Wesley Safadão corta “rabo de cavalo” e adota novo visual para DVD em Miami

Os fãs do forrozeiro Wesley Safadão foram surpreendidos com o novo visual do cantor, no início da gravação do novo DVD em Miami. Não foi de coque ou muito menos com uma trança que ele entrou no palco, mas sim sem a o rabo de cavalo. A longa cabeleira se deu por meio de uma promessa feita pela mãe, Dona Bill.

Aos três anos de idade Wesley teve uma pneumonia gravíssima e a mãe prometeu que só cortaria o cabelo do menino quando chegasse aos ombros. Quando completou oito anos, ela e o filho se dirigiram a Canindé (cidade do interior cearense) e pagaram a promessa. Com tantas novidades na carreira e a projeção internacional chegou o momento de repaginar o visual.

“Quando comecei a cantar aos 14 anos, meu cabelo já estava comprido. Na época todos os cantores da região usavam os cabelos longos, era a moda e depois veio à fase do coque e foi ficando. Meu cabelo virou uma espécie de marca registrada. Quando o projeto de Miami começou eu sabia que estava entrando em uma nova etapa na minha vida e carreira, graças a Deus com tantas transformações chegou o momento da mudança”, comenta Wesley Safadão.

Diario do nordeste

Prefeito do Crato realiza visitas em escolas da localidade de Santa Fé

Como parte de suas atividades, o prefeito do Crato Zé Ailton Brasil realizou visitações em duas escolas municipais na última terça-feira, dia 11. As instituições (de Ensino Infantil e Ensino Fundamental) visitadas foram a Escola Paulo Limaverde e a Escola Otacilio Correia, localizadas no distrito de Santa- Fé.

Na ocasião, o chefe do executivo cratense acompanhado da Secretária de Educação Otonite Cortez conversou com alunos e professores sobre questões como livros didáticos, melhorias para os docentes, merenda escolar e transporte. A visita representa o diálogo aberto e tranquilo que a gestão tem com a comunidade escolar. Os funcionários das escolas, bem como o alunado receberam o prefeito com muita cordialidade destacando que Zé Ailton é o primeiro gestor municipal a realizar visitas nessas instituições de ensino.

Associações sofrem com inadimplência das empresas

A crise das empreiteiras brasileiras tem afetado em cheio as associações que representam o setor de construção. Sem obras, com o caixa debilitado e atoladas em dívidas, não tem sobrado nem para pagar as contribuições que bancam as entidades de classe. Na Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro (Aeerj), o número de associadas caiu pela metade entre o segundo semestre de 2015 e janeiro deste ano. “Antes tínhamos 220 empresa adimplentes e hoje só 100”, afirma o presidente da associação Luiz Fernando Santos Reis.
Na Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop), o cenário também não tem sido fácil. A inadimplência, que antes variava entre 5% e 10%, hoje está em 20%. Além disso, a associação não reajusta a mensalidade há dois anos, afirma o presidente da Apeop, Luciano Amadio. “Quando a situação aperta, eles cortam isso.” A associação também teve de reduzir a estrutura para adequar ao novo nível de receitas.

Amadio afirma que o setor vive a pior crise de sua história e que a recuperação vai levar, pelo menos, dez anos. Santos Reis concorda e diz nunca ter vivido uma crise tão violenta como a atual. Ele conta que dados do sindicato dos trabalhadores da construção do Rio de Janeiro mostram que o número de trabalhadores sindicalizados caiu de 40 mil em dezembro de 2015 para 2 mil funcionários em janeiro deste ano. “É uma situação muito grave.” Para um especialista em infraestrutura, que prefere não se identificar, a situação pode piorar com a quebra de muitas outras empresas do setor.