Médico de Nova Olinda participará de quadro semanal para tirar dúvidas de pacientes

O médico da Cidade de Nova Olinda Ìtalo Brito anunciou por meio das Redes Sociais que participará de um novo quadro dentro do programa Forró Feira que é apresentado por Carlos Erivelto. Dr Ítalo ainda anunciou que o quadro será semanal ocorrendo todos os sábados.

Segundo o profissional, o quadro se destinará a respostas de dúvidas da população sobre Saúde, incluindo males como Hipertensão e Diabetes, entre outros que ficará na liberdade do ouvinte.
Visando um contato maior entre médico e paciente será criado grupo no WhatsApp e disponibilizado um e-mail para que os ouvintes mandem suas dúvidas

Taxistas fazem protesto contra Uber na área do Aeroporto do Recife, na Zona Sul

Taxistas realizam um protesto, na manhã desta quinta-feira (26), na área do Aeroporto Internacional do Recife/Gliberto Freyre, na Imbieibeira, na Zona Sul. Eles criticam a relação entre motoritas que usam o aplicativo Uber e a administração do terminal. Segundo a categoria, uma faixa foi pintada no piso da sala de desembarque, orientando os passageiros a usar o serviço acionado pelo celular.
A Companhia de Trãnsito e Transportes Urbanos do recife (CTTU) informou que veículos fecharam o acesso ao aeroporto. O presidente do Sindicato dos Taxistas, Everaldo Menezes confirmou que houve um problema entre os motoristas credenciados e condutotres de Uber que circulam na área do terminal aeroportuário.
Ele declarou que está se reunindo com representantes da administração do aeroporto. “Preciso saber o que realmente aconteceu para tomar as providências”, afirmou.

Fonte: G1

Após denúncia de demora em atendimento, família de bebê morto em hospital faz protesto; criança é enterrada

Familiares do bebê de apenas 25 dias que morreu durante atendimento no Hospital Municipal Antônio da Costa Pinto Dantas, no município de Ituberá, no baixo sul da Bahia, realizaram uma manifestação na manhã desta quinta-feira (26).
Com cartazes e faixas, o grupo caminhou pelas ruas da cidade e reforçou a denúncia de que o falecimento do bebê teria sido provocado por demora no atendimento e por falta de medicamentos na unidade de saúde. Durante o ato, o grupo chegou a fechar a via que dá acesso à cidade por cerca de duas horas.
O protesto foi realizado após o enterro da criança. O bebê foi velado durante a madrugada desta quinta-feira na casa da avó materna, e foi sepultado no Cemitério Municipal de Ituberá às 10h. Dezenas de pessoas, entre parentes e amigos da família, compareceram à cerimônia e participaram da manifestação.
“Essa foi uma forma da gente brigar por justiça, porque o que aconteceu não dá para continuar. Saí para buscar justiça, para que a morte de meu neto não fiquei impune. Para que a morte de outras pessoas não voltem a ocorrer. A gente tem que dar um basta nisso enquanto pode”, contou a avó materna do bebê, Rita de Cássia Reis.

Denúncia
O bebê Lucas Gabriel Oliveira da Conceição morreu na manhã da terça-feira (23), após dar entrada no hospital da cidade. A avó materna da criança contou que o menino, que tinha menos de um mês de vida, deu entrada na unidade médica por volta das 9h. O bebê foi levado para o hospital após apresentar um choro constante, sem nenhuma explicação aparente.
“Os pais entraram na sala de emergência e a médica [plantonista] que atendia saiu por outra para ver a uma mulher que estava na sala de parto. O bebê ficou sendo visto por enfermeiros, que não tinham noção do que fazer. A criança chorava muito e estava ficando roxa. Os pais se apavoraram e uma enfermeira saiu correndo atrás da médica. Meu neto já estava lá há 30 minutos”, relata o drama.
Rita diz que a médica foi atender a criança e pediu três tipos de medicamentos, que têm descrições para o tratamento de cólicas. A unidade não tinha os remédios. “A médica perguntou se o pai teria condições de comprar. Ele disse que sim e saiu correndo para o centro da cidade. Ele foi e voltou em questão de 15 minutos, mas quando voltou a médica disse que não tinha mais o que fazer”. Um vídeo gravado no hospital mostra o desespero dos pais do bebê após a morte dele.

Fonte: G1

Os desafios do câncer de ovário

As estatísticas, infelizmente, assustam: três em cada quatro casos de câncer de ovário são flagrados em fase avançada no país. Entre as razões desse desfecho, que reduz as chances de sucesso do tratamento, estão a falta de sintomas claros da doença e a inexistência de um checkup específico para rastreá-la. Falamos de um tumor que deve atingir, segundo previsão do Instituto Nacional de Câncer (Inca), mais de 6 mil brasileiras em 2017.

Ainda que haja muito trabalho pela frente nessa luta, a ciência tem colhido evidências de que algumas atitudes ajudam a diminuir a probabilidade de encarar o problema, assim como vem sinalizando avanços no diagnóstico e no tratamento da condição. Foi sobre essas questões e outros desafios que falou à SAÚDE o médico Eric Pujade-Lauraine, chefe do Departamento de Oncologia Médica do Hospital Hôtel-Dieu, na França, e uma das principais referências mundiais em câncer de ovário. Ele esteve recentemente em São Paulo para participar do Congresso Internacional de Ginecologia Oncológica a convite da farmacêutica AstraZeneca.

