fazer minha política no palco”.

O passado pobre do cantor também veio à tona e Latino falou sobre a gratidão que sente pelo bispo Edir Macedo, da Igreja Universal. “Naquele momento eu cheirava muita cola para inibir a fome”, diz. “Tenho muita gratidão por eles. Se eu não tivesse seguido os conselhos deles talvez não tivesse seguido o caminho que segui. Engraxava sapato deles ali, comia os restos de comida deles. Cruzei por um ano ou dois com eles ali e fui muito bem tratado”, entrega.

Fonte Noticias ao Minuto

Aprenda a colocar senha no WhatsApp de celulares Android

Embora o WhatsApp venha demonstrando ao longo dos anos uma crescente preocupação com a privacidade, principalmente a partir da codificação de mensagens, o aplicativo ainda não implementou uma funcionalidade pedida por muitos: a proteção por meio de senha.

Usuários de celulares Android, no entanto, têm alternativas para suprir a “ausência” por meio do download de aplicativos gratuitos disponíveis na Google Play Store.

Um deles é o AppLock, por meio do qual é possível escolher uma senha numérica ou em formato de desenho para acessar o WhatsApp ou qualquer outro aplicativo. O Bloquear Whats Mensageiro é mais uma opção que, do mesmo modo, possibilita a criação de uma senha de acesso ao trocador de mensagens.

Fonte: Noticias ao Minuto

Olinda tem mutirão para atender pessoas com deficiência visual

Secretaria de Saúde de Olinda realiza, a partir desta segunda-feira (6), um mutirão para atender pessoas com deficiência visual. Gratuita, a ação abrange pacientes com visão subnormal ou cegueira. O mutirão de atendimento ocorre até a quinta-feira (9).
A iniciativa acontece na Vila Olímpica de Rio Doce. Das 8h às 17h, os profissionais de saúde atendem pacientes a partir dos 10 anos. Os três primeiros dias do mutirão serão de triagem. Na quinta, será feita uma nova consulta no paciente.
Os casos que precisarem de acompanhamento específico serão encaminhados para a Fundação Altino Ventura. De acordo com a pasta, o mutirão busca atender pessoas com baixa visão, que geralmente são pacientes albinos, pessoas com necessidade de recursos ópticos como lupas, incômodo insistente à claridade, histórico de lacrimejamento constante e pacientes com dupla visão.
O Projeto Sight First Olinda/Lions-FAV é uma parceria entre a Prefeitura de Olinda, a Fundação Altino Ventura e o Lions Clube Internacional.

Fonte: G1

Jovem com diabetes é impedida de fazer Enem usando bomba eletrônica de insulina na Bahia

Uma candidata do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 15 anos, que prefere não se identificar, diz ter sido impedida de fazer a prova no domingo (5), na Bahia, porque precisava fazer uso de uma bomba eletrônica de insulina para tratamento de diabetes.
O caso ocorreu no Colégio Perfil, no bairro de Vilas do Atlântico, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. Em nota, a assessoria de comunicação da escola afirmou que lamenta o ocorrido com a jovem, mas sustenta que apenas cede o espaço para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realizar as provas do Enem.
“Todos os funcionários e colaboradores presentes, assim como a aplicação das provas e regras estabelecidas, são de responsabilidade do Inep”, diz a nota do colégio. O G1 procurou o Inep no domingo e nesta segunda-feira (6), e o órgão ficou de se pronunciar sobre o episódio.
A mãe da garota, que estuda no 1º ano do Ensino Médio, explica que a filha fez o exame apenas como um treino, já que ainda não concluiu a escola e não pode tentar vaga em uma universidade. “Ela se inscreveu para treino, para conhecer a prova, saber o tempo, redação, e se inscreveu junto com a irmã de 18 anos”, diz.
A adolescente relata que, inicialmente, teria sido informada por uma coordenadora do local de que ela poderia fazer a prova com a bomba eletrônica. “Assim que eu cheguei na escola, eu fui falar com a coordenadora que eu estava com a bombinha e ela perguntou se eu podia tirar, e eu disse que não. Depois que ela perguntou a uma pessoa, e disseram que eu poderia fazer”, conta.
Ela relata ainda que foi levada para uma sala onde ficou sozinha com uma fiscal, mas a coordenadora voltou atrás e disse que ela não poderia fazer a prova fazendo uso do equipamento.

Fonte: G1

Aéreas ensaiam retorno da ‘classe média’: entre econômica e executiva

Nos últimos dez anos, grande parte das companhias aéreas dos Estados Unidos e da Europa aboliu a primeira classe em voos longos, que foi ‘substituída’ pela executiva. Agora, as mesmas empresas ensaiam o retorno de uma classe média, entre a categoria de conforto ‘plus’ – uma espécie de ‘econômica’ cinco estrelas – e a econômica.

De acordo com a coluna ‘Mercado’, da Folha de S. Paulo, as pioneiras com este tipo de abordagem foram Delta Air Lines, Air France, Virgin, Qantas e New Zealand.

As companhias oferecem um mais conforto e uma distância maior entre as poltronas – com assentos que permitem dormir na diagonal, oferecem inclinação de cerca de 20 cm e apoio de pés. Clientes podem adquirir a cadeira como um ‘upgrade’.

“Muitas empresas não pagam mais executiva ou primeira para seus funcionários, e a Premium Select é uma forma de atrair o mercado corporativo a pagar um pouco a mais”, afirmou o presidente da Delta Air Lines, Steven Sear.

Fonte: Notícias ao Minuto