SAÚDE: Por que o diagnóstico do câncer de ovário ocorre de forma tardia na maioria dos casos?

Eric Pujade-Lauraine: O diagnóstico se atrasa porque ainda não há um rastreamento efetivo para a doença e os sintomas são banais (constipação, algumas alterações ao urinar, inchaço…). Como os ovários estão lá dentro do abdômen, também fica mais difícil sondar algo anormal. Assim, a doença pode facilmente se espalhar dentro dessa grande cavidade abdominal sem dar sintomas. Por isso estamos nos esforçando para encontrar um teste sensível e específico para rastrear o câncer de ovário.

SAÚDE: Até que ponto a herança familiar está por trás do problema?

Eric Pujade-Lauraine: Cerca de 15% das pacientes com câncer de ovário agressivo apresentam uma mutação hereditária no gene BRCA. O teste para essa mutação, aliás, deveria ser realizado sistematicamente nas portadoras da doença quando isso é viável técnica e financeiramente. Mas apenas metade das mulheres com câncer de ovário tem uma história familiar significativa.

SAÚDE: Existem medidas capazes de reduzir o risco de se desenvolver o tumor?

Eric Pujade-Lauraine: Pílulas anticoncepcionais contendo estrogênio e progesterona protegem contra a doença. A máxima proteção é obtida após cinco anos de uso e permite uma redução de 50% no risco de câncer de ovário. Gravidez antes dos 30 anos também oferece uma ligeira defesa. O procedimento profilático de retirada dos ovários em mulheres com a mutação do gene BRCA também é altamente protetor.

SAÚDE: Que exames são absolutamente indispensáveis hoje para diagnosticar a doença logo cedo?

Eric Pujade-Lauraine: Por ora, nenhum.

SAÚDE: Quais os principais avanços no tratamento até agora? E as perspectivas para o amanhã?

Eric Pujade-Lauraine: As principais evoluções foram a padronização da cirurgia radical para câncer de ovário inicial ou após o uso coadjuvante da quimioterapia, a evidência de que a linfadenectomia [procedimento para extração de gânglios comprometidos pela doença] pode ser empregada em muitos casos em estágio avançado, o fato de que alguns pacientes podem se beneficiar da cirurgia secundária nos episódios de volta da doença e o aparecimento dos inibidores de PARP [classe de medicamentos de uso oral que interfere em mecanismos de reparo do maquinário interno das células], particularmente em pacientes com a mutação genética do BRCA.

Para o futuro, grandes esperanças são colocadas na imunoterapia [tratamento que ativa as próprias células de defesa para lidar com o tumor] e drogas capazes de reparar danos ao DNA das células e que poderiam estender o alcance dos inibidores de PARP.

Fonte: Editora Abril

Bianca Bin sobre se preparar para cena de estupro: ‘Vontade de vomitar’

Atriz conta que buscou vídeos na internet de agressões contra mulheres para personagem em ‘O Outro Lado do Paraíso’

A atriz Bianca Bin, que interpreta a Clara em “O Outro Lado do Paraíso”, falou ao jornal “Extra” sobre sua personagem. Logo no segundo capítulo da nova novela das 21h, Clara é obrigada a fazer sexo com o marido de forma contrária à sua vontade.

Para se preparar para as cenas de violência, Bianca Bin contou que buscou vídeos na internet de agressões contra mulheres.

“Quando eu comecei a assistir começou a me dar um enjoo, uma náusea, uma vontade de vomitar… É um bolo no estômago, é visceral, vem da tripa, vem de dentro. Horrível! Pedi para parar. Não é uma coisa fácil, nem leve para mim. Me toca profundamente”, revelou a atriz.

Nas redes sociais, muitas mulheres demonstraram repúdio pelo que foi mostrado. “Cena pesada a da noite de núpcias de Clara e Gael ontem na novela O outro lado do paraíso. Chocante. Triste. Realidade de muitas mulheres”, comentou uma internauta.

De acordo com o Código Penal Brasileiro, em seu artigo 213 (na redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009), a definição de estupro é: “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”.

Notícias ao minuto

Facebook faz teste em 6 países e derruba audiência de sites de notícias

A postagem de um jornalista da Eslováquia afirmou que foi a “maior queda em alcance orgânico no Facebook” já registrada

Desde a semana passada, alguns sites de notícias do mundo tiveram uma queda na audiência por causa de um teste realizado pelo Facebook em seis países. As verificações são restritas apenas a pequenas países da América Latina, Europa Oriental e Sul da Ásia.

Na Eslováquia, o jornalista Filip Struhárik fez um alerta na rede social sobre o assunto. A repercussão tomou uma proporção maior do que o imaginado. O diretor mundial do feed de notícias, Adam Mosseri, foi forçado a responder aos questionamentos.

A postagem do jornalista afirma que foi a “maior queda em alcance orgânico no Facebook” já registrada. Segundo informações da Folha de S. Paulo, curtidas, comentários e compartilhamentos tiveram uma queda brusca para menos da metade das interações nas 60 maiores páginas de mídia do país.

A opinião de alguns editores é que, após o episódio, ficou constatado que poderá ser necessário um pagamento ao Facebook para se manter no feed de notícias. Outra comporvação é que veículos menores desaparecerão mais facilmente.

Em resposta ao “post” de Struhárik, Mosseri esclareceu informando que “não é um teste global e não há planos para que seja”. Logo depois, ele acrescentou que “não existem planos no momento para cobrar das páginas por sua distribuição no feed de notícias”.

Notícias ao minuto